Com o melhor amigo
Era o meu primeiro dia de aula e, por coincidência, ele estava no mesmo ônibus que eu. Embora fosse hetero, aquele cara no ônibus me chamou a atenção. Da minha idade, alto, loiro, liso de pele aveludada e espetacularmente bronzeado, era simplesmente perfeito. Não consegui deixar de segui-lo, desacelerando propositadamente meus passos para apreciar aquela beldade. Seu andar e rebolado de macho me deixaram excitadíssimo. Chegando à universidade, encontrei vários colegas com quem havia estudado. Ficamos papeando no pátio. Quando cheguei à minha nova turma, o cara, pra minha sorte, estava lá e o que é melhor, sentado no fundão, exatamente onde eu também gostava de me sentar. É lógico que fui ficar ao seu lado.
Logo começamos a conversar, no intervalo o apresentei aos meus amigos. Depois, com o passar dos dias, nos enturmamos com o pessoal, o cara era perfeito em tudo. Bom papo, sempre sorrindo, era muito cativante; não demorou muito e já éramos o centro das atenções. Onde estávamos, sempre havia um grupo de garotos e garotas, não nos faltavam baladas nos finais de semana. Ficamos tão íntimos que em poucas semanas um já dormia na casa do outro. Eu, é lógico, nunca perdia a oportunidade de vê-lo pelado, seja quando íamos dormir, tomar banho etc. Dono da bunda mais gostosa que já havia visto, o cara também tinha uma rola fenomenal... Numa dessas noites, quando ele estava na minha casa, louco de tesão e não tendo coragem de iniciar qualquer assunto com ele, usei o pretexto de que como não rolara nada naquela noite com nenhuma gata, iria bater uma punheta.
Coloquei um filme pornô na televisão e pedi para ele sair do quarto. Ele deu risada, disse que não precisava sair, que eu ficasse a vontade e que ele estava com sono, ia dormir e não veria nada. De fato, deitado na bicama ao meu lado, virou-se de lado e deu a impressão de que realmente iria dormir. Pensando que não ia rolar nada, comecei bater a tal punheta, mas, é lógico, sem sequer conseguir olhar na tv; na verdade meus olhos eram somente para ele, deitado de cueca ao meu lado, com aquela bunda empinada e virada pra mim. Quando já estava quase gozando, percebi que ao seu lado havia um porta retrato com vidro e que ele, ao invés de dormir, estava de olhos bem abertos me vendo punhetar através do reflexo daquele porta retrato.
Como eu estava de joelhos na cama, estiquei meus olhos por cima dele e vi que ele estava de pau duro. Não tive dúvida, embora com a voz trêmula, perguntei.
- Você não que dar esse cuzinho pra mim cara? Cara, não to agüentando mais!
Ele virou-se pra mim e como louco abocanhou minha rola. Gozei na hora. Não deu tempo pra nada. Dei, sem exagero, involuntariamente, umas três ou quatro longas esguichadas que encheram sua boa de porra. Foi tanta porra que parecia que ele estava babando, pois escorria pelos lados. Ele se levantou e disse:
- Você já gozou. Agora se alguém vai comer alguém aqui sou eu. Vira pra lá.
Sua rola era enorme. Uns 20 cm no mínimo e muito grossa. Ele subiu em cima de mim, e ficamos uma meia hora naquele roça-roça, sem que eu conseguisse deixar entrar tudo. Quando entrou, depois de ele mesmo a ter lubrificado com sua língua, e que língua deliciosa, foi um misto de dor e tesão indescritível. Comeu-me gostoso, forte, com estocadas sensacionais. Demorou pra gozar e, percebi, só gozou quando com meu braço esticado por baixo do meu saco comecei a passar a mão no cu dele. Aí foi um gozo gostoso e longo, acompanhado dos mais gostosos urros que já ouvi na minha vida. E eu, já refeito daquele gozo prematuro na boca dele, também gozei gostoso, juntinho com ele. Foi menos porra do que da primeira vez, mas foi uma delícia de gozo.
Depois,passamos a noite juntos. Fizemos 69 e nos comemos diversas vezes, sem parar. Beijamos-nos e nos amassamos muito. Foi demais. Continuamos machos, comendo todas, mas sempre que podemos damos nossas escapadinhas de "finais de noite", às vezes viajamos juntos. Isso já faz três anos e, posso dizer com segurança, nenhuma mulher me satisfaz tanto quanto aquele homem.






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