A segunda vez com meu sobrinho


Na primeira vez que tive chance de saborear o tesão do meu sobrinho de 25 anos (relato anterior) eu estava acompanhado de um amigo, mas agora éramos só nós dois. Sempre tive o maior tesão em D e ele, apesar de casado, curtiu muito a oportunidade de enrabar o seu tio e pediu que na próxima vez gostaria de ser penetrado. Não demorou para que ele retornasse à cidade onde moro e, novamente, ficou hospedado em minha casa.

Após seu dia de trabalho, chegou cansado e eu sugeri uma massagem relaxante. Meu sobrinho topou na hora. Tomamos um banho e fomos pra cama onde ficaríamos bem à vontade. D deitou-se de barriga pra cima, fechou os olhos e eu, utilizando um óleo de massagem, comecei pelos seus pés que eram uma obra de arte. Como tenho fetiche por pés, me demorei bastante curtindo cada centímetro. Fui subindo pelas suas pernas grossas e peludas, vendo seu pau crescer. Quando cheguei próximo à sua virilha, não agüentei e abocanhei aquele cacete de 17 cm e grosso que já estava em ponto de bala. Ao mesmo tempo posicionei seu dedão do pé na entrada do meu cu.

Enquanto saboreava sua pica, sentia seu pé me fudendo. Eu delirava de tesão, chupando seu pau, seu saco peludo, virilha e até chegar no seu cuzinho que piscava, demonstrando que D estava adorando aqueles momentos e se entregando por completo. Adoro chupar um cu de macho e meti a boca com vontade. Quando notei que meu sobrinho estava perto de gozar, pedi que ele levantasse as pernas e ficasse de frango assado. Mais que depressa, obedeceu sem dizer uma palavra. Sentiu que estava chegando a sua hora de perder a virgindade.

Lubrifiquei seu anel peludinho e fui enfiando, com todo cuidado, um dedo fazendo com que ficasse bem relaxado. Meu pau estava duro feito pedra e babando de tanto tesão. Posicionei-me entre suas deliciosas pernas e senti a cabeça da minha pica escorregar pra dentro do seu buraquinho apertado. No delírio de D, percebi que meu pau de 19x6cm estava sendo sugado. Fiquei parado para que ele comandasse a penetração e aproveitasse cada centímetro da minha vara. Ele começou a rebolar cada vez mais rápido até sentir meus pentelhos roçando na sua bunda. Não demorou e D jorrou porra grossa e farta sem tocar no pau.

Eu, que também estava quase gozando, tirei a camisinha e me aproximei do seu rosto. Ele não recusou e abocanhou meu pau, pois queria sentir o gosto do meu leite. Acho que nunca gozei tanto porque enchi sua boca até escorrer, mas D não perdeu nada, deixou minha pica limpinha. Beijamos-nos muito e eu adorei sentir o gosto da minha porra em sua boca. Tomamos outro banho e continuamos a massagem. É claro que o tesão novamente tomou conta de nós e desta vez retribui deixando ele me fuder e gozar na minha boca. No dia seguinte D foi embora, mas disse que sempre que se hospedasse em minha casa queria repetir aquela massagem que para ele foi inesquecível, e para mim também. Espero que volte logo.

Por sex.writer@hotmail.com


 

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