Traçado pelos Primos


No último fim de semana meus pais resolveram visitar meu tio no interior. Pediram para que eu fosse junto, pois a viagem era longa e meu pai não queria dirigir. Como não tinha nada para fazer em São Paulo, achei que era uma boa oportunidade de desestressar. Chegamos ao nosso destino no norte do estado ao anoitecer, fomos recebidos por meu tio, sua mulher e seus dois filhos: Marcos e Rafael. Não via meus primos há um bom tempo, eles estavam lindos e cresci os olhos, mas precisava me controlar, afinal, eram da família e meus pais estavam ali também.

No dia seguinte meu tio convidou-nos a passar o dia em seu rancho de pesca na beira do rio próximo. Fomos todos em dois carros. Chegando ao rancho, meu pai, meu tio e meus primos foram armar as varas para pescar. Eu, como não tenho a menor vocação para isso, fiquei  descarregando o carro com as coisas para o almoço e auxiliando minha mãe e minha tia. Quando elas começaram a preparar o almoço, fui até a beira do rio ver como estavam as coisas por lá. Estavam todos sentados no barranco, sem camisa apenas de bermudas.

Aí sim pude ter a real noção de como meus primos eram bonitos. Marcos, 23 anos, o mais velho, mais ou menos 1,80m, louro, tórax largo, peitoral marcado com pêlos aparados, típico de quem fez muita natação, um pedaço de bom caminho. Rafael, 19 anos, 1,80m, costas largas, peito bem definido, barriga tanquinho e nenhum pelo. Até meu tio tinha os pelos aparados. Tive que me controlar para não ficar de pau duro ali mesmo. Fiquei puxando assunto e admirando discretamente aqueles corpos ali sob o sol. Passadas algumas horas, as mulheres chamaram para o almoço. Tomamos todos um banho pois estávamos muito suados. Quando vi meus dois primos somente de bermudas lá embaixo quase mostrando os pelos da virilha, cabelos molhados, vindo de um dos quartos, quase que bato o queixo no chão, fiquei de boca aberta. Levei até um susto quando Marcos falou:

"E aí Rodrigo! Tá aonde? Viajando cara?"  - Saí do transe, olhei em sua direção, e vi um sorriso sacana no seu rosto. Respondi: "Sei lá! Viajei!" e mudei de assunto. Mas percebi que Marcos olhou para Rafael e não falou mais nada. Passamos a tarde toda conversando, tomando cerveja e jogando baralho. Quando começou a anoitecer, os mais velhos foram se arrumando para irmos embora. Rafael vira pra mim e fala: "O Rodrigo, não tem nada pra fazer lá na cidade hoje. O que você acha de passarmos a noite aqui no rancho, amanhã cedo nós vamos pra casa?"

Topei na hora, quem sabe ainda não descolava uma trepadinha sem compromisso. Nossos pais foram embora recomendando juízo, e pedindo que não bebêssemos demais, mas deixando cerveja suficiente para nos embebedarmos umas três vezes. Fechamos as telas contra mosquitos e começamos a jogar truco e beber. Não demorou muito e o papo foi para o sexo. Eles contavam vantagem, de quais meninas eles comeram, como comeram, e eu ia contando também, sempre falando em mulheres. Com a cerveja fazendo efeito, Rafael levantou para ir ao banheiro e pude reparar em um belo volume na bermuda, disfarcei, mas acho que eles notaram. Quando voltou, foi a vez de Marcos ir ao banheiro, quando ficou de pé, fez questão de arrumar a mala, que estava prontinha para a viagem. Com certeza fez de propósito, para ver se eu olhava, e claro, olhei. Quando Marcos voltou, foi minha vez, como todos estavam de pau duro, nem disfarcei. Liguei o foda-se. Meu pau tava tão duro que foi difícil de mijar. Voltei do banheiro e os dois estavam sentados a mesa, me sentei, e eles começaram a contar uma história de um amigo de Marcos que era gay, e que Marcos mantinha a amizade para comer as amigas dele. Já tinha pegado várias. Rafael levantou para buscar outra cerveja. Marcos olhou pra mim e falou:

"Você já trepou com algum homem?". Engasguei e respondi: "Comi um viadinho na faculdade uma vez." Ele: "E você deu pra ele?" - Nisso Rafael já tinha voltado, estava de pé do meu lado, colocando cerveja no meu copo. Olhando para Rafael respondi ao Marcos: "Não, só dei uma chupada no pau dele!". Rafael colocou a garrafa sobre a mesa, abriu a bermuda e sacou um pau lindo de uns 18cm e grossinho e disse:

"Então Chupa!"

