II Fortalecendo - Parte 3

Planejamento de Ações e Redes

 

Construção do Coletivo de Mulheres da ABGLT

Facilitadora: Irina Bacci

 

Iniciou-se com uma dinâmica objetivando o planejamento do Coletivo de Mulheres da ABGLT, abaixo segue a transcrição:

Irina Bacci – Coletivo de Feministas Lésbicas

Como eu disse anteriormente, uma das maiores angústias nossas que fazemos parte da ABGLT e de ter voz, mas a gente quer uma coisa diferente agora, a gente gostaria de além de falar para ser ouvida, a gente não gostaria de falar alto. A gente gostaria que a organização não se percebesse mais como uma estrutura machista que a gente sabe que a ABGLT é, na verdade a sociedade tem essa estrutura machista, na ABGLT não seria diferente e quando a gente fala de redes tudo isso nos remete que a gente é obrigado a formar rede cada vez mais para disputar poder e a gente não se dá conta disso.

Na mesa anterior, e o questionamento da Luana foi esse, não houve na mesa uma fala de mulher, enquanto mulher, porque as trans elas estão em construção e elas estão ainda, não sei quem falou, elas copiam ainda o modelo que nós enquanto lésbicas, e é isso que é ser lésbica, é quebrar todo esse modelo heterossexual de mulher que é obrigada a lavar a roupa, cuidar da outra mulher, enfim, a todo esse binarismo, no sentido de poder, que a sociedade faz, mesmo sendo duas mulheres uma traz o sustento e a outra mantém a casa e a gente inverte toda essa lógica. E aí nesse sentido, eu e outras tantas que estão aqui, a Yone, a Dani, a Denis, a Cris, a Luana, a Yáskara, a Marisa Fernandes, estamos dentro da ABGLT tentando construir o que nós chamamos de Coletivo de Mulheres da ABGLT, cujo objetivo iremos construir aqui.

Imagino que aqui tenha uma maioria de mulheres da ABL, uma parte de mulheres que não se identificam com rede alguma e outro tanto de mulheres que talvez sejam da LBL, ou das redes de lésbicas negras, seja a CANDACE ou a RENALE. Mas na verdade a gente quer algo para além disso, a gente quer unificar nossas necessidades e dentro da ABGLT que é a maior rede da América Latinha da luta das pessoas LGBTT. Então é nela que a gente tem que ter voz, é nela que tem diálogo com o governo, com a sociedade, é através dela que a gente tem que se fazer ouvir e é esse o objetivo e então eu pediria a permissão a Yone, o exercício vai ser em cima da realidade que a gente está querendo construir que é o coletivo de mulheres da ABGLT.

As mulheres que estão aqui estarão participando dessa formalização, pois isso já vem sendo construído a um tempo e quem sabe no domingo lançar uma carta formalizando o nosso coletivo.

A gente vai trabalhar em 3 momentos, no momento inicial, uma música, que eu vou mexer com cada uma de nós tudo aquilo que nos faz sentir inadequado no mundo, depois a gente vai falar sobre planejamento e rede e por fim uma outra música para a gente trabalhar um monte de sentimento e colocar idéias para fora e depois eu quero que a gente congregue tudo e trabalhe isso de uma forma mais afetiva e depois a gente volte confortável para os nossos quartos, para a noite etc..

 

Yone Lindgren – A Marisa Fernandes foi convidada para falar em nome do Coletivo de Mulheres da ABGLT, porque eu dei o nome de Coletivo em homenagem ao coletivo de mulheres lésbicas de São Paulo. Como o meu grande tesão é o Movimento D’ELLAS que é a minha base,o CFL é à base de Marisa por quem eu tenho muito respeito e admiro o trabalho dela. Marisa não pode estar conosco mas mandou um email muito gentil desejando todo o aproveitamento do mundo no nosso Fortalecendo, que é dela também e disse que assinaria embaixo de tudo o que eu decidisse juntas com todas vocês aqui e que nós que somos da ABGLT, ou quem quer ser da ABGLT, assinasse embaixo.

Quando a Irina diz que quem não se sentir a vontade que se retire, eu pediria que ficasse, pois não estamos aqui enquanto rede, estamos aqui enquanto mulheres que se inscreveram e que estão aqui querendo se fortalecer, assim como eu, como Irina e todas nós.

