Casal
Os relatos abaixo foram feitos em meu consultório psiquiátrico por um casal que fez terapia comigo durante algum tempo. Costumo gravar todas as seções de terapia de meus clientes e resolvi escrever esses relatos, por serem muito interessantes e inéditos.
Meus pacientes procuraram-me para que os ajudasse a resolver um problema que os afligia. Resolvi aceitar o caso e recebia-os separadamente uma hora por semana.
Transcreverei o que disseram literalmente, conforme me foi contado, mudando-lhes os nomes para resguardar suas identidades, mas antes farei uma descrição de ambos para que o leitor possa imaginá-los durante a leitura:
Monique tem hoje 25 anos, mas na época dos fatos que narrarei tinha 22 anos. É magra, muitíssimo bonita, dona de um corpo maravilhosamente bem proporcionado, de seios médios e bastante rijos, pernas longas e bem torneadas em seus 1.71m de altura, coxas maravilhosas e, acima de tudo, um bumbum arrebitado, carnudo e rijo de fazer inveja a qualquer mulata, embora seja branca de cabelos castanho escuros e olhos verdes.
Jorge tem hoje 29 anos, na época, 25. Tem 1.80m aproximadamente, sempre foi esportista e portanto possui um físico bem trabalhado. É um empresário de sucesso e, apesar de jovem, ganha muito dinheiro em seu ramo de negócios. Pode-se dizer que é um homem bastante bonito, embora tenha umas entradas acentuadas na testa, sinal de que a calvície logo o atingirá com severidade.
Formam um casal bastante bonito. Procurarem-me para que os ajudasse com um problema conjugal que tinham e certamente serão ainda muito felizes, já que o problema deles, conforme passarei a contar, parece estar superado.
-14/04/1992- Jorge
- Casados há dois anos, nossa vida sexual já estava muito fraca. Tínhamos relações uma ou duas vezes por semana em média, raramente com algum entusiasmo. Mas vivíamos bastante envoltos em nossos problemas do dia a dia para dar muita atenção a isso.
No entanto, um dia fomos jantar fora eu, minha esposa e um casal de amigos. No restaurante, tive uma discussão com minha esposa por um motivo bobo qualquer e ela saiu da mesa irritada dizendo que ia ao banheiro.
O tempo passou e ela não voltava. Quando já fazia meia hora que ela saíra, resolvi ver o que estava acontecendo e fiquei roxo de raiva quando a encontrei de pé ao lado do bar, conversando com um sujeito, no maior papo e rindo muito.
Ao ver-me, Monique ficou meio sem jeito, disse alguma coisa ao sujeito e veio em minha direção. Durante o resto da noite, mal nos falamos. Só o que eu queria era chegar logo em casa e dizer a ela tudo o que estava entalado na minha garganta.
Nossos amigos nos deixaram em casa, me despedi e entrei na frente, ela ficou um pouco falando com a esposa de Claudio. Servi-me de um uísque e sentei no sofá, de frente para a porta aberta. Podia ouvir minha mulher lá fora ainda falando alguma banalidade.
Minha cabeça começou a pirar. Fiquei imaginando pela primeira vez na vida, se minha esposa me traía. Seria ela capaz? Seria possível?
Ódio e insegurança me invadiam. Sentia que podia matá-la naquele instante.
Então Monique entrou, fechou a porta e com a graça costumeira com que se move, aproximou-se do bar, serviu-se de um uísque e sorrindo marota, aproximou-se.
- Fale, querido, - disse com ar de paciência. - Sei que você quer me dizer algo, então vamos acabar logo com isso.
Olhei para ela, seu rosto delicado e honesto de sempre, agora parecia chamar-me de idiota. Olhei para seu decote profundo que acentuava-lhe os seios, suas pernas cruzadas à minha frente com músculos esticados pelo uso de saltos altos, dando-lhes formas eróticas.
Imaginei se outro homem já havia colocado as mãos naquelas pernas. Comecei a imaginá-lo alisando-as, lambendo-as, abrindo-as.
Mas subitamente, a raiva intensa que eu sentia foi se transformando em outro sentimento e quase que involuntariamente atirei-me sobre ela, arranquei seu vestido com violência, sua calcinha, seu sutiã e passei a beijá-la com desejo e intensidade.
Depois a excitação foi aumentando ao mesmo tempo em que meus movimentos tornavam-se mais controlados, mais delicados, mais suaves e passei a beijar todo seu corpo com um amor e um desejo que nunca antes experimentara. Ela estava adorando visivelmente a forma como eu a tocava.
Eu a penetrei com cuidado e novamente os movimentos foram se intensificando até atingir o ápice, onde ela gozou alucinadamente por um longo período. Só então me permiti explodir dentro dela em um orgasmo como nunca antes experimentara.
Ficamos alí no sofá por um longo período, calados, abraçados, ausentes.
Então ela quebrou o silêncio:
- O que foi isso? - Disse com carinho na voz.
Olhei para ela. Todo ódio havia se dissipado, mas nada pude dizer. Apenas levantei-me, pegando-a pela mão, fui para o quarto. Ela foi ao banheiro e começou a tirar a maquiagem em frente ao espelho. Comecei novamente a observá-la alí, nua e de costas para mim, ligeiramente curvada sobre a pia e novamente imaginei outro homem beijando aquela bunda, as curvas de suas costas, beijando seu pescoço. E novamente senti ódio, e novamente o ódio transformou-se em desejo.
Transamos três vezes naquela noite, com um prazer que nunca antes havíamos sentido. Foi aí que comecei a perceber que imaginar minha esposa com outro me machucava e, ao mesmo tempo me excitava como nada mais o fazia. Durante um longo tempo, sempre que transávamos eu a imaginava com outro e meu prazer se intensificava. Após alguns meses, contei a ela.
-16/04/92- Monique
Algumas de minhas amigas traem seus maridos descaradamente e vangloriam-se disso. Eu sempre me orgulhei de minha fidelidade. Não sentia a menor necessidade de ter outro homem que não fosse Jorge. No entanto, um dia estava distraída e bati na traseira de um homem parado no semáforo.