Não tive duvidas e caí de boca naquele pau delicioso que tinha passado a tarde inteira numa bermuda de tactel e acabado de dar várias mijadas de cerveja. Tava começando a criar um sebinho, uma delícia. Mamava com gosto, ia até a garganta, voltava na cabecinha e engolia de novo. Marcos tirou a bermuda e parou ao lado do irmão. Levantei da cadeira sem parar de chupar o Rafael, tirei minha bermuda e fiquei de joelhos diante deles. Peguei o pau de Marcos, um pouco menor que o do irmão, dei o mesmo tratamento alternando entre um e outro. Estava me acabando naquelas rolas. Rafael saiu, foi até o quarto e voltou com um pacote de camisinhas e disse: "Ainda bem que não usei tudo no campeonato da semana passada."

Marcos sentou-se na mesa, eu, com 31 anos, 1,78m, 72 kg, olhos e cabelos castanhos, em forma pela malhação diária na academia, coloquei uma mão de cada lado e me curvei para chupá-lo, deixando minha bunda livre para as investidas de Rafael. Rafael abaixou e passou a me fazer um cunete, fazia muito bem. Como sempre meu pau começou a babar. Assustei quando Rafael abocanhou meu pau, sorveu a baba e foi depositar junto com sua saliva no meu cu. Repetiu algumas vezes o mesmo procedimento, me fazendo delirar e engolir a rola de Marcos. Rafael então se levantou, encostou a cabeça do pau no meu cu e começou a meter. Enfiou tudinho e disse: "Meu que cu gostoso! É rodado mas é bom!" E passou a meter cadenciado e aumentando aos poucos. Marcos segurava minha cabeça e socava a rola na minha boca.

Rafael ia metendo gostoso, eu gemia e rebolava. Não demorou muito e ele tirou o pau do meu cu. Rancou a camisinha e lavou minhas costas de porra. Marcos me pegou, colocou sobre a mesa, apoiou minhas pernas nos ombros, plastificou o pau e meteu tudo de uma vez.

Marcos bombava forte e rápido, meu cu já não fechava mais, só sentia o pau entrando e saindo gostoso. Ele me xingava de viado, cu frouxo, puta gostosa e dá-lhe rola. Marcos pegou meu pau e começou a me punhetar enquanto me comia. Rafael já tava de pau duro de novo e pôs o pau na minha boca pela lateral da mesa. Chupava um, dava pra outro, enquanto era violentamente metido e punhetado.

De repente começo a sentir meu pau formigar, começo a gozar, o primeiro jato vai direto na minha cara, Rafael começa a se punhetar, travo o cu gozando. Marcos segue metendo ainda mais violentamente, Rafael começa a gozar na minha cara, abro a boca e experimento um pouco de sua porra.

Marcos tira o pau da minha bunda, me põe no chão de cimento queimado e começa a gozar sobre meu corpo, fico melecado de tudo quanto é jeito. Ele ajoelha e esfrega seu pau gozado na minha cara, Rafael segue o irmão e faz o mesmo, um de cada lado. Quando menos espero Rafael começa a mijar em mim, seguido por Marcos, eles mijam em mim e neles mesmos. Começo também a mijar, em mim, neles, até ficar uma poça sob nossos corpos. Terminada a seção de mijo, eles entreolham e espalmando as mão no alto se cumprimentam dizendo: "Fudemos o viadinho da família!"

Olho para eles ainda deitado sobre o mijo, aperto seu paus já moles e digo: -"E se quiserem tem mais!"

Passamos o resto da noite brincando, e eu sempre levando vara. Pela manhã apagamos os vestígios, inclusive jogando as camisinhas no rio, e voltamos para a cidade na hora do almoço. E assim termina mais esta história da minha vida, só troquei os nomes. Beijos a todos.


Por gostoso_como_lasanha@hotmail.com

 

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Não gosto

Sinceramente acho esse conto só mais uma história de um afeminado,que sofre preconceito,e passa o tempo escrevendo contos modificando trechos pra ficar excitante e menos constrangedor pra ele e pro leitor.
Não gostei do conto,mas gozei e isso é tudo. rsrs

no rio

no rio

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