A sexy Alice IV
Enquanto aguardava o retorno da Nici
com a cerveja, coloquei a cueca, e fiquei no sofá,
esperando que chegasse, servisse a bebida, e sentasse
ao meu lado. Acendi um cigarro, e logo acabamos retomando
aquele assunto do bar, sobre ir mais devagar e dar um
tempo. Escutei que estava muito estressada com o trabalho,
uma vez que em novembro e dezembro tem muitas encomendas,
por causa do natal. Insisti um pouco, e ouvi, novamente,
que ainda estava se conhecendo e etc. Cansado de escutar
as mesmas coisas (e aquele novo papo já durava
cerca de meia hora), tentei descontrair o clima chamando-a
de garçonete, para que fosse buscar uma vodka.
Ela tira os pratos usados que ainda estavam na mesa
de centro, vai à cozinha, e volta trazendo também
seu vinho. Deixou a bandeja sobre a mesma mesa, foi
ao banheiro, dizendo que iria retocar o batom novamente,
e veio sentar-se no mesmo lugar, com as pernas cruzadas.
Fiz questão de encher a taça, servi na
sua boquinha, fui para meu canto, e continu! amos a
conversa.
Não demorou uns vinte minutos
para ela, enfim, ficar mais confiante, e se abrir como
eu queria. Começou pela adolescência e
foi embora, sem parar de falar, ora com vergonha, ora
bem incisiva, só sendo interrompida com alguma
brincadeira que eu fazia, ou quando tomava sua bebida.
Escancarou a alma naquele desabafo. Confessou a iniciação
com o primo um pouco mais velho, que a encoxava no banho,
sem penetrar, quando ainda estava na quinta-série.
O seu tesão em vestir, desde criança,
as calcinhas, soutiens, roupas, sapatos, e acessórios
das irmãs gêmeas, quase dois anos mais
novas. A sensação que tinha ao ver os
pintos dos homens no vestiário do clube, do colégio,
e no banheiro da faculdade. O número de vezes
que decidiu virar homem de verdade, quando acabava de
gozar, masturbando-se com algo para servir como consolo.
A dificuldade de montar um guarda-roupa, pois sempre
se arrependia, e jogava tudo no lixo. A vontade de sair
e ser vista. Como gostaria de ser valorizada, e etc.
! Estava sendo realmente franca comigo, e isso fez com
que também falasse da dificuldade de ter abandonado
o jornalismo, para tentar a independência de uma
família desestruturada. Dos obstáculos
iniciais, enfrentados para manter a confecção.
De como voltou a viver para si, somente perto dos trinta
anos, quando foi morar sozinha, identificou-se com a
cultura clubber, e começou ir às danceterias
que sempre quis frequentar, com roupas mais modernas,
para dançar acompanhada por pessoas com quem
tinha afinidade. Nessa época, passou a fazer
amizades, começou participar das festas gls,
e conheceu melhor a internet. Terminou dizendo que a
verdadeira transformação ocorreu quando
já confiava mais na segurança do seu trabalho,
e ficou sem as dúvidas que a faziam disperdiçar
as roupinhas que comprava, com vergonha dos vendedores,
e escondia em sacolas dentro do guarda-roupa do apartamento
recém alugado, temendo uma visita surpresa de
algum parente. Passou, sem que percebesse, a viver como
q! ueria ser, sempre que chegava em casa e ficava sozinha.
Após tomar um banho, aparecia a Alice, agora
não só de alma, mas de corpo também.
Com o tempo, desapareceram as dificuldades emocionais
e financeiras que a faziam esquercer de si própria,
e a alegria que sentia das suas conquistas começou
dividir espaço com a necessidade de dividir o
momento com alguém. A primeira pessoa escolhida
foi a sócia, uma colega da faculdade que também
havia desistido do jornalismo, e era "separada,
teve um filho muito nova, só faz de maluquices,
e não se acerta com nenhum namorado".