Preparei-me para ouvir um monte de palavrões, mas o homem desceu, perguntou se eu estava bem, e foi extremamente gentil comigo.
Espantei-me com aquilo e reparei que ele era extremamente atraente, bem vestido e educado.
Trocamos telefone para acertarmos o conserto de seu carro, mas ele nunca me ligou, o que também achei impressionante.
Por coisa do destino, cerca de dois meses depois, encontrei-o no super mercado, fazendo compras. Ele aproximou-se e me cumprimentou com um maravilhoso sorriso. Conversamos um pouco sobre a batida e as compras e ele me disse que seu nome era Gilberto, era separado, tinha 35 anos e fazia suas próprias compras. Fiquei envolvida, mas despedi-me e fui para casa. Uma hora depois ele me ligou e disse que ficara muito atraído por mim e que gostaria de me ver novamente.
Relutei um pouco, disse que era casada, que amava meu marido, etc,etc. e ele convenceu-me a encontrá-lo em um restaurante no dia seguinte, dizendo que seria só aquela vez, que nunca mais eu o veria.
De certo modo, achei que devia isso a ele, por sua gentileza e caráter, ou talvez essa tenha sido a desculpa que dei a mim mesma. O fato é que fui encontrá-lo e depois, envolvida pelo clima que ele criou, fomos a um motel.
Encontrei-me com ele umas cinco vezes, mas terminei por me sentir culpada e rompi com aquele relacionamento definitivamente.
Só o vi mais uma vez, meses depois em um restaurante, sentado no bar. Ficamos conversando um pouco e meu marido apareceu.
Fiquei gelada e achei que Jorge tinha percebido alguma coisa, que iria me esfolar viva. Mas, ao contrário, naquela noite ele se tornou o melhor amante que uma mulher pode ter. Tratou-me como uma jóia, amando-me como um louco e um romântico ao mesmo tempo. Nossa vida sexual melhorou muito, mas eu não sabia o porquê, até que ele me explicou que ficara excitado ao me imaginar com outro homem.
Fiquei perplexa, envergonhada e até mesmo um pouco ressentida com aquilo. Mas depois comecei a imaginar como seria trair Jorge novamente, com seu consentimento e joguei com ele para ver o que acontecia.
Uma noite, na cama, enquanto transávamos, confessei a ele que o havia traído. Falei de forma genérica, assim se ele ficasse bravo, diria que apenas havia dito aquilo para excitá-lo.
No primeiro momento, Jorge pareceu realmente ficar furioso, a expressão de raiva em seus olhos fazendo-me estremecer. Mas depois ele foi ficando mais e mais doce, mais manso e mais excitado.
Daí em diante, todas as vezes que transávamos eu falava nisso. Contava detalhes de como eu havia tocado em Gilberto, de como ele havia me tocado, das coisas que havíamos feito. Por vezes até inventava coisas. E Jorge se tornava mais homem, mais animal, mais caloroso e ao mesmo tempo, mais gentil, mais amoroso, mais apaixonado.
Foi assim que descobrimos uma nova forma de prazer sexual que entrou em nossas vidas de forma intensa.
Com o tempo, a coisa foi acalmando, diminuindo de intensidade. Por um lado, Jorge não parecia mais tão satisfeito apenas em imaginar-me com outro. Por outro, havia um desejo mútuo de mantermos aquela maravilhosa excitação recém descoberta. Numa noite, ao chegar em casa, abraçou-me, beijou-me e disse que queria me ver com outro homem. Queria eu ligasse para Gilberto e transasse com ele para que Jorge observasse.
Relutei por uma semana, dizendo que aquilo era absurdo, que não era possível... mas acabei cedendo, tamanha a intensidade de seus pedidos.
Gilberto entrou pela porta usando uma calça branca de linho e uma camisa marrom escura. Era muito alto, forte e seu rosto sereno e forte dava-lhe um charme quase irresistível. Olhar para aquela figura máscula e segura fazia-me desejar entregar-me imediatamente.
Ele aproximou-se, beijou-me carinhosamente, segurando-me pela nuca, seus braços fortes envolvendo-me.
Minha sala tem uma parede de vidro que dá para o jardim onde há uma piscina. Jorge estava escondido na vegetação perto da porta e tinha visão total da sala. Comprara quatro aparelhos de escuta, desses de detetive, e colocara em pontos da sala para escutar a conversa por um fone de ouvidos.
Eu havia preparado um jantar a luz de velas e convidara Gilberto, dizendo que Jorge estava viajando a negócios. Disse que estava com saudades e queria revê-lo.
Eu usava um vestido vermelho comprido e bem decotado, com uma abertura lateral em ambos os lados, que deixava aparecer as pernas até o meio da coxa, especialmente ao andar ou sentar. Usava uma cinta-liga vermelha e meias da mesma cor, um sapato de salto alto e um colar de pérolas e um par de brincos que foram da avó de Jorge. Ao usá-los imaginei que efeitos causariam em meu marido.
O jantar transcorreu normalmente, eu e Gilberto falando de amenidades, de casamento, e já no final, de sexo.
Mal havíamos acabado a sobremesa, Gilberto olhou fundo em meus olhos e percebi quanto desejo havia nos seus.
- Me mostre os peitos. - disse ele.
Fiquei alguns instantes hesitando e olhei de ralance na direção do jardim. Em minha mente, pensava em Jorge alí, sentado na terra, desconfortável, enquanto eu...
Na verdade, eu sabia que até alí, a coisa toda não passava de imaginação, de fantasias e que a partir daquele gesto, tudo seria real.
Gilberto interpretando mal minha hesitação, acrescentou:
- Ora, não precisa ter vergonha de mim, não é? Afinal, já faz algum tempo que não nos vemos, mas eu ainda sou o mesmo.
