Meu namorado motoqueiro
Essa aventura é mais uma daquelas em que eu não era ainda nem Sabrina, como já contei outras como: a primeira mordida e histórias de carnaval... Porém fazem parte da minha vida de putinha e acho que se encaixam bem nesta sessão! É mais uma história incrível do tipo "acredite se quiser"... Antes de ser travesti vocês já leram em várias histórias, eu era figurinha fácil nos cinemas pornôs de Curitiba. A história de hoje começa ainda num cinema que hoje já nem existe mais, o Cine Gloria II na Praça Tiradentes....
Aos domingos à tarde, eu estava sempre por lá. Eu ainda era um rapaz alegre, comportado e ficava quietinho sentado num dos bancos bem nos fundinhos do cine... Geralmente sentavam ali os entendidos e aqueles que gostavam de sentir um boquetizinho enquanto assistiam ao filme. Eu era um rapaz bonitinho, mas acho atraía mais os homens pelo meu "jeitinho" delicado de ser... Foi assim que conheci "Romeu", um homem alto, forte e com cara de mau... Só que descobri por baixo de tudo aquilo uma pessoa dócil e sensível! Numa tarde de um domingo qualquer, ele sentou-se ao meu lado, me olhava com o cantinho dos olhos, encostava sua perna na minha, tudo bem sutilmente. Apesar de estarmos no escuro, apenas a luz do filme projetado iluminava o suficiente para vermos que estávamos afim um do outro. Nossos flertes foram aumentando, até decidirmos descer para o hall de entrada para conversarmos melhor. Descemos e sentamos nas escadas.
Ficamos quase a tarde toda conversando e surgiu assim uma vontade de nos conhecermos mais intimamente. Só que não queríamos uma transa no banheiro ou uma pegação nas poltronas, apesar da pegação ter rolado quase que sem querer. Ele tinha uma moto e usava sempre roupas de couro. Aquilo tudo lhe deixava ainda mais sexy. Trocamos telefones, ele não morava em Curitiba... Sua cidade era próxima daqui, mas por causa de seu emprego, apenas nos víamos aos domingos, e nem sempre era possível. Nossos encontros aqui em Curitiba eram no cinema... Eu ansiosamente já o esperava na escada, depois entrávamos e sentávamos bem na frente, onde ficávamos de mãos dadas, trocando carícias e nos beijando muito. Enfim, estávamos namorando... E, eu estava tão feliz, tudo na minha vida era lindo, cheio de cores. Ah, a paixão, rs... Como é bom uma paixão assim aos 19 anos. Ele tinha 25. Namoramos mais ou menos um mês desse jeito, sem irmos aos finalmentes, por isso mesmo eu já disse quando comecei: acredite se quiser! Algum tempo depois de namoro só no cinema, marcamos um encontro pra ser mais caliente! Decidimos nos encontrar num sábado à noite, onde iríamos à "Época", a melhor boate GLS de Curitiba no final dos anos 80 e começo dos anos 90...
A boate ficava na Avenida 7 de Setembro, pertinho de onde moro atualmente. Nos encontramos em frente a boate e entramos para curtir. Nada lá dentro me fascinava mais do que meu delicioso Romeu. Dançamos, nos agarramos, nos beijamos como dois apaixonados namorados. Era a primeira vez que ele entrava numa boate assim. Ele adorou, descobrira um lugar que lhe daria muitas alegrias futuramente. Mais tarde fomos para o Hotel Roma, um hotel simples que ficava a algumas quadras da boate. Ele estava hospedado lá. Teríamos naquela noite a nossa lua-de-mel. Ele foi gentil, me tratou como eu nunca sonhara ser tratada. Com a luz apagada tiramos a roupa e deitamos lado a lado. Eu na frente, ele atrás... Enfim, ele era meu homem e na minha cabeça, eu era a sua " mulher"... As carícias continuaram e foram se tornando mais intensas. Eu ainda não tinha sentido seu pau daquela forma, nu e cru... Somente havia percebido em nossos amassos que aquilo era enorme.
