Reencontro inesperado
Trabalhava em Belo Horizonte e vinha todas as sextas feiras para minha cidade. Um dia dei carona para dois homens, empregados de uma empreiteira, até uma cidade a 100 km de BH. Eu tinha 28 anos. Quando começamos a conversar me senti muito atraído por um deles, o mais velho. Devia ter uns trinta anos, quase negro, simpático, educado, alto, forte, como quase todos os operários. O outro era da minha altura, da mesma cor, magro, muito sério. Disseram que todas as sextas iam embora àquela hora, para passar com as famílias. Durante a semana trabalhavam algumas horas a mais para compensar.
Deixei-os no entroncamento já era noite e continuei minha viagem, ainda faltavam 280 km. Durante a semana pensei muito neles, principalmente no mais velho. Na outra sexta estavam no mesmo lugar, na mesma hora. Descobri o bar que freqüentavam em BH e fui duas vezes lá tomar uma cerveja com eles. A vontade era imensa e quando um deles foi ao banheiro entrei logo em seguida e olhei fixamente, deixando-o perceber. Ele segurou e perguntou se eu gostava. Respondi que sim, que “fazia muitos anos que não fazia e que morria de vontade. "Então vou matar sua vontade hoje". Perguntei como faríamos para os outros não percebessem.
Voltamos para o balcão. Estavam em cinco amigos. Todos moravam na mesma república, ali perto. Nesse dia fui preparado com camisinha e lubrificante, pois já havia decidido. Ele falou: Você sai antes e daqui quinze minutos me pega na esquina, vou sozinho. Fomos para um hotelzinho barato, para eu pagar. Entrei com ele e disse que não tinha experiência. Ele falou que faria direitinho, com cuidado. "É só fazer tudo o que eu mandar". "Tenho experiência com veados". Depois de nos despirmos fiz sexo oral e parei antes que ele gozasse em minha boca. Mandou masturbá-lo para terminar em meu rosto. Senti seu esperma quente espirrando em meu rosto e nos lábios. Logo o safado estava duro outra vez. Coloquei a camisinha, lubrifiquei e ficando bruços pedi que viesse.
Entrou com calma e foi estocando gostoso, sempre perguntando se estava doendo. Ainda não estava, mas quando entrou todinho doeu. Ele segurou-me forte e disse para soltar o corpo que logo passaria. Gozei muito sentindo-o dentro de mim, me possuindo como se eu fosse sua propriedade. Depois fizemos mais uma vez, eu de quatro, masturbei-me e gozei muito outra vez. Deixei-o perto de onde morava e fui embora. Na sexta fui encontrá-los na hora de ir embora. Andamos um pouco e já era noite. Paramos em um desses hotéis de estrada e ficamos duas horas. Transei com os dois até não agüentar mais. O mais velho era mais gostoso, grosso, grande, entrava e saia com força me fazendo sentir dor e tesão. Eu gozava muito. O outro era de grossura média e menor, também gostoso, mas eu preferia o outro. Os dois eram safados.
Depois de três meses, quando já ia à república para transar com eles resolvi montar um escritório na cidade em que morava e me mudei. Não nos encontramos mais. Passaram-se cinco anos, eu já estava namorando e ia me casar, pois tínhamos um ótimo relacionamento. Sempre sentia desejos por homens, mas não procurava ninguém, na cidade isso tinha que ser mantido em segredo. Uma noite estávamos em um restaurante em um grupo de amigos quando fui ao banheiro e alguém entrou logo em seguida. Era o mais novo. Cumprimentou-me. Estremeci. Ele falou: “mudou sem despedir de seus machos. Estou com saudade daquele cuzinho”. Percebi seu tom ameaçador. Fiquei com medo e excitado ao mesmo tempo. Vamos marcar um lugar para encontrar, falei. Expliquei que lá ninguém sabia e que eu estava com minha namorada. Ele falou sério: te espero meia hora, senão vou sentar na sua mesa.
Pedi que esperasse meia hora, eu ia levá-la em casa e voltaria, esperaria na avenida, mais longe de onde estávamos. Com muito custo consegui convencê-lo. "Então vá embora daqui quinze minutos que não vou esperar muito." Tive que obedecer. Falei para minha namorada que não estava me sentindo bem, não estava gostando do lugar. Ao sairmos tivemos que passar em sua frente. Ele estava com dois bebendo no balcão. Voltei meia hora depois, encontrei-o no lugar combinado e fomos para o motel, perto da cidade. Outra vez matei a vontade. Fizemos sexo até de madrugada, oral, anal em várias posições e no chuveiro. Senti seu pênis gostoso me invadindo, suas mãos me segurando forte, sua língua. Foi muito bom.






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