Olhei novamente para ele e encontrei um delicioso sorriso franco e maroto. Sorri e minhas mãos dirigiram-se lentamente para as alças do vestido, afastando-as para o lado e depois para baixo. Meus seios surgiram lentamente diante dos olhos de Gilberto que foi ficando sério e com ar de desejo. Então coloquei as mãos sob os seios e os forcei um pouco na direção dele. Meus seios são, modestia à parte, muito bonitos e firmes e, ao fazer isso, ficaram mais empinados, os mamilos saltados na direção de Gilberto, como se apontassem para ele convidativamente. Uma vez que estávamos à mesa de jantar, de frente um para o outro e de lado para os vidros do jardim, Jorge devia estar vendo, à luz tremulante e fraca das velas, apenas o contorno do perfil de meus seios sendo oferecidos por mim àquele homem. Senti um misto de vergonha e pena ao imaginar o que ele estava sentindo, mas logo isso começou a me excitar: Estava prestes a entregar-me a outro homem bem diante dos olhos de meu marido!!!
Gilberto olhava fixamente para meus peitos, como se quisesse guardar a imagem deles para sempre em sua mente. Então comecei a acariciar meus mamilos lenta e circularmente, fazendo-os ficar mais rijos e saltados ainda.
Depois de algum tempo, empurrei cuidadosamente a toalha da mesa com tudo o que havia sobre ela para o lado. Assim ele podia ver minhas pernas através do tampo de vidro. Descruzei as pernas afastei os joelhos e comecei a erguer o vestido lentamente. Aos poucos os olhos de Gilberto foram tendo acesso às minhas pernas, à minhas coxas e, quando recolhi o tecido todo à altura de minha cintura, estando sem calcinha, à minha vulva que já estava úmida de excitação, imaginando o que Jorge estaria sentindo.
Quanto mais eu me expunha, mais sabia que ele estava odiando e adorando aquilo e mais eu me sentia uma maldita cadela devassa, o que confesso que me excitava como nunca.
Fiquei um tempo rebolando sentada, as penas abertas, exibindo minha pombinha para aquele macho que só faltava babar. Então, escorreguei para debaixo da mesa e engatinhei até suas pernas, lenta e languidamente, olhando para seu rosto através do vidro.
Minhas mãos tiraram seus sapatos, suas meias e acariciaram seus pés. Depois subiram por suas pernas até se encontrarem sobre o membro que pulsava sob os tecidos, totalmente rijo. Lentamente, abriram seu cinto e sua calça, puxando-a juntamente com a cueca, até sair pelos pés.
Minhas mãos pousaram sobre suas coxas, acariciando seus pêlos másculos, enquanto minha boca aproximava-se solitária para lambiscar sua tora grossa perto da glande, fazendo o homem gemer deliciosamente.
Passei a lamber seu membro de leve durante algum tempo e ele pedia para eu enfiar na boca, mas eu não obedeci. Estava escuro e longe demais.
Saí debaixo da mesa, dei um beijo molhado em Gilberto e tirei sua camisa, acariciando-o e comentando como seu corpo era delicioso, como seus músculos eram fortes, como seu pau era gostoso.
Gilberto tentou algumas vezes tomar o controle da situação e me agarrar, mas não deixei. Eu é que queria ser a dona da situação, fazendo tudo por minha vontade, para que Jorge visse.
Puxei-o até a sala de estar, ascendi um abajur que há a um canto, iluminando o ambiente o bastante para que tudo pudesse ser bem observado, e ficamos bem próximos do vidro, de lado para ele, numa parte com bastante vegetação, onde eu sabia que Jorge devia estar. Assim, estava a menos de um metro e meio de meu marido, diante de um homem completamente nu, dono de um vigoroso cacete duro. Beijei-o calorosamente.
Fui descendo e beijando seu corpo, até ficar ajoelhada diante de seu membro que apontava para mim, sedento. Abocanhei-o e passei a sugá-lo com toda maestria que possuía, parando vez por outra, somente para comentar como gostava daquilo, que aquele pau era delicioso e que chupá-lo era divino. Eu estava tão excitada, que meu líquido vaginal escorria por minhas coxas.
Gilberto gozou profusamente em minha boca, a porra esguichando em minha garganta. Engoli tudo e o que escorreu eu apanhei com os dedos e lambi avidamente, olhando para cima a expressão de tesão em seu rosto.
Gilberto nem esfriou. Ergueu-me e terminou de tirar meu vestido, passando a lamber todo meu corpo, meus seios, minha barriga, minha virilha, minha vulva.
Abri um pouco as pernas para facilitar-lhe o acesso e atingi meu primeiro orgasmo ali mesmo, de pé, segurando-o pelos cabelos e pressionando meu clítoris contra seu rosto. Insaciável e percebendo que sua masculinidade estava novamente pronta, deitei sobre um “puf” e escancarei as pernas.
- Vem meu tesão. - Falei. - Vem que sou tua.
Gilberto aproximou o membro ainda rijo de mim e me penetrou lenta e firmemente, segurando em minhas pernas. Eu estava ensopada, pronta e desejosa, então a penetração foi fácil e profunda. Logo ele me virou e penetrou-me por trás, da forma como preferia. Eu sentia aquele instrumento bombeando dentro de minha vagina cada vez com mais força, segura fortemente pela cintura e gozava profusamente, gritando, gemendo e pedindo mais.
Nem sei quantos orgasmos tive antes dele gozar novamente, caindo sobre mim. Mas foram muitos.
-Jorge-
Assim que a porta bateu, saí de meu esconderijo e entrei na sala. Tentei esconder as lágrimas que haviam ainda em meus olhos, mas ela notou. Aproximou-se de mim e, abraçando-me, me encheu de beijos, começando a chorar também.
Eu masturbara-me duas vezes enquanto os assistia através do vidro, num misto de ódio e prazer indescritíveis. A dor causada pelas cenas e pelo que eu escutara tinha sido terrível, mas a excitação que eu sentia era monstruosamente deliciosa.
Durante dias nossa vida sexual tornou-se incrivelmente intensa, embora nós não comentássemos o que havia acontecido, exceto na cama, durante o ato. Chegamos a ter três relações por dia, em média, durante mais de dez dias.
