Não acreditei no que vi

Olá
amigos, neste relato, achei melhor não citar nomes para preservar as
identidades das pessoas envolvidas. Sou casado com minha esposa há
dezessete anos, temos um casal de filhos, o menino com 16 anos e a
menina com 12 anos. Os anos não prejudicaram tanto a minha esposa, pois
apesar dos seus 34 anos ela continua muito atraente e desejável, um
pouco fora do peso, (pouca coisa), mas ainda mantém suas curvas e suas
formas generosas de quando me apaixonei por ela. Tenho 43 anos. Também
um pouco fora de forma, mas apesar de uma barriguinha de cerveja ainda
faço algum sucesso com as mulheres. Apesar de amar minha esposa, a
rotina fez com que aquele fogo que existia no início do nosso casamento
apagasse ao longo do tempo. Nossa vida sexual continua ativa, mas não
com tanta intensidade como antes, e isto faz com que eu procure novas
aventuras fora do casamento. Se ela desconfia de alguma coisa não deixa
transparecer.

Ela nunca me deu motivo
para desconfiar da sua fidelidade. Por ser de uma família de pessoas
humilde, íntegra e muito religiosa ela é um pouco recatada. Minha
esposa sempre foi muito caseira quase não sai de casa, e quando sai, se
não for comigo leva minha filha ou meu filho a tiracolo. O único lugar
que ela vai com freqüência sozinha é na casa dos seus pais nada de
anormal. Sua mãe sempre fez parte da comissão da igreja, apesar de
gostar muito da minha sogra não tenho muita conversa com ela, eu a acho
um pouco beata. Meu sogro é um senhor já de idade, uns sessenta e
poucos anos, ainda muito forte, gosto muito dele por ser uma pessoa
honesta que lutou muito na vida pra conseguir o que tem hoje, não é
muito, mas deu pra proporcionar uma boa vida para sua esposa e filha.
Temos uma casa na praia e por isso nas férias das crianças quando não
podia descer, meu sogro sempre se oferecia para leva-los pois era
aposentado e ele sempre diz que tempo não é problema pra ele. Então
todos os anos eles desciam primeiro e eu ia nos finais de semana.

Neste
ano como de costume eles desceram e eu fiquei trabalhando. Numa pelada
de final de tarde com amigos acabei me machucando, nada de grave, mas
por estar impedido de trabalhar por ordem médica resolvi descer também,
e nem lembrei de avisa-los. Antes de chegar em casa resolvi ver o
movimento na praia que freqüentamos, como nos dias anteriores choveu, o
tempo resolveu colaborar e o pessoal estava em peso curtindo o pouco de
sol que ainda relutava em aparecer. Muitas mulheres gostosas desfilavam
imponente mostrando todas suas formosuras, pensei comigo: vou me dar
bem. Avistei minha sogra com as crianças, mas não vi minha esposa e nem
meu sogro. Pensei em ir falar com eles, mas resolvi passar em casa
primeiro para por uma roupa de banho e fazer uma surpresa. Nossa casa
tem dois pavimentos. Em baixo fica uma garagem grande uma varanda, sala
e cozinha, e em cima ficam os quartos. Cheguei sem fazer barulhos para
dar um susto na minha esposa, a porta estava trancada, pensei que ela
tivesse saído, como tenho a chave entrei. Estava tudo em silêncio, subi
a escada e notei que tinha gente em um dos quartos. Reconheci a voz da
minha esposa, me aproximei em silêncio para assusta-la, mas quem se
assustou foi eu. Pela porta entre aberta tive uma visão parcial do que
acontecia dentro do quarto. Não acreditava no que via, meu sogro de
camiseta e uma bermuda bem larga em pé atrás da minha esposa, com uma
mão dentro do top que ela usava apalpando seus peitos e com a outra mão
tinha levantado sua mini saia e dedilhava sua boceta por dentro da
calcinha, com a cabeça encostada no peito do seu pai ela curtia tudo
com os olhos fechados esfregando sua bunda bem devagarzinho no pau do
meu sogro. Nas suas mãos algumas peças de roupas dando a entender que
estava fazendo uma faxina.