 

Irina Bacci Eu estou passando uma folhinha, é um material que eu elaborei, minha área de atuação profissional é o planejamento estratégico na área da saúde eu coordenei o projeto REDES, similar ao Somos, executado só no estado de São Paulo e elaboramos o material com o intuito de facilitar a capacitação, instruir conteúdo e as pessoas podem levar para as suas bases para auxiliar no planejamento estratégico de seus grupos, pois não é possível objetivar um ideal a ser alcançado sem planejar, sem a gente traçar estratégias, e quando a gente traça estratégias o faz com toda gama de ponto de vista, desde os percalços que a gente vai encontrar as pedras que a gente vai ter que tirar do meio do caminho e os caminhos que a gente vai poder encurtar.

A gente tem que olhar para o cenário, para a conjuntura para pensar em estratégia que nos possam levar mais próximo possível daquilo que a gente quer. Portanto não é o que o movimento quer, não é que o movimento prefere isso ou aquilo, é uma questão de foco e estratégia e a gente quando faz luta política e a Yone falou isso no começo, nós somos políticos, quando respiramos fazemos política e a gente tem que pensar enquanto seres políticos e a gente tem que tratar as coisas nessa ótica. Então, às vezes é preciso recuar dois passos para chegar lá.

Não dá para a gente ficar de fora assistindo o cenário, a gente foca de fora e depois a gente fala concordo ou não concordo, tem uma série de militantes bravos e bravas que estão lá batalhando para avançar. A gente tem crítica, lógico, o CFL sempre teve críticas a ABGLT, mas há 2 anos atrás a gente sentou e resolveu entrar para mudar.

 

Nesse momento se iniciou a execução de uma musica (não nominada)

 

Irina Bacci – Eu acho que a música é muito adequada porque ela fala dos vários sentimentos gerados na mesa passada, aquela historia de “em quem o preconceito dói mais é na minha pele ou na pele da Luana? São nas trans, nas lésbicas, travestis ou nos gays?” Se a gente for olhar para números dói mais nos gays porque são os que mais morrem, em contrapartida são os que mais são visíveis. O Vagner falou, as mulheres são invisíveis e isso não entra em estatísticas, não entra em números e aí a gente falando de luta, o que é primário, o que é secundário e a gente olha e escuta a música e a gente fica “o que é primário?”. São os 37 direitos que nos são negados ou são crianças bebendo água suja de esgoto, famílias cada vez mais tresloucadas, idosos que não tem como levar mais o sustento para casa e vão para a prostituição depois dos 60 anos? É possível quantificar isso? E nesses atrasos das mesas a gente perdeu o espaço da cultura de paz, por isso eu resolvi introduzir essa música que era para a gente pensar nisso e não perder a lógica de lutar por uma sociedade de paz.

 

Inaudível

 

Cléo Dumas – A música fala sobre quem se incomoda se move, se alguma coisa está te incomodando você tem que se mover, se é a desunião do movimento que te incomoda então temos que fazer alguma coisa para que essa desunião não aconteça. Quando você está em um movimento, lutando por qualquer tipo de causa, o que deve ser mais importante para você é a causa, seus desejos, a sua vontade, sua opinião, ela tem que ficar em um lugar secundário porque quando você faz um trabalho de equipe, o que vale é a idéia da equipe. Esse trabalho é um trabalho muito sério. Eu trabalho com pessoas que sofrem violência e quando eu vejo a situação de muita gente que me procura lá é que eu vejo que nós precisamos nos unir pois a situação é muito grave. Um dos pontos que nós debatemos muito quando fomos escolher o tema foi justamente a questão de que a homofobia não mata só fisicamente a pessoa, ela mata sonhos, felicidade, desenvolvimento intelectual etc.

Uma coisa muito importante é que a cultura de paz ela tem que começar dentro da organização então quando você olha para o seu companheiro de luta você olha não para um oponente, veja do outro lado, um outro ser humano, que está lutando pelas mesmas coisas que você. Quem trabalha por uma cauda tem que deixar sua própria causa de lado, você está lutando por um bem maior.

 

Após as observações acerca da música apresentada iniciou-se uma apresentação em PowerPoint reproduzida abaixo:

                   Planejamento de ações das Redes

 

Por que trabalhar em rede?

