Eu não sabia...

Sou
casado há 20 anos com uma bela mulher. Morena de 1,70m, 57 kg, olhos
escuros, cabelos lisos , 48 anos, com um corpo perfeito, seios médios,
coxas bem torneadas, um bum bum de fechar qualquer comercio, enfim tudo
nos seus devidos lugares. Eu, 50 anos, 1,80m 78 kg, grisalho e um corpo
saudável, não malhado mas em forma pela pratica constante de esportes.
Nosso relacionamento sempre foi normal e feliz, nossas relações
sexuais, embora sem grandes variações , sempre foram regulares e
satisfatória para ambos.

Porém, nestes últimos meses, não andávamos
nada bem e por qualquer motivo estávamos sempre discutindo e
enaltecendo os defeitos do outro. Conscientes de que não deveríamos nos
separar, conversávamos muito e num destes papos chegamos á conclusão
que deveríamos tirar umas férias, ou melhor, deveríamos nos retirar
para um lugar tranqüilo e sossegado, onde pudéssemos, apenas os dois,
colocarmos nossa vida conjugal em dia e assim partimos para a procura
desse local. Por sorte, em conversa com um casal, amigos nossos de
muitos anos, eles entenderam o que procurávamos e nos ofereceram um
sitio que tinham no interior. Tiramos uma semana de férias e lá fomos
nós, felizes e esperançosos em podermos acertar novamente nosso
relacionamento.

Os dois primeiros dias foram simplesmente maravilhosos,
o sitio era deslumbrante, piscina, uma casa aconchegante, toda cercada
por flores e maravilhoso pomar. A tranqüilidade reinava entre nós, eram
só carinhos e caricias entre os dois o dia todo e assim entravamos no
terceiro dia, quando para nossa surpresa, este amanheceu todo fechado e
com muita chuva. Já eram quatro horas da tarde e a chuva aumentava ao
invés de diminuir e quando já não tínhamos mais condições nem de sair
na varanda da casa, inesperadamente ouvimos batidas na porta.
Assustados atendemos e descobrimos se tratar de um sitiante vizinho
procurando pelo nosso caseiro, pois a chuva havia danificado o seu
gerador e ele precisava, além de ferramentas, também de alguém que o
ajudasse no conserto. Como nossos amigos haviam dado folga ao caseiro,
para que ficássemos realmente a sós, resolvi ser solidário e fui com
ele até seu sitio auxilia-lo no conserto. Em meia hora realizamos o
conserto, ligamos o gerador e ficamos esperando para ver se o problema
não se repetiria. Enquanto isso pude conhece-lo melhor, seu nome era
João e morava naquele sitio a mais de 30 anos. Era viuvo e não tinha
filhos, logo sua vida era aquela pequena área de terra onde plantava
verduras e criava galinhas, tirando daí seu sustento.

Tratava-se de uma
pessoa interessante porém enigmática, deveria ter uns 40 anos, 1,80m,
80 kg e uma pele de um bronzeado natural de fazer inveja a qualquer
mulher da cidade, mas o que mais impressionava naquele homem era o seu
olhar meigo, mas insinuante. Havia algo de perturbador nele, tinha a
nítida impressão de que quando me olhava parecia penetrar em meus
pensamentos, ou seja parecia me conhecer melhor do que eu mesmo.
Enquanto conversávamos, sentia sua voz macia tornando-se cada vez mais
penetrante, podia senti-la entrando pelos meus ouvidos, zunindo em
minha cabeça e percorrendo meu corpo, o que me provocava calafrios. Por
um instante senti que aquilo tudo estava mexendo de forma estranha
comigo, não sabia explicar como, mas tinha a nítida impressão que
gostava do que estava sentindo, o que me deixou apavorado e rapidamente
com uma desculpa qualquer, me despedi. Quando já estava na porta ele me
chamou e disse:  tome um banho quente, é bom para calafrios!...... Na
hora não consegui entender se aquilo era um conselho ou uma ordem, sem
responder sai e não sei como cheguei ao nosso sítio, nem sei se ainda
chovia, só sei que não conseguia me livrar do som das palavras daquele
homem misterioso. Ao chegar minha esposa notou que eu estava diferente,
porém não lhe dei atenção e com a desculpa de estar molhado me tranquei
no banheiro e fui tomar meu banho. Confesso que quando senti a água
quente do chuveiro caindo em meu corpo, fui tomado por uma sensação que
na hora não pude compreender, mas que hoje tenho a plena certeza de que
foi por ter obedecido incondicionalmente ás palavras daquele homem.
Terminado o banho nos preparamos para uma longa noite, pois agora o
temporal havia piorado, além da chuva tínhamos trovões e relâmpagos
iluminando o céu e para nossa felicidade um deles interrompeu a energia
elétrica da casa.

