O rapaz do fio dental branco
É a segunda vez que ele me visita. Quando chegou todo garotão, já foi me beijando, me apalpando e dizendo que estava morrendo de saudade. Na primeira vez que ele veio, quando tirou toda a sua roupa e ficou só de cueca, quer dizer, eu achei que ele ficaria só de cueca, mas na verdade por baixo da sua cueca estava uma calcinha fio dental branca. Hoje, também, quando tirou a cueca, estava usando uma calcinha fio dental, mas de cor preta, rs... Depois que tomou uma duchinha ele veio louquinho para usar uma das minhas calcinhas.
A que melhor ficou foi uma calcinha shortinho branca. Com ela, ele ficou durante boa parte da nossa transa. Primeiramente ficamos num 69, nós dois de calcinhas, tiramos o pau pelo ladinho e curtimos com muito tesão. Depois ele ficou de quatro e queria sentir minha língua lambendo seu anelzinho rosa. De quatro, com a calcinha de ladinho, eu brinquei com seu cuzinho, primeiramente com a língua, depois com o dedinho... Já estava todo lubrificadinho aquele buraquinho piscante. Ele rebolava e pedia pra que eu o comesse. Então, posicionei-o de quatro no cantinho da cama e enfiei meu pau naquele vulcãozinho. Metia nele e chamava ele de "viadinho". Ele dizia que seria o que eu quisesse. Depois ficou de franguinho assado e eu continuei comendo seu rabo. Enfiava meu pau e babava no dele enquanto o masturbava. Ficamos assim alguns minutos, porém não demorou pra ele ter um orgasmo daqueles que muita gente sonha.
Foi ao banho e voltou louquinho pra mais sexo... Deitamos na cama e ficamos assistindo um pornozinho básico e nos acariciando. Voltei a chupar seu pau, enquanto ele me masturbava. Logo seu pau estava bem duro de novo! Aí, foi a minha vez de ser putinha, viadinho, tudo o que ele quisesse, mas só eu levaria vara... Sentei, cavalguei e respondia a todo momento que estava muito bom dar o cuzinho pra ele. Naquele sobe e desce eu tive o meu orgasmo. Saí de cima dele e deitei-me ao seu lado. Enquanto eu modiscava seus mamilos, ele continuou se masturbando e assim gozou pela segunda vez. Prontinho pra ir embora, ele pediu se eu podia escrever um relato. Disse que iria pensar a respeito, rs... Ele todo gentil, falou que independente do relato, assim que puder, vem me ver de novo! Mas, pelo visto ele vai vir antes do que imagina, rs...
Beijos meu fofinho do fio dental branco!
Boneca Drikka
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SEDUZIDA PELA AMIGA
Tenho um casal de amigos que sempre me confidenciou seus sonhos eróticos. Certo dia me confessou que tinha grande dificuldade de atingir o orgasmo. Como somos amigas há muitos anos, também me revelou que já teve experiências com uma mulher, afirmando que foi uma delícia. Eu fiquei empolgada com a revelação, afinal, de alguma forma, isso também me instigava.
Um belo dia ela convidou-me para almoçar em sua casa, na companhia de seu noivo. Chegando lá, logo começamos a conversar e beber cerveja. Como o dia era quente, não demorou muito e a cerveja foi acabando. Ele percebeu e imediatamente se prontificou a buscar mais. A parrtir do momento em que ele saiu, alguma coisa passou a tomar conga de nós duas. Naquele momento de espera eu a evigtava, me defendia (ops), até que ela passou a me procurar com os olhos e ás vezes passava discretamente a lingua nos lábios. Instintivamente me acorvadei diante daquela força estranha, nao querendo ver a realidade que estava prestes a acontecer. Ela estava superfogosa e começou a se insinuar, me chamando para dançar. Na brincadeira de dança, ela me beijou na nuca, fazendo com que eu ficasse excitada.
De repente ele apareceu na sala trazendo as cervas na mao. Vendo a cena inesperada, ficou esbabacado, quase largando as cervas no chão. No que me diz respeito, a entra dele foi como um banho de água fria. Já ela pareceu ser a única a encarar com naturalidade a situação, talvez por estar acostumada à relação bi.
Após alguns poucos momentos de tensão (tesão), ele esboçou uma reação que aos poucous foi se tornando uma manifestação de desagrado. Ele retrucou que nossa amizade era ainda mais antiga que o namoro deles, e que a atração entre nós era coisa mal resolvida (coitado) e que para eles se casarem e terem um bom relacionamento era preciso antes definir a nossa situação.
Para resfriar os ânimos enquanto tentavamos encontrar uma saida amigavel, ela ligou o som e serviu algumas cervas. Aos poucos tudo foi voltando ao normal e a conversa tornando-se maisssssss laithe (leve). Os copos foram ficando secos e novamente molhados (cerva). Sem perceber, nós três ficamos de porre mais rápido do que imaginávamos.
