Seduzida pela vingança

Foi a aproximadamente três anos que descobri que meu marido me traía. Criada dentro de rígidos valores morais, namorei durante quatro anos e me casei sem jamais ter conhecido outro homem. Levava casamento e fidelidade com enorme seriedade, jamais sonhando que um de nós pudesse sequer tocar em outra pessoa.

Sou morena de olhos azuis, tenho 1.68  m de altura e faço duas horas de academia todos os dias, o que me deu um corpo maravilhoso. Além disso, sempre cuidei muito bem de minha pele, de meu rosto, de meus cabelos, imaginando que sendo muito bonita, meu marido não precisaria procurar outras.

No entanto, naquele sábado, estava em uma festa no clube e conversava com umas amigas. Nem me lembro bem porque, a conversa andou para o lado da traição. Joana dizia como traía seu marido de vez em quando e eu horrorizada fui contrária àquele tipo de atitude. Devo ter sido um pouco agressiva pois Joana se “queimou” e passou a falar em como era horrível uma mulher ser alienada, ser uma dondoca corna mansa.

Percebendo que aquela conversa era dirigida a minha pessoa, reagi.
- O seu marido, queridinha, pode ser o maior pilantra da cidade. Mas o meu marido eu sei onde e com quem dorme! Você pode não ter competência para segurar seu homem em casa, mas eu garanto que eu tenho!

Dizem que em boca fechada não entra mosquito. Pois fui abrir minha boca e recebi um ninho de vespas dentro dela.

A mulher ficou irada. Com uma risadinha irônica olhou para mim e com um ar vitorioso que até hoje ainda sinto ódio em lembrar, disse:
 
- Você é tão bobinha, né? Você jura que seu marido é um santo.
Enquanto falava, as outras mulheres se entreolhavam assustadas.
- Pois eu vou te dizer uma coisinha, Cinderela: O seu maridinho, tão fiel, já andou com muitas mulheres por aí, inclusive aqui neste clube. E se você quer saber, ninguém ficou muito animada com aquela coisinha pequenininha que ele tem.

Joana não só dizia o que dizia, mas deixava claro que ela própria já estivera com ele, pelo jeito que falava e gesticulava. Eu fiquei paralisada com o choque que aquelas palavras me causaram. Queria responder, mas não conseguia. E vendo que eu não reagia, ela abriu o jogo de vez.

- No começo eu até achei ele interessante. Mas depois foi ficando meio chato, porque ele não tem muita imaginação. O engraçado mesmo, que todas comentam, é o jeito dele gemer como se estivesse no banheiro. E imitou com perfeição o jeito como Adauto geme na cama.

Levantei-me e, sem dizer nada, fui para o banheiro. Chorei como louca, envergonhada e com ódio. Depois apanhei um taxi e fui para casa sem falar com meu marido, deixando-o no clube.
Durante aproximadamente vinte dias, evitei-o. Até a simples visão dele dava-me nojo. Então passei a investigar:
Cheirava sua roupa, olhava com cuidado em seus bolsos e revistava seu carro quando tinha chance. Em dois meses encontrei provas de que ele saíra pelo menos três vezes com mulheres. O ódio tomou conta de mim, não pelo fato dele me trair, mas pelo fato de eu ter sido tão ingênua e tola.    
Então um dia, a raiva passou completamente. Foi no dia em que decidi que iria mudar. Nunca mais seria uma tola, uma bobinha, como me chamara Joana. A partir daquele dia a mulherzinha santa que ele tanto adorava deixaria de existir.

Era uma hora da tarde de uma segunda feira, e eu entrei pelo escritório de Alberto, o marido de Joana. A secretária me anunciou e logo ele apareceu na porta de sua sala, me chamando para entrar.
Eu já o conhecia bem, seu jeito meio cafajeste mas muito charmoso, um metro e oitenta aproximadamente, músculos muito fortes, cabelos um pouco grisalhos em seus trinta e oito anos, mas muito atraente.

Obviamente ele estranhou demais o fato de eu estar ali sem avisar e sem uma desculpa aceitável. Portanto evitei rodeios.

- Descobri que meu marido me traiu com sua esposa. - Falei.
Por um momento, ele pareceu pensar no assunto com seriedade. Depois sorriu.
- E você veio me contar para que eu brigue com ela?
- Não. Eu vim para dar o troco naqueles dois. Minha voz saiu tranquila, embora eu estivesse fazendo uma força enorme para não tremer, chorar ou sair correndo.
Alberto levantou-se do sofá, aproximou-se de mim e me ajudou a levantar. Saimos pela porta e ele disse à secretária que iria ficar algumas horas fora. Não disse mais nada até entrarmos no quarto do motel. Então ele mandou que eu me despisse.
Eu estava envergonhada e tentei falar alguma coisa para quebrar o gelo, mas ele não deixou, insistindo para que eu me despisse.
Acabei obedecendo, pensando que seria melhor acabar logo com aquele suplício.

Quando estava totalmente nua, meio que escondendo meus pêlos com as mãos, Alberto mandou que eu ficasse de quatro na cama. Obedeci.
Então ele sentou-se em uma cadeira na frente da cama, e ficou me olhando. Eu estava de lado para ele e me sentia extremamente desconfortável sendo observada daquela forma por um quase estranho.
- Arrebita a bundinha, disse ele.
Fiquei mais algum tempo assim, e depois ele mandou que eu mudasse de posição, ainda de quatro sobre a cama, mas com a bunda virada para ele que continuava sentado a menos de um metro da cama, completamente vestido.
- E afaste bem os joelhos.