Acendemos várias velas pela sala, cortamos alguns
queijos, abrimos uma garrafa de vinho e nos preparamos para uma
romântica noite a dois. Quando já estávamos no fim da segunda garrafa,
por volta das 21h00, fomos surpreendidos com novas batidas na porta.
Era novamente o Sr. João, dizendo que por eu não lhe ter dado a
oportunidade de me agradecer pela ajuda da tarde, havia nos trazido de
presente um garrafão de uma bebida muito especial, preparada de uma
receita antiga de sua família e que para eles tinha um significado
profundo, era usada somente para consumo próprio ou então só poderia
ser presenteada a amigos muito especiais. Disse também que sua avó,
quem lhe ensinou a receita, sempre lhe garantiu que tratava-se de uma
poção mágica, com poderes de revelar a personalidade oculta das pessoas
que a tomassem segundo um certo ritual, que é claro, era outro segredo
de família. Enquanto ouvia todas estas palavras do Sr. João, meus
pensamentos estavam no encontro daquela tarde, minha mente toda confusa
não conseguia fazer-me concentrar em nada, só sei que quando dei por
mim, ele já estava sem sua capa de chuva e sentado em nosso sofá, com
um copo de vinho em suas mãos, falando de sua vida no sítio e minha
esposa sentada no chão próxima aos seus pés completamente embriagada
por suas palavras. Ela com certeza estava sentindo o mesmo que eu havia
sentido durante a tarde. Enquanto procurava arrumar algum sentido ou
explicação para aquela situação, ouvi novamente o som de suas palavras
penetrando em minha mente: vá buscar três copos pequenos que vou
ensinar-lhes a beber o meu presente. Levantei-me imediatamente e fui
à cozinha buscar os copos e no caminho é que tive a certeza que receber
ordens daquele homem causava em mim uma sensação estranha mas de
inexplicável prazer.

Ele encheu os copos com sua bebida e nos mandou
sentarmos, um em cada sofá, formando um círculo entre os três e nos
explicou como deveria ser o ritual:  primeiro definiu uma ordem entre
os três, ele seria o primeiro, depois minha esposa e por último eu. Os
três deveriam se sentar de forma o mais confortável possível e
permanecer sempre de olhos fechados. Cada um na sua vez, deveria
segurar o copo na altura de sua boca, pronunciar uma palavra mágica que
ele iria nos ensinar, mas que jamais deveríamos pronuncia-la a outras
pessoas, beber todo o conteúdo do copo num só gole e em seguida revelar
aos outros, em voz alta, um segredo ou um desejo, ou um sonho guardado
dentro de si. Explicou também que tínhamos que estar cientes de que
quando se começa este ritual os segredos revelados são inconscientes,
ou seja, muitos deles nós não fazíamos a mínima idéia que existiam
dentro de nós. Confesso que fiquei apreensivo e quando ia me
manifestar sobre minhas dúvidas, minha esposa imediatamente concordou
dizendo que assim era mais divertido e para não ser o estraga prazer
concordei com ela. Assim o ritual começou, ele disse a palavra mágica,
bebeu seu copo e revelou um de seus desejos, em seguida minha esposa
fez o mesmo e logo após ela foi minha vez. Eu nem bem havia terminado
de expor meu desejo, quando o Sr João iniciou a segunda rodada e outra
e outra.

