Violado perante a namorada

Aquele era um local discreto, óptimo para comer a namorada. Nessa noite estacionei o caro debaixo de um renque de árvores bem afastado da estrada para não sermos vistos pelos automobilistas, e depois de umas beijocas bem dadas na Sofia e de uns valentes apalpões nas mamas e nas coxas por debaixo das saias, meu pau começou a ficar armado como de costume. Sofia riu-se encantada, ela adorava apanhar com o cacete embora o meu não seja lá muito avantajado, passou a mão na sua silhueta por sobre a braguilha das calças tirando-o para fora juntamente com os colhões.
- Piliha pequenina – comentou com agrado pousando-lhe a mão – que me faz tão feliz. E os teus tomatinhos como são queridos. Não cresceram muito mas promete-me que quando casarmos me vais fazer muitos filhos graças a eles. E se forem rapazes quero que tenham o pilau e os tomates do tamanho dos teus, prometes?
Eu prometia-lhe tudo o que ela quisesse pois como qualquer homem naquela altura só queria mesmo era ir-lhe ao pito. Sofia agora já me tinha enfiado o piçalho na boca e entretinha-se a fazer-me um broche delicioso que ela sabia fazer como ninguém enquanto eu já lhe tinha tirado a calcinha escura e enfiado o dedo indicador na cona húmida. Estava com os colhões cheios de esporra desejosa de se derramar naquela grutinha gostosa e estava-me me preparando para lhe pedir que suspendesse a mamada e me deixasse meter o meu pau na sua racha de baixo quando apanhamos com um jacto forte de luz que nos deixou cegos ao mesmo que as portas dos dois lados sendo aberta abruptamente. Senti então o que me pareceu ser o cano frio de um revólver encostar-se à minha cabeça.
- Quietos os dois – uma voz áspera de homem – E tu minha puta não te armes em engraçada a menos que queiras ter os miolos do teu amigo espalhados no carro.
Começávamos a recuperar a visão. Qualquer reacção nossa além de temerária seria imprudente pelo que não reagimos. Eles eram três, um deles armado, de cara descoberta ainda que a pouca luz e o nosso estado de insegurança não permitissem uma identificação cabal. Começaram por amarrar a Sofia atando-a com as mãos atrás das costas e em volta do banco para não se poder levantar, o que me deixou algo admirado pois seria mais lógico que me atassem a mim primeiro. Até porque aquela posição não era nada apropriada para a violarem pois desde o primeiro minuto não tive qualquer dúvida que o objectivo da sua intervenção não fosse outro senão comer a Sofia. Ela contudo é que parecia não ter consciência disso. Enquanto a amarravam perguntou o que queriam, se era dinheiro nós daríamos o que tínhamos, mas por favor não nos fizessem mal.
- Está descansada vagabunda. – respondeu um deles sempre com a arma apontada à minha cabeça – Não queremos roubar dinheiro a ninguém, talvez antes a sua integridade. E fica descansada que de ti queremos muito pouco, quanto muito a tua boquinha que ainda há pouco estava fazendo um broche a este picinhas, mas esperamos que aqui o teu namorado goste do que pensamos em preparar para ele.
Ouvindo aquilo e percebendo só então suas reais intenções lembrei-me das deliciosas enrabadelas que o Mário me dera nos meus tempos de estudante de Engenharia e meu caralho que continuava fora das calças ainda mais se empinou de tesão do que quando se estava preparando para entrar na Sofia. Não sou paneleiro mas graças ao Mário não desdenho de apanhar no cu quando a ocasião se proporciona. O assaltante notou-o.
- Pelos vistos aqui o bichinha vai adorar. Olhem só como ele ficou! Afinal não é só a puta que o faz ficar de pé. O que não admira já que o escaso piçalho que apresenta não deve ser capaz de consolar devidamente uma mulher e por isso deve estar mais habituado ou a tocar punhetas ou a foder com a fenda de trás.
Os três miraram-me a piça e os ovos e riram-se muito com o seu tamanho. Um deles apalpou-me os tomates e piroca. Achou-os moles.