Fiquei sem
ação, meu sogro continuou sarrando minha esposa por algum tempo, os
dois em silêncio só se ouvia alguns gemidos bem baixinho. De repente
minha esposa se vira pra ele da um beijo na boca e pergunta se a porta
de entrada está trancada, ele confirmou que sim dizendo que o pessoal
estava sem a chave. Pude notar o volume que fazia na bermuda do meu
sogro. Meu coração estava disparado, pensei em acabar com tudo aquilo
fazendo o maior esporro, mas não sei o que deu em mim e resolvi ver
como terminaria aquela safadeza. Em silêncio fui até a varanda e pela
janela procurei um ângulo melhor de visão, mesmo com uma tela bem fina
para impedir a entrada de insetos e uma cortina de renda branca dava
pra ver perfeitamente o que acontecia lá dentro. Minha esposa tirou a
camiseta do meu sogro se ajoelhou na sua frente abaixou a bermuda e
saltou pra fora um senhor cacete, uns três centímetros maior do que o
meu, apesar dos seus sessenta e poucos anos e com os cabelos brancos o
velho ainda estava inteiro. Minha esposa colocou aquele mastro na boca
e chupava bem devagar se deliciando a cada lambida que dava naquela
cabeçorra. Eles não tinham pressa alguma, seus movimentos eram sempre
lentos, ele segurava na cabeça da minha esposa e enfiava todo aquele
cacete na sua boca, às vezes ela fazia ânsia de vômito quando meu sogro
atingia sua garganta, não sei como ela conseguia engolir tudo aquilo,
ele fodia profundamente a boca da sua filha.

Depois de uns cinco minutos, meu sogro pediu para minha esposa que se
levantasse, tascou lhe um beijo na sua boca e levou a pra cama, deitou
minha esposa de costa, tirou sua calcinha, abriu bem suas pernas e
meteu a língua na sua buceta. Pela expressão no rosto da minha esposa
ela estava se sentindo nas nuvens tendo sua buceta sugada pelo seu pai.
Nesta hora eu nem ligava que quem estava sendo fodida pelo seu próprio
pai na minha frente era minha esposa. Eu me acabava numa punheta, meu
sogro se levantou, tirou a saia e o top da minha esposa deixando a
também completamente nua, tornou beija-la na boca desceu para seus
seios e chupava com vontade aqueles seios que há muito tempo eu não
dava tanto valor. Dentro do quarto dava pra sentir que rolava sexo
verdadeiro e muito prazeroso. Meu sogro parou de chupar os peitos da
sua filha e ofereceu novamente o seu pau para ela chupar, coisa que ela
fazia muito bem e eu ultimamente não estava dando o valor devido.
Quando já estava em ponto de bala, meu sogro abriu as pernas da minha
esposa posicionou aquela tora na entrada da sua xoxota e foi penetrando
devagar até enterrar tudo naquela buceta que pensava ser só minha.