Abriu-se com ela quando já estava
cansada de ouvi-la insistindo para que saísse
com suas amigas. Depois, fez outras amizades, nas festas
que frequentava, e pela internet, com outras cd's, num
momento de novas mudanças, pois já sentia-se
segura para a realização sexual, o maior
bloqueio que tinha. Acabou saindo comigo, e novos medos
surgiram, deixando-a muito insegura. Quando ficava excitada,
antes de conhecer-me mais intimamente, queria transformar-se
em uma mulher-objeto. Imaginava-se montada, linda e
maravilhosa, sendo jogada no sofá, forçada
a chupar, para depois ter a calcinha arrancada e o rabo
fodido, com alguns requintes, tais como tapas na bunda,
metidas vigorosas, cabelos puxados, dedos na boquinha,
e apertões na cintura. Mas, minhas grosserias
só lhe deram prazer quando pôde reviver
nossos encontros sozinha, e isso a deprimia muito. Interrompi-a
imediatamente, vendo que iria ficar muito travada com
o coração aberto daquele jeito, e disse
ser a coisa mais normal do! mundo. Que mulher nunca
sonhou ser jogada na cama para satisfazer os instintos
mais animais de um homem? E por qual razão tinha
ficado me provocando daquele jeito, horas atrás,
pedindo para que a pegasse à força? Percebi,
com sua resposta, que ainda estava extremamente insegura,
e sabia exatamente o porquê: problemas com o clit,
e com meu sêmen, que ao mesmo tempo lhe despertava
medos e desejos.
Continuamos a conversa, e chegamos a
um ponto em que eu não tinha mais imaginação,
nem paciência, para tentar deixá-la à
vontade com a nova realidade, já que nenhuma
sugestão que eu dava era aceita, pois ela via
um porém em tudo. Comecei demonstrar um pouco
de irritação, levantei, para eu mesmo
ir servir-me de mais cerveja, voltei, sentei no mesmo
lugar, mais relaxado, acendi um cigarro, e apelei para
algo que temos em comum e sempre a divertia: o humor
sarcástico. Assim, brinquei, cuidadosamente,
com seus medos e frustrações, e ao perceber
que já estava rindo, olhei para ela bem sério,
enfiei a mão dentro da cueca, e tirei o pau para
fora. Diante do seu espanto com aquele ato repentino,
perguntando-me o que iria fazer, ainda meio risonha,
abaixei a cabeça, e enquanto manipulava o cassete
só com a ponta dos dedos, fiquei conversando
com ele, falando coisas do tipo "viu, olha o que
você me apronta", ou, "e agora, como
vou ficar com a maravilhosa Nici desse jeito".
Essa brinc! adeira, apesar de infantil, funcionou bem,
e ela até deu uns tapinhas nele, dizendo que
era muito safado. Guardei-o na cueca, ela foi e voltou
da cozinha, segurando a bandeja com mais vodka, e o
resto do vinho que havia sobrado do jantar. Ainda em
pé, com a taça na mão, disse várias
coisas, como "foi bom ter tido aquela conversa",
e começou gesticular com trejeitos lindos, de
uma incrível delicadeza, e perguntou se poderia
ficar no meu colo. Respondi o óbvio, e ela sentou-se.
Ajeitou o corpo com as pernas cruzadas e o braço
direito envolvendo minha nuca, bicou a vodka, e engasgou
quando quis tragar um cigarro. Rimos um pouco, tentou
novamente, sem conseguir, deixando o filtro babado,
e resolveu ficar segurando-o para eu terminar de fumar.
Esticou a mão, apagou a bituca no cinzeiro, e
voltou com os dedos molhados na vodka, para esfregá-los
nos lábios e na língua, com movimentos
bem delicados, sugerindo uma chupada daquelas. Havia
conseguido a verdadeira Nici de volta, que já
ti! nha esquecido todos seus sentimentos contraditórios,
com uma naturalidade que só ela consegue absorver.