Era realmente uma coisa imensa, desproporcional e simplesmente não cabia na minha boca. A penetração também foi impossível, ele apenas me cutucava com a ponta da sua picona e esfregava-o entre minhas coxas, não foi nada além disso... Ele gozou se masturbando. Como eu era bobinha hein? Mas isso não durou, rs... E, essa foi a nossa primeira transa, rs... Acho que sentimos que nossa lua-de-mel não havia sido como esperávamos. Continuamos apaixonados e nos falando por telefone regularmente. Ah, não tinha coisa melhor pra mim do que quando ele me ligava durante a semana pra falar comigo no meu trabalho. Na época eu era auxiliar de escritório numa grande empresa aqui da cidade... Sentia falta dele, pois ele quase não vinha a Curitiba... Só que eu continuei frequentando o cinema e já não me comportava tão bem lá dentro, estava começando a soltar as garrinhas e descobrindo coisas muito interessantes... Fui deixando nascer essa putinha que hoje vocês conhecem muito bem.
Mas, tudo ainda era de forma muito lenta. Eu saía do cinema com um peso na consciência, sentia que estava sendo desonesta com meu namorado Romeu. Enfim, fazer o quê? Num dos domingos seguintes eu peguei um ônibus e fui até a cidade dele. Ele estava me esperando na rodoviária e saímos a andar pela cidade na sua moto! Eu estava com tanta saudade dele que tinha vontade de me jogar em seus braços e beijá-lo na frente de todo mundo, rs... Claro, que me contive até demais! Que delícia aquele homem que eu amava me proporcionando aventuras incríveis. Subi em sua moto e saímos pela cidade. Não sei se alguém reparou, mas eu me agarrei nele feito carrapato, rs... Nunca eu havia andado de moto e o medo ajudou para que eu o agarrasse com toda a força.
Com ele, na garupa da sua moto e meus cabelos ao vento, a vida era tão maravilhosa, eu era feliz, sentia-me protegida e não pensava mais em nada!Era uma situação inusitada pra ele também. Fomos a um lugar fora da cidade, perto de um lindo rio! Eu quis ficar mais a vontade com ele, e então fomos para dentro de um lugar de mato fechado. Fomos nos beijando e ficando excitados. Ele baixou as calças e eu tentei chupar seu pau. Depois fiquei de quatro no chão e ele tentou me comer. Só tentou, mas acabou se masturbando e gozando como já estava acostumado a fazer. Saibam que nesse tempo eu era totalmente passiva e ele se dizia totalmente ativo!Naquela época não sabíamos que existiam bons lubrificantes e a pomadinha mágica que me são tão úteis hoje em dia... Continuamos namorando, tínhamos até uma música tema: "Is this love?" com White Snake... Até hoje quando ouço essa música, eu lembro dele... Continuamos nosso namoro que ficou uma coisa meio light algum tempo depois, pois eu ía ao cinema e ele também. Quando estávamos lá, sentíamos necessidade de algo diferente, nossos sentimentos estavam esfriando.Mas em respeito mútuo, mantínhamos as aparências, já estávamos nos aturando...
Num final de semana no verão, apareceu uma chance de realizarmos uma nova lua-de-mel. Fomos a sua casa de praia. Nos encontramos na rodoviária, pegamos um ônibus e fomos... Sentadinhos juntos, discretamente nos fazendo carinhos e não vendo a hora de chegarmos para fazer amor! Quando chegamos à rodoviária de Matinhos, desabava uma tempestade, mas saímos mesmo embaixo de chuva forte e vento rumo a sua casa na praia... Chegamos ensopadíssimos, ríamos e tudo era legal... Romântico não? A casa super velha e com pouco conforto. Mas, o que queríamos era uma cama para deitar, rolar e amar. O primeiro desconforto já se fez sentir bem, não havia luz elétrica. Tínhamos velas e uma lanterna que ele levara. Ainda bem que estava quente, pois o banho também era frio. Depois de um banho estávamos prontos para começar a nossa transa. Será que eu conseguiria lhe dar mais prazer? Começamos, foi dolorido o sexo anal, mas eu consegui ir um pouco mais além. Brincamos um pouco e tivemos que parar pois eu senti uma vontade imensa de ir ao banheiro, rs...