Quando dei por mim, estávamos os três sentados lada a lado num pequeno sofá. Ela no meio, eu do seu lado direito e ele ao esquerdo. Num momento de silêncio, ao fim de uma longa risada (kakakakaka), ela me olhou fixamente enquanto passava seu braço direito pelas minhas costas. As carícias e o calor de seu corpo próximo me deixaram atônita, mas aso poucos fui relaxando e encrando a situação com mais naturalidade. Quando sua mão esquerda deslizou sobre minhas coxas (aiiiiiiii) me entreguei de vez, deixando fluir os desejos retraídos, apesar da presença perturbadora do seu noivo.
O calor e a umidade de sua boca, próxima eram tentadores. A distância entre nossos rostos se reduzindo e a vontade aumentando. Quando nosso lábios se encontraram foi como alcançar um jobjetivo há muito esperado. O beijo começou leve e contido (hummmm), mas aos poucos foi ganhando calor e energia. Nossas línguas se misturaram, as salivas foram trocadas e os lábios retorcidos.
A reação dele no início foi de indiferença, mas vendo sua noiva me excitar, não pôde evitar a vontade de participar, mesmo que apenas como voyery,. Como de sua posição não podia presenciar todos os detalhes, ele se transferiu para a mesinha em frente a nós duas e, sem dizer uma palavra ou tentar qualquer aproximação física, nos olhava curiosamente, analisando cada detalhe.
Sempre agindo com mais naturalidade que nós dois, ela tomou a inciativa de livrar o contato de nossos corpos de incômoda barreira de roupas. A primeira etapa foi abrir os botões da minha blusa, alterando suavidade com agressivadade. Em seguida passou para a minha saia, que ajudei a levantar, abrindo o caminho para minha região mais sensível. Quando o toque de seu dedo macio alcançou minha vulva, já estava completamente enlouquecida. Meu líquido descia por entre seus dedos enquanto ela me mordia o pescoço. Uma das primeiras vantagens que descobri em ter relações sexuais com mulheres foi a de que elas sabem exatamente como nos excitar e tocar, provavelmente por sermos do mesmo sexo e ela conhecer cada detalhe da fisiologia feminina.
Ao final desta meu primeiro orgasmo, percebi que o momento er de deixar a passividade e partir para a atividade, agora era eu quem deveria fazê-la atingir o orgasmo. Foi com grande prazer que tirei cada peça de sua roupa, descobrindo todos os detalhes, cada sinal de sua pele maçia e morea. Quando ela já estava completamente despida (pelada; hummmmmmm) beijei cada centímetro de seu corpo e mordi delicadamente seus seios fartos, durinhos, até alcançar seu triângulo de prazer maior.
Finalmente cheguei so seus grandes lábios . Suas coxas pressionavam meu rosto contra seu corpo cada vez que minha língua fazia uma nova evolução em seu interior. Em pouco tempo ela também atingiu o orgasmo e eu pude sentir, deliciar, seu gozo na minha boca, meu queixo e depois sua mão apertava minha cabeça , quase me sufocando.
Diante de tamanho delírio sexual, ele não pôde ficar impassível e se aproximou de nós duas, meio desajeitado, sem saber exatamente como entrar naquele jogo. Sua primeira atitude foi se livrar da camisa e da calça, ficando apenas de cueca. Em seguida aproximou-se da noiva e iniciou pequenas carícias, que ela delicadamente recusou, insinuando que ainda era cedo para ele desfrutar de nossas carícias.
Tomamos um golde cerva e voltamos a nos tocar e excitar. Passados alguns minutos e depois de cada uma ter atingido o orgasmo, nós nos beijávos no sofá, quando ele não pôde mais conter seus impulsos e ambas sentimos seu cacete grande e lustroso seprando nossas bocas. Dessa vez ela não recusou a participação do noivo, ao contrário, abocanhou com um prazer tão evidente que me contagiou.
Nossas bocas disputavam caca centímetro do seu caralho. Aos poucos, nossas carícias foram se estendendo a todo o seu corpo. Eu continuei em sua parte inferior enquanto ela foi para o seu tronco e em seguida sua boca. Logo ele percebeu que seu momento maior estava próximo e pediu para que uma de nós deixasse seu caralho penetrar na buceta. Comoo eu estava mais próxima, satifiz sua vontade com prazer e rapidez, deitando ele no chão e sentando no caralho dele. Ela também sentou, mas sobre o meu rosto. fazendo com que ele experimentasse o gosto do líquido da noiva, que certamente lhe era familiar.
Assim que nós três atingimos o tão esperado momento de prazer, nos deixamos relaxar sem preocupações. Voltamos a beber cerva e, depois de um banho renovador, sentamos para almoçar. Deste dia em diante o relacionamento entre nós tês perdeu toda tensão característica de antes, mas nunca mais voltamos a desfrutar daqueles momentos tão agradáveis. Como faz apenas um ano que isso aconteceu é bem possível que nós ainda voltemos a dividir uma cama (GRANDE), sofá ou tapete.
APUDDD, A. - Brasilia - DF
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