Meu marido me trouxe mais um

Meu nome é Elen e o meu marido se chama Rodrigo. Somos casados há sete
anos. Meu marido tem vinte e nove anos e eu tenho vinte e sete. Eu
venho de uma família super conservadora, formada dentro dos mais
rígidos preceitos da Santa Madre Igreja. Cheguei virgem ao casamento,
apesar das diversas investidas de Rodrigo, que sempre tentou fazer sexo
comigo desde o início do nosso namoro. Quanto ao sexo, ele sempre foi
muito sacana. Rodrigo sempre foi super liberal e, desde o início do
nosso casamento, me fez entender que amor é uma coisa e que sexo é
outra coisa, completamente diferente do amor. Vivia me dizendo que me
amava, amava a nossa família mas que tinha muita vontade de transar com
outras pessoas. Eu sempre ficava aborrecida com esse tipo de conversa
pois achava que ele estivesse preparando terreno para me dizer que
tinha uma amante e eu vivia sofrendo com isso. Sou digitadora de uma
grande empresa de processamento de dados que presta serviços para o
governo.


Foi no meu trabalho que conheci o Cláudio, um jovem muito bonito e
educado, com apenas vinte e três anos de idade, que veio fazer
manutenção nos computadores do nosso departamento. Notei que quando ele
se abaixava para ajustar o cabeamento da rede, por trás da minha mesa,
não tirava os olhos de minhas pernas. Ainda não sei o que aconteceu
comigo naquele momento. Só sei que passei a provocá-lo, cruzando,
descruzando e abrindo as minhas pernas. Como eu sempre me visto com
saias curtas e não abro mão de acessórios como meias 7/8, cinta-liga e
calcinhas bem transadas, ele deve ter tido bons momentos enquanto
fingia ajustar os fios. Foi quando notei que um certo volume se formava
na sua calça. Fiquei excitadíssima com aquele jogo e, acho que ele até
pôde perceber a umidade que se formou em minha calcinha.

Quando me dei
conta do que estava fazendo, peguei a minha bolsa e fui me refugiar no
toalete. Quando voltei, ele já tinha ido embora mas encontrei em cima
do teclado do computador um bilhete com um nome "Cláudio" seguido do
número de um telefone. Fiquei com medo que algum colega percebesse e,
muito rapidamente peguei o bilhete e joguei dentro da minha bolsa.
Naquela noite, após o jantar, estávamos vendo TV na sala, enquanto as
crianças brincavam no quarto ao lado. Aproveitei o fato de Rodrigo
começar a falar sobre suas idéias de liberdade sexual e comentei com
ele que, pela primeira vez, estava concordando com ele pois naquele dia
havia acontecido algo de diferente comigo, no meu local de trabalho.
Contei a ele todos os lances do meu pequeno show de exibicionismo para
o jovem encarregado da manutenção. Ao contrário do que eu imaginava,
Rodrigo mostrou-se entusiasmado, e quis saber de todos os detalhes.

Quando lhe contei que havia ficado encharcada de tesão e que, ao voltar
do toalete, havia encontrado um número telefônico sobre o teclado da
minha máquina, notei que o pau dele estufou a calça, num volume até
maior do que o que eu tinha visto no trabalho. Fiquei chocada quando
ele disse:
- É isso aí, meu amor... Acho que você deveria ir em frente.
Fiquei estarrecida e perguntei:
- Como assim ir em frente? O que você está querendo dizer com isso?
E ele, calmamente, falou:
- Ora, se o rapaz deixou você com tesão, acho que você deveria dar uma
boa trepada com ele, para matar essa vontade.
Fiquei atônita. Descarreguei um monte de impropérios sobre ele, e fui
tratar de pôr as crianças para dormir e também segui o rumo da cama,
não sem antes tomar um banho bem quente. Fiquei rolando na cama, sem
conseguir dormir, pensando em tudo que havia acontecido. Será que
Rodrigo estava sendo sincero?

Estava completamente aturdida com a
idéia. Quando Rodrigo veio deitar, fingi que estava dormindo e,
enquanto ele se ajeitava na cama, fiz como se estivesse acordando e
falei com a voz bem lânguida:
- Amor, você não se importaria se eu transasse de verdade com aquele rapaz? Jura?
- Juro! - ele me respondeu e continuou - Eu sei que você me ama e que
ama a nossa família... Isso seria apenas a satisfação de um desejo seu.
Uma coisa que eu me sinto na obrigação de ajudar você a concretizar.


