Quero cú agora

"Quero cu agora" era seu nickname na sala de bate-papo. Quase pulei da cadeira quando me deparei com tal apelido: direto, objetivo. Realmente, tínhamos tudo a ver, pois  mesmo sem tê-lo visto, escolhi a safada expressão "quero pica agora". Show.
Mal entrei na sala de bate-papo e ele foi me abordando sem rodeios. Um minuto depois já estávamos no MSN trocando fotos. Instantes e já estávamos ao telefone. Meia hora depois eu já estava na porta da casa dele.

R morava sozinho, fato fundamental para mantermos a discrição e o sigilo, ainda mais eu sendo noivo. Estávamos ambos com pressa e fomos prontamente ao quarto dele. Felizmente, sua descrição conferia plenamente: negro, forte e musculoso. Ao me receber de bermuda, era impossível não notar a grossura de uma piroca saliente.
Propositadamente, ao me despir, parei na frente dele e empinei minha bunda carnudinha e redonda. Sem dizer nada, ele me pegou pela cintura e colou sua língua no meu pescoço. Pude sentir sua pica milímetro por milímetro inchar, esmagando minhas nádegas.

Enquanto beijava meu pescoço, ele praticamente acabou de tirar simultaneamente nossas roupas, parecia que o cara tinha quatro braços. Uma benga negra, roliça e de uns 18 centímetros parecia querer pular sozinha para fora da sunga minúscula que ele, de propósito, deixou para eu despir.

Lentamente, virei de frente para aquele deus de ébano e retribui as lambidas, descendo lentamente pelo seu peito, barriga até chegar em sua cintura. Cheirei, mordisquei aquela tora antes de deixá-la em liberdade. A respiração de R dava demonstração de constante excitação. Quando abocanhei aquele mastro ele já estava totalmente duro e pulsante. Enfiava ele todo na boca de uma só vez para, propositadamente, senti-lo colidindo com minha garganta. Adoro engasgar com uma cabeça de pica. Vez em quando, tirava a rola bem molhada de dentro da boca e dava mordidinhas na chapeleta. R gemia gostoso me dizendo que eu era tudo de bom.

Obcecado com aquela pica por entre os lábios, pude sentir um dedo esperto cutucando meu cuzinho, alisando minhas pregas. Aproveitei pra ficar bem de quatro enquanto eu o chupava, deixando meu rabo todo aberto e exposto. Seu dedo passeava feliz em meu rego. "Não era isso que você queria?" - perguntei delicadamente. "É isso que eu quero todo dia", respondeu ele com metade do dedo atolado na minha bunda.  Eu, bem safado, ficava piscando o cuzinho, convidando ele a ser cada vez mais ousado.

Quando fiz menção de sentar por sobre sua pica, ele carinhosamente puxou minhas ancas em direção ao seu rosto e me fez um alucinante boquete no cu. Com suas mãos vigorosas, abria minhas nádegas e deslizava sua língua dura em minhas pregas. Às vezes, quase que meio descontrolado, ele dava uma mordida no meu traseiro liso e cheiroso, enquanto eu não tinha coragem de tirar sua benga de dentro da bochecha.
Meu rabo, todo dilatado, ansiava por aquela pica. Fiquei de quatro, com o rosto apoiado no colchão e a bunda pra lua. R vestiu a camisinha em questão de segundos e carinhosamente untou meu cu com gel. Segundos depois, iniciou lentamente uma penetração vigorosa e profunda. Ele praticamente fazia flexões atrás de mim e pude sentir sua rola se enterrando toda dentro de mim. Embora ela fosse grossa, eu somente sentia prazer.

Quando senti suas bolas baterem na minha popa, comecei a falar um monte de besteiras. Mandava ele me foder, socar tudo, se acabar no meu cu. Sem deixar o pinto sair da minha bunda, ficamos ainda de ladinho. A cada enterrada, cada vez mais forte e mais funda, ele apertava meus mamilos e deslizava a língua na minha nuca.
Ele merecia minha especialidade. Coloquei-o deitado de frente, com o pau apontando para o teto. Suavemente, fui sentando no seu pinto até ele se esconder de forma macia e completa dentro da minha bunda. Comecei a fazer movimentos circulares, alternado com levantadas e sentadas. Meu macho urrava e virava os olhos de prazer. "Que maravilha" era sua principal expressão. Minha última surpresa foi ainda ficar de cócoras pra dar fortes cuzadas até o saco. Deixa o pau sair quase todinho e depois fazia o peso do meu corpo "comer" sua piroca. Quando eu pedi para ele gozar gostoso, ele me colocou de franguinho, com as pernas por sobre seu ombro. Seu pau parecia o estar com o dobro de tamanho, mas sumiu rapidinho dentro de  mim novamente. Seu quadril iniciou uma série nervosa,  bombando com uma rapidez e vitalidade incríveis.

Segundos antes do gozo, seus lábios envolveram os meus e, na primeira latejada que senti de seu pau, contraí meu cu bem forte, fazendo minha bunda ordenhar até a última gota de porra. Quando seus lábios se afastaram dos meus, mandei-o esporrar tudo no seu putinho arrombado. Estávamos, a essa altura, encharcados de suor. Segurei com o cu seu pau mais alguns instantes até meu gozo sair furioso.
Foi uma delícia ir embora com ele implorando por outra sacanagem. 


Por erick_noivobi@hotmail.com

 

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