·  Como formar uma rede ?

·  O que nos aproxima e nos afasta?

·  O que diferem as redes?

·  Como manter a rede viva?

 

Proposta de Exercício

·  Formalizar o Coletivo de Mulheres da ABGLT

Missão

Visão

Valores

Metas

Plano de Ação

 

Posteriormente a apresentação reproduzida, construiu-se o seguinte manifesto,esclarecendo que esta ação também ocupou a maior parte das participantes desde as 20 horas até as 04 horas do dia seguinte,no que se chamou articulação de piscina,pois,todo o manifesto foi criado a beira da piscina do local do evento.

Manifesto de Lançamento do Coletivo de Mulheres na ABGLT

Nos dias 25 a 27 de abril de 2008, as mulheres lésbicas, bissexuais e transexuais presentes e reunidas na cidade do Rio de Janeiro para a realização do Seminário II Fortalecendo, Articulando e Informando Mulheres Lésbicas, Bissexuais e Transexuais percebemos a necessidade de construir uma nova opção política.

Estamos em um novo momento político da história de nossa entidade nacional. Nos últimos anos, o movimento LGBT vem amadurecendo e temos superado alguns desafios importantes, sobretudo no funcionamento e representatividade da ABGLT.

Esse novo momento permitiu, por exemplo, a recente adesão de dezenas de organizações a nossa Instituição, não só novos grupos, mas alguns com trajetória historicamente consolidada.

Contudo, restam desafios importantes. Um deles é garantir a incorporação do feminismo no cotidiano, nas formulações e nas prioridades da ABGLT. É preciso garantir a participação efetiva e os espaços de atuação das mulheres lésbicas, bissexuais e transexuais.

Porque construir uma nova rede?

Nós mulheres participantes do II Fortalecendo propomos a nossa reorganização dentro dos espaços políticos e representativos da nossa organização nacional, pois entendemos que estamos num momento onde se faz necessário uma rediscussão sobre a organização do movimento LGBT no Brasil e neste processo se faz necessário um projeto feminista para a nossa entidade.

A ABGLT é reconhecidamente a maior rede LGBT da América Latina, portanto, não obstante a isso, nós mulheres da ABGLT tencionamos a legitimidade de sermos também a maior rede de mulheres do movimento LGBT.

Concomitantemente, uma vitória especial foi o início do projeto SOMOSLÉS, em que pela primeira vez, capacitamos, de maneira nacional, simultânea e articulada, centenas de novas ativistas.

Nova forma de organização interna:

As signatárias deste texto e outras militantes com as quais vimos dialogando, entendemos ser prioritário impulsionar a organização das mulheres na ABGLT. Isso, para nós, deve ser feito de forma compatível com o novo momento político.

Com isso, estamos neste manifesto criando, lançando e formalizando o COLETIVO DE MULHERES DA ABGLT.

Reconhecemos a ABGLT como a principal e maior organização nacional do movimento LGBT brasileiro. E dentro dessa perspectiva, acreditamos que o Coletivo de Mulheres da ABGLT cumprirá um papel de grande importância.

 

Apresentação do COLETIVO DE MULHERES DA ABGLT:

Missão:

Somos o Coletivo de Mulheres Feministas da ABGLT que visa garantir o combate a todas as formas de opressão, discriminação e violência, bem como o enfrentamento ao machismo, racismo e homofobia.

 

Visão:

Ser a maior rede unificada de mulheres feministas do movimento LGBT do Brasil.

 

Valores:

1. Horizontalidade;

2. Ética e Transparência;

3. Respeito;

4. Compromisso com a missão;

5. Enfrentamento ao machismo, racismo e a homofobia;

6. Visibilidade geracional;

7. Respeito à autonomia aos Direitos Sexuais e Reprodutivos; e

8. Laicidade.

 

Objetivos:

1. Visibilizar as mulheres da ABGLT;

2. Garantir espaços políticos de representatividade nacional, controle social e valorização das mulheres da ABGLT, garantindo a equidade de gênero;

3. Fortalecer a legitimidade da ABGLT como representante do conjunto do movimento LGBT brasileiro, inclusive fazendo-se representar pelas diversas mulheres do Coletivo nos espaços nacionais de articulação política, controle social, conselhos, etc.;