Fui ao banheiro, mas naquela época, eu ainda não dominava a arte de fazer uma boa chuca, mas dava pro gasto. Inclusive também não usávamos camisinhas, apesar de estarmos em plena época que a Aids estava matando pessoas como Cazuza e outros famosos, mas não sentíamos medo. Bem, voltando a minha transa que não conseguia ser aquela dos nossos sonhos, ficávamos fazendo outras coisas e deixando a penetração para depois... Como não havia televisão ou rádio, tínhamos apenas um ao outro para passar o tempo. Conversamos e namoramos um tempão, rs...Ele acabou adormecendo e eu fiquei ao seu lado deitada e sonhando acordada. Lá fora continuava uma chuva forte com relâmpagos e trovões. Haviam também algumas goteiras dentro da casa. Só que eu me sentia tão bem e protegida por aquele homem que eu "amava"... Fiquei agarradinha a ele e curtindo aquele momento que até então, parecia ser o melhor na minha vida... Mais tarde, ele acordou e começamos a brincar de novo... Seu pau cresceu e eu fiquei por cima dele. Ele pegou um lubrificante que nem vou citar o nome, mas foi o jeito que achamos no momento. De repente, senti seu pau entrando em mim.
Eu relaxei e deixei entrar. Finalmente, estava sentindo-me toda entalada em alguma coisa. A anatomia do seu pau era disforme, alguns pontos eram muito grossos o que dificultava o vai-e-vem, principalmente para nós que não sabíamos usar um bom lubrificante. Sentindo um pouco de dor, mas querendo agradá-lo imensamente eu continuei sentadinha no seu pau e ele com aquela coisa imensamente dura parecia tão feliz... Me virou de bruços e veio por cima de mim. Eu acabei gozando, mesmo sem querer, meu pau não tinha ficado nem duro, mas eu gozara. Ele estava metendo sem parar, sentia seu suor pingando em cima de mim, sua boca me beijava, mas eu estava ficando agoniada. Alguns minutos depois eu pedi por favor para que ele parasse, pois eu estava sentindo uma dor insuportável. Ele respeitou minha vontade e saiu de mim... Novamente gozou se masturbando. Mas, senti que ele não gostara nada. Depois disso fomos dormir... No dia seguinte quando acordei ele não estava, mas suas coisas estavam ali, imaginei que ele fora dar uma volta. A tempestade do dia anterior se fora, não havia sol, mas nem chuva... Logo depois ele chegou e disse que havia ido a uma panificadora ali perto tomar café. Eu fiz o mesmo e mais tarde pegamos um ônibus já de volta à Curitiba. Na volta, o clima não era o mesmo da ida...
Ele voltou a sua cidade. Nosso relacionamento acabou-se naquele dia. Descobrimos que não daria certo. Eu continuei indo ao cinema. Ele também, mas o que lhe atraira fora mesmo a boate... Ele inclusive saiu com um dos meus melhores amigos, que falou maravilhas dele. Não fiquei chateada, pois eu não conseguira prendê-lo...Eu me tornei cada vez mais safadinha e conhecer lubrificantes e dar o rabo para pau grande foi questão de tempo. Meu Romeu também descobriu aqueles que aguentavam sorrindo a sua rola e perdeu-se de minhas vistas no mundo gay. Conversamos algumas poucas vezes quando nos encontrávamos na boate...
Algum tempo depois ele já havia se mudado para Curitiba e estava casado com um rapaz muito bonito. Depois que me tornei mais "menina", ele fingia que nem me conhecia. De vez em quando eu o pegava olhando pra mim, mas eu acho que na cabeça dele não entrava a idéia de que tivesse me namorado. De qualquer forma houve emoção, carinho, paixão e tesão... Mas, acabou... Hoje são só lembranças... Boas e engraçadas... Enfim, uma grande aventura...
BONECA DRIKKA
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