A esposa do meu melhor amigo
Esta
é uma história real, por esse motivo vou trocar os nome por razões
obvias. Já passava das quatro horas da tarde quando fui procurar o
Lúcio, e como ele estava estudando numa universidade da capital, queria
lhe pedir que levasse um documento importante para uma determinada
repartição pública na capital. Nós sempre fomos muito amigos, daquele
tipo de freqüentar a casa um do outro, apesar de eu morar sozinho, eles
sempre iam a minha casa, mas nunca havia acontecido o que vou lhes
contar agora. Bem voltando. Eu fui lhe procurar queria falar com ele
antes dele sair.
Quando cheguei na
sua casa, vi seu carro na garagem, então pensei, “ele ainda deve estar
em casa”, a porta estava fechada, abri e entrei chamando por seu nome,
ninguém respondeu, ouvi o chuveiro ligado, então pensei “ele deve estar
dando uma trepada com a Emilia.” Uma morena extremamente linda,
daquelas de parar o transito literalmente, as vezes eu pensava “por que
eu não tenho uma sorte dessas.” Deixa pra lá. Derrepente o chuveiro
parou e ouvi alguém abrir a porta do box, e de lá ouvi meu nome na voz
daquela delicia de mulher --- Marcos? – Não respondi, não sei por que
eu não conseguia responder, chamou mais uma vez, e novamente não
respondi, um pensamento maluco me veio a cabeça, “Tomara que ela saia
sem roupa, e venha me dar.” Foi um pensamento estúpido, afinal ela é a
esposa do meu melhor amigo.
Não deu
outra ela saiu do banheiro enrolada numa toalha branca que realçava a
cor da sua pele morena bronzeada. Eu fiquei petrificado, olhando para
aquela mulher estonteante. Meus pensamentos ficaram completamente
alucinados. Não conseguia pensar e não tirava os olhos dela. Estava
perplexo com a beleza daquele corpo. Eu nunca a tinha visto daquele
jeito. Já a havia visto de shorts, aqueles famosos shorts enterrados no
rabo, que deixam a gente de pau duro. Ela falava e eu não conseguia
ouvir o que ela dizia, foi quando ela insistiu com sua deliciosa voz
que me excitava. --- O Lúcio já foi! --- Mas o carro dele tá na
garagem! --- Ele pegou uma carona com seu tio. --- Putz! Eu queria
mandar um documento por ele. Mas deixa pra lá. Amanhã eu mando por
alguém. --- Que peninha né. Eu falava com ela mas sem tirar os olhos
daquele maravilhoso corpo, ela sacou que eu estava maravilhado por ela.
Eu não tenho o hábito de usar cuecas, principalmente no verão e por
isso dava prá sacar que eu estava de pau duro. Ela sacou isso, e com
aquela voz maravilhosa, me perguntou maliciosamente (ela sabia que ela
era gostosa) --- O que você esta olhando Marcos? – perguntou com um
sorriso sacana nos lábios. --- Desculpe Emilia. Mas você é extremamente
maravilhosa. Ela sorriu.
Ela queria
ouvir aquilo, e largou ... --- Que nada, você esta sendo gentil! --- O
Lúcio é um cara de sorte mesmo, hein. Ela sorriu maliciosamente
novamente. --- Bom, eu vou embora antes que os vizinhos pensem alguma
coisa de errado entre a gente. Ela não deixou que eu sair. E me
convidou pra tomar um café. --- Espere um pouco, antes do banho eu
deixei eu pus uma água pra fazer um café, é só um minuto, espere, vou
botar uma “roupa”. Ela falou de um jeito que me deixou ainda mais
excitado, meu pau já estava doendo de tão, eu não estava mais
agüentando, tinha de fazer alguma coisa pra aliviar aquele tesão,
pensei rápido, enquanto ela vai por uma roupa vou pedir para usar o
banheiro e vou tocar uma punheta, eu não estava mais agüentando, eu não
iria pedir para ela me dar. Apesar dela estar insinuando-se eu estava
com medo de falar mais alguma coisa. Quando ela virou-se para tomar a
direção do seu quarto, escorregou (toda mulher tem mania de colocar
tapetinhos espalhados pela casa) e num pulo eu a segurei, colocando
minhas mãos por baixo dos seus braços e segurando em seus seios.
Ela tem seios fartos e deliciosos. Mas talvez pelo susto eu nem percebi
que estava segurando em seus seios maravilhosos, e talvez por esse
movimento a toalha e o que ate outrora tapava aquela nudez maravilhosa
caiu, premiando meus olhos com aquele corpo moreno e bronzeado. Ela não
fez menção alguma de cobrir-se novamente, e, notou que eu a comia com
os olhos. Eu estava deslumbrado com aquele corpo, com aquela voz e, ao
mesmo tempo odiando ser o melhor amigo do Lúcio. Ela agradeceu por eu a
ter segurado, meu pau estava estourando, querendo sair pra fora da
calça, estava ficando difícil disfarçar aquele tesão, eu precisava
tocar uma punheta urgentemente, antes que eu gozasse na calça.