Gilberto ligou inúmeras vezes para Monique, mas ela o dispensou de vez. Disse-me que me amava e que não seria boa idéia manter contato fixo com outro homem, o que concordei prontamente, já que Gilberto era no mínimo, um homem realmente envolvente.
Porém logo minha imaginação começou a agir e comecei novamente a pedir a Monique que encontrasse outro homem.
Mas Monique resistia à idéia de ficar procurando homens por aí. Acabamos brigando um dia por causa disso e fiquei muito desapontado. Comecei a trata-la mal, sendo rude e estúpido como nunca havia sido antes, como se ela fosse culpada pela minha frustração. Ela reagiu a isso com raiva e ficamos em um clima horroroso. Nossas transas tornaram-se raras e com pouco prazer.
Até que Monique me ligou um dia no escritório e disse:
- Chegue mais cedo hoje e me espere escondido no jardim. - Havia um pouco de resignação em sua voz, como se ela sentisse que se sacrificava por mim.
Como da outra vez, coloquei as escutas e esperei na sala até ouvi-la chegar de carro e entrar na garagem. Então fui para o meio das folhagens.
Pelo tom das risadas de Monique, percebi que ela tinha bebido um pouco além da conta. Ao entrar na sala, fiquei gelado. De mãos dadas com ela, entrou Tarso, um professor de Tenis do Clube que frequentamos e que é famoso por comer todas as mulheres de lá, casadas ou não. Certamente no dia seguinte contaria a todos sua nova conquista e eu passaria a ser visto por todos como mais um corno. Monique estava com raiva de mim e fizera mesmo de propósito, era óbvio. Assim, só me restava acabar com tudo ali, naquela hora e para sempre, ou levar a coisa adiante e manter minha fantasia.
Tarso era declaradamente um cafajeste e se orgulhava disso. Eu próprio o ouvi dizer inúmeras vezes como tratava as “cadelas” finas daquele clube, que os educados sócios não sabiam como satisfazer uma mulher.
Ele serviu-se de um uísque, depois aproximou-se de Monique que estava de pé, encostada no encosto do sofá. Olhou em seus olhos, virou o uísque de uma vez só, atirou o copo na parede numa total demonstração de desrespeito por minha casa, segurou-a pelos cabelos atrás da nuca e a beijou com violência. Depois afastou-se um pouco e enfiou uma mão sob a minissaia de minha esposa, olhando-a fixamente nos olhos.
- Quero que você me mostre a vagabunda que existe dentro de você. - disse ele. E Monique permaneceu olhando-o calada, apenas abrindo mais as pernas. Então ele levantou sua saia até a cintura e rasgou sua calcinha, jogando-a longe, abaixou-se e passou a chupar minha mulher que até então parecia um boi no matadouro. Mas o pilantra devia saber bem o que fazia pois aos poucos ela foi se abrindo mais e mais, até colocar uma das pernas sobre seu ombro, cada vez mais excitada, visivelmente deliciada com o trabalho daquela boca, dois dedos auxiliando no trabalho, entravam e saiam.
O sujeito esperou até que ela gozasse. Então deitou-a no chão e penetrou-a com força, de uma só vez, fazendo-a gritar. Ficou um tempo assim fodendo-a selvagemente, depois mandou em uma voz alta e autoritária que ela ficasse de quatro. Novamente a penetrou de uma só vez, indo fundo, uma mão na cintura, outra agarrando-a pelos cabelos e puxando sua cabeça para trás cavalgando-a severamente. Ao contrário do que seria de se esperar, Monique gozava visivelmente e pedia mais força, à medida que as estocadas de Tarso se tornavam mais fortes. Então ele soltou seus cabelos e ergueu-se um pouco, ficando apoiado sobre os pés, as pernas fortes de esportista, dobradas e abertas para mantê-lo na altura dos quadris dela, suas duas mãos apoiadas logo acima de suas nádegas, todo seu peso sobre ela, os movimentos intensos e poderosos raspando os joelhos dela no carpete. E ela gozava e gritava como louca, enquanto ele dizia-lhe que era assim que se fodia uma vagabunda.
Assim que gozou, ele levantou-se e foi até o lavabo sem sequer dizer-lhe algo, ignorando-a como se ela fosse a mais vil das rameiras de um prostíbulo barato.
Monique rolou para o lado e ficou um tempo deitada, como que sentindo ainda o misto de dor e prazer que sentira, depois pôs a mão nos joelhos e viu que estavam sangrando, um pouco de esfolados. Sentou-se para olhar melhor e estava assim quando Tarso entrou e deu uma gargalhada:
- Quero ver você explicar isso pro seu marido. - Falou.
Mas Monique levantou-se e calmamente explicou:
- Não se preocupe. Aquele trouxa nem vai notar. Qualquer coisa eu caí.
Tarso já estava vestido e pronto para ir embora, deixando clara a única razão que o trouxe ali. Na verdade nem se despira, apenas havia abaixado ligeiramente as calças para o ato. Mesmo assim, ela aproximou-se dele, passou os braços em torno de seu pescoço e, pendurando-se de leve, o beijou. Sua saia ainda estava soerguida e pude ver que ele segurou fortemente suas nádegas com ambas as mãos, apertando-as e abrindo-as enquanto retribuia o beijo, depois estendendo o dedo médio da mão direita e introduzindo a ponta em seu ânus.
Monique soltou-o de pronto e disse:
- Aí, não.
Tarso pareceu ficar mais interessado:
- Que é, vai querer dar de santa, agora?
Mas Monique disse-lhe que nunca conseguira fazer anal e que, embora eu tentasse inúmeras vezes, jamais conseguira sequer colocar a cabeça alí.
Então ele riu ruidosamente.
- Ora, quem diria? Uma virgem. Confesso que do jeito que você se ofereceu para mim hoje, como uma boa sem vergonha, jamais poderia esperar isso.
E monique reafirmou o que de fato era a pura verdade.
Então ele segurou-a com mais delicadeza do que antes e perguntou se ela gostaria de vê-lo novamente, ao que ela disse que sim.
