Pedro e sua cdzinha japonesa
Pedro tinha notado, naquele dia de sol, uma esguia
figura oriental entrando na casa ao lado. Uns cinco
meses. Este parecia ser o tempo em que seus vizinhos
abandonaram a casa. Pedro não sabia se a haviam
vendido ou alugado. Ao ver a figura, da janela, não
soube dizer se era um jovem ou uma garota. Mas logo
imaginou que poderia paquerar uma chinesinha, um
desejo que sempre carregou em sua mente.
Passaram-se alguns dias e Pedro notava, de sua janela,
que a casa ia sendo organizada. Pensou ter visto os
pais da moça em alguns dias, como se fossem apenas até
lá se despedir da filha que viria estudar na cidade
grande. Via sempre a mesma figura esguia, bem esbelta,
andando pela casa. Aquilo sempre lhe enchia a mente de
fantasias. Às vezes se pegava sozinho, na janela,
forçando a vista e pressionando o pau duro sob a cueca
na parede do quarto. Não dava muito tempo e começava a
se masturbar na parede. Nestes dias, saía, ia até a
locadora, alugava sempre um filme pornô de travestis
com mulheres, outro de travestis com homens e passava
a tarde se imaginando como o macho de todas aquelas
criaturas.
Um dia, antes que pudesse tirar sua dúvida, o destino
bateu-lhe à porta. Quando foi abrir, teve um susto. À
sua frente, um jovem esguio, de rosto meigo e cabelos
lisos, pretos, com um olhar quase feminino, abriu-lhe
um simpático sorriso.
- Oi, bom dia.
Pedro, assustado, respondeu: - Bom dia.
- Olha, eu me mudei faz pouco tempo. Vim estudar para
o vestibular, sabe?
- Sim, entendo.
Pedro observava com cuidado e notou que o vizinho era
uma autêntica menina oriental: pernas lisas, magra,
cabelos lisos. Procurou se conter ao notar que o short
que o vizinho usava se parecia muito com o de uma
mulher. Ficou pensando se não estaria falando com
alguém “especial”.
- Qual seu nome, garoto?
- Ah, eu me chamo André.
- Quantos anos tem?
- Dezessete.
- Precoce, heim? Seus pais devem estar orgulhosos.
André fez uma expressão um pouco triste e respondeu:
- Sim, estão sim.
- E em que posso ajudá-lo?
- É que eu preciso de ajuda com a comida. Faltou
comprar açúcar..
- Ora, claro, André, pegue aqui na cozinha.
André entrou na cozinha e Pedro reparou que, de alguma
forma, o menino parecia ter cintura fina. E não é que
parecia rebolar um pouco? Talvez não muito, para
disfarçar, mas Pedro teve a sensação de que estava
certo.
Ao voltar, André notou algo na mesa de centro. Levou a
mão à frente da boca, como se estivesse envergonhado.
- O senhor assiste estes filmes?
Pedro ficou desconcertado.
- Ah, sim, bem..sim, de vez em quando.
- Mas tem mulheres e....travestis?
- Oh, é mesmo. Sabe como é, cada um tem seus fetiches,
não é André?
- Sim senhor.
André se curvou, como que cheio de vergonha. Levantou
a cabeça novamente, como se nada tivesse acontecido.
- O senhor por favor, apareça lá em casa quando
quiser. Devolverei o açúcar quando puder.
- Imagine, André. Farei uma visita sim.
André saiu e Pedro correu ao banheiro.
No dia seguinte, Pedro começou a reparar no vizinho.
Teve a impressão de, em algumas noites, vê-lo sentado
com um sutiã em frente ao seu computador. Comprou um
binóculo e não teve dúvidas: o vizinho usava minissaia
e parecia se excitar muito, provavelmente em salas de
bate-papo ou em sites pornôs.
Começou a reparar também que o vizinho sempre ia à
farmácia. Estaria doente? Começou a desconfiar de
remédios para se feminilizar. Aos poucos tinha a
sensação de que o vizinho iria se transformar numa
bela chinesinha. Isto lhe deixava louco. Ia ao
banheiro e pegava mais e mais filmes. Teve a impressão
de ter falado com o vizinho em alguma sala de chat
sobre fotos pornôs, mas nunca teve certeza.