Ao mesmo tempo que aquilo tudo começou
excitar-me para valer, no limite de já querer
virá-la para o alto e engatar a boca naquele
rabinho, fiquei um pouco apreensivo, em razão
da sua inconstância, e acabei segurando o tesão,
puxando papo com elogios à sua safadeza. Tentei
continuar a conversa, e fui interrompido por um pedido,
que veio de um jeito bem meigo e pausado, para dar-lhe
umas mordidinhas na orelha. Rendi-me, comecei com mordiscadas,
e esquentamos como nunca. Acabei engolindo o brinco
e a orelhinha inteira, dei-lhe um banho de língua,
que foi descendo para o pescoço, segurei-a firme
pela nuca e pela cintura, puxei-a mais contra meu corpo,
e fui parar na outra orelhinha. Desci novamente com
a boca, e ouvia suspiros que pareciam tê-la deixado
sem fôlego. Suas mãos percorriam minhas
costas por dentro da camisa aberta, e comecei apertar
a bundinha em busca do que me escondia. Quando achei,
fiquei bolinando ali, com a mão por cima da calcinha,
já pronto para a hora em q! ue teria de parar,
por causa daquele fato de não ter se preparado
para dar o rabinho. Mas essa hora não veio, e
ao invés de tirar meus dedos do meio da bundinha
de modo brusco, começou descer a boca pelo tórax,
beijando-me, e foi escorregando até ficar ajoelhada,
para dar umas mordidas no cassete, que ainda estava
dentro da boxer preta. Fez isso com tanta delicadeza,
que pôs um freio naquela rapidez toda. Continuou
brincando com meu pau, e puxou-o para fora, segurando
com a mão esquerda, enquanto a direita tirava
a cueca. Quando fiquei só de camisa, e estava
me ajeitando no sofá, com o membro bem viril
nas suas mãozinhas, ela sugere que relaxe um
pouco, pois "iria me dar um trato demorado".
Adoro fazer longas carícias em um rabo bem lisinho,
usando a língua, a mão, o cassete, ou
algum objeto. Entretanto, quando parto para a ação,
gosto de tomar todas as iniciativas, e só preocupo-me
com os limites da mocinha que esteja comigo. Porém,
como já tinha certeza de que não veria
seu ! rabinho naquela noite, e também já
não conseguiria mais segurar aquela vontade de
jogá-la na cama, terminei a vodka com a cerveja,
trouxe o cinzeiro para meu lado, e na primeira tragada,
fui surpreendido com uma bela lambida no saco, enquanto
começava masturbar-me vigorosamente. Caprichou
bastante com a boca, apesar de não tê-la
encostado no meu pau, engolindo minhas bolas, alternando
o saco e a virilha, descendo algumas vezes aos pés,
e sem parar de mexer no meu cassete, que esporrou algum
tempo depois, naquela mãozinha que ainda me segurava
com firmeza. Depois, brincou um pouco com o sêmen,
deixando-me mais atordoado ainda com sua delicadeza,
evitando que ele escorresse para os punhos, usando a
ponta dos dedinhos, e terminou esfregando-o entre as
pernas. Em seguida, surpreendeu-me novamente, passando
o que havia sobrado nas bochechas, com a cabeça
baixa, e dizendo que o tempo nos faria cada vez mais
íntimos.
Paramos após esse último
desabafo, quando ela veio sentar-se novamente ao meu
lado. Pensei, quando a vi descendo o rosto, que teria
a melhor chupada dela, mas logo percebi que não
seria bem assim, então, só dei umas duas
forçadas, para saber se não estaria enganado,
e deixei o barco andar no mesmo ritmo, que já
estava muito bom, pois minhas bolas são um dos
meus pontos fracos. Nici estava vivendo a realidade
das fantasias que teve durante uma vida, e em menos
de um mês, não poderia ficar exigindo demais.
Continuei paciente, já pensando num possível
dia seguinte.
Beijos do Sven






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