Medo

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Solange Elizabeth Pearly, - projetista e design gráfico, participou durante uma década em escola tradicionalista de mistérios sediada nos EEUU; autodidata,  pesquisou e estudou a arte secular da cura dos Kahunas da Polinésia; estudou a Kabalah tradicional; estudou o calendário Maia e suas previsões; foi ufóloga praticante em vários grupos participou de grupos de cura e auto ajuda; estudou e pesquisou varias linhas filosóficas, religiosas e espiritualistas ( arte mahikari, escola messiânica, o espiritismo de Kardec; diversos ritos áfros; catolicismo e igrejas evangélicas;  praticante da radiestesia e radiônica, cromoterapia, e musicoterapia . Dedica-se hoje a pesquisa do comportamento humano e suas diversas nuances.

 

ARTIGO:

Uma pergunta que nos afronta ; poucos tem a resposta e ela, talvez pelos mesmos motivos os quais são a raiz do problema; incomoda e assusta.

Tira a tranqüilidade das pessoas e sufoca; tolhe a liberdade. Ato contínuo, traz a doença pela desarmonia a longo prazo, e nos faz pessoas infelizes. – Eu falo do medo !

Não aquêle medo que foi conseqüência de uma fato traumático; uma experiência muito desagradável e que deixou seqüelas emocionais para o resto da nossa vida.

Falo do medo que nos foi inputado desde a nossa infância, qual um “chip”que foi implantado em nosso ser por alguma mente diabólica, com o objetivo de nos apavorar, prender, tornar-nos servis a alguma coisa ou idéia.

Uma das piores imagens que nos assusta sempre é a de alguém nos apontando o dedo, nos culpando ou criticando por tudo, por qualquer ato que vai de encontro a algum código moral imposto pela sociedade ou religião.De onde surgiu isso ? Tantos vivem nas sombras de suas mentes com medo de sair para a luz da vida.

Pois saibam que esses códigos estão escritos nos livros que dizem sagrados, mas escritos pelas mãos dos homens com o objetivo de controlar a humanidade, incutindo na mente de todos que “quase tudo” é pecado e imoral, e que essa verdade esta escrita nas paginas de tais livros; que somente seguindo esses preceitos se consegue ser feliz. Quero aqui deixar bem claro que não estou citando qualquer religião e nem pretendo discutir isso aqui.

Nos primórdios, a civilização ainda na barbárie, precisava de algum código e regras para sobreviver e evoluir.

Esses códigos, alimentados diariamente pelos detentores desse poder, foram passados de pai para filho e, de tão profundo, impregnou a mente de nossos ancestrais. E o medo se instalou, tornando o ser humano fraco, frágil, receoso nas atitudes para ser de fácil manipulação. Será que ainda precisamos disso ? – Alguns certamente ainda precisam .


O ser humano evoluído buscará a perfeição nas formas, no belo, na harmonia, nos sons, palavras e atos. Será dirigido por suas emoções e sentimentos sutis, será compreensivo e tolerante. Tudo isso produto da sintonia com o seu núcleo de onde vem a inspiração divina, pois afinal, somos duais em natureza, matéria e luz eterna.

Para sermos felizes não mais precisamos desse “contrôle” dogmático e social”.

Devemos viver a vida com alegria, plenos de energia criativa, longe desse fantasma que sempre nos assolou. Para concluir, o homem com poder criou as regras do pecado para controlar os seus semelhantes – Somos responsáveis pelos nossos atos, respondemos por eles, e ninguém mais, pois assim é .

Solange Elizabeth Pearly

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