A sexy Alice II
E foi assim que nós tínhamos
mais ou menos combinado a primeira vez da Nici com um
consolo de verdade dentro do seu rabinho. Queria ser
currada com roupa, sem muita violência, e eu adoro
esse tipo de fantasia. Só tomei cuidado com a
lubrificação da camisinha e mandei ver,
para poder gozar toda aquela sensação
maravilhosa de enfiar meu pênis naquele canal
apertado e aberto para meu prazer. Ela ainda continuou
deitada de bruços quando tudo terminou, e fiquei
sentado ao seu lado, com as costas apoiadas na cabeceira
da cama, para tirar o preservativo. Ficamos conversando,
sem nos olhar, até que recuperou-se. Virou-se
para mim, disse que ainda sentia meu pau e que tinha
gostado. Continuamos a conversa, enquanto um acariciava
o outro, e aos poucos foi se soltando. Acabamos na sala.
Eu descalço, só com uma cueca boxer preta,
sentado no sofá, e ela de tamancos, usando a
mesma calcinha e com o vestido amarrotado, sentada na
minha frente, em uma cadeira, desmunhecando, cruzando
e des! cruzando as pernas, e mexendo no cabelo. Ficamos
um bom tempo conversando desse jeito, até que
se animou demais num strip, quando trocou o vestido
por uma regata colante, estampada com vários
desenhos sobrepostos de pessoas se beijando, onde predominavam
o branco, vermelho e preto. Manteve o sutien meia-taça
branco, sem alças, mas trocou a calcinha por
outra de algodão, branca, com listras horizontais
vermelhas. Calçou uma sandália com três
tiras pretas, e terminou com a boca no meu pau.
Nici adora chupar e lamber. Passa a
língua na virilha, brinca com as bolas, coloca
o preservativo e engole com muito tesão. Chupa
inteiro, até a garganta, volta para o começo
e fica olhando. Mexe com os dedinhos, faz um vai-e-vem
com os lábios só na ponta, tira da boca,
bate no rosto, e continua, ora guiada pela própria
vontade, ora pela minha. Já acostumado com sua
resistência para dar o cuzinho, aproveito sempre
o máximo dessa brincadeira. Fico olhando para
as mãos que se apoiam em mim, quase sempre com
esmalte de cor escura. Admiro os pezinhos com as unhas
bem feitas, presos pelas sandálias ou tamancos,
um dos meus grandes fetiches. Brinco com ela, forço
uma longa chupada, e delicio-me ao ver a saliva deixada
na camisinha. Dou-lhe uns tapas nas bochechas e recebo,
como agradecimento, mais uma grande carícia bucal.
Engole-o todo outra vez, e fica brincando com a língua,
enquanto dou mais uma bicada na vodka, que já
não está tão gelada, e acendo um
cigarro. Olho para ela, ! tiro o pau da sua boca, e
puxo meu saco para ser novamente lambido. Relaxo um
pouco com a língua que mexe nas minhas bolas,
admiro novamente as roupas de estilo moderno, suas bijoux
bem escolhidas, o jeitinho feminino, e volto, com muito
tesão, para outro vai-e-vem entre os lábios,
que acaba me fazendo gozar naquela maravilhosa boquinha.
Queria ter parado antes para voltar
ao seu rabo mas ela não quis, e terminamos a
noite com uma chupada mais ou menos desse jeito. Voltamos
a conversar pessoalmente só na terça-feira,
quando percebemos que ambos haviam gostado do acontecido,
e começamos nos encontrar com mais frequência,
sempre para realizar algo diferente. Ora vamos para
algum ambiente gls, passar a noite toda, ora transamos.
Nessa semana fomos a uma festa e Nici estava maravilhosa
com um vestido estampado, predominando o cinza-escuro,
e uma sandália preta, de salto fino. As unhas
eram lilás, estreava uma peruca chanel morena,
e completou tudo com anéis, muitas pulseiras,
e um conjunto de colar e brincos, prata, com muitas
pedras pretas penduradas. A maquiagem dos olhos também
era prata, e foi isso que mais chamava a atenção
no seu visual. A diversão foi boa, apesar do
maior número de homens que o da última
vez, mas o som era melhor. Passamos a noite dançando,
bebendo, e conversando com outras pessoas. O bo! m dessas
noitadas é o fato de a Nici poder ser vista em
público, sua maior paixão até então.
E a apoio sempre, porque isso tira os bloqueios que
tem com o sexo.
No dia seguinte a noite começou
bem cedo, quando me recebeu inteira de preto, como havia
pedido. Usava blusa colante com mini-saia, sem meia,
tamancos salto agulha de duas tiras, esmalte vermelho,
peruca ruiva, maquiagem escura com batom da cor das
unhas, e as bijoux de costume, com destaque para a gargantilha
tipo coleira, que também pedi para ela usar.
Enquanto esperava que trouxesse a vodka e o cinzeiro,
meu pau já ficou duro, só de vê-la
caminhando para a cozinha com aquela saia apertada.
No sofá, conversamos basicamente sobre a noite
passada, ao som de música eletrônica, e
em pouco tempo, já estávamos descontraídos.
Nici levantou para trocar meu copo, e eu para acender
a vela aromática que ela havia esquecido em casa
no dia anterior. Apaguei a luz, sentei na cadeira da
mesa que havia na sala, e enquanto fumava outro cigarro,
pedi que tirasse a saia. Fui atendido com um strip pela
metade, e conferi a calcinha vermelha que estava escondendo.
Fazia parte do que havíamos combinado
através do telefone: ela de vermelho e preto
para uma noite fora do convencional. Trocamos mais algumas
palavras, disse que já queria dar de novo e ser
bem submissa, para então acabarmos no quarto,
que só tinha uma luminária acesa. Sentei
na beira da cama, e mandei que Nici ajoelhasse para
desabotoar minha camisa. Depois tirou meus sapatos e
abriu o zíper da calça, que também
tirei com sua ajuda. Fiquei quase nu, com o pau já
bem duro dentro da cueca. Levantei, acendi um cigarro
na sala, e voltei para vê-la deitada de bruços
na cama, com os joelhos flexionados e os pezinhos levantados.
Mandei que acariciasse a bundinha com as mãos
e terminei de fumar quase me masturbando com a visão
daquela cena. Pulei na cama, tirei sua calcinha, e lubrifiquei
aquele rabo lisinho com a língua. Parei para
continuar com um dedo cheio de Ky, e terminei com mais
dois ali dentro. Dava-lhe uns tapas com a mão
esquerda, enquanto a direita seguia cada vez mais! dentro
dela. Parava um pouco só para ver o cuzinho piscar
e continuava com mais lubrificante e alguns tapas. Quando
a mão cansou, levantei para pegar a camisinha
e levei-a para a sala, deixando-a sentada na ponta do
braço do sofá, de costas para mim, com
as pernas abertas e a bunda empinada. Coloquei o preservativo,
lubrifiquei-o, e penetrei devagar até entrar
tudo. Tirei, passei mais KY e continuei assim até
ficar do jeito que eu gosto, para depois não
parar mais. Segui aproveitando cada segundo dentro daquele
rabinho, e gozei melhor que na primeira vez. Terminei
um pouco suado (calor de dezembro), muito satisfeito,
e sentado ao seu lado. Naquela noite ainda fui chupado
no banheiro e a fodi novamente, sentado no vaso sanitário,
com a Nici controlando o vai-e-vem de costas para mim.
Inesquecível.
Beijos do Sven.






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