As caipirinhas
Para quem não me conhece, meu nome é Sandra
e trabalho numa multinacional e possuo um pequeno sítio
nas proximidades da cidade de Sorocaba. Bom, como viajo
constantemente e então, em vários fins
de semana fica impossível ir para o sítio
e então, uso o meu apartamento de fica no centro.
Bom, o fato que passo a narrar ocorreu pelo fato de
ter uma viagem aérea marcada para segunda-feira
às 8:00 horas para a cidade de Planaltina . Bom,
como não gosto de ficar entendeada e então,
no sabádo a noite, resolvi ir a luta e então,
me arrumei toda e parti para um giro pelas boates.
Nas
duas primeiras, o movimento estava fraco e além
do mais, havia mais bichas do que garotas. Entretanto,
na terceira , a coisa estava de bom para melhor, pois
a cada uma que via, a minha xoxota se umedecia. Bom,
fiquei uns 15 minutos, apreciando o movimento e tomando
uns drinks. Até que as avistei, dançando
no salão e pelos constantes beijos, se via que
se tratava de namoradas. Quando elas foram para a mesa,
aproveitei e peguei 2 drinks e ofereci para elas. Daí,
me aprsentei e elas disseram se chamar Bia e Solange.
A Bia era morena-clara, devia ter uns 30 anos, mais
ou menos 1,70 m e uns 70 Kg e a Solange era negra, uns
30 anos, mais o menos uns 1,65 m e uns 65 Kg. Bom, depois
de mais uns 2 drinks, elas soltaram a língua,
pois contaram que nasceram numa cidadezinha do interior
e desde a infância eram amiguinhas inseparáveis
e quando tinham seus 14 anos acabaram fazendo amor,
mas ao completarem 18 anos fugiram de casa, pois não
suportavam ter que fingir que gostavam de homens. Disseram
também, que mesmo se amando, as suas relações
estavam um tanto monotona e que estavam ali procurando
alguém que pudesse dar mais vida as suas transas.
Naturalmente, me ofereci e que elas jamais se arrependeriam,
pois passariam uma noite inesquecível. Meio timidamente
elas aceitaram e então, ápos pagar as
contas, rumamos para o meu apartamento. Durante o trajeto,
percebi que estavam meio acanhadas e decidi acender
o fogo daquelas mulheres.
No apartamento, elas continuavam
da mesma maneira e então, fui até a cozinha
e preparei duas caipirinhas e coloquei algumas gotas
de um poderoso afrodisíaco. Ápos uns 10
minutos, já se via o efeito do afrodisíaco,
pois era um cruza e descruza pernas e uma esfregação
dos seios por cima da roupa. Por isso, peguei-as pelas
mãos e as conduzi para o quarto. Lá ela
começaram a se despir afobadamente e eu me livrei
da minha camisetinha, da saia e da calcinha. Quando
as vi nuas, fiquei deslumbrada, pois seus corpos eram
perfeitos e tirando a cor da pele, a única diferença
era que a Solange tinha as auréleas dos seios
grande e a Bia as suas auréleas eram pequenas,
mas o busto de ambas era volumosos. Bom, começamos
a nós esfregar uma na outra e então, dedici
colocar a Solange deitada de pernas abertas e mandei
a Bia sentar na cara dela. Daí, abri os lábios
vaginais da Solange e enfiei a língua e fiquei
lambendo bem rapído, via-se a sua reação,
pois as suas pernas não paravam de se mover.
Em seguida, troquei a língua por um dedo e quando
enfiei a metade, senti um obstáculo e então,
comecei a chupar forte o seu grelinho e ao mesmo tempo,
soquei o dedo, mas sem romper o hímen. Em conseguência
disso, a Solange começou a se debater e a ter
vários orgasmos seguidos.
Por isso, a Bia saiu
de cima dela e ficou tocando uma siririca e implorando
para que viesse chupar a sua xoxota. Passado alguns
minutos, a Solange desabou e então, escancarei
as pernas da Bia e depois de umas 10 lambidas, ela deu
uma tremenda gozada. Aproveitando que sua xoxota estava
umedecida e então, enfiei o dedo até encontrar
o hímen e fiz a mesma coisa, pois chupei seu
grelinho e soquei o dedo bem rapído. A coitada
se debatia, se contorcia e tinha um orgasmo atrás
do outro. Ápos alguns minutos, percebi que a
Solange estava reacendendo o seu tesão, pois
já começava a acariciar o seu corpo, com
maior freguencia os seus seios e o grelinho. Nisso,
pedi para a Bia ficar sobre a Solange e roçar
os seus grelinhos e também os seios. Bom, aproveitando
esse momento, peguei um dildo de 16 cm e ápos
lambuzar bem com um lubrificante, coloquei-me átras
da Bia e me preparei para penetrar o seu ânus.
Quando encostei a cabeça, disse-lhe que era um
dedinho. O fogo da Bia era tanto que nem sentiu a penetração
do consolo, pois mesmo saindo um filete de sangue, ela
implorava para meter mais fundo e raoído. Por
isso, peguei-a pelos ombros e soquei o meu cacete de
borracha com toda força e rapidez. Em conseguência
disso, ela berrava e seguidamente, alcançava
um novo orgasmo. era uma coisa linda de se ver, pois
nunca tinha visto uma mulher com tanto tesão
reprimido. Ápos mais alguns minutos, a Bia caiu
inerce sobre a Solange e por isso, aproveitei e tirei
o artefato e então, cruzamos as nossas pernas
e fizemos as nossas aranhas brigarem, foi um prazer
fenomenal, pois ficamos nesse roça-roça
por uns 15 minutos e tivemos vários orgasmos.
Bom, para incurtar a história, ficamos das 1:00
até as 8:00 horas fodendo sem parar.
Quando acordamos
exaustas, tomamos um banho revigorante e ambas não
paravam de agradecer pela noitada. Ápos um almoço,
levei-as para onde haviam deixado o seu carro e durante
o trajeto, não paravam de agradecer por eu não
ter tirado as suas virgindades vaginais. Bom, no proxímo
relato, vou contar como descobri que minha sobrinha
também era uma entendida.






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