Como
eu não uso cueca, ela percebeu que meu pau estava duro quase
arrebentando a minha calça, ela não disfarçou o olhar e viu que meu pau
estava duro. Sem rodeios ela ajoelhou-se abriu o zíper da minha calça
pegou meu pau e pôs para fora e com sua língua começou a lambe-lo,
aquilo me deixou sem jeito, e não sabia o que fazer, eu estava
completamente atônito. A mulher do meu melhor amigo, lambendo meu pau
come se fosse uma puta. Eu estava parado ali no meio do corredor, não
sabia se a deixava continuar e se ia embora, foi quando ela engoliu
todo o meu pau. Eu ofegava, suava, agradecia a Deus por aquilo estar
acontecendo. Eu estava prestes a gozar, ela percebeu olhou para mim e
perguntou com aquela voz maravilhosa --- Você esta gostando Marcos? Eu
respondi --- Você é maravilhosa, parece uma profissional. --- Então me
chama de sua putinha, sua vagabunda, sua pistoleira, me chama de
piranha. – Aquilo foi a deixa pra eu pega-la vira-la de quatro e comer
aquela boceta quente e vibrante. --- Isso me come. Come essa boceta que
agora é somente sua, goze dentro de mim. Quero sentir essa porra
queimar a minha boceta. Não teve jeito. Eu bombava dentro daquela xana
maravilhosa.
Gozamos juntos. Foi uma
trepada rápida. Ela continuo deitada no chão de costas para mim, eu
estava deitado do seu lado, estávamos em cima do mesmo tapetinho no
qual ela tropeçou. Por um momento o silencio foi nosso cúmplice, então
quebrou o silêncio. --- Vamos pro meu quarto, quero agora dar uma
trepada de verdade, essa foi muito rápida, agora eu quero que você me
coma de verdade, quero dar meu cuzinho pra você. Quero que você bote
esse pau quente dentro do meu rabo, e quero que você me chame de
vagabunda enquanto me bomba essa piroca dentro de mim. Ela levantou e
foi ate a cozinha buscar alguma coisa na geladeira que eu não vi o que
era. Eu já estava de pau duro de novo. Ela veio, escondia algo atras de
si, devagar foi se chegando perto de mim, enfiou sua língua dentro da
minha boca, eu comecei a chupar sua língua maravilhosa, ela gemeu de
prazer (mais tarde me disse que ninguém havia chupado sua língua).
Eu
chupava sua língua e com meus dedos massageava sua boceta que já estava
em brasa novamente, brincava com seu clitóris. Ela tirou a língua de
dentro da minha boca, e aquela coisa que ela escondia era um tubo de
chantyli, lambuzou meu pau com aquele chantyli e começou a lambe-lo
novamente. Realmente ela era uma profissional quando se tratava de
chupar um caralho, fazia coisas maravilhosas com a boca e a língua. ---
Me chama de puta! Mandou. Eu obedeci. --- Vai sua puta chupa mais
gostoso meu pau. Vai sua vadia, chupe que eu quero gozar dentro da tua
boca. Não sei porque num impulso dei um tapa da sua bunda, ela gemeu de
prazer, e ai sim, ela começou a engolir meu pau num vai e vem obcecado,
continuei dando palmadas na sua bunda, vez em quando eu enfiava meu
dedo no seu cuzinho. Ela estava adorando, com a outra mão eu massageava
sua boceta que já melava toda minha mão com seu gozo. Cada vez que ela
chupava todo aquele chantyli, colocava mais, e aquele vai e vem
desesperado, começou a chupar meu saco e minhas bolas, aquilo doía mais
era delicioso. --- Vai sua cadela, chupa mais. Dizia eu. Gozei na sua
boca, ela engoliu tudo, sugou ate a última gota. Depois de ter sugado
toda minha porra, agora seria minha vez de faze-la gozar.
Eu
ainda estava deitado com o rosto virado pra cima, ela virou-se para mim
e colocou aquela boceta cheirando a gozo, e começou a esfrega-la em
minha cara, como quem diz “chupe minha xota. Come meu grelo. Eu abri
bem aquela maravilhosa xoxota e comecei a passar o dedo no seu
grelinho, ate deixa-lo bem excitado, e não vacilei em começar a
mordisca-lo, ela começou a gemer e a dançar sobre minha cara, e com a
minha língua comecei a lamber seu grelo eu tentava enfiar o mais fundo
possível a minha língua para que ela sentisse que eu a estava chupando,
derrepente comecei a sentir seu liquido escorrendo pela minha língua e
ela a tremer e a gemer. Eu acho que durante aquela trepada ela deva Ter
gozado muitas vezes, eu via isso no seu semblante. Seu rosto estava
brilhando e ainda tinha um sorriso maroto e malicioso.
