Vando - na chuva
Oi, sou a Nane a última do trio, me casei 06
meses antes da Solange, de
acordo com as palavras delas, sempre fui a biscatinha
do trio, enquanto
solteira tive vários namorados, vários
casos inclusive com homens casados.
Sou 02 anos mais nova que a Rita, hoje sou professora
em uma escola de segundo
grau, como já foi mencionado, amigas inseparáveis,
só não colocamos nossa
descrição física, porque Ourinhos
é uma cidade, do interior paulista, com
mais ou menos 100 mil Habitantes, e uma descrição
poderia nos trair. Sou
casada também, tenho um filho com 07 anos, meu
marido sempre teve que viajar
a trabalho, as vezes ficava até semana fora.
Resolvemos contar nossas histórias
por dois motivos, o primeiro foi a revelação
do marido da Rita, e é claros
assistimos as fitas (tem material para um best-seller)
e o segundo é que
o Vando dizia que se conseguissemos guardar um segredo
por 10 anos, guardariamos
para sempre, pois o conteúdo da informação
já não teria mais valor, mas
se enganou, conversando com minhas amigas lembramos
da passada dele por
nossa vidas com riqueza de detalhes.
Como disse no começo
tive vários homens,
a maioria pensava no prazer e me proporcionaram muito,
mas esqueciam que
eu era mulher, que no dia seguinte gostaria de ouvir
um bom dia nem que
fosse por telefone, uma flor, uma demonstração
de carinho para saber que
aquela noite valeu a pena. Nessa parte o Vando era imbatível.
Um dia fui
na casa da Rita botar as fofocas em dia, chegando lá
minha amiga não conseguia
falar nada, só chorava, dizia que era problema
dela, que não tinha nada
para me dizer, fui até o barzinho da sala e peguei
uma garrafa de Amarula,
e levei para ela tomar, (nunca tinha eperimentado bebida
alcoólica antes),
virou dois copos, pronto já estava atordoada.
Então começou a falar de um
tal Vando, o moço que outro dia ela tinha me
apresentado em sua casa em
um churrasco (todo fim de semana tinha um ), disse-me
que ele já foi amante
da Solange (conto 9498)e dopois dela (conto 9439) (que
amigas só agora é
que fico sabendo)- contou como ele era carinhoso com
ela, e que a passagem
dele pela casa deu novo rumo na sua vida, agora tinha
ido embora Argumentei
que a primeira pulada de cerca é inesquecível,
assim como o primeiro beijo,
o primeiro carro, a primeira ida ao ginecologista, mas
não havia argumentos,
que a fizesse mudar de idéia.
Me despertou a
curiosidade para conhecê-lo
melhor, afinal com a minha bagagem eu tiraria de letra,
esperei meu marido
viajar, e marquei um encontro dizendo que o assunto
era nossa amiga. Ele
compareceu, conversamos, trocamos telefone, telefonamos,
nos encontramos,
ele estava me levando embora, sem mais nem menos parou
seu carro e disse
me beija!!! era a intenção, mas não
daquela forma, perguntei por quê beijá-lo,
a resposta não podia ser mais sincera ? na hora
que você for descer do carro
com certeza irá me beijar, aqui é mais
discreto e me levou até sua boca
? chegamos em casa o convidei para entrar, ele disse
que entraria, mas não
naquela noite, queria me conhecer antes, ai sim valeria
a pena, me deu um
beijo de despedida. Gostei do estilo, não agia
como os outros. No encontro
seguinte me produzi com tudo que tinha direito, imaginando
desta vez ele
não me escapa , fomos para Assis uma cidade a
uma hora de carro daqui, me
levou para uma denceteria ( Poräo ) não
sei porque se ele não dançava nada
e eu acabei me embebedando, acordei quando estava sendo
carregada para dentro
de casa, pedi para ele passar o resto da noite comigo,
precisei da ajuda
dele para tomar banho, o mundo girava, mas ao contrário
dos outros contos,
o Vando se recusou a ir para cama comigo justamente
por Ter bebido, ele
me disse uma vez que o hálito de alcool acabava
com o tesão dele mas adorava
este aroma em festas, não sei que horas ele foi
embora, mas ao acordar encontrei
ao lado da cama uma rosa, provavelmente colhida sem
a permissão do meu vizinho.
Estava começando ficar confusa a brincadeira,
eu só queria dar para ele,
mas estava sendo conquistada aos poucos,. Já
estava sentindo falta da mão
dele segurando a minha, dos lábios dele nos meus....
num sabado chuvoso
começo da noite nos encontramos na lanchonete
de um grande mercado C M -
me aproximei dele e logo estava falando demais, tinha
esquecido minha posição
social, estado civil, não via mais niguém
a minha volta, só tinha olhos
para ele.