Nem esperei que ele falasse mais nada, agarrei meu maridinho com unhas,
dentes e tudo mais que tinha direito. Fizemos um amor louco, pleno de
paixão, que continuou noite a dentro e eu, não me contendo, gemi
diversas vezes dizendo que iria procurar aquele gatão para transar com
ele. Percebi que o Rodrigo estava tão ou mais excitado do que eu.
Dormimos abraçadinhos e na manhã seguinte eu acordei envergonhada.
Tomamos o café da manhã e eu não tive coragem de encarar meu marido.
Logo que ele saiu, corri para pegar minha bolsa à procura do bilhetinho
mas não consegui encontrar.

Fiquei agoniada, revirei toda a bolsa em
cima da cama, e procurei entre mil objetos, talões, cartões, escova,
batom e nada! Devo ter deixado cair no chão do escritório. Fiquei
triste mas pensei comigo:
- Melhor assim. Eu não iria ter coragem de ligar.
Uns quinze dias depois disso, ao voltar do trabalho, numa sexta-feira,
encontrei na sala de nossa casa um monte de caixas. A empregada me
disse que tinham vindo entregar de uma determinada loja e que se
tratava de um conjunto para montar um computador. Quando Rodrigo
chegou, eu perguntei:
- Amor, que novidade é essa? Você sempre teve medo de informática.
E ele me respondeu:
- Elen, eu acho que já perdi muito tempo e agora preciso correr atrás.
No mundo atual, o computador é uma necessidade. Tenho que aprender a
usar essa geringonça sob pena de ficar perdido no tempo. Você me ajuda?
- Claro, amor, terei o maior prazer nessa tarefa e vamos aproveitar até
para instalar Internet aqui em casa...


No domingo, Rodrigo saiu da cama mais cedo, tomou banho e correu para
sala, onde tínhamos instalado provisoriamente o computador. Fiquei na
cama mais um pouco. Minutos depois fui para o banheiro onde tomei um
longo e caprichado banho, passei óleo aromático no corpo e enquanto
friccionava a pele, fiquei me admirando no espelho. Realmente, eu sou
uma mulher bonita: sou alourada, 1,65m de altura e 55kg. Bunda durinha,
seios menores, soutien quarenta e dois e bumbum maior, tamanho 44 e
bastante arrebitado. Tenho os olhos esverdeados e uma boca carnuda,
ornada por uma dentição perfeita. Pensei comigo: "vou tirar o Rodrigo
do computador, arrastá-lo para cama e mostrar para ele o quanto estou
tesuda". Prendi meus cabelos, que são na altura dos ombros em um
rabo-de-cavalo, vesti um robe super curto e super transparente,
coloquei uma sandália de saltos bem altos e fui à luta.

A porta do
corredor para a sala estava fechada e eu a abri em grande estilo. Quase
caí das pernas: Rodrigo estava em pé, ao lado da mesa do computador
enquanto uma outra pessoa, ainda de costas para mim, dava ordem em fios
e cabos, com uma chave de fendas na mão: Era ele! Fiquei sabendo, assim
que ambos se voltaram para mim com um sorriso nos lábios, e disseram
numa só voz:
- Bom dia, princesa!
Ali estava Cláudio, o jovem que povoara minha cabeça com mil fantasias
eróticas, na sala da minha casa, vestindo short e camiseta, lindo de
morrer, ao lado do meu maridão. Fiquei imobilizada, sem saber o que
fazer ou falar. Rodrigo falou para mim:
- Querida, estávamos esperando você há muito tempo. Venha dar um beijo na gente.


Eu não sabia o que fazer. Ali na sala, praticamente nua, na frente de
um quase estranho, junto com meu marido, me convidando para dar um
beijo neles. Será que eu tinha entendido direito? Olhei para Rodrigo e
ele estava me acenando com a mão, num gesto para que eu me aproximasse.
Meio vacilante ainda, fui na direção do meu marido que abriu os braços
para me receber, enquanto Cláudio depositava a chave de fendas em cima
da mesa e se sentava na cadeira giratória. Meu marido me envolveu em
seus braços me deu um beijo ardente e envergou as costas para trás,
levantando-me do chão. Com esse movimento, meu robe subiu e fiquei com
a metade da minha bundinha de fora. Qual não foi minha surpresa quando
percebi que Cláudio estava acariciando-a e beijando-a, na maior
intimidade...

