A Iniciação de Giulia - 1
Val me mostrara um novo mundo, e me permitira soltar fantasias que já então ocupavam quase toda a minha imaginação. Com carinho e amizade foi me introduzindo num delicioso universo de meias, sandálias, cintas, sutiãs, e calcinhas. Maquiávamos muito, com o exagero natural de quem "nunca comeu melado". Dividíamos nossos "empréstimos" dos armários e gavetas de sua mãe e de minha avó (ela não tinha nenhuma calcinha sexy, mas surrupiei muita meia, liga, lindos espartilhos antigos, e até mesmo uma peruca média, cacheada). Já sua irmã participava ativamente, fornecendo-nos material e idéias, e nos ajudando nas "montagens", quando chegava cedo da faculdade. Por fim, passamos a nos tratar só no feminino.
Mas o fogo já havia sido aceso. Cada vez mais eu queria que minhas aulas fossem além de cosmética e moda íntima. E fui atendida! Val não me masturbava, nem chupava, sem que eu fizesse o mesmo. Assim, menos de um mês após meu primeiro orgasmo, chupei pela primeira vez um pau. Nunca vou esquecer!
Era o pauzinho dela mesma, é verdade. Mas que sabor! Val raspava seus pentelhos todos, e todo o seu saquinho era rosado, lisinho e cheiroso. Depois de massagear bastante seu pau, começei a lamber e beijar seu saco, o reguinho até o cuzinho, e as dobrinhas entre o saco e as virilhas. Estava super extasiada, com o meu próprio pau duríssimo dentro da calcinha, mas não me atrevia a tocá-lo. Apesar da minha excitação, ela não se mostrava muito "entusiasmada", seu pauzinho pouco latejando em minha mão. Então comecei a lambê-lo.
Arregacei lentamente seu prepúcio, e passei a pontinha da língua em toda a volta da dobrinha, logo abaixo da glande. Da mesma forma que ela fazia comigo, segurei seu pau contra meu rosto, e esfreguei minha língua estirada, com força, ao longo de toda a sua extensão. Quando vi que endurecera mesmo, aí o engoli, e comecei a masturbar com os lábios, enquanto tratava sua glande com a língua. Que gostoso! A textura da glande, nos lábios e língua, a firmeza aveludada, a pontinha com as dobras do canal, tudo era novo e fascinante. Um tesão!
Chupei seu pau até ficar com lábios e bochechas dormentes. Queria sentir sua porra na boca, mas Val não gozava! Então ela me fez parar, pegou seu inseparável pote de vaselina perfumada da mesinha de cabeceira (é crianças, essa história é da era pré-KY), untou o próprio cuzinho, e me fez enfiar-lhe seu "massageador", que na verdade era um pequeno vibrador a pilha, cilíndrico, que não imitava um pau, mas media seus 10 x 2,5cm. Excitadérrima e dividindo minha atenção entre o brinquedinho e a chupeta, acabei por enfiar-lhe com força, o que a fez gritar de dor (ainda bem que estávamos sozinhas em casa). Aos poucos fui pegando o jeito, e percebendo, através de seus gemidos, os movimentos que mais lhe davam tesão. Sentia também seu pau pulsar em minha boca, respondendo às penetrações com contrações e endurecimento. Toda produzida com calcinha, sutiã, meias, salto alto, brincos, pulseiras e colar, ajoelhada na cama, bundinha empinada para trás, o pau duro preso entre as coxas, sentia-me a perfeita puta, enfiando o vibrador em minha amiga, enquanto a chupava com muita vontade.
Então ela gozou. Seus gritos aumentaram, cada vez mais afetados e fininhos, ela mesma acelerou o ritmo de seu pau em minha boca, e despejou-me alguns jatinhos de porra. Ao sentir o primeiro jato quente na boca, gozei também, sem sequer haver tocado no meu pau! Val não me deixou tirar o vibrador. Ela mesma o fez, bem devagar. E, toda satisfeita e animada, me puxou para cima da cama, e disse que era minha vez. Mas, ao retirar minha calcinha, e perceber que havia gozado, parou, quase não acreditando.
- Você gozou, sua putinha? E nem se punhetou? Que viadinho lindo que você é!
Ainda me incomodou ouvir aquilo, mas eu estava maravilhada demais para responder.
Mas tudo aquilo não me bastava. Cada vez mais delirava em ser agarrada por um garoto, e ficava imaginando um pau duro se esfregando em mim, me possuindo. Val não queria me meter, de jeito nenhum, e eu mesma não me imaginava, e nem sentia tesão na idéia de a possuir. Mesmo assim, nossas brincadeiras eram mais e mais excitantes. Val já enfiava em mim seu vibrador, enquanto me fazia gozar em sua boca (durante muito tempo me foi desconfortável a sensação, mas ao mesmo tempo excitante, e eu sempre queria gozar logo, para acabar rápido). Tivemos alguns 69 sensacionais, em que eu lhe enfiava um vibrador bem maior (parecia-me enorme), em forma de pênis, que sua irmã lhe dera de aniversário, enquanto ela me trabalhava com o seu brinquedinho antigo. Era muito bom, mas eu já queria mais!
