Duas Patrícias

Era uma noite de verão, regada a muita sangria.
Era aniversário de uma amiga nossa e eu e minha
amiga e xará Patricia resolvemos fazer pão
de queijo para a festinha que ia haver no dia seguinte.
Junto com o pão de queijo, fizemos duas jarras
de sangria para ir acalmando o calor que fazia. Foi
o nosso erro. Ao invés de acalmar o calor, piorou!


Como sempre, enquanto fazíamos os pães,
falávamos de homem. Meu namorado da época
era muito puto, me comia o rabinho todos os dias e a
Patricia não tinha dado o rabo nunca, aliás,
fazia um bom tempo que ela não dava nada.
Eu, que presto pouco, fiquei instigando ela, falando
que era gostoso a dor que dava, de como o pau do meu
gato era grosso e duro, das nossas transas perigosas,
no meio de todo mundo, etc.
Eu via os biquinhos dela crescendo, e toma sangria.


Quando os pães estavam assando, falei pra ela
ir para a piscina do meu quintal, que eu já levava
as toalhas e a sangria.
Quando cheguei lá embaixo, ela estava indecisa,
pois falou que não estava de biquini. Eu disse:
Deixa de ser boba, só estamos a gente aqui, tira
a roupa e entra logo! Fui tirando a minha roupa, fiquei
só de calcinha e pulei na água gelada.
Ela se animou e tirando rápidamente a roupa,
pulou também. Senti como se fosse um soco na
minha buceta. Não imaginava que ela fosse tão
gostosa, com os biquinhos marrons e grandes.


Nós brincamos bastante, nos jogamos água,
dei uns caldos nela e minha mão boba só
alisando ela.
Quando nos cansamos, ficamos na borda, bebendo e falando
de sexo. Eu via que seus olhos brilhavam e resolvi atacar.
Falei que meu namorado sabia de um ponto na buceta que
era gozo na hora. Ela perguntou aonde era e eu enfiei
minha mão rapidamente na sua buceta, penetrando
com meus dois dedos nela. Ela agarrou minha mão,
murmurou um não, mas eu não parei, e seu
gozo molhou minha mão na hora. Ela ficou pasma,
amoleceu o corpo e apoiou-se em mim.
Fiquei alguns minutos acariciando seus cabelos, sentindo
ainda seus espasmos de encontro ao meu corpo, sussurando
baixinho que aquilo era gostoso, que era normal, minhas
mão passeando por suas costas, e ela começou
a se esfregar em mim, querendo mais.


Eu a coloquei deitada de costas na escada e comecei
a brincar com a língua na sua boceta, abrindo
seus lábios, assoprando os pelinhos loiros e
finos, sentindo seu cheiro e seu gosto. Eu nunca havia
chupado uma boceta, me guiava por instinto. Passava
minhas mão pelos seus seios, lambia e mordiscava
seu grelinho, que pulava em minha boca, cada vez mais,
mas evitando que ela gozasse. Até a hora que
ela arqueou seu corpo, implorando que eu a penetrasse
com meus dedos e gozou feito louca.


Neste momento, meu corpo tremia de tesão, e eu
precisava de um alívio ou enlouqueceria.
Ela percebeu isso, saiu da escada e me beijou profundamente.
Era uma delicia sua boca, macia e cheirosa.
Ela chupou meus seios, e foi mordendo minha barriga
até chegar na água.
Aí, eu virei de costas e me debrucei na beira
da piscina, deixando a mostra minha buceta com os pelos
bem curtinhos e meu cuzinho que piscava de tesão.


Ela não se fez de rogada e enfiou dois dedos
na buceta e outros dois dedos no cuzinho, bombando rápido
e com força, falando que eu era uma arrombada,
que eu era seu homem e que ela ia me comer todinha.
Meu gozo veio forte e longo me deixando tremendo inteira.
Assim que eu gozei, ela pos sua boquinha da minha boceta
e chupou meo gozo, provocando mais um orgasmo.
Desde então, ela já participou de uma
suruba com eu e meu namorado, mas como dizem todos os
contos essa já é uma outra história.

 
sensity@osite.com.br

 

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