A Bebida tinha um gosto diferente, não era doce nem amarga,
mas a cada gole sentia que meu organismo ansiava pela próxima rodada e
a cada uma a necessidade pela outra estava se tornando cada vez maior,
o que fazia com que cada um se concentrasse apenas no desejo de mais um
gole, não se importando com os desejos que ia revelando. Quando dei por
mim, não sabia dizer quantas rodadas haviam passado por mim, não sabia
dizer quais teriam sido os desejos revelados pelos outros e o que é
pior não sabia dizer quais meus eu havia revelado. Isto me apavorou e
quando me preparava para dar um fim à brincadeira o Sr João o fez por
mim, dizendo:  e aí pessoal, gostaram?. Não soubemos responder de
pronto e quando me preparava para dizer algo á respeito ele
imediatamente explicou;  o segredo deste ritual é que nenhum de nós
sabe dizer o que revelou e nem dizer o que os outros revelaram, porém
podem ter certeza do seguinte, aquilo que revelaram aqui na roda irá se
realizar daqui para frente, não se assustem se a partir de agora
passarem a fazer coisas ou tomarem decisões estranhas ou diferentes à
que estavam costumados. Tudo que fizerem, aparentemente estranho no
momento, é um desejo que estava reprimido dentro de cada um e agora
está sendo libertado. Só cabe a cada um aproveitar cada desejo
realizado e ser feliz. Como por encanto, ao terminar estas palavras a
energia elétrica voltou e imediatamente minha esposa levantou-se do seu
lugar, pedindo licença, disse que iria aproveitar e tomar banho ante
que a energia faltasse novamente. Ficamos os dois na sala em silencio,
apenas ouvindo a chuva que caia lá fora e o chuveiro do banho da minha
esposa. Confesso que aproveitei estes momentos para rir, internamente,
daquilo que havia participado, pois não podia acreditar que em tamanha
idiotice. Quando me preparava para questionar o Sr. João sobre se ele
realmente acreditava em tudo aquilo, foi como se o mundo desabasse em
minha cabeça.

Ao mesmo tempo que um forte trovão desligou novamente a
energia, fazendo com que a sala ficasse novamente na penumbra pois
muitas das velas já haviam terminado, minha esposa voltou do seu banho,
com os cabelos ainda molhados vestia um baby dool branco, totalmente
transparente e sem nenhuma peça intima por baixo. Embora a sala muito
escura, pude notar que seus seios estavam duros como pedra e seus bicos
pareciam querer rasgar aquele fino tecido. Ela aproximou-se de uma das
velas ainda acesa, pegou-a com uma das mãos, aproximou-a do próprio
corpo e passou a contorná-lo com a mesma, numa clara intenção de nos
exibir seu maravilhoso corpo, agora ainda mais bonito pela pouca luz do
ambiente. Primeiro, de costas para a sala, nos exibiu sua maravilhosa
bunda ainda totalmente virgem, virou-se de frente e iniciando a
iluminação pelo seu rosto foi descendo até chegar em seu ninho de
prazer, que para meu total espanto, pela primeira vez o via totalmente
depilado. Quando me preparava para ir ao encontro dela, me lembrei que
não estávamos sós, um arrepio percorreu meu corpo e quando olhei para o
Sr João não pude acreditar no que via. Ele já estava sem calças e com
seu pau totalmente duro em posição de ataque. Era enorme, deveria ter
uns 22x5 cm, reto, sem veias aparentes, uma cabeça rosada proporcional
ao corpo, enfim era um convite ao prazer, com certeza aquele
instrumento faria qualquer mulher muito feliz. Minha visão foi
interrompida pela minha esposa que se pôs na frente daquele caralho,
ajoelhou-se a passou a chupa-lo como se fosse o ultimo que teria em sua
vida.

