69 na fazenda
Era Janeiro. Eu e Vera, minha esposa,
uma bela paranaense de 26 anos, 1.68m e um corpinho
de dar inveja a muita garotinha, havíamos combinado
que passaríamos alguns dias de nossas férias
na fazenda de um casal amigo, no Paraná.
Quando lá chegamos, fomos muito
bem recebidos pelo casal José Carlos e sua esposa
Alice e deparamos com um local maravilhoso, com rio,
cachoeira, cavalos e muito conforto. Ele, um quarentão
industrial, casado com uma moça de 24 anos, super
graciosa, muito expansiva, e um mulherão prá
homem nenhum botar defeito. Tinha uns seios volumosos,
e uma bunda encantadora. As duas esposas eram amigas
de infância, haviam estudado juntas em Curitiba
e não se viam há mais de 10 anos.
Quando lá chegamos foi uma verdadeira
festa. Eles formavam um casal encantador. José
Carlos trabalhava em Curitiba, ia de manhã e
voltava à noite e eu, que adoro pescar, vivia
no seu pesqueiro, à beira do rio.
Vera e Alice conversavam e passeavam
pela pequena cidade o dia inteiro. Um dia antes de voltarmos
à São Paulo, me machuquei com o anzol
e voltei da pesca mais cedo. Como não encontrei
ninguém na sede da fazenda, fiz um curativo e
fui até a cocheira para ver os cavalos. A porta
estava encostada, eu fui entrando e vi os cavalos um
pouco agitados. Ouvi vozes e uns gemidos ao fundo. Fui
me aproximando e dentro de um cercado em cima de um
monte de feno vi as duas esposas deitadas, se abraçando
e se beijando loucamente.
Vera, que estava só de calcinha,
arrancou a blusa de Alice e começou a lamber
e a acariciar seus seios. E que seios! Aquela cena me
chocou. Nunca pensara que Vera gostasse disso! Fiquei
observando, sem piscar. Alice estava fora de controle
e levantou sua saia, e já sem calcinha, puxou
a cabeça de Vera, que foi lambendo aquelas coxas
lindíssimas e lisinhas, até chegar em
sua boceta, lindamente depilada.
Alice, quase que não agüentando
mais, arrancou a calcinha de Vera, se virou e começou
também a chupá-la. Era um belo 69. O mais
lindo que eu havia visto! As duas gemiam e enfiavam
os dedos uma na boceta da outra. Não agüentei
e coloquei meu pau prá fora, bati uma punheta
e gozei como nunca. Saí de fininho, sem ser percebido.
À noite, após o jantar,
ficava reparando elas se olharem. As duas, com as roupas
curtas e provocantes, ficavam conversando na sala de
TV e parecia que elas se provocavam. Me arrependo de
não ter entrado no meio delas... só de
pensar, fico de pau duro. O bom, é que essa brincadeira
gostosa aumentou o tesão de Vera e o meu também.
Vera não sabe que eu presenciei
tudo, e nem vou falar. Pena que eu só descobri
quando estávamos para vir embora...
Conto enviado por: Jorge F. -
São Paulo - SP






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