- Então, - disse ele. - Vá ao clube amanha e eu vou te dar uma coisa. Mas você tem que me jurar que eu serei o primeiro, aconteça o que acontecer. Monique concordou.
Logo que Tarso saiu, aproximei-me de Monique e tentei beijá-la. Mas ela apenas me olhou com desdém, disse que estava bem satisfeita e que queria dormir, indo para o quarto.
Sentei-me no sofá desconsolado, sentindo-me mal. Mas logo todo aquele sentimento foi-se transformando em excitação e passei a me masturbar e gozei soltando urros de prazer. Quando olhei em direção ao quarto, Monique me observava a distância com um sorriso maldoso no rosto.
- Monique -
Eu havia dito aquilo por estar ainda com raiva dele, mas assim que entrei no quarto pensei que no fim eu é que tive prazer com aquilo tudo. Tarso era um animal, mas tinha sido bom ser possuída daquela forma. Fiquei com remorso e resolvi voltar para a sala. Mas Jorge masturbava-se com gosto e compreendi que ele devia ser uma espécie de masoquista e que quanto mais eu o torturasse, mais prazer ele sentiria.
Confesso que dentro de mim, naquele instante, uma sensação nova surgiu. Uma força poderosa e perversa que me dava um prazer enorme: Ele gostava de ser torturado daquela forma e estava me obrigando a isso. Pois bem, eu decidia naquele momento que teria o maior prazer possível com tudo aquilo e começava a imaginar como o faria sofrer dali em diante, dando-lhe muito prazer...e começava a gostar da idéia.
No dia seguinte, sábado, Jorge e eu fomos almoçar no clube. Logo que entramos, passamos por Tarso que estava conversando com um senhor vestido com roupas de tênis, provavelmente um aluno. Como eles estavam de costas para nós, não nos viram e continuaram com o papo.
- E eu então montei em cima dela e fui metendo com toda força. - pudemos ouvir ele dizendo ao outro, em alto e bom tom.
Jorge segurou forte em meu braço e passamos do lado deles. Mas dois passos adiante, soltei-me, voltei-me e me aproximei dos dois, deixando Jorge parado atrás de mim, sozinho. Em um tom controladamente alto para que Jorge ouvisse, mas sem exagero para não parecer óbvia minha intenção, falei:
- Professor, eu gostaria de falar com você mais tarde a respeito de umas aulas que gostaria muito de ter.
Tarso olhou para o outro homem e rindo, disse:
- Quando quiser, madame. Estarei na sala dos instrutores ou nas quadras dando aula.
O outro homem então me mediu com seus olhos devoradores e começou a rir ao ver meus joelhos esfolados abaixo da bermuda que eu usava. Tarso também olhou e riu.
- Então está bem. Mais tarde eu te procuro. - E voltei para Jorge que olhou para meus joelhos fingindo não saber de nada. Tão logo saímos dali, Jorge foi ao banheiro. Tinha um ar triste ao entrar e um estranho sorriso ao sair.
Depois do almoço, fui procurar Tarso. Ele me entregou um pacote pequeno e disse que era um consolo especial. Ensinou-me como usá-lo, dando explicações detalhadas e dizendo que me encontraria novamente dentro de uma semana.
Tão logo cheguei em casa, abri o pacote e fui para o chuveiro, conforme ele me instruíra. O instrumento era de látex, não era muito grande, uns oito ou dez centímetros. Era fino como um dedo na ponta e ia engrossando lentamente até quase a grossura de um pênis, para afinar de repente na base e novamente se abrir em uma base larga, fina e mole.
Entrei sob a água e ensaboei bem minhas nádegas e meu ânus. Depois fui introduzindo um dedo lentamente. Senti uma sensação estranha, um pouco dolorosa, então tirei e tentei novamente. Na terceira vez, consegui enfiar toda a ponta sem dor.
Continuando a seguir suas instruções, fiquei ali, movendo meu dedo lentamente, o músculo do meu ânus relaxando-se lentamente. Então senti vontade de fazer cocô e tive que sair logo do chuveiro. Mas não consegui fazer nada, pois já havia ido ao banheiro pouco antes. Isso também fazia parte do que Tarso me dissera e achei graça.
Voltei ao chuveiro e recomecei tudo, dessa vez com mais facilidade. Então passei sabão no consolo e fui introduzindo-o lentamente, até onde deu. Quando sentia dor, tirava, passava mais sabão e ia enfiando novamente. Comecei a sentir uma sensação prazerosa inédita para mim.
Era um misto de prazer, um pouco de incômodo, um pouco de luxuria e muita safadeza. Então comecei a me masturbar com uma das mãos enquanto a outra ia enfiando o instrumento, agachada de cócoras no chuveiro. Introduzi o resto que faltava do instrumento, que se acomodou dentro de mim, a parte mole da base ajeitando-se às formas de minhas nádegas impedindo o instrumento de entrar mais e meu ânus de fechar-se atrás dele. Gozei com aquele instrumento ali. Depois me enxuguei e saí do banho, o consolo colocado.
Conforme instruções de Tarso, eu devia ficar com ele quinze minutos no primeiro dia, meia hora no segundo dia, uma hora no terceiro, duas no quarto, e assim por diante, dobrando a cada dia. Assim, meu esfincter anal iria se acostumando lentamente a abrir-se, até que estaria pronto para ser penetrado, após o sétimo dia, quando eu ficaria dezesseis horas com ele.
Naquela noite contei tudo a Jorge e mostrei a ele o instrumento, que ele examinou. Eu sabia o que ele estava pensando e me deliciava com seu sofrimento. Ele voltou a ser o homem mais apaixonado e gentil do mundo e voltamos a transar com enorme frequência e intensidade. Agora eu sabia como fazer meu homem feliz. E começava a adorar satisfazê-lo.
No sábado seguinte, acordei por volta das oito horas, tomei banho e coloquei o instrumento. Ele já entrava com enorme facilidade e sem dor. Eu quase nem o sentia colocado ali, exceto por uma estranha excitação que causava, um desejo de movimenta-lo. Então me vesti e fui fazer compras no shopping. Comprei um corpete preto com ligas, meias de seda, uma sandália de salto alto. Almocei, fui ao cinema, fiz mais compras. Depois voltei para casa. Jorge fora jogar futebol e chegou às cinco da tarde.
