Comido pelo Segurança da Universidade


Sou carioca, tenho 25 anos, branco, bi, boa pinta, macho, tenho 1.78m, 72kg e me amarro em ser passivo em minhas aventuras sexuais e sempre que posso escrevo elas e tenho o privilégio de já ter algumas delas publicadas aqui no MIX! Heheh. Depois de um bom tempo sem escrever meus contos, eu estou de volta para narrar uma das minhas aventuras... Achei que seria interessante narrar  porque essa minha transa aconteceu com um dos perfis mais desejados nas fantasias sexuais: Um cara com uniforme.

Era um final de sexta-feira, em uma das mais conhecidas universidades do Rio e os corredores já estavam começando a ficar vazios devido ao início do fim de semana e encerramento das aulas daquele dia. Estava voltando de um dos blocos do prédio e no meio do caminho resolvi dar uma passada nada maliciosa num dos banheiros de lá. Engraçado que até  hoje me espanto com a velocidade com que tudo ocorreu! Foi assim: entrei no  banheiro em questão e fui para o meu mictório dar uma aliviada, foi então que percebi que a 2 mictórios de distância estava um dos seguranças do prédio dando uma aliviada também. Fiquei na minha e terminei meu serviço. E reparei que ele continuou na mijadona dele. Resolvi dar uma inevitável olhada e no curto momento em que olhei pude ver uma picona morena grande e grossa e veiuda com a cabeçona roxa pra fora da pele. Ele só esperou que eu desse a tal olhada e deu um sorrisinho e meio que balançou o cacete e eu olhei mais descaradamente para a pica daquele homem másculo.

Mesmo que ele não fosse muito bonito de rosto, possuía um corpo moreno de macho másculo, ainda mais dentro daquele uniforme que deixava ele ainda mais interessante. Ele simplesmente se dirigiu, segurando o pau, pra um dos boxes com porta e acenou com a cabeça para que eu também me dirigisse para lá. Quando virei pra fechar a porta, ele já foi logo me encoxando por trás e enfiando a mãozona de macho com tudo na minha bunda, meio que me mostrando o que me esperava. Só senti aquela vara latejando e tomando volume entre minhas pernas. Ele era muito mais de ação do que de palavras, e comigo ele abriu o velcro da minha bermuda e numa só ação, arriou ela junto com minha cueca deixando minha bunda toda exposta para ele que não pestanejasse, já foi logo achando o buraquinho que ele estava afim.

Confesso que vi estrelas quando ele enfiou quase de uma vez um dos seus dedos grossos dentro de mim, sem nem ao menos lubrificar, mas eu não estava nem ai, estava sendo dominado por aquele macho que estava desejando meu cu. Não satisfeito, vi novamente estrelas quando senti que ele conseguiu enfiar o segundo dedo e me cutucou meio que rudemente sem se importar muito se estava doendo ou não. Ele me pegou, me virou e me abaixou novamente rudemente e me deixou com aquele cacetão em riste na altura da minha cara, a vara do segurança já estava empinadinha e começando a babar. Ouvi sua voz pela primeira vez quando ele me diz:

- Mama ele!

Encostei meus lábios naquela glande avantajada e roxa que estava quente como uma brasa e senti o salgadinho do líquido transparente que gotejava daquele pauzão moreno enquanto ele foi abrindo a blusa e pude ver um peito bem definido com pelos curtos por toda sua extensão. O que o deixava ainda mais másculo, ele desafivelou o cinto e sua calça caiu na altura do joelho, consegui ver aquele sacão pesado do meu macho dominador. As veias daquele cacete me deixaram louco e só fui sendo guiado pelo meu macho pra satisfazer seus desejos secretos.

De repente, acordei daquele sonho de ter aquele pau grosso na boca porque ele me disse que tava quase gozando. Ele simplesmente tirou o cacete de minha boca, me perguntou se eu tinha preservativo, eu dei um pra ele , ele encapou aquele pauzão com uma certa dificuldade devido a sua grossura e me disse:

- Vira!

Eu obedeci, tirei o resto da minha bermuda que já estava arriada e fiquei mais à vontade para satisfazer o meu macho segurança. Disse a ele que não sabia se aguentaria aquele calibre todo e ele me disse que se eu não aguentasse tudo, ele tiraria, aceitei e pus uma das pernas em cima do vaso para que eu  pudesse ficar mais arreganhado para ele. Senti a cabeçona quente encostar em meu ânus que é apertadinho e fiquei temeroso se eu teria cacife de aguentar todo aquele macho dentro de mim mas topei o desafio! Resolvi que ia pagar pra ver! Ouvi ele cuspindo atrás de mim e senti quando ele passou seu cuspe no meu anel que já piscava muito desejando por aquele moreno. Senti uma estocada que quase fez toda a cabeça entrar, e reclamei, ele pediu desculpas e reiniciou dizendo que seria mais calmo, realmente ele foi mais cuidadoso e apesar da dor ao entrar, senti a cabeça começar a vencer a resistência do meu cu, porém, em determinado momento daquela penetração pedi que ele parasse, pois estava ardendo e ele simplesmente me segurava por trás em minha cintura e meio que me imobilizou enquanto continuava a empurrar dentro de mim.

Senti uma dor enorme ao começar a ser invadido forçadamente por aquele macho com pau de cavalo, tentei sair da armadilha de ser imobilizado mas fiquei temeroso de alguém escutar e me flagrar naquele ato sacana dentro do banheiro.Quando percebi que meu macho não ia desistir de me penetrar tentei relaxar para consumar o ato e me entregar totalmente, e quando ele conseguiu colocar todo aquele pau dentro de mim, começou um entra e sai cadenciado, que foi acelerando até o ponto de eu sentir o seu sacão pesado batendo em minha bunda devido aos seus movimentos acelerados de vai e vem dentro de mim.

Rapidamente, ele tirou tudo de uma vez de dentro de mim e senti que meu cu não fechou na hora, continuou abertinho, ele arrancou a camisinha de uma vez e com a outra mão me abaixou com força e enfiou a vara em minha boca e só deu tempo de eu sentir o início de sua abundante ejaculação dentro de minha boca. Era tanto leite, que cheguei a engasgar e ele urrando de tesão enquanto eu chupava aquele macho e sentia as pulsações das veias daquele pau que me dava todo aquele esperma de macho.

Quando ele tirou de dentro de minha boca, eu pude perceber nossa situação. Eu e ele encharcados de suor. Meu macho se recompôs, guardou o cacetão dentro da cueca, afivelou o cinto, abotôou e ensacou sua blusa. Chegou mais perto de mim e me deu um rápido, mas delicioso beijo em minha boca que ainda está com seu gosto dentro dela. Apertou minha mão, me disse:

- Valeu cara! Foi uma delicia!  E foi embora...

Dias depois a gente se cruzou no corredor lotado e falamos um "oi" velado como se nunca tivesse rolado nada heheh. Pelo que pude reparar ele não trabalha mais por lá, pois já faz 3 meses que não o vejo. Não lamentei não termos transado novamente, porque além do risco de ter sido pegos, eu sabia que ele é do tipo de cara que não se apega muito nem à foda heheh. Mas foi bom pelo fetiche... Se curtiu minha história, quer trocar uma idéia ou é ativo e gostaria de fazer um conto comigo, entre em contato! Terei o maior prazer em falar com  todos vocês!
Abraços a todos!

Por garotaobirj@gmail.com

 

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