Vulvinha oriental
Nunca tive dúvidas sobre minhas
preferencias sexuais, sei que sou hetero ,... porém
não fanática! Já tive experiências
com outras mulheres , e isto me agradou bastante, mas
agradou muito mais ao meu marido, um voyer que adora
este tipo de relação. Quando conheci Júlia
em uma sala de bate papos, a primeira impressão
foi incrivelmente boa. Ela me passou uma imagem bastante
positiva : oriental, casada, com um filho, era apoiada
pelo marido em seus devaneios , mas nunca tinha realizado
os mais fortes. Durante nossa amizade virtual, ela demonstrou
o quanto era fogosa e criativa, imaginando relações
com mais de um homem, com negros bem dotados, com um
casal que a possuísse toda, com um consolo duplo
e até mesmo transando com um dog... .mas somente
no virtual, nunca no real...
É claro que não
fiquei insensível aos seus desejos, em várias
ocasiões até me masturbei lendo suas fantasias,
gozando com Júlia do outro lado do monitor. Um
dia , houve a oportunidade para que a gente se conhecesse.
Ela iria aproveitar um feriado prolongado e viria até
minha cidade. Para garantir o anonimato, também
o marido e o filho estariam presentes. Adorei a idéia
e combinamos esperá-los no aeroporto, meu marido
não se contendo de ansiedade, assim como eu,
nervosa e apreensiva, nunca nos tínhamos visto!
Quando os notamos no saguão , ficamos admirados
pela maneira discreta e elegante com que se vestiam,
foi uma atração visual instantânea!
Júlia me impressionou demais, dona de rosto lindo
e meigo, impossível mesmo de se imaginar que
por trás daquela face angelical se escondia uma
mulher completa em sexo e em desejos. Bom, para abreviar,
cumprimos as gentilezas de costume, levamos o casal
e o filho até o hotel a beira mar onde se instalaram,
enfim... Naquela noite, confesso que transei com meu
marido pensando nela.
Fora de meus hábitos, estava
sentindo uma atração muito forte por aquela
mulher... Na manhã seguinte, fomos ao encontro
deles. Arrumados para a praia, por alguns momentos fiquei
parada contemplando o corpo bem formado de Júlia.
Mais ainda, notei que mesmo depilada, era espessa a
mata que se escondia debaixo do biquini minúsculo
que ela usava... .Eu não estava me reconhecendo,
ao invés de desejar o marido que estava ao seu
lado, meu tesão era todo para ela. Me contive
até certa hora, depois não deu mais. Falei
discretamente ao meu homem que iria tentar ficar a sós
com aquela doce fêmea. Com a cumplicidade dos
dois, pedi a Júlia que me acompanhasse ao hotel
, disse que queria usar a toalete. Notei que minha paquera
estava dando resultado, seu nervosismo era visível.
Pela entrada de banhistas, tomamos o elevador. Dentro,
a sós, tomei uma atitude talvez impensada...
.me aproximei o bastante para tocar o rosto macio com
a palma da mão... .depois percorrer a nuca...
.finalmente puxar para mim, beijando-a na boca, procurando
buscar sua língua com a minha... . Júlia
teve um instante de rejeição...
- Não faça isto comigo... por favor, não...
.nunca fiz com mulher... para, por favor... Parece que
não ouvi o que ela dizia, fui mais ousada, acariciei
seu corpo, os seios duros, o biquinho aparecendo debaixo
de tecido, enfiei a mão entre suas coxas, notei
quanto cabelo tinha escondido no biquini, perdi a noção,
beijei mais, enfiei o dedo para dentro, seu gemido morreu
em minha boca.
- Você sonhava com isto... queria isto... .agora
tem, Júlia... .agora tem uma mulher com você...
Apressadamente, puxei-a pela mão, forcei abrir
logo a porta do apartamento. Nem dei tempo que fechasse,
abracei aquele corpo quente por trás, mordi sua
nuca, puxei para baixo soutien e calcinha, despi aquelas
formas , fiquei olhando pelo espelho o corpo bem feito...
- Está gostando de me ver?... Fala... sou como
você gosta?... Sou???
- Linda... você é linda... .vem, agora
vem... quero você... estou maluca... quero você...
- Depois eu vou, agora quero ver você também...
.nunca vi uma mulher nua... .nunca... .Ajudei que arrancasse
meu biquini, fiquei toda a mostra. Estava sentindo uma
intensa umidade na xoxota, tanto era meu o tesão.
- Pronto, meu amor... assim está bom? Tá
vendo sua mulherzinha ?... Tá vendo?...
- Tô vendo... tô sim... gostosa... tesuda...
agora quero você... quero agora... Dali para a
cama foi como um passo de dança, enlaçadas
e aos beijos , sedentas e ávidas. Em outras ocasiões,
com outras mulheres, fui toda passiva e submissa. Com
Júlia, sua falta de experiência me acendeu
a libido de tal maneira que tomei posse de seu corpo,
ativa, dominadora, quase que de modo masculino, deitada
sobre ela na cama, beijando a boca, chupando os seios
atrevidos, metendo a mão entre as coxas, buscando
entre elas , e no meio do vasto matagal, a boceta virgem
de carinhos femininos. Minha amante se contorcia, os
olhos entreabertos, olhando o que acontecia pelo espelho,
envolvida pelo tesão e desejo.
