Transformação em Curitiba

Mais um dia de trabalho e estou voltando para casa, os pés já doendo
pelo uso do salto o dia inteiro, passo rápido por esta parte da cidade,
pois é uma região de prostituição, meio barra pesada. Todo dia penso
que no próximo virei por outro caminho, mas acabo sempre vindo por
aqui. É uma espécie de joguinho psicológico, talvez Freud explique,
tremenda baixaria, as prostitutas em sua maioria são horrendas e o
atrevimento delas é muito vulgar. Sinto que vez em quando uma ou outra
crava o olho com expressão de deboche, mas certamente com inveja de meu
corpo, da minha bunda, o que me dá muito prazer. Estas prostitutas que
fazem ponto durante o dia são geralmente feias.

Quando saio mais tarde
do trabalho, a dose de adrenalina é maior, é mais perigoso, mas é mais
gostoso passar por aqui, aparecem prostitutas mais bonitas e alguns
travestis que se parecem mesmo com mulheres. Neste dia em particular
havia uma loira de olhos verdes que eu nunca vira antes encostada na
parede, eu não conseguia tirar os olhos dela, conforme eu avançava pela
calçada meu coração disparou, ela então avançou me barrando a passagem
e perguntando com expressão isenta de malícia ou deboche, se eu não
gostaria de fazer um programa com ela. Eu totalmente embasbacada pela
situação e pela beleza dela não conseguia dizer palavra. Quando
consegui foi um – Não, obrigada! E saí às pressas.


Que loucura foi tudo aquilo, ao chegar em casa estava transtornada, eu
me descobrira completamente perdida, que situação ridícula. Sempre me
senti hétero convicta e estava decidida a não passar naquele local
novamente, mas quase não dormi a noite.
No outro dia estou morrendo de sono e novamente caminhando por lá,
porém era mais cedo e não vi a dita, e assim fui passando os dias com a
mente sempre transtornada.


Após duas semanas, estou voltando novamente mais tarde e eis que ela
está lá, posso vê-la uma quadra antes, como é bela! Ela está distraída
e não me percebe, aproveito para delinear seus traços, boca carnuda,
seios médios estufados e empinados, bum-bum redondo e os quadris não
são largos, a cintura é ligeiramente mais fina que o quadril o que
torna seu corpo perfeito, quase de uma adolescente, embora aposte em
algo em torno de 22 anos para a idade dela. Ela é maravilhosa, talvez a
mulher mais bonita que já tenha visto. Quando chego perto, meu coração
dispara, ela novamente, ao me perceber olhando-a, me interpela com a
mesma pergunta. Desta vez estou mais segura e dou a mesma resposta, ao
dar dois passos uma idéia repentina, viro e digo – Mas, adoraria
entrevistá-la - menti.
- O que? Como assim?
- É que trabalho em um jornal e estamos fazendo uma reportagem sobre o amor – menti.
- Neste caso, não posso ajudá-la. Não sei nada sobre o amor. Minha especialidade é outra.
- Que pena. – Eu estava compadecida dela, embora ela não tivesse nenhuma cara de vítima.


Ao me virar, ela me segurou pela mão e disse que se eu quisesse
aceitava fazer a entrevista com ela uma outra hora.
Assim marcamos para segunda feira, dia em que não trabalhava. Como eu
tinha uma tarde para folgar no serviço ficou conveniente, combinamos na
casa dela, pois ela morava em um apartamento próximo.
Segunda-feira 14:00hs, Márcia está de pijama, sonolenta, mas como dizia
uma amiga “com toda a magestade”. Só então me apresento – Meu nome é
Clara.


Márcia Pede licença, toma um banho e me pede para fazer café. Ela sai
do banho com uma camisola e um tubo de creme na mão, nos sentamos na
sala e começamos a entrevista simulada. Eu havia preparado muitas
perguntas, queria ficar o máximo de tempo com ela. Aos poucos as
perguntas passam para o lado sexual e pergunto como ela se protege e
tal. As respostas são que ela sempre usa camisinha e nunca beija na
boca, não pratica felação, não faz sexo anal e que atende no máximo
dois clientes por noite. Estou excitadíssima pela situação,
enganando-a, me sentindo superior a ela, mas excitada pelas descrições
que ela me dá.