Comentou que alguns colegas de jogo olhavam-no e riam. Logo aproximou-se de mim com desejo no olhar e atirou-me sobre a cama. Amou-me louca e deliciosamente, o instrumento todo o tempo colocado no lugar, o que aumentou muito a sensação de preenchimento ao ser penetrada por Jorge. Imaginei-me com dois homens ao mesmo tempo e gozei loucamente com a idéia.
Naquela madrugada, após tirar o objeto, voltei para a cama, o ânus latejando um pouco, meio dolorido, meio desejando mais. Jorge então veio mais carinhoso que nunca e passou a mão ali. Fui para trás.
- Ora, meu amor... - disse ele. Eu sou seu marido.
- Mas eu prometi que Tarso seria o primeiro e vai ser. Afinal, foi ele quem me preparou para isso. Você sempre foi um tonto que só sabia me machucar.
Dentro de segundos, Jorge transformou-se no mais dedicado amante do mundo e fez-me gozar alucinadamente inumeras vezes, com uma dedicação ímpar.
No meio daquele prazer intenso, acrescentei:
- Você nunca vai me comer atrás. Nunca!!!
A excitação de Jorge aumentou enormemente. Vi em seus olhos toda a dor e prazer do mundo enlouquecendo-o, então continuei, também eu enlouquecida de tesão:
Vou dar o cú para todo homem com quem eu transar. Todos que desejarem vão me ter assim. Menos você. A todos eu me entregarei inteira e você vai me ver ser possuída de todas as formas possíveis. Mas eu jamais serei sua completamente. Esse é seu castigo, é sua glória e sua maldição.
No domingo, fiz o cabelo, as unhas, depilei-me inteira com cera quente, inclusive o ânus, e preparei-me para a grande noite, com ansiedade de noiva.
Às oito horas, conforme combinado, eu estava maquiada e vestida com esmero, perfumada e pronta.
Mas Tarso não aparecia. Somente por volta das nove horas o telefone tocou.
- Jorge -
Eu e monique já estavamos nervosos quando Tarso ligou. Ela atendeu o telefone e fez sinal para que eu ficasse calado pois era ele.
- É, eu estou esperando, sim. Fiz, fiz tudo como você mandou. Não, eu não estou de calcinha. É, é preto, sim. De sandálias também. É, bem altas, salto 10.
- Porque?
- AH, você tá brincando, né?
- Não faz mal, traz ele também. Pode!
- Ah, a gente vai pra outro quarto, sei lá.
- Tá bom. Quanto tempo? Tá. Não, não precisa se trocar. Não, você toma banho aqui. Tá. Estou esperando.
E desligou.
- Ele queria desmarcar porque está com um primo do interior que veio procurar emprego em São Paulo e está com ele no clube. Mandei ele trazer o cara junto!
- Mas você não vai transar no quarto, vai? Pelo menos eu quero ver. - disse eu.
Ela me olhou um tempo, como se pensasse seriamente no assunto.
- Prometa, meu amor. Por favor?
Então ela abriu um sorriso enorme de satisfação.
- Está bem, eu prometo.
O primo de Tarso era muito mais magro que ele e bem mais baixo, o rosto vincado de trabalho, embora não pudesse ter mais que trinta anos. Tinha um sotaque carregado de caipira e usava roupas simples. Tarso estava vestido com as roupas que usara o dia todo para dar aulas, cheias de poeira do saibro das quadras e suadas.
Monique foi incrivelmente cortês com os dois homens, sentou-os na sala e serviu-lhes uma bebida, preparando um Martini para si.
- Seu primo é bem simpático, disse ela após algum tempo, dando risada de uma piada que Juca contara.
Tarso então resolveu começar o jogo. Olhou diretamente para ela e disse:
- É mesmo. E eu contei para ele que você é uma piranha “safada prá caralho” e que eu vou estrear seu rabo hoje.
Fiquei meio chocado com o modo como ele falou. E obviamente sua intenção era chocar Monique também. Mas ela deve ter percebido e não quis entregar os pontos de cara. Ao contrário, resolveu entrar no jogo com tudo, para espanto dos dois e para desespero meu.
Ela olhou para o primo, deu um sorriso maroto e disse:
- É verdade. E vai ser aqui, na sua frente. - Disse e olhou para Tarso que sorriu de leve.
O caipira ergueu as sobrancelhas em espanto e ela acrescentou na maior calma:
- E se você ficar interessado, quem sabe depois pode esperimentar também.
- Tá vendo, Juca, - disse Tarso. Eu não disse que essas madames são as maiores putas da Terra?
O matuto nem respondia. Apenas olhava fixamente para Monique como se visse uma assombração, o que era natural pois um homem simples como ele jamais sonharia em ter uma mulher tão bela, delicada e fina como a minha.
- Eu vou te mostrar. - Completou o professor, chamando-a para junto de si e mandando que ela ficasse de pé diante dos dois.
Monique usava o mesmo vestido preto que usara com Gilberto, longo e aberto até o meio das coxas dos dois lados.
Tarso abaixou-se e passou a mão no pé delicado de Monique, carinhosamente. Depois foi subindo pela perna e pela coxa lisa, a mão entrando por baixo do tecido como se conferisse instruções previamente dadas. Então ele virou-a de costas para eles. O caipira observava calado e esfregando as mãos, nervoso. Sentados lado a lado como estavam, os quadris de Monique ficavam bem à altura de suas cabeças, a menos de meio metro de distância.
Então ele apanhou a barra do vestido e ergueu-o até a cintura dela, revelando sua bunda arrebitada e maravilhosa diante de seus olhos.
- Curve-se, piranha, que eu quero ver o seu cú. - Disse Tarso com um tom entre o desprezo e o desrespeito puro.