- És mesmo paneleiro – comentou – Nem mesmo sendo mamado por uma gaja boazona como esta ficas com os colhões duros Espero que tenhas mais tesão no cu do que na piroca.
E voltaram a rir-se com gosto. Sofia começava perceber o que se ia passar, que eram violadores e não assaltantes o que tínhamos ali, e que em vez dela eu é que seria violado por eles, acho que ficou melindrada como pedaço de mulher que era. Por isso xingou-os despeitada:
- Que raio de homens são vocês que preferem meter em cu de homem em vez de foderem uma moça?
- Olha, olha, a puta – um deles disse - Gostava mais que nós a fodessemos. Não admira. Ias mais bem servida com qualquer um de nós. Apesar de gostarmos mais de cu de homem, ainda para mais quando redondinho como este aqui, temos todos piça e colhões de homem ao contrário do teu namoradinho.
E voltaram a rir-se. Eu pelo meu lado não dizia nada. Há já tanto tempo não apanhava com pau na entrada traseira que não via hora de ser violado pelos três, muito embora soubesse de antemão que meu olhinho não ficaria em boas condições no final.
- Basta de paleio – gritou o que me apontava a arma –Não viemos aqui para palestrar mas para arrombar um cu. Por isso mãos à obra rapazes, força na verga e pau nele.
Foi então a vez de me amarrarem. De joelhos no chão do lado do condutor, o tronco estendido sobre o assento, os braços esticados e amarrados nas pernas da Sofia, o meu nariz quase lhe roçando o pito, a calças e os boxers puxados para baixo, meu cuzinho que o Mário inaugurara anos atrás e há tento tempo em jejum despudoradamente oferecido, em frente a minha namorada. Minha piça latejava de excitação e os mariolas voltaram a gozar-me dizendo não compreender como um panasca de pau curto como eu conseguira arranjar uma namorada tão apetitosa como aquela.
- Já violamos alguns cus e nunca vimos ninguém ficar com tanto tesão como tu.
Sofia parecia estar enojada com aquilo que se ia passar mas o brilho nos seus olhos, o rubor das faces e a sua respiração apressada dizia-me que ela estava igualmente excitada com o ir ver-me apanhar no cu dos três. Estes por sua vez tendo-me manietado procederam ao sorteio da ordem pela qual eu deveria provar do seu cacete. Partiram um graveto em três bocados desiguais, baralharam-nos, um deles guardou-os envolvidos na palma da mão com uma extremidade de fora que cada um dos outros escolhia, o pau maior seria o primeiro a comer-me, e por aí fora. O primeiro contemplado baixou então as calças e exibiu seu caralho a mim e à Sofia.
- Diz lá minha puta de piça pequena – era a mim que se dirigia – se eu não tenho uma piça muito mais bonita do que a tua – e depois para ela – e tu minha putazinha bonita diz lá se não consolavas melhor a rata com uma piça do tamanho da minha.
Como Sofia não respondesse ele puxou-me pelos cabelos para trás de modo a levantar-me a cabeça e esbofeteou-me com violência, dizendo que me partiria os dentes e o nariz se ela não lhe respondesse. Sofia respondeu-lhe então que sim e eu fiquei sem saber se dissera aquilo para me poupar o espancamento ou se na verdade preferia o tamanho do caralho dele ao meu. Mais tarde soube que foi um misto dos dois.
- Muito bem – gabou-se – todas as putas gostam de piças compridas. E como gostaste dela concedo-te que ma chupes muito bem chupadinho como estavas a chupar o dele quando nós vos interrompemos. Assim irá menos suja para o cu do teu homenzinho. E é melhor que o molhes bem senão o bichinha do teu piça curta irá gritar como um perdido quando lho enfiar no rego.