Eu a via como suja, contaminada, porém aos poucos vou mudando de idéia.
Sobre AIDS ela me disse que doa sangue pelo menos uma vez por mês e
assim obtém testes gratuitos, e que o último foi à uma semana.
Finalmente ela começa a passar o creme nas pernas e quando um pé sobe
no sofá sua vagina fica visível, meu coração dispara e aos poucos sinto
minha própria vagina latejar. Ela então abre a camisola e começa a
passar na parte da frente de seu tronco, os seios são magníficos.
- Agora você tem de pagar o preço pela entrevista, passe atrás. – ela ordena, me passando o tubo de creme.
Deita-se no sofá jogando a camisola sobre a bunda, as costas lisas.
Obedeço com as mãos trêmulas de emoção. O contato com a pele dela me
faz sentir as pernas bambas. Passo nos ombros e aos poucos vou descendo
pelas costas.
Termino as costas e ela então abaixa mais o tecido revelando sua
bundinha. Que coisa louca, estou babando pela bunda da prostituta. Ela
só aguardando, fica evidente que quer que eu passe na bunda.


Meus dedos começam em volta sem chegarem muito próximos à fenda, mas
conforme a área vai sendo coberta, inevitavelmente a região mais
próxima à fenda fica disponível e não posso me furtar a isto. Meu
coração está saindo pela boca. Quando meus dedos passam por cima da
fenda ela geme, sinto um nó na garganta.
Ela então abre um pouco a bunda e eu passo os dedos besuntados por
tudo, ela vai abrindo mais conforme eu vou mais fundo em movimentos
circulares descendentes, como em uma espiral...


Minha calcinha está molhadíssima, só falta passar creme no ânus, ele
está lá, quase que me convidando a tocá-lo, estou relutante, passando
os dedos com creme no entorno. Ela está excitada, posso ver suas coxas
meladas em torno da vagina, seu corpo está coberto de gotículas de
suor. O corpo firme apresenta-se trêmulo e minhas mãos também, o que
faz com que acidentalmente meu dedo toque o ânus dela. Ela se arrepia
toda e começa a gemer expulsando o ar pelas narinas rápida e
ruidosamente. Sinto um nó na garganta, inebriada, a felicidade está em
cada poro do meu corpo então ela se vira e diz agora é a sua vez de
receber creme. Já começa a me despir, sendo que a cada peça que ela
tira exclama - eu sabia!
Quando ela tira a calcinha e fala o último “eu sabia” pergunto o que ela sabia, ao que ela responde olhando nos olhos:
- Sabia que você era uma delícia!
Sinto meu rosto ferver de vergonha e emoção.


Continua me olhando e suas mãos pousam em meus seios de forma tão
delicada que eles parecem ter vida própria, querendo pular para as mãos
dela.
Ela se aproxima lentamente e retira as mãos, meus seios sentem os dela,
tocando mamilos com mamilos, a boca carnuda está próxima a minha, posso
sentir o hálito dela me invadindo, compartilhamos o mesmo ar viciado
com as bocas entreabertas, gotículas de saliva passam de uma boca para
a outra com a respiração ofegante, então num rompante me levanto
dizendo que tenho de ir embora, ela me segura pela mão e aproxima-se de
minhas costas posso sentir os seios nas costas. A voz sumida e rouca
quase num suplício:
- Fica mais.
Quando me viro, agora em pé, novamente sua boca está muito próxima a
minha e o aroma que vem de sua respiração me é irresistível. A boca
abre um pouquinho e os dentes alvos surgem coroando a língua vermelha e
molhada. As pernas me falham e os lábios se encostam.


Ela então roça os lábios nos meus e sinto me dentro dela e como se ela
estivesse dentro de mim, então a língua dela penetra em minha boca
envolvendo a minha em uma dança divina. Estou tonta e apaixonada por
esse beijo tão revelador.
Ela me deita e seus seios comprimem os meus, só posso me entregar.
- Márcia...
- Sim, meu amor?
-Te quero!


