Diversão

Eu tenho um amigo, T, que conheço há muito tempo (na verdade ele foi meu namorado quando os dinossauros ainda habitavam a terra). Mas não é dele que quero falar. É que recentemente ele arrumou um caso, N. é seu nome - um cara de cabelo escuro e encaracolado, rostinho bonito e uns lábios deliciosos, enormes, de boqueteiro. Quando eu fui pela primeira vez na casa deles, assim que T saiu da sala, N começou a flertar comigo. Eu não sabia ao certo o que pensar daquilo - quero dizer, minha amizade com T é muito importante pra mim e eu não queria que N estragasse tudo. Mas, por outro lado, eu não dispenso um bom rabinho. Então a única coisa que eu fiz foi sorrir de volta e não me jogar sobre ele.

Nas vezes seguintes em que o vi foi a mesma coisa: N cerrando os olhos, mordendo os lábios, fazendo a putinha. E encontrava desculpas para encostar-se à minha mão. Então, quando novamente ficamos sozinhos, eu enfiei a minha língua em sua garganta e apertei sua bunda.

- Me fode - ele sussurrou.
- Não - eu disse.
- Por quê?
- Camomila não é comigo - eu disse. Isso é só o que vai ser.

A expressão do rosto dele mudou. No lugar do flerte, foi como se ele começasse a implorar:

- Do que você gosta?
- Você não quer saber.
- Me diz.

... Eu enfiei dois dedos na boca dele, até a garganta. Ele engasgou e, antes que vomitasse, eu tirei os dedos. Ele engoliu e olhou pra mim, seus olhos brilhavam. T reapareceu e eu fingi que nada havia acontecido. Antes de ir embora eu peguei o número do N e no caminho pra casa mandei um torpedo pra ele.

Ele chegou ao meu apartamento uma hora depois de mim. Eu estava vestindo minhas botas de exército, calças de estampa militar e embaixo delas um cock ring. Ele estava de jeans, camiseta e tênis. Fechei a porta e mandei ele se despir. Ele tinha um corpo macio e suave, um pau pequeno e bem gordo no meio das pernas, pés bonitos com dedos redondinhos e uma bunda carnuda e volumosa. Eu agarrei o queixo dele, segurei sua boca na frente da minha e cuspi. Ele não tentou desviar, em vez disso lambeu meu cuspe com sua língua rosadinha.

Levei-o para o quarto. Coloquei-o deitado de costas, a cabeça pendendo na beirada da cama e amarrei seus pulsos e tornozelos - admirando seus pezinhos e prometendo a mim mesmo que mais tarde eu brincaria com eles. Tirei meu pau de dentro das calças e fodi a boquinha dele. Ele chupava e babava, deixando a minha pica bem molhada. Eu fui até sua bunda, abri bem suas nádegas e penetrei seu cuzinho. Ele gemeu de tesão. Fodi por alguns minutos, depois saí de dentro dele e o desamarrei. Sentei no chão de pernas cruzadas e mandei ele fazer o mesmo, olhando para mim. Ele fez.

Coloquei dois dedos na boca dele e, enquanto fazia isso, peguei a mão dele e fiz com que ele fizesse a mesma coisa comigo. Ele não tinha experiência e não sabia o que fazer, mas quando sentiu meus dedos forçando contra o céu da sua boca cada vez mais fundo, copiou meus movimentos. Eu senti uma convulsão na minha garganta, senti a mesma coisa na dele, empurrei mais ainda meus dedos e ele fez o mesmo. Engasguei uma vez, duas vezes, então eu soltei - um jato de vômito subiu pelo meu esôfago e saiu pela minha boca, em cascata sobre as minhas pernas e os meus pés, e sobre as pernas, os pés e a rola dura de N. Eu meti meus dedos mais fundo na garganta dele e logo senti um monte de vômito dele atingir o meu peito nu e escorrer pela minha barriga até chegar no meu pau.

- Isso - eu gemi.
- Caralho - ele disse, entre assustado e com tesão, "caralho!"

Eu passei minha mão pelos nossos corpos, levando vômito para a boca de nós dois. A gente se beijou, passando vômito de uma boca para a outra. Eu cuspi nele, agarrei suas tetinhas e belisquei elas, depois agarrei os dedinhos de seus pés.

- Quer mais? - eu perguntei e nem esperei resposta.

Estiquei minhas pernas lado a lado de N e me inclinei para trás, pra que o meu cu ficasse levantado do chão. Comecei a me punhetar com o vômito e relaxava o meu cu, depois apertava e relaxava de novo. N batia uma punheta furiosa. Então eu forcei um pouco e comecei a sentir que um tolete grosso e denso de merda saía do meu rabo. Natan tossiu e esticou o braço para tocar a merda com os dedos. Eu forcei mais e mais até que saísse um troço grosso e grande o bastante para chegar até o meu saco.

- Dá pra mim - eu ordenei.

N pegou toda a minha merda quente com os seus dedos e levou até a minha boca - até eu engolir tudo. Eu comi aquele monte de bosta amargo, sujo e fedorento, depois eu coloquei a minha boca na frente da dele. Ele abriu bem a boca e enfiou os dedos na minha garganta. Não demorou muito e um jato de vômito e merda saiu da minha boca direto para a de N. Ele engasgou, mas eu o segurei, não deixando que ele desviasse daquela gosma nojenta que saía de dentro de mim.

Então eu fiz o que mais gosto de fazer: dei um soco forte no estômago dele. Sua boca se abriu e toda aquela sujeira voou de volta pra mim: catarro, vômito, bosta e bile.

Esfreguei tudo aquilo na minha cara e no meu cabelo e me esfreguei nele. Aí eu levantei as pernas dele, encaixei minha pica no meio da bunda dele e meti feito doido. Ele batia uma com tanta violência quanto a que eu enfiava no seu cuzinho. Nós gozamos juntos. Eu ainda estava dentro dele quando ele, pela última vez, enfiou dois dedos na minha garganta e recebeu um último jato de vômito na boca. Ele sorriu - e eu também, pensando que o próximo passo seria morder aqueles dedinhos rechonchudos que ele trazia nos pés. E no tanto que eu ainda vou me divertir com esse cara tesudo.

 

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