A vagabunda do retirante

Na primeira vez que o vi, Meu Deus! Eu pensei "isso é uma alucinação!" Eu estava comprando um apartamento em uma zona privilegiada de São Paulo, estava ainda em fase de acabamento e fui ver os detalhes do meu AP. Eu cheguei e dei de cara com aquele homem, ele era moreno de sol, olhos azuis que pareciam água, um corpo forte, mas não de academia, de trabalho braçal mesmo! Ele se sentiu um pouco constrangido com a minha presença, o meu corretor foi logo nos apresentando. Ele se chamava P., um homem que aparentava seus 35 anos.

Ele me cumprimentou e saiu do ambiente que estávamos, para minha tristeza. Alguns minutos depois meu corretor teve de ir embora, pois estava com problemas em outra unidade, eu fiquei, propositalmente. Comecei a andar pelos ambientes que estavam todos uma bagunça com latas de tintas, amontoados de cerâmicas, quando me deparei com P. Ele estava sem camiseta pintando o teto do que seria então meu quarto, estava na minha cara o tamanho do meu desejo, e ele entendeu. Comecei a jogar papo fora tentando me aproximar, quebrar o clima.

Ele se demonstrou bem animado e começou a se exibir, sabe aquelas coisa de pegar no saco, e que volume se formava, eu apenas sorri, mostrando assim que estava disposto a ir além.

Não demorou muito para que ele descesse da escada e na tentativa de pegar um pincel atrás de mim, esbarrou aquele cacete que estava mole, mas dava pra sentir a potência. Eu já não agüentando, virei-me e encostei a mão, ele sorriu e me encostou na parede, começou a me encoxar, a cheirar meu pescoço, pegou minha mão e enfiou ela dentro daquela calça de moletom velha, e eu senti aquele pau saltar na minha mão grosso, muito gostoso, não agüentei, tirei-o para fora e comecei a fazer a melhor chupeta da minha vida.

Ele transpirava cheiro de macho, tinha uma pegada feroz. Levantou-me, abriu minha calça, começou a apertar minha bunda e enfiar o seu dedo médio em meu cu, que nesta hora estava em chamas. Sem ao menos esperar ele me deu um beijo, como um homem no cio, arrancou minha calça, começou a chupar meu peito, me deitou naqueles amontoados de coisas... E me disse que queria me comer de qualquer maneira, que eu ia ter que dar conta, se eu conseguiria levar rola...

Colou-me de quatro e meteu sem nenhuma delicadeza, confesso que senti uma dor, mas esta se transformou em um tesão avassalador que me fez rebolar. E ele agarrando minha cintura, sentir aquele peito suado nas minhas costas, aquela respiração quente em meu ouvido, me pedindo pra rebolar mais em cima daquele picão, que ele sabia que eu adorava pica, mas não que eu adorava tanto assim. Num súbito empurrão, ele me colocou de frango assado e passou o cacete no meu cu antes de enfiar tudo...

Eu nunca tinha sentido essa sensação de dar para um macho de verdade, com tanta força que parecia um animal insaciável. Senti-me nas nuvens sentindo aquele vai e vem frenético, ele novamente começou a chupar meu peito e disse que nenhuma mulher conseguiu na vida deixar ele tão louco.

E foi uma louca mesmo em meio aquela sujeirada de construção ele gozou dentro de mim. Eu senti aquele liquido quente escorrer. Ao mesmo tempo eu gozei como se tivesse clitóris. Ele gemia alto me beijava. Quando terminou, ele levantou e o pau dele continuava duraço. Ele me levantou, me colocou de joelhos e começou a esfregar aquela rola melada no meu rosto inteiro e me fez chupar novamente, ele batia o pau dele no meu rosto que estralava o barulho por todo o apartamento enfiava sua rola na minha boca como se estivesse fodendo. E de repente mais uma explosão de porra começou a vazar da minha boca. Tudo aquilo que vivi foi para mim uma comemoração.

Um jeito de estrear meu novo lar! Depois dessa cena não o encontrei mais. Porém em uma das minhas visitas a empreiteira responsável pela construção do prédio descobri que haviam vários homens retirantes  muito interessantes.

 

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