A medida que o tempo foi passando ela foi se acostumando com
aquele tamanho e agora já sabia muito bem como trata-lo, passava a sua
língua desde o saco até a cabeça e ao chegar nela fazia círculos com
sua língua ao seu redor e em seguida colocava-o todinho em sua boca,
chegando ao fundo de sua garganta. A esta altura eu já me encontrava
totalmente pelado, meu caralho parecia que ia explodir num gozo
fenomenal, levantei-me e quando me dirigia para acariciar a bunda da
minha esposa, meu maior tesão nela, o Sr João me segurou pelos cabelos
e disse:  nada disse seu corninho chifrudo, primeiro vamos realizar
seu desejo, ajoelhe-se e ajude sua mulherzinha vadia a chupar meu
caralho. Não conseguindo resistir a mais uma ordem daquele homem me
abaixei e aproximei meu rosto de suas pernas e quando olhei para minha
esposa, ela retirou o caralho da boca e segurando-o com uma das mãos
dirigi-o para minha boca dizendo:  chupa amorzinho, quero ver meu
marido viado realizar seus desejos, vem mostra pra tua putinha como se
deve chupar o caralho de uma macho Foi como se todos os hormônios
femininos escondidos em mim aflorassem de uma só vez, abri a boca e
engoli totalmente aquele magnifico instrumento de prazer, era a minha
primeira vez, mas eu sabia perfeitamente como fazer, com movimentos
suaves eu simulava com a boca uma perfeita buceta engolindo um caralho
e com os lábios apertava sua cabeça para prolongar cada vez mais o seu
gozo.

Minhas mão procuraram as tetinhas , agora já rígidas, daquele
homem e enquanto eu as apertava ia também aumentando os movimentos em
seu caralho e com isso fui sentindo que ele crescia cada vez mais
dentro de minha boca e suas mãos agarravam-me pelos cabelos e com força
me ajudavam no vai e vem. Não sei quanto tempo ficamos assim, só me
lembro de ouvi-lo gritar:  não pare, continue seu corno manso, vamos
força, vou gozar em sua boca, você vai engolir toda a minha porra,
vamos continue, mostra para tua mulherzinha vadia como se faz um macho
gozar. E não demorou e senti um liquido quente, grosso, com sabor de
macho, descer pela minha garganta, era tão abundante que parte dele
escapou pela boca e escorreu pelo meu peito o que deixou minha esposa
tão excitada que ela não se fez de rogada, entrando entre nos e
lambendo toda a porra que eu não conseguia engolir.

Quase morri de
tanto tesão, caí desfalecido e não sei quanto tempo fiquei caído no
chão, porém muitas coisas passaram pela minha cabeça, não podia
acreditar no que tinha acontecido comigo, pior, não podia crer no que
tinha acabado de fazer e ainda na presença da minha esposa. Tudo isso
passava como um turbilhão desenfreado de pensamentos e não conseguia
ter a coragem de levantar, mas aos poucos fui me acalmando e uma
sensação de alívio foi tomando conta do meu corpo, sentia-me flutuando
no ar. Levantei-me, ainda meio envergonhado, procurando me situar de
novo na sala, a iluminação havia piorado, um cheiro forte de sexo
impregnava todo o ambiente, olhei ao meu redor e não havia ninguém na
sala. Não tive tempo em poder imaginar que tudo aquilo havia sido um
sonho, pois sons estranhos vinham do meu quarto e instintivamente me
dirigi para lá. Parei na porta do quarto e senti meus joelhos dobrarem
ante á aquela visão que jamais poderia um dia, imaginar em ver: minha
esposa de quatro, com o caralho do Sr João totalmente enterrado em seu
cuzinho, ex virgem, mas o que mais me impressionou foi a habilidade com
que aquele homem comia minha esposa, com o caralho todo atolado em seu
cuzinho ele suavemente acariciava, com suas mãos, sua bunda e em
seguida, lentamente, ia tirando seu caralho do seu interior até tê-lo
totalmente para fora. Neste momento suas mãos aceleravam a massagem, e
com movimentos circulares ia abrindo sua bunda, de tal forma que seu
cuzinho ficasse o mais exposto possível, deixando a cabeça do seu
caralho apenas na entrada do cuzinho. Isto a torturava, quase levando-a
à loucura de tesão, ela gritava, implorava pela penetração e ele
impassível continuava com sua brincadeira.