A resposta dela é virar meu corpo e descer beijando minhas costas, até
minha bunda, rodeando a língua em minha bunda como eu fiz com os dedos
na bunda dela. Ela desce abrindo minhas nádegas e circula a língua em
torno do ânus. Descargas elétricas, deste ponto, saem radialmente por
todo meu corpo em espasmos de prazer, ela então toca com o dedo minha
gruta molhada, meio que para se certificar como estou e então aponta a
língua como uma lança e cutuca no meu cuzinho.
- UUUiiiiiiiiiiiii!
Cada poro ganha vida e minha vagina agora está latejando, ela, então,
vira o corpo e ficamos cada uma com a boca na altura da vagina da
outra. Ela então sussurra:
- Eu adoro esta bocetinha!
As palavras dela me deixam alucinada, caio de boca na vagina dela
lambendo tudo e ela não se faz de rogada, lambendo meus grandes e
pequenos lábios com maestria.
- Ai Márcia, que gostoso.
Ahhh Clarinha tua vagina é tão saborosa...


Ela então passa a língua desde o clitóris até o ânus, cutucando-o e me
arrancando suspiros e gemidos. Procuro fazer o mesmo nela, pois nunca
estive com mulher, assim não tenho muita iniciativa.
Ela pega o tubo de creme, sem desgrudar a boca de minha vagina e
besunta o dedo indicador, começando a cutucar meu ânus. Que delícia, eu
que nunca topei sexo anal com homens agora estou sendo “comida” pela
Márcia e estou adorando, que dedinho gostoso entrando vagaroso, ao
passar pelo esfíncter meu corpo treme todo, então ela o retira e coloca
novamente me arrancando outro suspiro. Alternando o ritmo e a
intensidade da força aplicada aliada ao movimento da língua que parece
uma maquininha agora concentrada no meu clitóris eu não posso pensar em
nada melhor que já tenha sentido na vida.
Eu roubo o creme dela e besunto os dedos e a bundinha da Márcia,
imitando os movimentos dela. Então a garota pira total! Fica muito mais
molhada e remexe com movimentos desenfreados. Sinto que a experiência
para ela está também sendo incomum.
- Ahhh, Clarinha como você é boazinha, ai aí não... meu cuzinho! aí não, não , uffff


Gemendo e falando coisas que me deixam mais tesuda ela alterna as palavras com lambidas maravilhosas.
Clarinha..... Clarinha..... Clarinha.... safada.... Me fode! Me estupra Me faz tua mulher!! Aaaaiiiiii
Sinto meu orgasmo galopando pelo meu corpo então enfio todo meu dedo
nela e ela se ergue gozando e gritando: - Diz que me ama, diz que me
ama!
- Eu te amo Márcia, eu te amo!!!


Então ela explode em um orgasmo intenso e como um botão mágico o meu
próprio gozo acontece numa intensidade absurda, que eu nunca havia
imaginado ser possível.


Nos beijamos loucamente e tudo recomeçou. Transamos a tarde inteira até não suportarmos mais gozar.
Ela abandonou a prostituição, voltou a fazer faculdade desde então.
Márcia passou a trabalhar gerenciando uma loja de uma amiga, estivemos
apaixonadas por um tempo e ela me surpreendeu algumas vezes, um dia
trouxe uma cliente da loja e a “devoramos” com requintes de sabedoria
na arte de amar. A moça era magrinha, mas muito tesudinha. Enquanto a
Márcia lambia a grutinha da moça eu saboreava os beijos da menina que
só sabia gemer e falar besteiras em meu ouvido. Aqueles peitinhos
miúdos tão deliciosos de mamar. Depois de um tempo ela mudou-se para
outra cidade e eu acabei casando, meu marido adora minhas taras por
garotas e me incentiva. Temos a fantasia de fazer um ménage com uma
mulher. Se você é uma mulher bonita entre 18 e 40 anos, tem esta
fantasia e mora em Curitiba ou região ou mesmo vem para cá
eventualmente, me escreva, quem sabe poderemos fazer loucuras
deliciosas. cene2222@yahoo.com.br.


Beijos.
Clara

 

Enviar novo comentário

O conteúdo deste campo é privado não será exibido publicamente.
  • Endereços de páginas de internet e emails viram links automaticamente.
  • Linhas e parágrafos quebram automaticamente.

Mais informações sobre opções de formatação

ANTISPAM
Usamos este sistema para evitar spam dentro do Casa da Maite.
3 + 1 =
Resolva a simples operação matemática de soma acima e coloque o resultado. Por exemplo 1+ 3, digite 4