Então, numa tarde em que nos maquiávamos, a campainha tocou. Paramos em expectativa, como sempre que acontecia isso, mas Val logo voltou, após olhar no olha mágico, toda sorridente dizendo: - É o Brioche! Tinha esquecido que ele vinha aqui hoje! Brioche era um rapaz negro, de uns 17 anos, magro e alto, que trabalhara na padaria do bairro, e que estudava na nossa escola. Já sabia que ele era um dos amantes de Val, e portanto sabia também o que ele tinha vindo fazer, às 2 da tarde, quando Val estava só em casa. Fiquei desesperada, e ainda mais quando vi o risinho sacana de Val: - Você não queria um homem? - Sua louca, eu nem o conheço direito! Vou embora! Me escondo na cozinha, e vou embora pela porta de serviço, depois que ele for para o quarto! - Nada disso, você vai é ficar quietinha aqui e aprender como dar gostoso! - De jeito nenhum! - respondi já excitadíssima, mas morrendo de medo. - Olha, deixa de ser boba. Já me escondi no armário um monte de vezes, para ver minha irmã transando, e nunca fui pega! - Ah! O armário! E dá? - Sua tarada! Queria dividir meu homem comigo é? Rápido, para o armário! Era um guarda-roupas duplex enorme, e no meio de cada porta havia um grande respiradouro de treliça, de onde, sentada dentro do armário, eu conseguia enxergar quase toda a cama, e parte do chão, à esquerda. Sentei-me de pernas cruzadas, com os joelhos um pouco para cima por causa da largura. Tentei ficar o mais quieta possível. A impressão que eu tinha é que minha respiração, e mesmo o batimento cardíaco, me denunciariam.
Não demorou muito e Val entrou, trazendo o Brioche pela mão. Ela nem se vestira para recebê-lo: estava de espartilho branco, meias e luvas brancas de renda, com um escarpin branco. Brincos e gargantilhas de imitação de brilhantes completavam o quadro. Brioche gostou: - Você tá um tesão, viadinho! - Você me prefere de vermelho ou de branco? - Aquele conjuntinho do flamengo que você tem é um tesão, mas chega de papo! Chupa aqui logo, que tô com pressa! O modo bruto, direto, de Brioche, me assustou. Não sei se aceitaria aquilo, mas Val ficou toda excitada. Sorrindo sacanamente, ajoelhou-se em frente a Brioche, intencionalmente onde eu pudesse ver, e ainda ficou um pouco de lado para mim. Brioche estava só com uma calça de moleton, sem camisa. Val começou a massagear seu pau com o rosto, e a abocanhar ainda por cima da calça seu mastro. Brioche ralhou: - Só deixo porque está sem baton, senão ia apanhar agora mesmo! Mais um pouco e Val abaixou a calça, deixando livre um mastro negro, longo e brilhoso. Assustei-me. Embora não fosse grosso (na verdade parecia mais fino que o meu) aquilo tinha pelo menos 20 cm! Tive medo por Val, mas ela estava louquinha, masturbando, abocanhando, lambendo os ovos. Brioche grunhia e falava: - Chupa Viadinho, chupa! Huuum! Muito melhor do que a chata da Nelma!
Mais do que a cena, as caras de satisfação que Val fazia eram maravilhosas! Aquilo estava me matando de tesão! Liberei meu pau para o lado da calcinha, e comecei a me masturbar, o mais discretamente possível.
Mais um pouco e os dois subiram para a cama. Val se lubrificou de novo com vaselina, e ficou de quatro, de lado para mim, toda arreganhada, rindo e chamando: - Vem meu tição, vem! Me enfia esse pauzão gostoso de novo! Estou com saudade! - Já vou, viadinho! É prá já! Fiquei abismada! Aquele mastro enorme desapareceu nas entranhas de minha amiguinha com uma facilidade e rapidez impressionantes! Val delirava, rebolando e gritando para que metesse em sua puta, sua vagabunda, sua cachorra. Tudo não durou nem 3 minutos. Brioche começou a dar tapas fortes na bunda de Val, e puxou-a ainda com mais força, até gozar, urrando de boca fechada. A cara de pura felicidade de Val me contagiou, e gozei, gemendo forte, antes que pudesse pensar.
Na mesma hora, Brioche, que já tinha tirado seu pau de dentro de minha amiga, saltou da cama e abriu a porta do armário. Estava perdida! Fora flagrada toda maquiada, montada em lingeries, e toda lambuzada de minha própria porra! A única coisa em que pensei foi que o bairro todo, e meu avô, iriam saber de mim!
giuliafeliz@hotmail.com






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