As vezes, apenas para
excitar um pouco mais, ele introduzia metade da cabeça, nu ato de
desespero minha esposa jogava seu corpo, sua bunda toda para trás, mas
as mãos dele impediam este movimento, ela se desesperava novamente,
chorava, implorava e ele introduzia a cabeça toda para rapidamente
retirá-la. Estava tão concentrado nos dois que não percebi o que se
passava comigo, meu caralho já estava duro novamente e sensação,
totalmente estranha para mim até aquele dia, começou a tomar conta de
mim. Um calor estranho mas delicioso começou em minha nuca e foi
descendo pelas minhas costas, parando no meu cuzinho, que começou a se
contrair, de inicio lentamente, para logo em seguida pedir que também
fosse preenchido, como estava o da minha esposa naquele momento.
Instintivamente levei minha mão até minha bunda e passei a massagear
meu cuzinho com um dos meus dedos , introduzindo-o de vez em quando e
com a outra passei a acariciar meu caralho. Quando comecei a gostar
desta minha festinha particular, fui interrompido pelo Sr João, que ao
perceber minha presença, enterrou todo o seu caralho no cuzinho da
minha esposa e puxando-a para trás, pelos cabelos, colocou sua boca
próxima ao seu ouvido e disse:  olha quem acordou, o nosso viadinho
predileto, o corninho do seu marido e ele já esta de novo com fogo no
rabinho. Vamos dar um jeito nele e agora olhando para mim, com aquele
seu olhar irresistível, disse:  vem cá viadinho, deita aqui em baixo e
abre bem sua boca que eu quero dois buraquinhos para enfiar meu pau.
Aquilo me encheu de alegria e prazer, de novo aquele homem dava suas
ordens e eu as obedecia como um escravo. Era exatamente isto que mais
me excitava, estar submisso a ele, totalmente entregue ás suas ordens,
por um momento cheguei a pensar que se ele pedisse, me mataria por ele,
naquele momento. Sem hesitar me posicionei embaixo deles e ele voltou a
torturar minha esposa, ou melhor, iniciava agora uma dupla tortura.

Pediu que eu mantivesse minha boca aberta para que pudesse revezar, ora
enfiando seu caralho no cuzinho da minha esposa, ora em minha boca, mas
da mesma forma que fazia com ela, passou a fazer comigo, aos poucos ia
baixando seu caralho em minha direção e eu ia abrindo cada vez mais
minha boca para recebe-lo, porém aquela descida parecia uma eternidade
e sem nenhuma intenção de esperar pela sua chegada levantei minha
cabeça para alcança-lo o que de pronto senti seu joelho em meu peito
impedindo minha subida e com uma voz forte e autoritária disse:  nada
disso seu viadinho, quem manda aqui sou eu, só vai chupar quando eu
quiser e interrompia a sua descida, levando-o de novo ao cuzinho da
minha esposa. Fui ao desespero, não pude me conter, algo dentro de mim
fugia do meu controle, agarrado às suas pernas tentava inutilmente
alcançar com minha boca seu caralho e ao mesmo tempo pedia, melhor
implorava por ele. Agora ele tinha a mim e à minha esposa sob o seu
domínio, eu e ela disputávamos aquele caralho como seu fosse o ultimo
prato de comida de nossas vidas e a cada instante um prometia mais
coisas a ele, caso ganhássemos o seu presente e ele impassível, só
brincava com a cabeça do seu caralho, ora colocando-a no cuzinho dela,
ora deixando que eu só passasse minha língua por ela. Resignados
passamos, a cada vez que ele permitia um pequeno e breve contato nosso
com ele, a agradecer e enaltecer sua grande generosidade. Assim ficamos
por algum tempo, quando então, de novo aquele homem especial resolveu
mudar o andamento das coisas.

