Homens de terno

Homens de terno

não fazem bem,

Nem a mim,

Nem a ninguém.

 

Odeio gravatas,

Elas enforcam as idéias,

E estrangulam as ações.

 

também não gosto do brilho dos sapatos,

Que quanto mais engraxados,

Mais refletem o sofrimento daqueles que pisa.

Sem nem perceber.

 

Tirem suas roupas,

E queimem as gravatas.

Talvez sem escudos,

vocês consigam ser mais

Do que homens de terno,

Que não fazem bem,

Nem a mim,

Nem a ninguém

 

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