Espantada, desgrudei minha boca da boca de meu marido e
sussurrei em seu ouvido:
- O que é isso? Você ficou louco?
E ele me respondeu, também sussurrando em meu ouvido:
- Fiquei louco de tesão. Eu sabia que você nunca iria tomar a
iniciativa de ligar para o Cláudio. Foi por isso que eu mesmo telefonei
e combinamos essa cena para você. Relaxe e goze!


Neste exato momento, senti que Cláudio estava separando minhas nádegas
com suas mãos e enfiando sua língua no meu cuzinho ainda virgem... Fui
ao delírio! Meu marido me recolocou no chão e, ato contínuo, Cláudio
também ficou em pé mas, ao se levantar, veio puxando meu robe para cima
que saiu pela cabeça. Fiquei nua entre os dois, que continuaram a me
acariciar e a me beijar. Eu, de olhos fechados, rodopiava entre os dois
e já nem sabia mais quem estava me beijando ou quem estava me
acariciando a bunda. Fiquei louca! Abri meus olhos e comecei a tirar as
roupas do macho que estava na minha frente. Era o meu marido. Percebi
que atrás de mim, Cláudio também estava tratando de tirar as suas.
Assim que meu marido ficou completamente pelado, arrastei-o para o chão
e montei em cima dele, enterrando toda a sua verga no fundo da minha
bocetinha que já estava ardendo de tanto tesão. Comecei a cavalgá-lo.
Meu marido tem um cacete de tamanho avantajado que muito me fez sofrer
durante nossa viagem de núpcias.

Mas o tempo trabalhou ao meu favor e
hoje eu já consigo engoli-lo inteirinho, sem maiores dificuldades.
Quando já tinha conseguido agasalhar aquele meu velho conhecido
totalmente dentro da minha xoxota, percebi que o Cláudio começou a
lamber o meu cuzinho novamente. Aquilo me arrepiou todinha pois sempre
tive tesão anal e muita vontade de dar o cuzinho mas o Rodrigo, pelo
seu porte avantajado, nunca tentou comê-lo pois tinha medo de me
machucar. Foi nesse ponto que percebi que o Cláudio, após umedecer
bastante o meu cuzinho, subiu com a língua pela minha espinha até
chegar com a boca no meu cangote, onde depositou uma mordidinha
gostosa.

Depois ele encostou a boca no meu ouvido e me sussurrou:
- Seu maridinho me autorizou a descabaçar o seu cuzinho... posso?
Muito excitada, nem pensei para responder: virei minha cabeça para trás
e dei um beijo muito gostoso naquela boca, e depois falei com a voz
mais safada que consegui fazer naquela hora:
- Se ele autorizou, pode ir fundo, mas vai devagarinho porque é a minha primeira vez.


Senti a cabeça do seu pau encostando no meu rabo e, depois de uma
ligeira pressão, senti que ela passou para dentro de mim. Pensei que
fosse sentir dor, mas ele ficou imóvel, dando tempo para que eu
relaxasse. Como ele não se mexia mais, comecei a empurrar minha bunda
para trás com a intenção clara de engolir todo aquele pau com o meu
cuzinho. Ele controlava seus movimentos, não me deixando avançar mais.
Aí eu implorei:
- Enfia tudo, rasga o meu cuzinho que agora é seu também...


Somente aí é que ele foi enterrando tudo, até que eu senti seus pelos
encostando na minha bunda. Essa foi uma foda inesquecível. Os dois
sincronizaram seus movimentos de maneira que, quando um entrava, o
outro saía. Depois eles mudaram o sincronismo: entravam e saíam juntos.
A foda durou mais de quarenta minutos e eu emendei um orgasmo no outro,
de forma que até hoje não sei quantas vezes eu gozei. Eu quase desmaiei
de tanto gozar. Eles não conseguiram mais se segurar e me encheram com
suas porras quentinhas. Fiquei tão relaxada que acabei entrando num
estado de letargia... Ouvia os dois conversando e depois devo ter
adormecido. Quando acordei, estávamos sozinhos em casa. O Cláudio tinha
ido embora e o Rodrigo já tinha feito o almoço. Fui tomar um banho,
almoçamos e fomos para a cama, comemorar com outra trepada o início de
uma nova era no nosso casamento.

 

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