Um belo dia, decidiu fazer a tão esperada visita.
Vestiu-se como se fosse a um encontro e, na
quinta-feira à noite, bateu à porta do vizinho.
- Olá, o senhor aqui?
- Sim.
- nossa, estou lhe devendo algo, não, seu, seu...
- Pedro.
- Sim, senhor Pedro. Por favor, entre.
- Está usando perfume, André? Vai sair?
- Oh, o senhor notou? Não, não. Estava saindo do
banho...
- Ah, a namorada vem lhe ver?
- Não, certamente não.
- Por que “certamente”, André?
- Por nada, senhor Pedro.
- Chame-me de Pedro.
- Claro, desculpe-me.
André estava com uma camiseta e uma bermuda que
realmente mais lembrava um short – de tão coladinho
parecia uma putinha, destas em início de carreira,
frescas e carnudas. Parecia rebolar um pouco mais do
que o normal. As meias e os tênis lhe davam um charme
todo especial. Parecia uma adolescente.
- O senhor não quer uma cerveja?
Era o que Pedro mais queria: uma desculpa para se
sentar.
- Claro. Não se importa?
- Não. Vamos conversar um pouco.
Pedro observou como o vizinho parecia estar mais
feminina. Pegou seu copo e começaram ambos a beber e a
conversar.
- Como andam os estudos, André?
- Mais ou menos, senhor...ahn..Pedro.
- Fique à vontade....
Pedro observava André e parecia se excitar com aquilo
tudo. Embora não fosse um travesti, o garoto parecia
ter peitinhos pequenos. Sentado de lado, com a cabeça
apoiada em uma das mãos e mostrando as pernas para
Pedro, André parecia se divertir. Pedro, por sua vez,
embriagava-se com a cerveja e com as recordações de
suas punhetas imaginando-se como o macho de travestis
femininas e passivas. Fantasias nas quais André
aparecia como uma delas cada vez mais frequentemente.
Cerveja vai, cerveja vem, e de repente André se
levanta, num pulo que mais lembrava o de uma menininha
sapeca. Pedro, algo embriagado, não reparava bem no
que via ou ouvia.
- Ai, o senhor me espera? Quero mostrar algo!
- Sim? Ok, espero.
Pedro olhou para a televisão que estava do outro lado
da sala, tentando se concentrar em um ponto fixo e não
fazer alguma bobagem. Notou que quase se masturbava
ali.
Após alguns minutos, André reaparece com meias-calça
vermelhas.
- O senhor acha que fico bem assim?
O tom de voz parecia diferente. Pedro jurava ter
ouvido uma menina. Levantou os olhos e viu uma menina
de minissaia, camisa curta, meias-calça...tudo aquilo
em sua frente. Os cabelos presos de André agora
estavam soltos, transformando-a em...
- Andréia.
- Como?
- Eu sou Andréia. O senhor gosta?
Pedro recuou no sofá. Mas Andréia avançou lentamente,
como uma gata, sobre ele.
- Ah, veja...André..
- Andréia! E eu sei que o senhor gosta. O senhor me vê
pela janela. Eu já sei. Eu vi.
- Bem, não, sim...
- Os filmes em sua casa...o senhor gosta...
Dizendo isto, Andréia apertou o volume sob a calça de
Pedro que não resistiu.
- Humm..sim...mas...desculpe-me...eu não queria..
- Não diga nada senhor Pedro. Apenas quero que veja o
que realmente sou. Sou uma jovem boneca.
- Devo dizer, uma bela jovem boneca.
- Ha, ha, ha. Muito bem, senhor Pedro.
Dizendo isto, alisou o volume, enfiou a mão sob a
calça de Pedro e tocou o pau duro, melado, sedendo...o
mesmo que esperava por ela nas noites solitárias de
seu dono.
- Ah..vizinho lindo...quantas vezes não quis dar para
o senhor....tantas noites passei aqui...pensando no
meu vizinho que assiste filmes de bonecas....
- Você,...sabia? Digo, pensava nisto...?
- Sou menina desde criança, senhor Pedro.
Pedro não resistiu. Agarrou a bunda de Andréia.