Minha
esposa se deliciava com cada movimento de vaivém daquela pica. Meu
sogro com movimento sempre cadenciado tirava gemidos de prazer da sua
filha, já estavam uns 15 minutos nesta posição, meu sogro pediu que
ficasse de quatro e penetrou fundo na buceta novamente. Nesta posição
dava pra ver bem de perto as expressões de felicidade no rosto da minha
esposa a cada enterrada que meu sogro dava nela. Ela gemia muito, já
tinha gozado umas quatro vezes e meu sogro continuava castigando a
buceta da sua filhinha. Novamente ele tirou o pau de dentro dela deu
uma cuspida no pau e outra no cu da minha esposa, ela percebendo sua
intenção não relutou, lembrei que quase não praticava sexo anal com
ela, muito poucas vezes isso aconteceu. No começo do nosso casamento,
no auge do tesão sempre que queria fazer anal ela reclamava, pois dizia
que doía muito, depois mesmo percebendo que ela não gostava muito, para
me agradar não reclamava, mas também fazia tempo que não comia seu
cuzinho. Meu sogro após ter cuspido no cu da minha esposa com um dedo
foi laceando seu cuzinho, agora enfiava dois dedos e fazia movimentos
circulares. Vendo que já estava no ponto ajeitou a cabeça do seu pau no
cu dela abriu sua bunda e foi forçando a entrada. Minha esposa olhou
pra ele e pediu para ir devagar, pela expressão dela estava sentindo
dor, mas pediu para não parar, aos poucos meu sogro enterrou tudo no cu
da sua filha enquanto ela fazia movimentos circulares bem devagar com
sua bunda até se acostumar com o calibre daquele cacete.

Aos
pouco foi aumentando os movimentos e já rebolava normalmente no pau do
seu pai que também aumentava o ritmo das estocada no rabo dela. Agora
seus gemidos aumentavam e ela quase gritava cada vez que meu sogro
enterrava até os talos naquele cu. O suor escorria do rosto do meu
sogro, minha esposa gemia muito enquanto seu pai continuava castigando
o seu cu. Meu sogro agora a fodia desesperadamente com movimentos
rápidos e profundos. Cada estocada no cu da sua filha parecia que ia
joga-la pra fora da cama. Minha esposa começou a tremer e a dizer
palavras que não dava pra entender, meu sogro agarrou com força a
cintura da filha puxou com força contra seu corpo enterrando todo
aquele cacete no cu dela e num grito te tesão despejou uma quantidade
imensa de porra no rabo da minha esposa, dava pra ver um filete de
porra escorrendo por suas pernas. Meu sogro caiu por cima de minha
esposa e dava pra ver que os dois estavam exausto.

Durante esta foda que deve ter durado quase uma hora, pude perceber a
idiotice que estava cometendo ignorando minha esposa, pela pessoa
maravilhosa que ela é, pela companheira que tem sido, pela mãe
dedicada, pelo carinho que tem por minha família, resolvi não fazer
nada. Saí sem eles perceberem minha presença, parei em um barzinho pedi
uma cerveja e fiquei refletindo sobre o que tinha acontecido. Passei o
dia fora e só fui pra casa à noite. Receberam-me com surpresa e
alegria, tanto meu sogro como a minha esposa agiam normalmente como se
nada tivesse acontecido. Não sei há quanto tempo isso vem acontecendo,
pois quando casei ela não era mais virgem, coisa que para mim é
insignificante, quando a gente ama o importante é a pessoa amada e não
o seu passado.

Se isso é errado não
sei, cada um tem seus conceitos de certo ou errado, a igreja impõe seus
dogmas, a sociedade de um modo geral condena o incesto, eu fico
pensando, será mesmo pecado proporcionar, um prazer tão intenso a
outras pessoas mesmo que seja do mesmo sangue? Não sei, quem sou eu
para julgar. Passado o susto não fiquei revoltado com o que vi e sim um
sentimento de culpa por ter feito minha esposa buscar prazer nos braços
do seu pai. Hoje vivo muito bem com minha esposa, a harmonia voltou em
nossa casa, já não tenho motivo para me aventurar com outras mulheres,
nossas fodas tem sido cada vez melhores, com isso pude perceber que, o
que eu estava procurando nas minhas aventuras fora de casa estava bem
perto de mim e não sabia. Se minha esposa continua transando com seu
pai não sei, suas visitas na casa do meu sogro, hoje se resume em
almoços nos finais de semana acompanhado por mim e pelos nossos filhos.
Me desculpe pelos erros nunca fui bom em portugues, um abração a todos
e até outro conto. Quem quiser fazer algum comentário meu e-mail é aventura.ctba@ig.com.br.

 

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