Usando a energia do dinheiro

Solange Elizabeth Pearly, - projetista e design gráfico, participou durante uma década em escola tradicionalista de mistérios sediada nos EEUU; autodidata,  pesquisou e estudou a arte secular da cura dos Kahunas da Polinésia; estudou a Kabalah tradicional; estudou o calendário Maia e suas previsões; foi ufóloga praticante em vários grupos participou de grupos de cura e auto ajuda; estudou e pesquisou varias linhas filosóficas, religiosas e espiritualistas ( arte mahikari, escola messiânica, o espiritismo de Kardec; diversos ritos áfros; catolicismo e igrejas evangélicas;  praticante da radiestesia e radiônica, cromoterapia, e musicoterapia . Dedica-se hoje a pesquisa do comportamento humano e suas diversas nuances.

 

 

ARTIGO:

 

Desde tempos imemoriais o uso do dinheiro ou qualquer outro valor de troca tem trazido aos homens alegrias ou tristezas, felicidade ou desgraça; tem sido motivos de crimes e assassinatos para atender conveniências e interesses pessoais e sociais. A posse de certas quantias em moedas ou terras denotava capacidade e poder de uns sobre os outros, separando os ricos abastados dos pobres e infelizes. Nem sempre o dinheiro trouxe felicidade ao ser humano, contudo dizem que se existir dinheiro é melhor, afinal o dinheiro compra tudo. Nem sempre é assim. Efetivamente o dinheiro não compra tudo, e nem sempre é o motivo da felicidade de alguém e também nem sempre é a razão da desgraça de um ser.

Tudo na realidade é uma questão de prisma ou ponto de vista. Faz-se uso do dinheiro de forma inconsciente e automática, sem se levar em conta o aspecto de poder que a moeda ou valores de troca possuem por sua natureza. Senão, vejamos: compra-se um carro, faz-se o pagamento e sente-se possuidor de um bem de certo valor, motivo de orgulho e status na sociedade. Tudo encerrado então? – Não!!! – Vejamos agora: – O dinheiro que foi usado para pagamento do veiculo é energia que estava no momento, estagnada na mão do comprador; que ao pagar o veiculo essa energia fluiu para a mão da concessionária vendedora do veiculo; que por sua vez pagou seus funcionários, que assim pôde pagar suas contas e alimentar a sua família. A maior parte do dinheiro foi direcionada ao fabricante do veiculo, que por sua vez pode pagar seus funcionários, que puderam pagar o sustento de suas famílias. Que a montadora pôde pagar as empresas fabricantes de peças, componentes e acessórios, e que essas, por sua vez puderam repetir o processo e pagar os seus funcionários, e aí vai, etc, etc...

Percebam então que foi um fluir de energia, e o processo atingiu seus objetivos custeando e sustentando pessoas e famílias, todos foram beneficiados irmãnamente, e tiveram seus objetivos atendidos por essa fluidez benfazeja.

Resumindo, essa energia não pode ficar estagnada ou sem uso efetivo. Guardar o dinheiro “sob o colchão” como faziam alguns, antigamente, somente provocava o “apodrecimento” dessa energia. O dinheiro deve circular em todos os meios que lhe dão movimento, beneficiando as partes e multiplicando o seu valor através de rendimentos, levando benefícios e trazendo alegrias a todos os seres de forma igualitária e não egoísta.

Portanto é preciso que o ser humano tenha essa consciência quando faz alguma compra ou investimento, sabendo que muitos serão beneficiados nessa cadeia energética. Quando tiver que pagar algo que fez em seu benefício, tenha em mente que outras pessoas e seus familiares serão beneficiados, e assim sendo, pague com alegria e satisfação, porque sendo você também participante do grupo que chamamos humanidade, também terá a sua parte nesse processo maravilhoso. Esteja aberto assim para receber os benefícios dessa fonte que jamais esgota, pois de onde vem, tem muito mais, e tudo é uma questão de sintonia com a fonte.

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