4. Impulsionar a organização interna das mulheres na ABGLT, sua comunicação, articulação, capacidade de formulação e intervenção externa;

5. Fortalecer as organizações de mulheres que compõem o Coletivo;

6. Fortalecer as mulheres em organizações mistas, respeitando a representatividade, combatendo o machismo institucional;

7. Participar e influenciar nos processos de negociação nas matérias de direitos humanos e anti-discriminação por orientação sexual e identidade e expressão de gênero na ABGLT, no cenário nacional e em qualquer instância internacional perante as quais possamos ter uma posição das mulheres lésbicas, bissexuais e transexuais brasileiras sobre essas matérias;

8. Articular e capacitar ativistas lésbicas, bissexuais e transexuais na apresentação de projetos e captação de recursos junto aos órgãos governamentais, para ações de combate ao machismo, racismo, sexismo, misoginia, adultismo, homofobia e para a promoção da cidadania das mulheres;

9. Organizar a participação das mulheres da ABGLT nos processos decisórios da Instituição. Neste contexto, urge credenciar as mulheres lésbicas, bissexuais e transexuais da ABGLT como interlocutoras no governo federal.

 

Metas:

1. Ter uma mulher do coletivo como presidenta no próximo mandato da ABGLT;

2. Horizontalizar os processos decisórios;

3. Lutar pela eqüidade de gênero na ABGLT e afiliadas;

4. Filiar até 2010 na ABGLT, no mínimo, mais 20 (vinte) organizações de mulheres lésbicas, bissexuais e transexuais;

5. Enfrentar e combater o machismo dentro da ABGLT e suas afiliadas;

6. Reformular/adequar o Estatuto da ABGLT à missão do coletivo de mulheres;

7. Mapear e fortalecer os grupos de mulheres lésbicas, bissexuais e transexuais na ABGLT até 2010.

 

Plano de Ação:

(correlacionadas numericamente às metas)

1. Garantir que a indicação seja do Coletivo, bem como garantir uma maior representatividade de mulheres no congresso da ABGLT.

Ação:

1.1 Criar cotas para participação de mulheres afiliadas nos congressos da ABGLT;

1.2 Cumprir o compromisso de indicar uma representante legitimada pelo Coletivo com discussão previa e acumulada em espaço específico, virtual e pactuado previamente nos congressos.

 

2. Garantir que as decisões tomadas pelas representações de mulheres da ABGLT sejam decididas pelas mulheres do Coletivo, a fim de garantir o compromisso de horizontalidade e representatividade.

Ação:

2.1        Criar uma lista virtual para comunicação das mulheres do Coletivo;

2.2        Buscar financiamentos para realização de um encontro nacional anual do Coletivo de Mulheres da ABGLT;

2.3        Realizar revisão estatutária da ABGLT;

2.4        Redesenhar o organograma institucional da ABGLT propiciando um formato horizontal.

 

3.             Entender a definição de equidade, resgatando historicamente a desigualdade de gênero na nossa organização e sociedade.

Ação:

3.1        Formalizar representatividades políticas garantindo o recorte de gênero com equidade;

3.2        Impulsionar e apoiar uma candidatura de mulher para o próximo mandato da nossa organização;

3.3        Criar uma campanha de enfretamento e combate ao machismo institucional para a ABGLT e suas afiliadas/parceiras;

3.4        Realizar um Seminário com a temática de feminismos;

3.5        Garantir que os projetos da ABGLT tenham em suas coordenações mulheres e que as indicações sejam do coletivo.

 

4. Facilitar mecanismos de filiação/parceria

Ação:

4.1 Impulsionar e apoiar a execução do SOMOS LÉS/ASTRAL TOP em todo território nacional, buscando a sua imediata realização;

4.2 Interiozar as ações do SOMOS LÉS/ASTRAL TOP no Brasil;

4.3. Ampliar o número de capacitandas alcançadas pelo projeto;

4.4 Buscar multi-recursos para execução do projeto;

4.5 Publicizar os resultados alcançados pelos SOMOS LÉS/ASTRAL TOP;

4.6 Incorporar o SOMOS LÉS/ASTRAL TOP como projeto da ABGLT;

4.7 Garantir que os projetos SOMOS LÉS seja executado por organizações afiliadas de mulheres ou por organizações onde mulheres estejam na coordenação e tenham autonomia.

