A sexy Alice V
Não entendo, sinceramente, até
hoje, como as coisas podem ser tão complicadas.
Comecei aos dezessete anos, com um afeminado do colégio,
que também morava na vizinhança da minha
casa. Tinha medo que nos descobrissem, e hoje é
engraçado lembrar como ficava apreensivo ao me
chupar no banheiro da escola, e na despensa da minha
casa. Entretanto, nunca recusava. Era só insistir
um pouco e ele estava lá, com a boca no meu pau.
Mas, por outro lado, já havia lido várias
confissões, inclusive muitas de meninas que até
foram casadas, e isso me deu paciência para aproveitar
o momento da melhor forma possível. E não
me arrempendi. No domingo, já notei que a Nici
estava ficando tão dependente do sexo quanto
do fetiche de vestir-se, portar-se, e imaginar-se como
uma fêmea sedutora e submissa, sua única
fonte de prazer sexual até então. Percebi
isso ao telefone, quando liguei no dia seguinte, perto
do meio-dia, mas não consegui vê-la até
depois do natal, após longos dias de escravidão
que ! teve na confecção, para dar conta
dos pedidos que não esperava receber. Fomos nos
encontrar na última quinta-feira do ano passado,
após quase duas semanas sem contato pessoal,
num happy hour.
Ao revê-la, já notei um
corte de cabelo diferente, sombrancelhas mais finas,
e as mãos com as pontas brancas da unhas mais
crescidas, cobertas por uma base transparente. Elogiei-a
imediatamente, antes de cumprimentá-la, e ouvi,
já admirando alguns dos gestos delicados que
não conseguia esconder, "que estava deixando
crescer o cabelo no estilo chanelzinho". Sentou-se
em seguida, com as pernas cruzadas, e após um
papo não muito longo, onde só pusemos
as novidades em ordem, veio arrumar-se no meu ap., para
irmos a uma festa que ela tinha visto no jornal, sem
referências, pois suas conhecidas estavam viajando.
Chegou em casa de pólo amarela
e calça clara, só tomou um copo de água,
trancou-se no banheiro com a mochilona, e demorou uma
eternidade para sair dali. Fiquei esperando na sala,
e a ouvi pela primeira vez quando desligou o chuveiro
e gritou para que aumentasse o volume do som, pois adora
Portishead. Descobriu a banda comigo. Avancei as músicas
do cd (era o "Dummy"), até chegar em
"Glory Box", sua preferida, e só aí
aumentei o som. A voz fina e desesperada da Beth Gibbon,
vocalista do grupo, sempre deixa a alma da Nici em pedaços.
A letra tem uma passagem assim: "From this time,
unchained...We're all looking at a different picture...Thru
this new frame of mind...A thousand flowers could bloom...Move
over, and give us some room...(e então vem o
refrão,)...Give me a reason to love you..Give
me a reason to be...a woman...I just wanna be a woman.
Percebi, pelas manisfestações que ouvi,
que ela havia gostado da surpresa, e ao mesmo tempo
que as outras músicas iam tocando, ficamo! s
conversando através da porta, ainda fechada,
até que, finalmente, resolve abri-la, e me deixar
vê-la terminando a maquiagem dos olhos.