Quando me ví alí, de quatro, com a bunda aberta e escancarada quase na cara de um homem que não era meu marido, com quem sequer havia trocado algumas palavras antes, uma sensação estranha começou a me tomar. Era como se eu pudesse sentir seu olhar em meu corpo, sua imaginação me tocando, me explorando. Comecei a ficar excitada.
Após um longo tempo me olhando, Alberto apenas levantou-se e mandou que eu me voltasse para ele. Dei um giro de 180 graus e me deparei com um pau muito maior que o do meu marido, a menos de 20 cm de meu rosto.
Ele apenas havia aberto o zíper e tirado o instrumento rijo para fora. Continuava vestido.
Sem que ele precisasse pedir, comecei a lamber e chupar aquele pau que, para mim, parecia imenso em minha boca, acostumada com algo bem menor.
Alberto soltava pequenos gemidos de prazer que me excitavam ainda mais. De repente, ele me fez voltar à posição anterior, com a bunda voltada para ele. Eu já me preparava pra ser penetrada, mas ele ajoelhou-se e começou a me chupar com uma experiência enorme. Em poucos minutos eu urrava e gozava em sua boca loucamente, implorando para sentir sua carne dentro de mim. Mas ele chupava e chupava e eu gozava.
Quando se ergueu e me penetrou, meu suco  já escorria pelas coxas, minha vagina aberta e receptiva. Ainda assim, lembro-me de que gritei de dor pela estocada única e direta com que ele me penetrou, ficando com o pau imóvel enterrado dentro de mim algum tempo, até que eu parasse de sentir dor. Então apenas disse: - Apertada! - E começou a se mover lentamente e depois foi aumentando o rítmo até que, segurando em minha cintura, bombeava com violência, enterrando fundo dentro de mim.
Nem quando perdi a virgindade e em nenhuma noite com meu marido, senti tanto a sensação de ser preenchida como naquela noite. E certamente nunca havia gozado tanto e tão intensamente. Ao mesmo tempo que eu sentia dor, sentia algo como um desejo de ser usada, de ser comida com força, com violência, com desejo. Eu me atirava de encontro a ele cada vez que ele entrava, fazendo com que seu mastro atingisse meu útero com mais força, a dor aumentando o prazer de ser bem fodida, como nunca fora antes.

Quando ele gozou, deitei-me exausta. Pensei em descansar um pouco antes de me levantar para me vestir.
Alberto começou a passar as mãos em minhas costas massageando-me suavemente. Eu relaxei completamente com aquilo e nem cheguei a deixar de estar excitada, pois logo seus dedos começaram a descer, passando por minhas pernas até se alojarem em meu clitoris que dedilharam delicadamente.
Novamente comecei a gemer. Alberto, então colocou a ponta de um dedo no meu cuzinho. Eu jamais havia conseguido dar ele para meu marido e logo fui avisando. Mas ele estava decidido e começou a lambê-lo. Aos poucos fui me acostumando com aquela língua e relaxei. Ele lambia e descia até minha vagina, meu clítoris, enfiava a ponta do dedo depois subia com alíngua novamente.
Quando iniciei uma nova série de orgasmos, ele se alojou em cima de mim. Muito lentamente foi forçando a entrada já lubrificada. Sempre que doia ele tirava e com paciencia iniciava novamente. Me incomodava muito aquilo mas ele já conseguira por quase metade e eu comecei a pensar que meu marido, embora tivesse um pênis muito mais fino e menor, não conseguira chegar sequer a por a cabeça e essa idéia de estar sendo possuída de uma forma que meu marido jamais tivera me excitou ainda mais. Comecei a desejar que ele conseguisse. Com uma das mãos, Alberto começou a me masturbar e logo ele estava todo dentro de mim. Eu sentia um enorme incômodo embora a dor em sí já tivesse passado, mas ao mesmo tempo uma sensação selvagem começava a se instalar dentro de mim. Eu estava adorando aquilo e comecei a gozar intensamente, rebolando sob o peso daquele homem que movia-se cada vez mais depressa, rugindo como um animal,  saindo para depois se enterrar novamente em meu cuzinho que naquele momento deixava de ser virgem para sempre.

Nunca mais saí com Alberto. Mas  naquele dia  algo em mim despertou. Algo que estivera sempre adormecido e que eu decidia que faria parte de minha vida para sempre. O mais engraçado não foi o fato de Alberto jamais ter sequer me dado um simples beijo. Foi o fato de que ele nem tirou os sapatos.


Para me ater apenas aos fatos mais interessantes, resumirei o que se passou depois daquela primeira traição que cometi:
Um a um, seduzi e abri minhas pernas para quase todos os amigos de meu marido. Até para o irmão dele dei, na festa de aniversário de cinco anos de nosso casamento, no banheiro de nossa suíte.             

  

MÁRCIA ROCHA

Gostou? Escreva o que achou logo abaixo ou fale direto comigo no email marciademais@yahoo.com

 

Opções de exibição de comentários

Escolha seu modo de exibição preferido e clique em "Salvar configurações" para ativar.

parabens

excelente, poucas vezes se le um conto tao real. se eu tivesse a chance de um dia provar uma mulher assim... mais uma vez parabens...

maravilhoso- espero q

maravilhoso- espero q continue a abrir as pernas para mts homens, e q nos continue a deliciar com a narração dos pares de cornos q vá metendo ao marido. Adorararia presenciá-las a todos.
Mts bjs

oi

delicioso seu conto... me deixou de pau duro

Enviar novo comentário

O conteúdo deste campo é privado não será exibido publicamente.
  • Endereços de páginas de internet e emails viram links automaticamente.
  • Linhas e parágrafos quebram automaticamente.

Mais informações sobre opções de formatação

ANTISPAM
Usamos este sistema para evitar spam dentro do Casa da Maite.
11 + 5 =
Resolva a simples operação matemática de soma acima e coloque o resultado. Por exemplo 1+ 3, digite 4