 

5. Enfrentar e combater o machismo dentro da ABGLT e suas afiliadas.

Ação:

5.1 Criar uma campanha de enfretamento e combate ao machismo institucional para a ABGLT e suas afiliadas/parceiras;

5.2 Realizar um Seminário com a temática de feminismos;

5.3 Apoiar e encampar as campanhas do movimento feminista

 

6. Adequar o Estatuto a necessidade de um projeto feminista.

Ação:

6.1 Aprovar no próximo Congresso da ABGLT a reforma estatutária adequando à missão do coletivo e seus valores;

 

7. Identificar as mulheres da ABGLT.

Ação:

7.1      Realizar um levantamento das mulheres nos grupos mistos afiliados/parceiros;

7.2      Realizar um mapeamento dos grupos exclusivos de mulheres da ABGLT.

 

Estamos convencidas de que temos legitimidade, representatividade, construção histórica e força política para nos tornamos a rede referenciada no cenário nacional.

Ademais, gostaríamos de finalizar com um texto apresentado na plenária durante a construção do nosso Coletivo que reflete nossos sentimentos expressados na construção do que pode parecer utopia, mas que tornaremos realidade na construção de uma sociedade mais justa, de paz e sem machismo, racismo e homofobia.

 

“Fortalecendo...

Trago nas mãos vazias

Uma multidão de sonhos...

Sonhos de um construir coletivo,

Cujo resultado

Será um outro mundo!

Trago no peito um coração,

Que pulsa desejo intenso

De transformação...

Sei pouco, mas acredito

No processo de desconstruir

Tudo que nos ata, nos prende,

Nos viola e aprisiona.

Sou mulher!

E meu EU grita!...

Querendo transformação

Eis-me então me fortalecendo

Eis-me então na ânsia

De articular

E entre iguais,

Construir... Desconstruir... Reconstruir...

Trago em mim um espírito faminto

Quero e preciso fartar-me

De cada troca, de cada (in)formação,

De cada outro coração que pulsa,

No mesmo “ritmo”,

No mesmo desejo que o meu.

Parto diferente...

Com mais ânsia... mais fome!

Mas com um sonho realizado:

A Certeza de não estar só!

De ser um coletivo...

De ser muitas...

E seguir fortalecendo! ...

(Escrito por Prika, expressado no II Fortalecendo, 26/04/2008).

 

Mulheres signatárias  deste documento:

Adriana Simone da Silva

Alana Gilmara Sousa Freitas

Alessandra Guerra

Alessia R. Moura

Ana Carla Lemos

Ana Paula Theodoro

Azimar Orlow

Célia Fernandes

Celize Azevedo

Claudia Aparecida dos Santos Alcântara

Cléo Dumas

Cris Simões

Cris Spalla

Daniela Souza de Lima

Deborah Tavares

Denise Limeira

Denise Carvalho

Eva Verginia da Silva

Evy Ferreira da Silva

Fernanda Monteiro

Gisele Ramos Coelho

Hedi Costa de Oliveira

Iara Viana Mouco

Jaqueline S. De Andrade

Jéssica Andrade C. Macedo

Julha Faustino Damião

Juliana Carvalho

Kellyane de Nazaré Vasconcellos de Oliveira

Lucélia Dias Macedo

Luciana Silva

Lucineide Ramos de Aragão

Luriana

M.Yáskara Guelpa

Marilene Neres dos Santos

Marisa Fernandes

Martha Idalina Vieira de Vasconcelos

Monique Hofstein Ferreira

Nádia Nogueira

Priscila Galvão

Roge Durans

Sandra Torres

Selma Maria da Costa

Yone Lindgren

 

Parceiras/os que assinam este documento:

ABL – Articulação Brasileira de Lésbicas

Movimento D'Ellas

Coletivo de Feministas Lésbicas

Núcleo de Lésbicas do CELLOS – MG

TUCUXI

Alexandre Böer – SOMOS/RS – ABGLT

Rodrigo Canuto – Movimento D'Ellas

APOGLBT

 

 

 

26.04.2007

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