Estava quase maravilhosa, calçando
uma sandália branca de salto agulha, com três
tiras, pés com esmalte cinza, bem brilhante,
mini-saia da mesma cor, mais opaca, apertada na cintura,
blusa rosa-escuro, de manga bem curta, decote "v",
e com estampa de flores brancas e acinzentadas. Completava
o visual uma tornozeleira, várias pulseiras,
anéis lisos , sem pedras, e uma gargantilha,
que tinha um pingente combinando com os brincos. Esses
acessórios combinavam na delicadeza, por serem
bem mais femininos em comparação com aqueles
que ela já havia usado comigo, e todos de tom
prateado, que destacavam a peruca chanel morena, que
usou para que a visse como iria ficar com os cabelos
mais compridos, e a sombra cinza-prata, que ainda passava
nas pálpebras, já com um contorno preto
sobre os cílios. Terminou passando brilho nos
lábios, e foi para a sala, fazer as unhas da
mão, sentada na cadeira da mesa de jantar, bem
à vontade. Minha grande preocupação,
naquela hora, era a de não estrag! ar a noite,
pois tínhamos combinado que ela sairia da confecção
direto para o bar, levando suas coisas, tomaria um banho
na minha casa, iríamos para a festa, e, na volta,
dormiria na minha cama. Então, fiquei prestando
atenção nos meus atos, controlando-me,
com medo da sua terrível inconstância,
mas acabei ficando apreensivo sem motivos. Deveria ter
confiado mais nos meus instintos, e aproveitado melhor
o momento. Não acreditava que ela estava tão
segura quanto parecia. Hoje, sei que não foi
tanto por mim, porque, semanas depois, confidenciou-me
que já tinha adquirido confiança na nossa
amizade. Ela estava muito feliz por ter conseguido cumprir
os compromissos do trabalho, e também por ter
encarado a família na ceia de natal, sem qualquer
vergonha do que estava vivendo, apesar de nenhum parente
conhecer a Alice.
E foi essa felicidade que não
parou de surpreender-me durante toda a noite. Ao acabar
de passar o esmalte nas mãos, deixando-as combinando
com os pés, esperou que secasse com aquela delicadeza
que eu já conhecia, e saímos. Paramos
no bar da tal festa, e ele não estava muito cheio.
Nici ficou se lamentando por não ter ido atrás
de mais informações sobre o local, mas
já tínhamos passado por outros lugares
conhecidos antes de parar ali, pois havíamos
saído cedo de casa, para passearmos um pouco
de carro (ela queria ser vista na rua), e nos conformamos
com o ambiente, bem legal, mais animado do que os outros,
mas não muito ao gosto da Nici, que adora multidões.
Sem percebermos, a pista de dança e o bar encheram,
de repente, e acabamos nos divertindo bastante. Ela
mais do que eu, que só pensava na volta e no
seu rabinho, mas também estava aproveitando bastante
nossa última saída do ano. Encontramos
outras meninas bem lindinhas, conversamos com algumas,
fui sacaneado por duas dra! gs, aguentando os risos
sarcásticos da Nici, e continuei levando tudo
na esportiva, com ela se animando cada vez mais. Dançamos,
bebemos (ela tomou as duas taças de vinho espumante
incluídas na entrada, e ainda um pouco da minha
cerveja), bagunçou com as drags, chamando-as
para me sacanear de novo, e assim a noite foi fluindo,
com gente que não parava de chegar e sair, já
no meio da madrugada. Nici começou ficar cansada,
por causa do salto, e quando resolveu parar um pouco,
também já estava meio alta, e não
teve mais aquela animação para continuar
dançando. Resolvemos sair e dar umas voltas de
carro.
O movimento da rua estava fraco, e voltamos
para casa, por volta das quatro horas. Conversamos na
sala, quando ela demonstrou continuar bem à vontade,
fui mijar, levando-a para segurá-lo, e ela segurou
mesmo. Deixou cair algumas gotas para fora do vaso,
brincamos com a situação, e quando começou
sentir que iria me chupar naquela hora, expulsou-me
do banheiro, demonstrando timidez, trancou a porta,
e tomou um banho rápido. Demorou um pouco mais,
dizendo que estava se arrumando, e quando abre a porta,
vem para o quarto um gostoso cheiro de perfume, ao mesmo
tempo que ela aparece sem a peruca, com os cabelos secos
e a franja presa com duas presilhas cor-de-rosa, do
tipo tic-tac. Trocou a maquiagem por outra bem clara,
deixando os olhos acizentados e os lábios com
batom rosa. Os acessórios eram os mesmos, e calçava
um tamanco branco de tiras, sem salto, com solado plataforma.