Monique afastou um pouco os pés e colocou as mãos nos joelhos, cuvando-se para a frente, o que arrebitou ainda mais sua linda bunda, oferecendo-a completamente aos olhos dos dois homens.
Tarso prendeu o vestido na cintura dela e, com uma mão de cada lado, abriu as nádegas de Monique.
- Bom, disse ele. - Depois lambeu um dedo e enfiou. De longe eu apenas podia ver seu dedo desaparecer em meio às nádegas de monique que fechou os olhos e gemeu baixinho de prazer.
- Tá vendo como ela gosta, Juca? Olha, põe a mão na racha dela e vê se já não tá molhada.
O roceiro pos a mão com hesitação no meio das pernas de monique que estremeceu e puxou o ar num “ssssss” de prazer.
Então o tal Juca riu alto e disse:
- E né que tá moiada, a safada! Ó, Ói, como tá moiada! Eta, que eu quero pô nessa coisinha delicada! - E deu pulinhos no sofá, excitado.
Então, Tarso tirou a mão dela, soltou o vestido preso na cintura e segurando nas duas partes da abertura lateral, rasgou-o até em cima, atirando-o longe, depois.
Monique tomou um susto e se ergueu novamente. Adorava aquele vestido e vi quando seus olhos desapontados observaram os restos de pano sendo atirados do outro lado da sala. Mas nada falou. No dia seguinte fez-me ir comprar outro vestido igual, dizendo que aquelas fantasias eram minhas e que eu era responsável. Concordei, é claro.
Tarso mandou que Monique tirasse todos os objetos que haviam sobre a mesinha de centro, bem em frente dos dois homens e se deitasse nela. Depois disse-lhe para abrir bem as pernas e erguê-las, segurando as coxas. Monique abraçou as pernas dessa forma, ficando totalmente escancarada. Eu sabia que naquela posição, não só sua vulva mas também seu ânus ficavam expostos completamente.
Sentado no chão do jardim em meio às plantas e insetos, observei minha amada esposa, que sempre considerei uma santa imaculada, se arreganhando toda para dois estranhos que comentavam sem cerimônia a forma de seus lábios vaginais, como eram juntos e bem carnudos, os lábios internos delicados, a cor rósea do interior. Tarso enfiava um dedo, comentava como estava quente e molhada, riam e depois o outro confirmava fazendo o mesmo e dizendo que era apertada, mas que o outro buraco era mais, cutuando-o também.
- Por enquanto, - disse Tarso rindo. - Por enquanto. - E riam e ficaram assim um longo tempo, humilhando-a como se fosse apenas um pedaço de carne. E ela calada, parecendo gostar.
Mais humilhado ainda estava eu com tudo aquilo. E logo me peguei gozando dentro da calça sem sequer me tocar, melando-me todo em intenso prazer.
Como se não bastasse tudo aquilo, começou a chover. Eu estava com roupas impróprias e já era fim de outono, portanto bem frio. Fiquei ali encolhido observando quando Tarso começou a lamber entre as pernas de minha mulher, lentamente indo de bem embaixo, na altura do ânus, até em cima, entre os pêlos.
A chuva pareceu aumentar ainda mais o prazer de minha mulher que já respirava fortemente enquanto os dois primos se alternavam em lambê-la, ora um, ora o outro passando a língua bem lentamente da parte mais baixa até em cima, como se ela fosse um enorme e derretente sorvete do qual eles não queriam perder nem uma só gota. Ela então segurou com uma mão em cada pé, puxando-os para perto da cabeça, com a intenção de arreganhar-se ainda mais, como se isso fosse possível.
Logo Tarso deixou o primo sozinho em seu trabalho e subiu, passando a sugar seus seios. Monique iniciou uma sucessão intensa e prolongada de orgasmos. Então, Tarso afastou-se e apanhou sua sacola que jazia a um canto. Tirou uma câmera fotográfica e fotografou Monique gozando intensamente na boca do caipira.
Com o flash, Monique ergueu-se assustada e eu também instintivamente me movi.
Mas Tarso disse que daria o filme para ela depois, que tudo era parte da brincadeira, e ela acalmou-se. Eu também voltei a sentar na lama fria que se formava sob mim, sentindo-me as meias já encharcadas.
Tarso estava de pé em frente de Monique que se sentara na mesa, o primo voltando a sentar no sofá.
Então ele tirou a roupa, sentou-se ao lado do primo e com uma das mãos segurou o pau rijo, empinando-o para cima e fazendo menção para que ela se aproximasse.
Monique ajoelhou-se em frente a eles e abocanhou o membro com delicadeza. O caipira empurrou a mesa para longe e abaixou-se atrás dela, voltando a chupá-la. Logo ela estava soltando ruídos de prazer, ensurdecidos pelo cacete que aprofundava-se em sua garganta para depois voltar até os lábios e entrar novamente.
Quando Tarso gozou chamando-a de puta imprestável, de vagabunda de luxo, de rameira dourada, Monique não deixou que saísse uma só gota de seu sêmen da boca, engolindo tudo.
Então, virou-se de frente para Juca que estava erguido de joelhos e disse:
- Agora é sua vez. E abriu as calças do caboclo que ficou de pé para tirar a camisa e facilitar que suas calças, seus sapatos e meias fossem tirados. Quando Monique abaixou a cueca do homem, até Tarso ficou surpreso: Uma tora enorme e grossa saltou em direção ao teto, dura como aço. Era a coisa mais enorme que eu já vira e pulsava ligeiramente.
Monique ficou olhando aquele mastro como se fosse algo sobrenatural e passou a lambê-lo ávida e languidamente, das bolas até a glande, engolindo-o o mais fundo que conseguia e novamente descendo até as bolas.
O peão dizia coisas incompreensíveis e gemia e punha a mão desajeitadamente nos cabelos de Monique e tirava as mãos, pois não sabia o que fazer com elas.
O modo como Monique tratava aquele caralho causou-me ciúmes profundos. Visivelmente ela adorava aquele mastro como a uma divindade. E eu reparava como era estranha uma figurinha tão magra e franzina daquelas com um instrumento tão desproporcional.
