O dia que virei homem
Em uma da minhas viagens ao exterior, visitei diversas casa de produtos eróticos, e em uma delas, encontrei um artigo que muito me interessou. Era uma espécie de calcinha de látex, na cor da pele com um pênis de 10/6 cm interno e outro externo de 19/5 cm, este também feito de um tipo de látex bem macio e maleável, infalível por um sistema de bombeamento de ar e um de esguicho, simulando uma ejaculação. Algo excepcionalmente incrível. Claro comprei na hora sem me dar conta também do excepcional preço. E foi assim que tudo começou. Aquele pedaço de plástico sem vida despertou em mim uma curiosidade que à muito tempo rondou minha cabeça e agora poderia ser saciada: "O que é que tanto os homens vêem nas mulheres ???". Retornando ao Brasil tratei logo de por em pratica o plano que ainda no exterior havia bolado. Fui a uma loja que vendia artigos para maquiagem teatral, e comprei, verniz, algumas tintas para escurecer os pelos, uma cinta entre outras coisas. Já de posse de todo o aparato, partir para casa, para me preparar, e começar a metamorfose.
Amarrei bem apertado a cinta para esconder os seios, o que não foi muito difícil pois são pequenos, cortei algumas mechas do meu cabelo para construir minha barba, escureci os pelos dos braços coloquei umas lentes claras paras substituir meus óculos, e me transformei num verdadeiro garanhão. Partindo então em direção a um bairro barra pesada da cidade, daqueles que possuem ruas com bregas de um lado e do outro, para a tão esperada caçada. Escolher o melhorzinho foi tarefa difícil, mas estava determinada a só sair dali com meu objetivo alcançado.
Logo resolvi entrar em qualquer um. Já lá dentro, conversei com uma cafetina, e ela me apontou uma mulher com as características que havia pedido. Parti para um dos quartos puxada(o), pela mão, pela minha submissa putinha loira de bunda grande e arrebitada. Chegando dento do quarto, deitei-me na cama e ordenei que ela tirasse toda a roupa, para que pudesse admirar seu corpo. Ela muito obediente, cumpria todas as minhas ordens, como uma cadela ensinada. Perguntei como se chamava e ela respondeu: - Daniela, mas pode me chamar de Dani, putinha, cachorrona, ou qualquer coisa que preferir, aqui você é quem manda, gostosão . Dani então se aproximou, beijando-me, o que a principio me causou repudio, mas o sabor adocicado de seus lábios logo me agradou. Tentou abrir minha camisa , mas não permitir, alegando que gostaria de come-la de roupa como quem da uma rapidinha. Me levantei e joguei Dani na cama, caindo por sobre seu corpo. Comecei a chupar cada poro em busca do tal sabor adorado pelos homens. Mamei naquele seios, com toda malícia de quem conhece, mordiscando no extremo entre a dor e o prazer e depois roçando a língua suavemente nos mamilos.
Ao chegar na xana o mesmo repudio inicial se abateu sobre mim, mas já que estava ali, tinha que experimentar de tudo, então, tentei lembrar como meus namorados faziam, porem, sabendo de pontos sensíveis que só nós mulheres conhecemos em nossos corpos, iniciei um tremendo boquete. Não sabia que iria gostar tanto do suco de sua boceta, ao ponto de enterrar meu rosto naquele sexo, e não mais querer tirar a língua daquela racha, sem lembra do risco que corria em perder minha falsa barba. Fiz Dani gozar varias vezes em minha boca, na mesma medida em que dava umas bombadas em meu pênis para que inflasse. Logo, logo, já estava duro o suficiente. A cada movimento meu, o pênis interno, também se mexia dentro de mim, me deixando cada vez mais excitada. Dani disse que também queria pagar um boquete em mim, mas com medo que ela percebesse, que aquele caralho já em riste, não era de verdade, o que não seria difícil para uma profissional, não permiti, dizendo que só faríamos o que eu quisesse como eu quisesse, e que ali quem mandava era eu. Tirei o caralho para fora da calça, e coloquei a camisinha eu mesmo, de costas para ela. Quando me virei, fui subindo pela cama, por entre suas coxas, já totalmente escancaradas e com certa dificuldade, segurando "meu caralho", tentei, aninha-lo naquela rachinha completamente molhada. Percebendo minha dificuldade, Dani me ajudou, tomando meu pau em suas mãos introduzindo a cabecinha em sua gruta. Daí para frente foi moleza, quer dizer, "dureza", só pau viola, numa forte estocada enterrei-o todo, de vez, em sua boceta. Me movimentava compassadamente como um verdadeiro macho, acasalando, num vai e vem alternado entre movimentos circulares em total harmonia com o bailar dos quadris de Daniela.
Num balanço de seu corpo ela me jogou para debaixo dela e logo começou a me cavalgar, os movimentos, provocava fortes estocadas do pênis que tinha enterrado em mim, me levando a loucura. Gemidos intensos tomavam conta do quarto. De repente ela desmontou meu caralho, apanhou um tubinho de silicone e me olhando com um sorriso safado no rosto, me pediu para rasgar seu cuzinho. Eu prontamente, mas com certo medo, de não conseguir, pois sabia o quanto era difícil vencer, uma guilhotina anal, me ajoelhei na cama e posicionei a glande na entrada de seu buraquinho, forcei, e ajudada pela relaxada que ela deu nos músculos, logo, meu caralho foi engolido por aquele buraco. Ela rebolava, enquanto eu dava estocada, nas quais retirava quase que por completo o pênis de dento e tornava a colocar de uma só vez, pressionando o máximo como se quisesse rasga-la ao meio. Então dei inicio a um massagem frenética em seu grelo, escorregando os dedos até a racha, lubrificando-os e voltando a dar especial atenção ao grelo, enquanto, passava a língua da base das costas até a nuca, deixando-a completamente arrepiada. Rebolando como louca ela urrava. Já não me agüentando pelos espasmos que começavam a chegar anunciando o esperado gozo, empurrei-a para frente caindo por sobre seu corpo, enquanto continuava enterrada em suas entranhas, girei o corpo puxando-a até ficar de costas na cama deixando-a ainda a rebolar sobre mim, praticamente me sufocando com seu peso. Em segundos gozamos alucinadamente, e tratei de ejacular na camisinha, um preparado que havia feito muito parecido com esperma em cor e textura, mas totalmente inofensivo.
Acabado o sexo ela saiu do meu pau ainda duro, e eu logo cuidei para que ele desinflasse. Ela me deu um beijo super gostoso, com gosto de sexo, se levantou, começou a se vestir enquanto eu tirava a camisinha, e jogava fora no banheiro. Quando voltei para o quarto ela já estava vestida sentada na cama. Veio em minha direção novamente me beijando, e disse no meu ouvido : - Adorei a transa, gata !!!. Aquilo me assustou, me deixando gelada na hora, mas fiz de conta que não entendi e tratei de sair logo dali, deixando a grana na cama, para finalizar tudo mais ou menos como havia imaginado. Nunca mais voltei lá, nem vi Daniela, mas foi uma experiência incrível, e totalmente inesquecível. Agora entendo, porque os homens são loucos por nós ... Mesmo assim continuo preferindo os homens, "Digo, só Preferindo".






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