Mas o maior destaque ficou para a lingerie, um conjunto
de regata com alças finas nos ombros e comprime!
nto até acima das coxas, combinando com a calcinha
modelo short, ambos bem justos, e estampados de branco,
cinza e rosa-claro. Continuei sentado na cama, encostado
na cabeceira, enquanto ela ficava andando na frente
de um espelho que fica na porta do guarda-roupa, perguntando
se tinha ficado bom. Elogiei-a, e ouvi que a produção
cor-de-rosa era coisa nova, pois sentia-se mais Alice
do que nunca. Ao terminar meu cigarro, sentei na borda
da cama, e abracei-a pelos quadris, caindo de boca no
seu umbigo, com a característica rapidez que
sempre iniciou nossas transas anteriores. Mas dessa
vez foi diferente. Quando já a estava deixando
quase de quatro, pediu para eu ir com mais calma, lembrou
que o som estava com o volume baixo e as luzes muito
fortes, e foi apagar a do teto, restando acesa apenas
a de uma luminária. Considero que a primeira
noite com a verdadeira Nici começou com aquela
lambida de umbigo. Na hora em que a peguei de surpresa,
ficou paralisada, talvez pensando que eu! fosse descer
a língua para o local proibido, mas confiou em
mim, pela primeira vez, e não se arrependeu.
Ia virando sua cintura devagar, usando as mãos,
sem parar com a boca, até meus dentes encontrarem
suas nádegas, e acabar ouvindo um gritinho de
dor. Mandei que arrebitasse mais a bundinha, e tirasse
as mãos das minhas costas, para apoiá-las
na cama. Continuei lambendo de onde havia parado, até
chegar no cuzinho, protegido pela calcinha, quando ela
interrompeu-me por causa daquela luz e do volume da
música.
Após mexer no som, que estava
na sala, voltou dizendo para eu deitar, pois estava
doida para me dar um banho de língua no corpo
inteiro, e só parou para pegar um preservativo,
que em seguida pôs com a boca, e não parou
mais de me chupar à partir deste momento, inovando
de novo, ao mudar algumas vezes a posição
do seu corpo. Chegou uma hora em que eu não estava
aguentando mais, e puxei-a dali, segurando os cabelos
da nuca, que já estavam crescendo como ela queria,
perguntando se a sua boca ainda não tinha cansado.
Diante do silêncio, fiz com que sentasse no meu
rosto, afastei a calcinha, deixei a Nici bem aberta,
com auxílio das mãos, e quando iniciei
com a língua, senti que começou rebolar,
primeiro, timidamente, e depois, com um tesão
nunca antes demonstrado, quase me fazendo perder o fôlego.
Dei-lhe umas palmadas, interrompendo o ato para poder
respirar um pouco, e ela olha para mim sorrindo, pedindo
mais. Recuso, porque sentia meu membro perdendo a virilidade,
e ela curv! a-se para chupá-lo novamente, deixando
o rabinho mais aberto ainda, para darmos continuação
àquele momento, com um meia-nove. Sem conseguir
esperar mais, empurro seus quadris de encontro ao meu
pau, e ela tenta sentar nele. Sente que está
muito áspero, passa bastante KY, e consegue engoli-lo
aos poucos, com o rabinho bem aberto por suas mãozinhas.
O vai-e-vem começa com meu pau escapando algumas
vezes, mas logo nos entendemos e não paramos
mais. Ela soube controlar bem os movimentos, e eu não
tinha muito o que fazer. Era só ficar ali, aproveitando
cada sentada no meu cassete duríssimo, admirando
suas reboladas, vendo as mãozinhas abrindo o
rabinho para mim, e gozar, quando segurei-a bem firme,
pela cintura, fazendo-a sentir-me inteiro dentro dela.
Encontrei-a novamente só em meados
de janeiro, mais maravilhosa e sexy ainda.
Beijos do Sven






Enviar novo comentário