Com ele

Era um dia comum, e chato, para variar. Eu estava sem absolutamente nada para fazer, então decidi entrar numa dessas salas de bate papo da vida. Já sem esperanças de encontrar alguém realmente interessante, o N puxa assunto. Bom, na verdade essa foi apenas a maneira que nós nos conhecemos. Começamos a namorar e estamos juntos há três anos. Na época, éramos mais novos, e também morávamos em estados mega distantes.  O que tornou o nosso relacionamento apenas virtual.

N, mais velho que eu. Cerca de um ano, exatamente. Longos e loiros cabelos, olhos castanhos, lábios grossos, um rosto lindo e liso, 1.80m de altura, bem distribuídos. Um cara inteligente, bem apessoado. Ativo, daqueles que não gostam de ser passivos e quando são fazem somente para agradar. Claro, era bissexual. Ele fazia exercícios, gostava de se manter em forma, ombros largos, corpo típico de homem sarado. Eu, 1.76m, cabelos negros, olhos negros, rosto igualmente liso, bonito, e muito simpático. Desde o começo já sabíamos que tínhamos estilos físicos diferentes, assim como preferências.  Eu possuía/possuo uma forma mais frágil. N costumava até rir um pouco de mim, dizendo que eu sou "a bee da nossa relação", em outras palavras, me chamava de sua garota. Nas férias, háa pouco tempo, ele finalmente veio a minha cidade. Ficamos juntos nos melhores dias de nossas vidas.

Estava tarde, cerca de meia noite. Meus pais haviam hospedado o 'moço' em nossa casa, já que eu dizia ele ser apenas um amigo de fora. Sempre trancava a porta, o que passei a fazer com mais freqüência. Naquele dia, em especial, seria a nossa marcante "primeira vez". Estava vendo televisão, sem muitas esperanças de que ele tivesse coragem o suficiente de vir do outro lado do corredor. Ouvi um barulho e abri a porta, vestindo uma cueca branca e um blusão azul claro. Ele, sem camisa, chinelos e um short, parecia querer entrar, mas sem saber se devia.

- O que você está fazendo ai?
- Eu queria ficar com você hoje, a noite toda.
- E porque não veio antes?
- Porque eu te amo, e não queria que você pensasse que vim aqui só atrás de sexo contigo.
- Nós não vamos fazer sexo.
- Não? - ele abaixou a cabeça, envergonhado.
- N; - toquei o seu rosto, carinhosamente.
- Você quer fazer amor comigo?
- Fazer amor?
- É, eu te amo, você diz que me ama, e pô, vai ser a nossa primeira vez juntos, não é só simplesmente sexo!
- Tem certeza de que é isso que você quer?
colei meu corpo ao dele, e então, arranhei levemente as suas costas. Podia sentir seu coração acelerado junto ao meu.
- Vem dormir dentro de mim, meu homem!

Senti suas mãos percorrerem minha perna, beijou levemente o meu pescoço, mordiscando-o, lambendo e me empurrando até a cama, ainda colado a ele. Em determinado momento, me segurou pelas pernas, que deixei presas em volta o quadril dele. Olhava-me nos olhos, enquanto me encostava na parede. Dizia que tinha esperado tanto por aquele momento, que era apaixonado por mim, que queria ter o meu corpo e coisas do tipo. Deitou-me na cama e foi tirando meu blusão calmamente. Lambia meus mamilos, enquanto pousava seus dedos em minhas coxas. Eu delirava, gemia baixinho no ouvido dele, dizendo que queria senti-lo em mim, dentro de mim. Que naquela noite seríamos um só, e nada mais ia impedir isso. Sua língua quente fazia carícias da minha virilha até os joelhos. Foi puxando minha cueca, sempre dando leves beijinhos em tudo. Jogou a cueca longe e caiu de boca no meu cu. Cuspia em tudo, lambuzava, e ficou nisso por uns 15 minutos. Parou, envolveu minhas pernas em torno de seu pescoço. Olhava para mim, com um sorriso de "pode confiar". E foi aí, que ele aplicou um lubrificante básico e perguntou:

- Você quer preservativo?
Eu sorri, e respondi;
- Só quero se você quiser, confio em você, acima de todos.
- Tem certeza que pode ser sem preservativo?
Banquei o revoltado e falei;
- Pô, eu quero que você me foda, gostoso. Quero que goze dentro de mim, me encha de porra, meu cavalo. Meu macho! Faz-me a tua cadelinha no cio, a tua fêmea. A tua, e só tua.

Ele riu alto, mas sem perder a concentração, começou a penetrar bem devagar mesmo. 22 CM da maneira mais calma possível. E só quando estava completamente dentro de mim, começou a socar. Foi de frango mesmo, afinal, não tem graça, na primeira vez com alguém, dar de quatro né? Uó, ninguém merece.

Em 40 minutos, ele finalmente gozou dentro e deixou seu corpo cair em cima de mim. Foi a melhor coisa que me aconteceu até aquele momento. Vê-lo sobre mim, sem energia. Eu havia gozado um pouco antes, com uma bela punheta batida por ele. Fiquei meio surpreso da maneira que ele ficou exausto. Esperei seu pau amolecer e fui me lavar. Juro, devia haver 25 a 30 ml de esperma no meu rabo, sem falar nas pernas. Quando voltei, ele já estava disposto novamente...

Por no.cabare@yahoo.com.br


 

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