A sauna e o moreno

Estou ainda sob a influência inebriante de um encontro que qualifico como mágico, já que não acredito em magia. Sou um mineiro de 40 anos, morando no interior do estado, tranqüilo, não afeito a muita badalação. Nestes últimos dias do ano viajei para uma cidade pólo aqui da região, a fim de visitar parentes e festejarmos juntos o ano novo. O último domingo do ano foi um dia extremamente quente, e a parentalha toda tomou o rumo dos clubes ou dos lagos de represas para se refrescarem. Eu fiquei em casa, aproveitando pra dormir um pouco depois do almoço, e ver algum programa de TV. Lá pelas 17h peguei meu carro e fui dar umas voltas. Perto das 18h passei por uma sauna e resolvi parar. Poucos carros na porta, mas tudo bem: entrei. Lugar simples, mas que me agradou pela discrição e higiene. Bacaninha. Guardei minhas coisas no escaninho, fiquei só de sunga fui conhecer os ambientes.

Nada era explicitamente gay. Interessante, pois fui percebendo que o perfil do usuário era de caras da minha idade, maioria casados, até mesmo alguns tipos héteros. A sauna a vapor estava uma delícia, e eu fui ficando bem à vontade, pois tinha pouca gente no domingão. Curti muito, suei bastante e, depois de uma bela ducha fria, fui para o bar pra ver um pouco de mais de TV e até relaxar nas cadeiras tipo "preguiçosas" espalhadas pelo salão. Curioso foi que percebi que, do grupo presente, quase todos fizeram algum tipo de comentário negativo contra a programação, mas isso não vem ao caso... Estava eu lá, espalhadão, quando chegou um cara muito bonito. Um moreno jambo, alto, corpão, uma camiseta regata com estampa militar, da academia que freqüentava (imaginei por causa da logomarca), uma calça esportiva, a roupa acentuava o conjunto equilibrado de sua musculatura que me deixou atraído na hora. O tipão mulato, cabelos bem curtos, com os olhos meio puxadinhos era um espetáculo, realmente de parar a respiração: não passou despercebido a ninguém que ali estava. Todo mundo olhou... Acho que até lancei um olhar meio guloso demais, mas ele não demonstrou nenhuma reação. Fiquei na minha e ele sumiu. Depois de um tempo fui numa sala de vídeo e ele estava por lá, folheando uma revista na salinha de relax ao lado.

Também sentei, peguei uma revista e ficava dando umas olhadas de vez em quando pra apreciar a paisagem, o pauzão meia bomba com uma cabeçorra cor de açaí teimava em sair de trás da sua toalha, e ele sempre se ajeitando, chegou a manifestar algum desagrado por só ter ali revistas com homens, saindo dali. Xiii, pensei, com esse aqui não deve ter chance, não deve gostar. Desencanei, apesar de meio decepcionado, fui para outra rodada de sauna, ducha e bar. Pedi uma água, para hidratar e sentei de novo na espreguiçadeira, o bonitão já estava lá... Levantou, pegou umas revistas com mulheres e foi pra outra salinha de vídeo mais reservada ao lado.

Não agüentei e, depois de dar uma despistada,  fui atrás. Ele estava lá sozinho, com uma revista na mão e o cacetão duraço na outra, se masturbando enquanto rolava um pornô no vídeo. Recompôs-se com minha chegada, mas logo voltou a manipular o instrumento, mas desta vez escondido pela toalha. Eu estava de olho quando ele se virou e me flagrou quase hipnotizado pela cena. Eu aproveitei e falei pra ele ficar à vontade, que tinha um pau lindo. Pra minha surpresa, o cara afastou a toalha e exibiu com generosidade seu majestoso mastro. Com tal abertura, perguntei se não queria subir pra um reservado, no piso superior, e pra minha alegria, ele topou. Nem acreditava que aquele filezão tinha me dado bola. Ele se levantou e eu fui em seguida. Sem muita bandeira, ele entrou de novo na sauna a vapor.

Quando entrei tinha um funcionário lá ajustando a temperatura, mas saiu logo e ficamos, de novo, sozinhos no mesmo ambiente. Já mais próximos, nos apresentamos e ele já abria totalmente a toalha... Eu não resisti ao ver seu corpo ali, todo disponível ao meu olhar, e fiz uns carinhos em suas pernas - que coxas! - seu pezão, quando ele puxou o meu braço e conduziu minha mão até seu pau, que gostoso, grande, macio e com a cabeçorra que eu já tinha vislumbrado antes... Amassei o bichão, massageei bastante, sentindo ele crescer na minha mão. Ele acariciava meu braço com uma delicadeza bastante incomum, mas muito sensual, indo até meu rosto, enquanto elogiava, dizendo que eu tinha uma pele macia, uma mão muito macia, coisa e tal. Eu ofereci uma massagem, ele disse que adoraria. Então ele se levantou para ir à ducha. Não resisti àquela ferramentona balançando a tão poucos centímetros da minha cara e cai de boca. Eu nem acreditava que isso estava acontecendo. Chupei um pouquinho só e falei: te espero lá em cima - e fui.

Poucos minutos depois ele apareceu e fomos ao reservado. A primeira coisa que ele fez, depois de se desfazer de sua toalha, foi me dar um abraço muito apertado. Gente, que homem diferente... Ficamos ali, nos tocando, sentindo um ao outro. Ele se deitou na maca e eu explorei aquele corpanzil com as minhas mãos e minha boca, beijando e lambendo ele todo, até chegar ao que mais queria. Chupava com todo carinho aquele cacete delicioso, enquanto ele me amassava a bunda e procurava me tirar a sunga. Tirou minha peça de roupa com cuidado, e pediu que virasse o bumbum pra ele enquanto o mamasse. Sugava seu pau e entre gemidos, ouvia-o dizer o quanto minha boca era macia, minha bunda era carnuda e gostosa e meu cuzinho também... Não acredito em magia, como disse no início, mas aqueles momentos de tanto carinho ali, com aquele belíssimo exemplar de homem, pareciam realmente mágicos.

Em ambos o desejo crescia, expressado em palavras sussurradas: ele de me comer e eu de me entregar. Ele dizia querer me dar muito prazer, enfiando gostoso e bombando muito, demonstrando fazer planos pra um outro dia, mas eu queria era naquela hora. Eu não tinha camisinha nem gel, mas ele foi buscar em seu armário e voltou, para continuarmos nossa brincadeira. Gente, que foda maravilhosa. Que homem era aquele, que palavras doces. Que enrabada inesquecível. Mesmo sendo grande, a forma como fez foi tão carinhosa e gostosa. Enfiava gostoso e perguntava se estava bom. Alisava-me as costas e me abraçava, roçando o cavanhaque em minha nuca. Eu estava em êxtase de verdade...  quase gozando, e o macho bombava com uma virilidade incrível, com pegada firme, até que anunciou que não agüentava mais... Tava boa demais... Ia gozar... GOZAMOS...

As três últimas estocadas foram fundo em mim.... E senti meu homem estremecer de prazer, enquanto desabávamos sobre a maca, seu corpo pesado sobre o meu, as respirações ofegantes depois do prazer, foi demais. Abraçamos-nos mais uma vez... Deliciosamente... Descemos, tomamos uma última ducha. Dei o meu telefone pra ele, enquanto ouvi promessas de que vai mesmo ligar. Eu sinceramente espero que sim. Por um homem desse, quem sabe eu até vou me apaixonar. Por um homem desses, eu até aprendo a cozinhar, lavar e passar.

 

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