Foi então que Tarso, excitado com a cena, aproximou-se por trás de Monique, o membro já ereto novamente. Apanhou uma latinha de vaselina no bolso do short que jazia ao lado do sofá passou a lubrificar o rabinho da garota e seu próprio membro.
Monique, agora já acostumada com o toque ali, sentiu prazer e começou a rebolar ligeiramente, sincronizando o movimento com os da sua boca que trabalhava no outro homem.
Tarso posicionou-se e foi forçando lentamente. Forçava um pouco, parava, tirava, tornava a forçar. Monique largou o pau do Juca, fechou os olhos e gemeu seguidamente enquanto Tarso ia adentrando seu membro lentamente em seu rabinho virgem, quando o anel muscular finalmente cedeu. Entrava um pouco, tirava tudo, tornava a enfiar um pouco mais fundo, sempre lenta e firmemente, até que estava todo dentro, bem fundo. Daí passou a bombear com força e cada vez mais forte, segurando-a pela cintura, até que Monique começou a urrar como uma louca e gritar.
O primo vendo aquilo perdeu de vez a timidez. Segurou-a pelos cabelos e com a outra mão na base da pica, passou a bater com a tora em seu rosto com força, chamando-a de vários nomes, de vagabunda para baixo.
Tarso gritava alto para ela frases como:
- ‘Tô fodendo seu cú, piranha! Tá gostando, tá? Olha só como eu te enrabo, cadela. Chupa essa rôla enquanto eu te arregaço o rabo todo!
E Monique gozava e tentava lamber o pau do caipira que ora deixava ela lamber, ora enfiava-lhe até a garganta, para depois tirar e bater com ele na sua cara.
Tarso novamente gozou e saiu de dentro de Monique indo se lavar no lavabo, depois apanhou a câmera e voltou a tirar fotos de Monique que chupava o pau do Juca.
Mas o caipira não a deixou muito assim: Colocou-se no lugar de Tarso, por trás.
- Eu quero é essa bucetinha cheirosa. - disse, e apontou a tora roliça. Quando sentiu que estava em posição, segurou em sua cintura e completou: - Agora você vai ver o que é uma piroca de verdade. E enfiou lenta e cuidadosamente sua rola até o talo, alargando a desacostumada vagina de minha mulher à medida que entrava. Monique gemeu longa e profundamente enquanto ele Usava toda força que tinha para entrar bem no fundo e só quando sentiu que chegara no mais fundo que podia, retirou também lentamente até sair tudo. Depois apontou a pistola novamente e enfiou novamente, dessa vez de uma estocada só, atingindo seu útero com violência e fazendo-a urrar de dor e prazer. Passou a bombear com força e violência, Monique gritando como animal, dizia para ele fodê-la com mais força.
- Me arromba, pintudo, me fode toda, me arregaça. - Os flashes da máquina pipocando seguidamente, de diversos ângulos.
Logo o matuto gozou. Mas nem tirou de dentro, continuando a mover-se com energia. Então, de uma só vez, retirou o cacete melado de porra e secreção vaginal e enterreou-o no rabinho quase virgem de Monique, que gritou de pura dor e tombou sobre o tapete. Esse homem não tinha o tato do outro e machucou-a ao entrar com tamanha rola em seu ânus, embora ele já estivesse alargado pelo primeiro homem e bem lubrificado por sua porra. Tarso aproximou-se bem para mostrar na foto que tirou, que a enorme tora estava enterrada onde estava.
Monique choramingava de dor, mas o matuto parecia nem ligar, deitado sobre suas costas continuava a castigar sua bunda, penetrando em suas entranhas com severidade. Aos poucos, no entanto, pareceu que a dor foi passando e Monique começar a gostar novamente e rebolar.
Então o matuto sentou-se no sofá e Monique sentou de costas para ele, gemendo um pouco quando o membro penetrou seu ânus novamente. Tarso que observava a sena, o membro flácido, resolveu dar uma mão e ajoelhou-se na frente dela, chupando sua xaninha melada sem demonstrar nojo algum.
Logo Monique rebolava e gozava novamente, pulando no colo do caboclo como se cavalgasse um lindo alazão e olhando fixamente para Tarso que lhe retribuía o olhar.
Tamanha excitação contagiou Tarso que ele se ergueu com o membro rijo. Seus olhos foram dos olhos de Monique para sua vagina e voltaram para reencontrar os dela.
Monique apenas fechou os olhos e deitou-se para trás sobre Juca, erguendo os joelhos para cima e para o lado, oferecendo-se num sanduíche.
Tarso aproximou-se, apontou a pica e disse:
- Você é mesmo uma piranha completa. E sem piedade, enterrou a rola de uma vez dentro dela, a câmera ainda nas mãos registrando tudo.
No fim da noite, havia sangue no carpete e no sofá, vindo dos orifícios sofridos de Monique que andou com dificuldade até o quarto, mas dormiu com um intenso sorriso no rosto.
Tarso tirou o filme da máquina e o entregou a Monique antes de ir embora. Porém, ao revelá-lo no dia seguinte, constatei que estava vazio. Tarso trocara o filme, levando consigo o verdadeiro.
Soubemos na semana seguinte que tudo fora parte de uma aposta. Tarso contava a alguns sócios do clube como Monique era devassa e pervertida e disse que ela transaria com qualquer um. Duvidando, os sócios haviam apostado com ele uma quantia bastante alta. O suposto primo era na verdade um faxineiro do clube que passava por ali na hora e que fora escolhido como a prova da aposta.
Tivemos que deixar o clube definitivamente, mas nossa vida sexual tornou-se incomparavelmente maravilhosa depois de tudo aquilo.
E continua assim.
MÁRCIA ROCHA
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o texto é longo mas muito
o texto é longo mas muito prazeroso ao ler cada palavra, parabéns ao passar este relato, pois temos a oportunidade de saber que sexo bem feito é gostoso e prazeroso.
parabéns marcia, vc tb ficou excitadíssima ao ouvir isto ou conseguiu ouvir os relatos como uma psiquiatra?
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