Ele saiu na frente de carro, eu fui logo atráz
com o meu, só saimos
do estacionamento e no encontramos uma casa em construção
do outro lado
da avenida,mas em frente ao mercado, onde hoje é
uma transportadora, saiu
do carro dele e entrou na construção,
a chuva continuava a cair forte, ele
não voltou, resolvi ir atráz, assim que
entrei ele me abraçou, me beijou,
senti os bicos dos meus seios ficarem entumecidos até
o ponto de doer, tanto
que era o tesão, nossas roupas fugiram de nossos
corpos, estavamos nús,
eu que sempre frequentei os melhores motéis de
São Paulo, estava ali querendo
ser amada, no meio da lama, imaginei que pelo ambiente
seria uma rapidinha,
mas ele seguiu todo um ritual , beijando meu pescoço,
o toque era suave,
não precisava me preocupar com possíveis
marcas, desceu meu corpo roçando
com a língua, demorou no meu umbigo, estava ficando
na ponta dos pés, empurrei
sua cabeça para minha vagina, colocou uma de
minhas pernas sobre um monte
de tijolos e veio por baixo com a língua me chupava
como se estivesse me
beijando, me deixou num extase, quase gosando por alguns
instantes, mas
quando veio.... durante um minuto ou mais eu gozei,
sentia minha vagina
se contraindo, não conseguia parar, sentia minha
vagina escorrendo, minhas
pernas estavam trêmulas.
Puxei-o para cima, lambi
sua boca , meu gosto na
boca dele era afrodisiaco, queria mais dele, como não
dava mais para ficar
ali ele correu nú para o carro dele abriu a outra
porta, fiz o mesmo que
ele também nua, nossas roupas estavam molhadas
e sujas de lama, atravessamos
a cidade despidos, sempre quis fazer outra vez , mas
não tive coragem, entramos
em casa e direto para o telefone pedi para Rita pegar
o carro que não estava
longe da casa dela e fui para o banheiro enquanto tirava
a lama dos nossos
corpos o tesão falou mais alto outra vez, começamos
as caricias ali no chuveiro,
mas fomos para a sala, deitou no chão e pediu
para eu sentar na boca dele,
começou a trabalhar com a lingua,, passando também
pelo meu ânus, despertou
um tesão novo, me estremecia toda vez que ele
fazia essa passada, nunca
permiti que tocassem ali, me incomodava, mas desta vez
estava gostoso, tão
gostoso que o orgasmo não tardou, o Vando ficou
com o rosto todo melado,
lambi novamente o seu rosto, que sob a luz do abajour
parecia de uma criança
feliz, alias ele sempre foi feliz ? meio Polyana ? deitei-me
no sofá, e
ele sobre o meu corpo, introduziu seu pênis lentamente
para sentir cada
milimetro da vagina (papai e mamãe ) eu apenas
gemia , sussurava bobeiras,
apertava sua bunda, enquanto ela sugava meus seios,
beijava meu pescoço
(adorava quando fazia) e foi aumentado o movimento dos
quadris até que gozei
novamente, abracei-o forte, logo ele teria que ir embora
e naquela noite
eu não queria ficar sozinha.
Percebi então
que ele não tinha gozado ainda,
apesar de exausta, puxei seu pênis para minha
boca, ele tirou e disse que
só eu tinha o direito de sentir prazer e ele
a obrigação de me dar esse
prazer ? fiquei encantada com esta frase, meus parceiros
anteriores por
melhores que fossem no fundo sempre estavam pensando
neles próprios. Eu
pensei `` onde estava este menino a 05 anos a atráz.
Pegou no banheiro uma
toalhina, me limpou, foi até a cozinha preparou
suco e lanche e conversamos
agarradinhos até a madrugada, pra que mais sexo,
estava recebendo o carinho
que também me fazia falta, estava cansada de
homens, sempre com pressa depois
que gozavam, ele me pediu para não leva-lo a
sério, era uma aventura em
minha vida, logo eu teria que pedir para ele partir
em busca da felicidade
plena e não só de momentos felizes.....demorou
mas sei que achou....mas
enquanto não encontrou fez muitas mulheres casadas
feliz no meio de sua
jornada..... histórias para o próximo
mês...............
beijos.............Nani
felizcomvando@zipmai.com.br






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