Depois
de ter gozado ela desceu mordiscando meu peito ate chegar novamente ao
meu pau, onde novamente começou a chupa-lo, mas agora com mais
delicadeza. Ela disse “--- Agora eu quero que você coma meu cuzinho...”
– Cara, não precisou nem que ela deixasse meu pau duro com a boca, ele
como que de pronto ficou duro como uma pedra. Então a virei de quatro
sobre a cama, ela empinou aquele rabo pra que eu a comesse. Eu comecei
a enfiar meu pau naquele cuzinho quente e maravilhoso. Eu tentei
colocar de uma vez só, mas ela disse que aquela seria a Segunda vez que
ela estava dando o rabo. A primeira vez tinha sido para o marido dela,
e mesmo assim já fazia muito tempo, por que ele não havia gostado. Ela
dizia que ele era do tipo convencional. Utilizei o mesmo chantyli para
deixa-lo mais lubrificado e conseguir entrar naquele rabo de deixa-la
louca de tesão. Fui devagar, ela gemia e mordia o travesseiro, vi que
de seus olhos fechados ela soltou uma lagrima, por um momento pensei em
desistir, e lhe perguntei isso, ela implorou para que eu não parasse.
Continuei colocando devagar, e quando cheguei ao fim, comecei a bombar
dentro daquele rabo delicioso.
Com
carinho num vai e vem lento, ela começou a tocar uma siririca, mordia o
travesseiro para não gritar, senão os vizinhos ouviriam, por que ate
aquele momento ela quase que passou todo o tempo com a boca ocupada com
meu pau dentro dela. Ela mesma começou a fazer movimentos de vai e vem,
como uma louca, eu a acompanhei eu de cima para baixo e ela de baixo
para cima. Eu sentia meu pau arder de dor devido ao seu cú ser muito
apertado, mas estava gostando era uma dor gostosa e me dava prazer.
Novamente comecei a dar-lhe tapas na bunda. Aquela bunda era
maravilhosa, eu olhava aquele corpo moreno bronzeado contrastando com
aquela marquinha de biquini.
Gozei
dentro daquele rabo gostoso. Ela gozou pela siririca que tocou.
Estávamos cansados e suados de tanto trepar. Ficamos por algum tempo
abraçados, ela de costas para mim. Quase dormi, estava exausto, fazia
muito tempo que eu não dava uma trepada dessas. --- Já deve estar na
hora de eu ir embora Emilia. --- Não! Por favor, você ainda não comeu a
minha xana. Deus do céu, essa mulher é um vulcão. --- Mas já deve estar
na hora do Lúcio chegar! --- Ainda é cedo. Ele chega lá pelas duas
horas da madrugada. Ainda é cedo. Quando terminou de falar aquilo
virou-se e beijou-me. Fui um beijo delicioso. Ela me pediu que eu
chupasse de novo a sua língua. Eu assim o fiz. Chupei muito a sua
língua. Depois de alguns instantes, ela começou novamente a chupar meu
pau para deixá-lo duro. Mas não precisava, eu estava com tanto tesão
que ele já estava de pé. Ela engoliu meu pau com seus lábios vaginais,
e começou a cavalgar sobre mim como uma amazonas. Logo baixou para que
eu chupasse seus peitos.
Aqueles
seios eram maravilhosos, seus bicos estavam pontudos pedindo para que
os mordesse e assim o fiz. Mordisquei, beijei-os, lambi. Ela continuava
a cavalgar, cada vez mais rápido, mais alucinada, mais fogosa, então
gozamos juntos. Trocamos mais alguns beijos. Algumas palavras de como
tinha sido a nossa trepada. Ela dizia que estava louca para me dar
desde uma vez em que ela ouviu eu e o Lúcio falando de uma trepada que
eu havia dado com uma secretaria do nosso escritório. e ouvindo eu
contar ao Lúcio ela ficou atras da porta do seu quarto tocando uma
siririca. E eu lhe contei que eu estava louco para tocar uma punheta no
seu banheiro quando a vi daquele jeito. Pronto foi a deixa, ela pegou
meu pau e começou a tocar uma punheta para mim, mas não deixou minha
porra perder-se no vaso do banheiro, enfiou a boca e sugou toda a minha
porra. Depois dessa trepada nos vimos por mais algumas vezes. Até que o
Lúcio foi transferido para o escritório lá no Nordeste.
Fiquei
muito puto, por estava perdendo a maior transa da minha vida. Fui
visita-los mais umas duas vezes, e agora faz uns dois anos que não nos
vemos. Ligo para eles pelo menos uma vez por semana. Falo com ela e ela
diz que esta morrendo de saudades das nossas trepadas e me pede para
chama-la de puta ao telefone, e jura que não esta dando para ninguém,
só pro Lúcio e que vive tocando uma siririca quando lembra-se de nossas
trepadas.







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