Amor à primeira vista

Quando a vi, sua beleza me fascinou,
tirou meu fôlego. Ela era uma mulher escultural,
seus olhos amendoados, pareciam que olhavam dentro de
nossa alma. Seu corpo exalava sensualidade por todos
os poros. Ela me fitou e me derreti. Seus sorrisos de
dentes brancos e perfeitos encantavam pela beleza de
seus lábios carnudos. Imediatamente, tive uma
vontade louca de beijá-los. Imaginei sua língua
em minha boca. Estremeci. Pensei em como poderia me
aproximar. Os homens, a cercavam como abelhas em pote
de açúcar. Ela, altaneira, circulava sempre
sorrindo, encantadora, sem se fixar em ninguém.
O tempo foi passando e a festa corria Ela dançava,
ora com um, ora com outro, sorrindo sempre. Sempre simpática
e cativante... Só de imaginá-la em meus
braços, sentia um frisson em minha espinha.

De
repente, ela se encaminhou para onde eu estava, sorrindo,
senti que poderia entrar pelo chão... Será
que vinha falar comigo? Passou por mim, e se aproximou
de um grupo de pessoas nas minhas costas. Aí
ouvi sua voz! O som sensual e suave que entraram por
meus ouvidos abalando meus nervos. Ela era perfeita!
Minha vontade de tê-la em meus braços,
lamber seu pescoço, descendo minha língua
pelo ombro até alcançar seu seio firme,
envolver com meus lábios seu mamilo túrgido
sentir o sabor do cheiro que adivinhava ser o dela.
Quando dei por mim, percebi que algumas pessoas me olhavam
disfarçadamente. Eu estava dando bandeira! Ela
então me olhou, sorriu e perguntou o que estava
acontecendo comigo. Gaguejei!! Perguntou se estava me
sentindo bem e me pegando pelo braço, me levou
até o bar. Ofereceu-me água. Tomei. Levou-me
para o jardim para que eu pudesse tomar ar. Criei coragem
e perguntei seu nome. Amélia, respondeu e o seu?
Francis, respondi. Minha mãe era americana e
me deu esse nome ambíguo. Ela achou graça
de minha observação, soltando uma gargalhada
fácil. O gelo estava quebrado. Finalmente, consegui,
pela maneira mais inesperada, iniciar uma conversa com
essa mulher maravilhosa. A partir de então, o
papo rolou solto e fácil.

Falamos de tudo, sentíamos
gradativamente que nos conhecíamos há
muito tempo. Quando demos por nós, o sábado
estava amanhecendo. Durante nossa conversa, minha imaginação
corria solta, cada vez que ela sorria, mais aumentava
meu desejo de beijar seus lábios, sentir sua
pele em meus dedos, aquele perfume que eu imaginava
inicialmente, era ainda mais provocante e excitante.
Ao amanhecer o dia, Amélia perguntou se eu poderia
dar uma carona até seu apartamento, uma vez que
estava sem carro. Aquilo foi uma surpresa tão
grande que quase não acreditei. Saímos.
Ela tropeçou no capacho da entrada e segurou
em mim. Amparei-a estremecendo ao sentir aquelas unhas
longas ferindo meu braço, arranhando minha pele.
Novamente um frio percorreu minha espinha. Nesse momento
quase a agarrei! Meu tesão era imenso. Senti
que ela, nesse momento foi um pouco além de um
simples apoio, seu corpo roçou o meu alem do
necessário. Pareceu-me que queria sentir meu
corpo. Quando chegamos em seu apartamento ela me convidou
para subir e como eu ficasse sem saber o que responder
ela insistiu dizendo que seu café era ótimo,
seu sorriso, nesse momento era um pouco safado. Subimos.
Ao chegar na sala ela virou-se para mim e como um imã,
nossos lábios foram se aproximando, até
que sem uma só palavra, nossas bocas se uniram
em um beijo selvagem e arrebatador. Nossas mãos
procuravam nossas carnes, enquanto ela soltou minha
saia, deixando-a cair, eu brigava com os botões
de seu vestido. Quando esse finalmente caiu, nossas
coxas se tocaram e senti o calor de sua pele na minha.
Arranquei minha blusa, nossos seios se tocaram, senti
sua mão agarrar meu seio e seus lábios
morderem meu mamilo túrgido. Gemi. Sua respiração
era entrecortada, ofegante. Rolamos para o tapete, nossas
mãos percorriam nossas curvas, estávamos
ávidas por nossos corpos.

Nossas calcinhas sumiram
sem que soubéssemos como, estávamos nuas.
Levei minhas mãos ate sua xana, senti seus pentelhos
aparadinhas, macios como seda, não resisti e
lentamente comecei a acariciar seu clitóris ela
gemeu de prazer! Estava molhadinha... Nesse instante
ela começou a fazer o mesmo comigo, gemíamos
e soluçávamos em um prazer enorme. Ela
pediu para que eu a chupasse... Não foi preciso
que insistisse, seus sabor era delicioso, almiscarado,
seu clitóris durinho vibrou quando passei milha
língua por ele, chupei-o com sofreguidão.
Ela começou a soluçar, dizendo palavras
obscenas, aquilo me agradava muito, meu tesão
aumentou... Virei meu corpo e ela, imediatamente começou
a chupar-me também, sua língua dura percorria
meus lábios, sua boca sugava meu clitóris
me levando a loucura, gozamos juntas, diversas vezes,
até que exaustas caímos para o lado, exaustas
e felizes. Ficamos algum tempo abraçadas, sem
que nada precisasse ser dito. Passados alguns minutos,
já refeitas, Amélia me convidou para tomarmos
um banho...

Pusemos a banheira de hidromassagem tamanho
gigante para encher e ela me convidou então para
tomar aquele café. Fomos para a cozinha, enquanto
ela preparava o café, me contou que assim que
me viu na festa, ficou excitada, sem saber o fazer para
se aproximar. Que minha beleza a fez balançar.
Fiquei surpresa e feliz por saber que estivemos na mesma
situação. Seu café era tão
gostoso quanto ela. Fomos para o banho! Ela pôs
espuma na água e ligou a hidro, enquanto a água
começava a espuma, ela me surpreendeu: Pegou
um frasco com óleo deliciosamente perfumado e
suavemente, começou a passar pelo meu corpo com
sua mão delicada e macia, me deixando molhadinha
de novo. Pedi que ela despejasse óleo em minhas
mãos e retribui caricia por caricia. Ouvíamos
musicas: suaves e sensuais, começamos a dançar
com nossos corpos colados um ao outro, com movimentos
sinuosos. Nisso percebemos que a banheira já
transbordava, rindo entramos na água morna, e
continuamos a nos acariciar, nossas coxas se enlaçavam,
nossos braços e mãos estavam em todos
os lugares. Perdemos a noção do tempo,
nossos lábios se tocavam, nos beijávamos
com carinho e tesão. Gozamos diversas vezes e
fomos dormir.

Passamos o final de semana juntas, o primeiro
de muitos, hoje somos conhecidas como as moças
bonitas que estão sempre juntas. Pobre dos homens
...

 

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