Sofia embora com um esgar de repugnância lá lhe lambeu a piroca o melhor que conseguiu e quando ela já estava suficientemente armada mandou-lhe a pedido dele uma bruta cuspidela. Meu violador abriu-me então o olho com as mãos, cuspindo igualmente dentro dele, tal como costumava fazer a Cláudia quando o Mário me queria meter, e mandou pau nele. Aiii, até vi estrelas pois o bandido não foi nada meigo, dir-se-ia estar com pressa de me fazer sentir-lhe os colhões batendo-me nas bordas. Mas quando enfiou tudo e me começou a cutucar a próstata com a sua cabeçona, oh que prazer! Sinceramente nem o pito de Sofia me saberia tão bem como o gosto daquele caralho grosso no cu. Experiente como era o sacana mal meteu viu logo que eu já perdera os três de tal canal.
- Eu logo vi que o filho da puta era paneleiro apesar de ter uma gaja boa. Não é o primeiro cacete que lhe entra no cu. E olhem como ele fica com mais tesão à medida que o enrabo.
Sofia olhou para mim algo admirada pois não sabia que eu já levara no cu, mas notei que felizmente não se mostrava escandalizada, pelo contrário, achei que ela mostrava tanto entusiasmo com o facto como eu e que no final ia querer apanhar do meu cacete embora bem mais diminuído do que o dos marmanjos e foi por isso que me contive para me não esporrar apesar da grande vontade que sentia.
- Olhem, olhem o paneleiro! Apanhar no cu faz-lhe crescer a piça – na verdade eu tinha-a agora toda levantada quase colada ao meu umbigo. Quando ele se veio posso dizer que nunca a piroca do Mário me enchera tanto as tripas de langonha como a do desconhecido. Ou trazia os tomates muito cheios ou eles eram grandes produtores de leite pois quando a tirou fora não tardou muito a sentir a torrente do seu líquido desaguar por mim, escorrendo-me pelas pernas abaixo e besuntando-me os meus próprios tomates.
Foi então a vez do segundo tomar-lhe o lugar. Húmido como estava meu cu não precisava que cuspissem nele para deixar entrar um pau sem problemas mas mesmo assim o sujeito não perdeu oportunidade de mandar a Sofia mamar-lhe no cacete e cuspir nele. Bem mamado mandou-me empinar o cu e lá vai barão. Aiii! Dois é demais. Demais a dor mas igualmente demais o prazer se é que o prazer pode ser considerado demais. Desta vez tive maior dificuldade em não ejacular pois o vadio não devia gostar só de cu já que me agarrou o cacete e sempre brincando comigo por eu o ter pequeno punheteou-me longamente até se vir por fim.
- É – comentou –tens a piça curta mas em contrapartida tens um cuzinho bem fundinho onde com um bocado de jeito até uns colhões grandes como os meus se conseguiriam alojar.
Mas felizmente ele não o tentou fazer pois senão é que seria uma arrombadela. Faltava um e naquele momento apear do ardor que sentia no olho e de ter as bordas completamente arreganhadas só lamentava não estar sendo violado por pelo menos meia dúzia de machos abonados como eles para prolongar o sabor daquele momento magnífico que estava vivendo. E então o cheirinho a tesão que vinha da coninha da Sofia enquanto eu ia sendo enrabado era algo sublime. Este contudo não se quis vir dentro de mim.
- O teu cu já levou um bom banho de esporra esta noite, paneleiro – disse-me – A tua puta é que ainda não provou leite hoje. Por isso abre a boca, vaca, que eu te vou aleitar.
Sofia não queria claro, mas duas cachachadas que ele prontamente me aplicou dizendo que me faria pior se ela não colaborasse levaram-na rapidamente a fazer mudar de ideias. Ele meteu-lhe então o caralho na boca e não demorou muito a esvair-se todo.
- Engole puta que é para aprenderes a vir com o namorado para o escuro.