- Andréia, que delícia.
- Ai, Pedro...agora sim,..Pedro apenas...me faça
mulher. Vamos. Mostre o que deseja em fazer comigo!
Pedro puxou Andréia para si. Era uma menina. Não
poderia ser um homem. Não. Beijou-a. Beijou seus
pequenos peitinhos que pareciam estar se
desenvolvendo. Chupou-os com força sem tirar a
blusinha de Andréia, que gemia manhosamente. Passou a
ponta dos dedos pelas pernas da menina, que se
derretia em tesão.
- Vem cá, então, gostosa.
- Ai, ai, sim...me come, tesão...
Pedro nem pensou em fazê-la chupar seu cacete. Estava
tão excitado que virou Andréia no sofá e lhe arrancou
a saia. Arredou a calcinha branca, linda, angelical,
virginal, e enfiou um dedo de uma só vez.
- Aiiiiiiiiiiiiiii.
- Calma, boneca....agora você vai ver que delícia.
- Ai..
ai...ai......ai.........ai.........ai.................ai,
ai...........humm
Pedro mexia o dedo lentamente no cuzinho quente e
apertado de Andréia.
- Vem cá, Dedéia.
- Ai, safado, não me chama assim.
- Vem....
- Ai...ai...
- Gostoso te preparar....boneca chinesinha....te
preparo gostoso...
- Ai...ai..
Andréia tocava o pau de Pedro, masturbando-o. Isto a
deixava excitada. Dar prazer a um homem era seu sonho.
Pedro tirou o dedo.
- Ai, querido...na minha saia...no bolso...o gel...
- Sim, Andréia.
Pedro lambuzou o cuzinho da garota e colocou a
camisinha que tinha em sua carteira.
- Humm...geladinho, meu bem...ai....não vejo a hora...
- Calma, gatinha...
- Ai...gatinha...sim...sempre quis que me
chamasse...ai....
Pedro começou a enfiar o cacete na doce vizinha.
-
Ai...ai....calma....hummmm..mais...ai...não...quero...quero...ai...
- hummm...gostosa....ahhhh
- ai...uiiiiiiiiiii
- Gostosa...minha putinha...
Andréia adorava ser xingada.
- Ai, meu macho, xinga, xinga.
- Putinha, boneca gostosa, putinha...cuzinho
gostoso...te como gostoso...
- Aiiiii...
Pedro começou a enfiar mais e mais...em um ímpeto só,
arrancou a calcinha, jogando-a do outro lado da sala.
- Ai,...seu bruto...
- Toma, vamos.
E socou mais forte. Andréia gemeu....deitou o rosto no
sofá e levou as mãos para trás, procurando seu macho.
Pedro não teve dúvidas, segurou ambas e começou a
comê-la como se transasse com um carrinho de mão.
- Vem, meu carrinho de mão, deixa eu obrar contigo.
- Ai, que tarado..assimm.aiiii.
- Isso....
- Uiiii...ai....sou sua dedéia...aiii
- ahh....hummm
- Mais...eu quero..mais...me arrombbaaaaa
- ahhh....hummm
E o suor dos movimentos deu lugar a um grito de Pedro,
ao ejacular com força naquele preservativo comprado
para sua transa desejada. Ao tirar o pau do cu de
Andréia, esta se virou e arrancou-lhe a camisinha das
mãos.
- Dá pra mim, querido.
- Sim....
Meio assustado, viu Andréia pegar a mesma camisinha e
colocar no seu próprio pau.
- Sua gueixinha pode gozar, meu senhor?
- Claro, gata.
Andréia começou a se masturbar e gozou em seguida,
enchendo mais ainda a camisinha. Em seguida, levou-a a
boca e bebeu, masturbando Pedro com a outra mão. Pedro
nunca havia visto algo assim. Mas gostou.
- Ai, querido, agora sou sua Dedéia. Sou sua travesti
gostosa, não sou?
- Sim, gata...sim...
- Sou sua boneca?
- Sim.
Dizendo isso, Andréia caiu deitada no sofá e pôs-se a
chupar Pedro. Aquilo duraria ainda alguns minutos até
que ambos adormecessem.
Fim.






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