Sentir-se seguro
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Solange Elizabeth Pearly, - projetista e design gráfico, participou durante uma década em escola tradicionalista de mistérios sediada nos EEUU; autodidata, pesquisou e estudou a arte secular da cura dos Kahunas da Polinésia; estudou a Kabalah tradicional; estudou o calendário Maia e suas previsões; foi ufóloga praticante em vários grupos participou de grupos de cura e auto ajuda; estudou e pesquisou varias linhas filosóficas, religiosas e espiritualistas ( arte mahikari, escola messiânica, o espiritismo de Kardec; diversos ritos áfros; catolicismo e igrejas evangélicas; praticante da radiestesia e radiônica, cromoterapia, e musicoterapia . Dedica-se hoje a pesquisa do comportamento humano e suas diversas nuances.
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ARTIGO: |
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O que o faz sentir-se seguro? O que o leva a ter segurança?
Provavelmente a sua resposta será enganosa, pois seus sentimentos de segurança são criados pela programação emocional – aquilo que interiormente diz a si mesmo.
As condições externas da vida não o fazem sentir seguro ou inseguro. Apenas ativam a programação interior. Há quem possa se sentir seguro praticamente sem dinheiro algum. Outros estarão inseguros com uma conta bancária gorda. Esse centro provoca automaticamente sentimentos de medo e de ansiedade, quando o mundo exterior não se adapta à nossa programação de segurança. Observe quanto tempo você gasta num esforço desagradável para atingir as condições necessárias para sentir-se seguro, conforme se convenceu a si mesmo. Esse centro é muito exigente e arrasta a sua consciência para longe do que se pode dizer equilíbrio.
Você evitará ser aprisionado neste turbilhão ao compreender que os sentimentos de segurança ou de insegurança se devem a programação emocional assimilada de pessoas apegadas, antes da maturidade física e mental. Notará também a impossibilidade de extrair o suficiente de qualquer coisa que possa identificar com segurança. Você será como um rato que corre o mais que pode dentro de uma gaiola giratória. Não há como chegar lá correndo mais rapidamente – ou por uma atuação mais eficiente.
Paradoxalmente, é provável que estivesse mais a salvo se nunca mais sentisse medo em sua vida – a não ser que fosse realmente envolvido numa situação selvagem, frente às necessidades de luta ou fuga no nível físico. Estará mais protegido quando a resposta emocional ao medo for substituída pela consciência. Por exemplo, se deseja atravessar uma rua movimentada, você aumenta a probabilidade de sair ferido, se tiver com medo de ser atropelado pelos automóveis. Ficará mais seguro se simplesmente estiver consciente do vaivém dos carros e, com calma, esperar na calçada até que o tráfego pare. Ao perceber essa parada, sem o menor sentimento de medo, paranóia ou perigo, você tranquilamente atravessa a rua. Se você não tivesse consciência do que pode ocorrer quando se é atropelado, (por exemplo, como ocorre com as crianças pequenas), o medo seria útil para que pudesse perceber melhor a situação. Mas com idade suficiente para compreender os vários fatores envolvidos numa situação dessas, uma resposta de medo torna-o mais apreensivo e menos perceptivo, esgota a sua energia, deixando-o tenso, e o impede de aproveitar a vida aqui e agora. Estejamos pois alertas a esse processo.
Solange Elizabeth Pearly
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Respondendo....
Obrigada, Rafinha, pelo carinho.
Bjs,
MTOOO BOM...
Arrasouuu superr Sol...
adoreiiii o texto.... mtoo bom mesmoooo...
bejossss
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