O último sujeito estava impaciente para me comer. Enquanto assistia às duas fodas anteriores não parou de se punhetear e de vez em quando ia esfregando seu piçante no meu rosto e cabeça. Também era o que o tinha maior o que fazia a Sofia lançar-lhe olhares invejosos de inveja. Ainda bem que ficara para o fim quando o buraco do olho se encontrava mais aberto. Também foi ele o único que dispensou os serviços orais de Sofia. Gabando muito minha boquinha, pequenina como meu caralhinho, mandou que o chupasse. Huum! Que bom aquele gostinho salgado, que delicia aquele pau completamente melado com o seu líquido espesso. Enorme como era penetrou-me na garganta, entupindo-me com ele e dando uma amostra do que esperava meu rabinho.
- Isso puta, muito bem – incentiva-me ele – És mesmo bichinha. Não estás só habituado a dar o cu, vê-se que também já chupaste muito caralho.
Não era verdade. O único pau que chupara fora o do Mário mas gostara tanto de o fazer que mamar na pila era para mim uma brincadeira de criança. E fiz o que a Sofia não fez. Mordisquei-lhe os colhões, lambi-os, sorvi-os. Huuum!
- Se imaginássemos que eras assim tão paneleiro – disseram os outros – em vez da puta da tua namorada quem nos tinha feito os broches tinhas sido tu.
Com o caralho bem ensalivado por mim o bigalhão meteu-me então no cu. Ohh! Como era grande e duro, parecia que me furava todo. O indivíduo começou a bater-me nas nádegas mandando-me rebolar nele.
- Nesta noite és a minha puta, por isso comporta-te como uma puta.
E eu fazendo-lhe a vontade procurava rebolar-me todo apesar do desconforto da posição em que estava, o que além de me dar mais prazer atenuava-me um pouco a dor que aquela penetração me estava provocando. Mas era tão bom! Só queria ter as mãos livres para tocar uma punheta como fazia quando o Mário me ia ao cu. Não tive porém direito a nenhuma punheta, apenas a mais um banho de esperma quente no recto que me fez sentir tão fêmea como a Sofia. E nestas ocasiões é tão bom um homem sentir-se fêmea.
- Quando quiseres mais, ó pilinhas, já sabes onde nos podes encontrar. E não te acanhes de trazer a namorada. Como vistes não lhe acontece nenhum mal – e riram-se. Colocaram-me então um vidro na mão para que pudesse cortar as cordas enquanto se punham ao fresco. Recomendaram-me que não o deixasse cair pois nesse caso ficaríamos ali amarrados naquela posição humilhante (humilhante sobretudo para mim) até que surgisse alguém durante o dia e nos libertasse, ou fizesse o mesmo que me tinham feito a mim, num de nós. Confesso que não consegui cortar os nós sem me ter ferido a mim próprio mas após vários minutos as cordas que me prendiam os pulsos nas coxas da Sofia tinham cedido. Estava com os membros bastante entorpecidos o que me fez demorar mais algum tempo a libertar minha namorada, mas um bom quarto de hora depois achávamo-nos ambos soltos, já os violadores deviam estar longe.
- Então tu meu paneleirinho – atirou-me Sofia esfregando os pulsos – já tinhas apanhado no cu e feito broches e nunca me disseste nada?
Ia-lhe dizer que isso eram águas passadas, numa época em que eu não tinha mulher, quando ela se me atirou ao pescoço beijando-me com intensidade inusual.
- Adorei ver-te sendo enrabado por três matulões. Sempre tive uma grande tara por homens apanhando no cu de outros homens. Pela primeira vez tive a oportunidade de ver uma coisa dessas ao vivo.
Sofia ainda estava sem calcinhas. Passei-lhe a mão no entre-pernas, sua cona estava bem mais húmida que antes, seu clítoris tão em pé como o meu caralho. Ela estava precisando muito de um cacete nela, mesmo que pequeno como o meu, e eu de despejar meus ovitos.
- Temos precisamente o que faz falta um ao outro – observei-lhe.
Foi mesmo ali. A trancada que estivera para ser dada antes de eu ser violado, e que por isso tivera de ser adiada, só agora é que tinha oportunidade de acontecer. E asseguro-lhes que valeu bem a pena o adiamento.

 

Ribeiro - rui.r.costa@hotmail.com

 

 

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