Levantou-se da cama e sentou-se num
pequeno sofá que havia no quarto, acomodando-se com as pernas
esticadas. Colocou as mãos sobre sua cabeça e fechou os olhos como se
iniciasse uma meditação. Eu e minha esposa, sentados sobre a cama,
olhávamos um para o outro com ares de interrogação e aguardávamos,
ansiosos, o que ele iria fazer. Sem mexer um músculo, ainda de olhos
fechados mas com seu caralho apontado para o teto, disse:  chegou o
grande momento  minha esposa já ia se dirigindo a ele, quando foi
severamente advertida:  não se mexa, não é sua hora e sim do nosso
viadinho, a sua vez chegará em breve. E ainda sem sair da posição que
estava, falou:  vem aqui seu putinho safado, mata sua vontade, chupa,
ele é todo seu. Ele nem havia terminado a frase e eu já estava
ajoelhado entre suas pernas e, de novo, com seu caralho em minha boca.
Estava totalmente concentrado no meu trabalho quando ouvi novamente sua
voz ordenando:  você também, putinha da cidade, vai trabalhar. Pegue
aquela vela vermelha que está em cima do móvel e passe um creme nela.
Em seguida ,segurou-me pela cintura empinando minha bunda e colocando
cada uma de suas mãos em minhas nádegas começou a acaricia-las em
movimentos circulares, expondo totalmente, meu cuzinho. Para isso teve
que se arcar sobre mim, o que me prendeu com minha cabeça enfiada em
seu abdômen e com seu caralho atolado em minha boca, o que me impedia
totalmente de falar e ver o que se passava ao meu redor, mas tinha
plena certeza do estava para acontecer. Senti que algo gelado e cremoso
escorria pelo meu rego e, em seguida, senti seus dedos lubrificando meu
cuzinho. Feito isto, suas mãos voltaram a me massagear e expor meu
cuzinho totalmente.

Aos poucos a pressão que ele fazia sobre minha
cabeça, contra seu corpo foi diminuindo e lá veio mais uma de suas
ordens;  agora meu viadinho, fode meu pau com sua boca, mas bem
devagar, assim , mais devagar, isso mesmo, me acompanhe, enfia, tira,
enfia.... assim mesmo, não pare, mantenha o ritmo Enquanto me
concentrava no vai e vem, morrendo de medo de contrariai-lo, pois
achava que ele podia mudar de idéia, fui percebendo que meu cuzinho ia
ficando cada vez mais solto, descontraído e eu também, tanto é que,
passei instintivamente a rebolar acompanhando o ritmo de suas mãos.
Enfim senti que estava numa sintonia perfeita entre o vai e vem de
minha boca em seu caralho, o balanço da minha bunda em suas mãos e o
piscar do meu cuzinho, porém sentia que algo estava faltando neste
conjunto mas não conseguia saber o que e enquanto tentava pensar ou
sentir o que faltava, sua voz ecoou novamente no quarto:  pronto, o
nosso viadinho está no ponto, agora a esposinha dedicada vai aprender
como transformar seu maridinho em uma perfeita fêmea, puta e vagabunda.
Vamos, aproxime-se e traga a vela. Muito bem, vamos começar a
iniciação, coloque a pontinha da vela na entrada do cuzinho dele, não
nada de enfiar sua puta, não aprendeu nada comigo agora pouco? Ah!
Assim mesmo, só a pontinha, põe e tira.... não é para enfiar, deixa o
cuzinho dele pedir. Meu deus, era bom demais, terrível a tortura de
sentir algo entrando e logo saindo, mas causava um tesão arrebatador.
Ao mesmo tempo que ele continuava com suas caricias, me abrindo cada
vez mais, minha esposa se divertia enfiando a vela em meu cuzinho e
quando ela sentia que meu cuzinho conseguia prender a vela, ela a
retirava, causando-me um desespero total.