- Quero te chupar todinha, meu amor, você está
salgadinha, deliciosa...
- Então me chupa... .chupa... vai... faz o que
quiser... Seu pedido foi uma ordem, desci com a boca
pelos seios, mordi forte o bico, fiz que gemesse alto,
desci mais, dobrei e abri as suas coxas, ergui as pernas,
quase apoiando em meus ombros, contemplei aquela boceta
iniciante, e desesperada colei boca e língua,
chupadas e lambidas, dentadas e mordidas. Júlia
se contorcia, descontroladamente:
- Me come... .me come... assim... me faz gozar... me
faz gozar...
- Faço sim, meu amor, faço sim... mas
me chupa um pouco, só um pouco... .
- Então vem... .põe em minha boca... vem...
Girei o corpo, aproximei a xota do rosto dela, parei
uns poucos centímetros acima, maltratando, instigando,
fazendo com que suplicasse pelo meu sexo.
- Que cheiro sua boceta... que cheiro... dá prá
mim... .dá... Como não desci os quadris,
ela me abraçou pela bunda, cravou as unhas em
minhas nádegas, me trouxe para baixo, e como
se estivesse morrendo de sede e fome, mamou meu grelo
saliente, comeu minha xota ensopada, gemendo e soluçando,
como uma cadelinha no cio... Depois que provou o gosto
de uma boceta, de minha boceta, agora iria ser mais
fácil para mim ter Júlia como mulher,
sua iniciação estava completada. Voltei
a ficar sobre ela, ficamos face a face, me fixei em
seus olhos amendoados.
- Trouxe o que te pedi, meu amor? Trouxe?
- Sim... sim... na maleta clara... ali em cima... pega...
do lado direito... Num segundo, busquei o dildo... .como
eu pedira... dois lados, duplo... .enquanto voltava
para a cama, fui ajeitando uma ponta para dentro de
mim. Caminhar daquela forma, empalada, me fez sentir
como homem. Julia me esperava, me vendo pronta , separou
as pernas, abriu a xoxota com as duas mãos e
quase sem voz, me pediu:
- Entra em mim... me faz sua mulher... entra... entra
tudo... Nem acreditei no que estava fazendo, possuindo
outra mulher, sendo ativa , sendo dominadora. Penetrei
minha fêmea com cuidado... .fodi sua boceta como
nunca alguém fizera antes... uma mulher sabe
como a outra gosta, como a outra goza... .e eu também
me fodia, a cada estocada dentro de Júlia, eu
me empalava deliciosamente. Também a beijava
e chupava os seios, enfiava a mão por baixo da
bunda suada e introduzia um dedo no cuzinho, depois,
demente , mais outro dedo... eu a comia na frente e
atrás... Mesmo com o ar condicionado ligado,
o suor escorria por todos nossos poros... .ofereci meu
peito para que mamasse... sua boca fez em mim o mesmo
que um bezerrinho faz na teta da vaca, ela chupava e
puxava com os dentes, me deixando maluca de tesão.
Nesta hora, perdi toda a noção do que
estava acontecendo, o nosso gozo estava chegando...
Passei a gemer palavras sem sentido, coisas sem nexo,
tomada pela luxúria...
- Vou te engravidar, meu amor... vou te engravidar...
agora... agora... Aquilo foi como magica para minha
fêmea... Aos gritos, no meio de um gozo intenso,
pedia:
- Faz um filho em mim , Lenita, faz um filho em mim...
.isto... isto... dentro... dentro... Certamente, foi
o gozo mais forte que Júlia teve até então.
E o meu orgasmo acompanhou toda a intensidade do prazer
de minha mulher... de minha vulvinha oriental... As
horas tinham se passado rápidas quando saímos
da lassidão e resolvemos voltar para a praia.
O banho foi delicioso, cada uma lavando a outra, caprichando
nos buraquinhos... . Trocamos palavras de carinho e
juras de amor. Promessas de mais delírios, de
mais libidinagem. Depois, comportadas, trocando risinhos
maliciosos, voltamos para a praia. Nada demostrava o
que acabara de acontecer, aos olhos das demais pessoas.
Porém, para os nossos maridos, a satisfação
estampada em nossas faces, deixou claro o quanto a gente
tinha se amado. E quanto teríamos pela frente,
para amar, no feriado prolongado... Quando o marido
de Júlia perguntou, com doçura, para nós:
- E então?... Demoraram bastante... Ela respondeu
por ambas, lânguida e safadinha...
- Ainda foi pouco... .foi pouco... .vai ter mais...
muito mais... só prá nós duas...
só prá nós duas...






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