Transformações

Sou casado e minha mulher é dois anos mais velha que eu. Ela não era muito experiente, só tinha feito sexo comigo e começou a falar de suas fantasias. Queria transar com outro, mas eu tinha que ficar perto. Tinha medo de ficar sozinha. Ela sabia que algumas vezes fiz sexo com homens, há muitos anos, antes de começarmos a namorar. Eu ainda sentia desejos, mas um dia ela perguntou e eu disse que não. Pensei que fosse só fantasia, mas muito tempo depois ela voltou ao assunto. Perguntei se queria mesmo e ela confirmou. "Claro que quero, mas com você junto".

Como tinha vontade de vê-la com outro, aceitei. Não tinha coragem de procurar alguém, mas um dia aconteceu. Temos uma chácara onde passamos os fins de semana. Saímos à noite para ir a um barzinho em uma rodovia, perto de um bairro de casas populares. Lá ficavam uns homens bebendo, jogando bilhar, e olhavam muito quando íamos lá. Eu tomava uma cerveja enquanto conversávamos em uma mesa na área fora do bar. Da mesa em que jogavam nos viam. Um dia fui ao banheiro e um deles entrou atrás. Cumprimentou-me e começou a urinar. Ela perguntou o que ele me havia dito. Respondi que nada. E queria saber o tamanho. Falei que era enorme, que ela não agüentaria, pois o meu era menor e ela reclamava. Percebi que excitou. Quando disse que queria experimentar, excitei-me também.

Eles já estavam trocando olhares, discretos, pois somos conhecidos ali. Eram umas nove horas e todos já estavam indo embora. O safado entrou no bar e quando já não tinha mais ninguém a não ser o dono, passou perto de nós para retornar ao banheiro. Ela olhou-o fixo. Era um moreno, quase negro, alto, forte, daqueles que trabalham em serviços pesados. Fui também e demorei um pouco. Quando voltei ele estava na mesa conversando com ela. Ela disse sorridente: este é o P.

Depois de conversarmos um pouco e outra cerveja nos despedimos e ele combinou de ir a nossa chácara no dia que a gente voltasse. No próximo fim de semana fomos buscá-lo. Em casa, depois de tomarmos umas e ficarmos descontraídos, ela foi ao quarto e voltou com um vestido de alças que deixavam aparecer suas costas e a metade dos peitos grandes e duros. Vi o olhar do homem. Em minha frente ela acariciou os cabelos dele e sorriu, com sua carinha de ingênua, e era mesmo. Percebi que estava na hora e disse que ia tomar um banho. Foram para o quarto. Quando terminei, ela me chamou rindo e dizendo alto que era maior que o meu. Era enorme e grosso. Senti desejos.

Ele ria e dizia que teria cuidado. Ela pediu-me meiga que o lubrificasse e o colocasse. Atendi com o maior prazer, enquanto ele acariciava seus peitos e a beijava. Lubrifiquei sentindo aquilo pulsar em minha mão. Disse que estava pronto. Ele a sugeriu que ficasse de quatro, era melhor. Segurei-o e coloquei no lugar. Ela deu um gemido e ele, segurando sua cintura, entrou.

Quando conseguiu penetrar todinho, eu a mandei mexer. Começou a se movimentar devagar, ele foi estocando também com cuidado, acariciando, aumentando a força, dizendo coisas para deixá-la excitada. Eu tinha vontade de estar no lugar dela, mas tinha medo do tamanho. Ela começou a gemer, pedia mais, queria tudo com muita força, estava gozando. Ele entrava e saia com força e não resisti. Segurei seus testículos grandes e comecei a apertar de leve. Logo gozaram e se deitaram. Perguntei se tinha doído muito. Ela disse que sim, mas que gozou como nunca. Ele pediu que trouxesse uma cerveja. Enquanto tomava ficou duríssimo outra vez. Levantou e mandou que a chupasse. Ela ficou pensativa, mas eu falei para ela se ajoelhar e fazer gostoso.

Enquanto ela chupava, eu acariciava seu pescoço e seus cabelos, ele passava as mãos em seus peitos duríssimos e enfiava o pinto em sua boca. Ela parou um pouco e pediu que não ejaculasse em sua boca. "Então termine na mão." Masturbou-o até  jorrar esperma em seu rosto, esfregou até deixar tudo naquela pele clara e lisinha. Descansaram um pouco e ele queria o ânus. Depois de muita tentativa, aceitou. Ficou de quatro, eu lubrifiquei e coloquei no lugar certo. Foi penetrando devagar, perguntava se estava doendo, eu a mandava relaxar e ele entrando. Não acreditei quando vi que estava todinho dentro dela. O meu era menor e ela não agüentava. Eles se mexiam, ela gemia e dava gritinhos ao mesmo tempo. Perguntou se estava gostoso e ela gemendo disse que sim. "Então agora vou meter, minha putinha". Ele olhou para mim e perguntou se eu estava gostando de ver minha mulher dando para um macho como ele. Disse que sim, que estava morrendo de tesão.

"Depois mato sua vontade também."

Terminaram e ela ficou na cama, imóvel, cansada e saciada. Depois que tomaram banho, ela foi à cozinha fazer um lanche para depois dormir, e como quem não queria nada deixou o lubrifcante no outro banheiro. Sentamos nós dois para tomar outra cerveja e conversar. Ele perguntou se eu também gostava. Respondi que fazia muitos anos, mas que tinha vontade, sim. Cheguei mais perto dele e segurei seu pênis, duro outra vez. "Todos os homens que gostam de ver a mulher com outro também gostam de dar". Entramos no quarto em frente e tranquei a porta. Disse que não agüentaria, mas ele me convenceu: vou com cuidado, igual fui com ela. E me empurrou na cama. Depois de esfregar o pinto em meu rosto me virou, deixando-me de joelhos.

Tirei o short e, depois de lubrificado, pedi que viesse. Foi dolorido no começo, depois a dor se misturou com prazer, começamos a nos mexer um de encontro ao outro até gozarmos muito. Quando senti seu esperma quente invadindo meu ânus não resisti e soltei um gemido. Gozei muito. Ele ficou nesse quarto e eu fui para o outro. Quando me deitei ela estava acordada e perguntou se eu tinha gostado também. Disse que sim. "Sabia que você ia querer e deixei o lubrificante lá". Transamos uma vez, mas parece que ela não sentiu nada. Na manhã seguinte, antes que os vizinhos começassem seus afazeres, levamos o safadão embora e combinamos de nos encontrarmos na outra semana.

Foram alguns meses de encontro, até que resolvi vender a chácara e ir para Campinas, onde tive uma proposta de trabalho e não quis perder. Foi assim que pude fazer o que tinha vontade e ela pôde conhecer outras pessoas.

 

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