Estava totalmente fora de
mim, chupava, rebolava, implorava pela penetração, naquele momento
faria qualquer coisa para ser arrombado, rasgado ou sei lá o que e de
novo ele sabendo o momento exato do que fazer, abriu uma pouco mais
minhas pernas, pediu para minha esposa introduzir a vela em meu cuzinho
até a metade, segurou-me pelos cabelos, retirou seu pau de minha boca e
lentamente foi me levantando. Sem dizer nada aproximou sua boca da
minha e só pude sentir sua língua grossa e áspera forçando a entrada em
minha. Só tive forças para abrir minha boca e deixar que aquele homem,
pela primeira vez, me invadisse. Em seguida levantou-se do sofá e
trocando de posição com minha esposa falou:  vamos lá seu viadinho,
cumpra seu papel de marido e colocou minha cabeça entre as pernas da
minha esposa que estava com sua boceta toda aberta para mim. Novamente,
com as duas mãos, expôs meu cuzinho e aproximou seu caralho da minha
pontinha de entrada. Enquanto chupava a buceta de minha esposa, quase
me afogando de tanto líquido que ela expelia, pude sentir, primeiro a
cabeça e depois cm por cm de seu caralho me invadindo, me rasgando e
aos poucos uma sensação de relaxamento e prazer jamais imaginado por
mim, começou a tomar conta do meu corpo.

Queria que aquele momento se
prolongasse eternamente, era indescritível o prazer causado por aquele
caralho dentro de mim, podia sentir cada veia, cada saliência dele
através dos nervos do meu cuzinho, queria poder sair de dentro de mim
naquele momento e, de fora, apreciar a cena que estávamos
proporcionando, deveria ser uma visão maravilhosa ter um macho tão belo
como aquele, por trás de mim, com seu caralho todo atolado em meu
cuzinho. Sentia-me livre, dominado, totalmente submisso aos seus
movimentos, entregue por inteiro a ele, era tamanha a minha felicidade
que abandonei a buceta de minha esposa e olhando em seus olhos comecei
a gritar:  isso meu macho, enfia tudo, me faz sua mulherzinha. Quero
ser a sua puta safada, mexe, enfia, arromba........ mais rápido, mais
forte, goza dentro de mim, me enche com seu liquido precioso, goza meu
macho, goza... E não demorou, senti minhas entranhas serem inundadas
por um leite quente, era tanto que sentia parte dele escorrer por
minhas pernas e como agradecimento pelo que estava sentindo, voltei à
buceta de minha esposa e rapidamente à fiz gozar também.

Só me lembro
de ter acordado no dia seguinte por volta do meio dia e o que se passou
naquele resto de noite entre o Sr. João e minha esposa, jamais saberei,
mas pelo brilho de felicidade que ela apresentava no dia seguinte,
posso perfeitamente imaginar o que deve ter acontecido entre eles. czf401@ig.com.br

 

Enviar novo comentário

O conteúdo deste campo é privado não será exibido publicamente.
  • Endereços de páginas de internet e emails viram links automaticamente.
  • Linhas e parágrafos quebram automaticamente.

Mais informações sobre opções de formatação

ANTISPAM
Usamos este sistema para evitar spam dentro do Casa da Maite.
3 + 1 =
Resolva a simples operação matemática de soma acima e coloque o resultado. Por exemplo 1+ 3, digite 4