Família indecente

Em janeiro desse ano comecei a namorar o Carlos. Um cara muito legal, gostoso, que tem uma família tarada por sexo. Explico melhor. Recentemente Carlos me convidou para conhecer sua casa. Era um sábado de muito sol e quando chegamos lá tive minha primeira surpresa. A mãe Verônica, e a irmã Carla, dele tomavam banho de piscina, inteiramente nuas.
Fiquei meio sem graça, mas Carlos disse para eu me acostumar com aquilo. Antes de ele me levar para cumprimentá-las, fomos trocar de roupa. Coloquei um biquíni fio-dental que quase não escondia nada. Mais que isso, feito de crochê e deixava à mostra os bicos dos meus seios e os cabelinhos da boceta. Quando me viram, ambas se levantaram e vieram me cumprimentar com beijinhos. Verônica, uma mulher muito bonita e com um corpo de dar inveja a qualquer ninfeta, encostou seu rosto no meu. No contato, tive o prazer também de sentir seus seios roçarem nos meus. Aquilo me deixou arrepiada e os bicos das minhas tetas se levantaram. A irmã de Carlos também me beijou e comentou que meu biquíni era muito sensual. Mas não ficou apenas no elogio, Carla colocou a mão sobre meus seios dizendo que gostaria de sentir o tecido do biquíni. A mãe pediu que eu desse uma voltinha e não economizou palavras para elogiar meu corpo. Olhei para Carlos e percebi que ele estava excitado, seu pau já estava duro por baixo da sunga. Foi quando fui surpreendida pela irmã dele, que me pediu que deixasse experimentar meu biquíni. Fiquei sem ação, pois não sabia se tirava o biquíni ali mesmo. Carlos olhou para mim e em encorajou dizendo: "vá em frente, amor".
Fiquei nua na frente de todos. Carlos já passava a língua nos lábios de tesão. Carla que também tinha um corpo magnífico, vestiu o biquíni e ficou muito bem com ele. E assim como em mim, os pelinhos da boceta ficavam à mostra nas laterais. Quando pedi meu biquíni de volta, ela disse que eu não precisava recolocá-lo, já que todos ali ficavam nús. Novamente Carlos me acenou positivamente. Em pouco tempo eu já estava mais à vontade. Deitei-me ao lado do Carlos e ele elogiou meu corpo. A mãe dele olhou para nós e comentou com o filho que ele também deveria tirar a sunga, que não havia razão para vergonha. O que “saltou” para fora foi uma pica enorme, dura e super grossa, apontando para mim. Para ser honesta, era um caralho descomunal que Carla me contou medir 24 cm! Meu corpo estremeceu inteiro, minha xoxota ficou molhada, pois era a primeira vez que eu via meu namorado nú, ainda não tinha dado pra ele! Achei que nem iria agüentar tudo aquilo dentro de mim!
O ambiente de erotismo estava me deixando maluca e cheia de tesão. Carlos pegou um bronzeador e se aproximou de mim. Senti sua mão deslizar pelo meu corpo passando pelos seios, barriga e boceta. Enquanto me massageava aplicando o bronzeador, ele aproveitou para brincar com meu clitóris e enfiar dois dedos em minha xoxota, toda encharcada. Depois virei-me de costas e ele passou o bronzeador na minha bundinha, onde dedilhou meu cuzinho. Verônica e Carla não perdiam tempo, dedicavam-se a uma deliciosa masturbação vendo Carlos me acariciar. Quando ele enfiou o dedo em meu rabinho, fazendo movimentos circulares, não pude evitar uma gozada maravilhosa. Precisei me levantar para respirar melhor. Então perguntei à mãe e a irmã do Carlos se elas conheciam a massagem tailandesa. Pedi que se deitasse para fazer uma demonstração. Ele ficou com a barriga para cima, exibindo seu caralho duro e grosso. Iniciei a massagem passando o bronzeador em seu peito e fui descendo.
Quando cheguei àquele pauzão em riste, comecei a punhetá-lo levemente e acariciar seu saco. Carlos se contorcia de prazer e seu mastro latejava. Foi quando dei início, de fato à massagem tailandesa. Esparramei bastante bronzeador no corpo dele e no meu. Deitei-me por cima dele e comecei a esfregar meu corpo no dele. Deslizei-me até seu cacete e o coloquei entre meus seios. Subi meu corpo e rocei minha bunda em seu peito, em seu rosto.
Aproveitei e esfreguei também minha boceta na cara dele. Carlos não se conteve e deu umas lambidas no meu grelinho. A mãe dele se contorcia na cadeira, enquanto a irmã metia o dedo na xoxota e outro no cú. Meu namorado não agüentava mais de tesão. Fui arrastando novamente meu corpo até o cacete para esfregar a boceta nele, mas sem deixá-lo me penetrar. O segredo da massagem era esse. Quando percebi que Carlos não seguraria uma gozada por muito tempo, pedi que ele se levantasse e ficasse em pé na minha frente. Ajoelhada, segurei o mastro pela base e, mesmo banhado de bronzeador, o coloquei na boca por inteiro.
Comecei a chupar freneticamente, batendo-lhe uma gostosa punheta. Meu tesão era redobrado, pois o espetáculo tinha como platéia a mãe e a irmã dele. Acelerei o ritmo de entra-e-sai na minha boca e ele despejou golfadas de pôrra na minha garganta. Eu engolia tudo sem parar de chupar gemendo alucinadamente. As duas começaram a bater palmas para mim.
Mas eu queria mais do que isso. Puxei Carlos e nos deitamos ali mesmo. Ele veio por cima de mim e penetrou-me com sua pica ereta e dura como ferro. A mãe dele parecia endoidar de tanto tesão. A irmã gemia feito doida com dois dedos na xoxota e olhando a gente trepar.
Carlos fazia um vaivém rápido, quase violento, e estava a ponto de gozar. Debaixo daquele sol forte, nossos corpos estavam mais quentes ainda. Meu namorado soltou um grito de prazer e começou a despejar sua pôrra quente dentro da minha boceta. Embaixo dele eu balançava as ancas freneticamente, fazia aquele pinto entrar e sair cada vez mais rápido de minha bocetinha para chegar a mais um gozo delicioso.
Relaxamos com mais um banho de piscina e no deitamos em cadeiras. Já passavam das seis da tarde, mas o sol continuava brilhando. Eis que surge um coroa bonito, elegante, vestindo terno e gravata. Era Clodoaldo, o pai do Carlos, que acabava de chegar do escritório.
Ele se aproximou de nós. A mãe de Carlos estava ansiosa em vê-lo, pois seu tesão era incontrolável. Ela foi até o marido e deu-lhe um beijo quente e molhado na boca, antes de apresentá-lo para mim. Fiquei paralisada ao ver que o homem me examinou dos pés à cabeça, parando por um momento em minha boceta. Ficou admirando minha racha exposta que estava saltando para fora devido à metida que acabara de dar com seu filho. O coroa me cumprimentou com um beijinho no rosto, mas sua mão boba roçou levemente meus seios.
Ele se retirou dizendo que precisava tomar um banho, porque estava muito cansado. Ao despedir-se me convidou para que eu voltasse para tomar sol no dia seguinte. Respondi que teria o maior prazer e dei-lhe mais um beijinho. Em seguida, pedi a Carlos que me levasse embora, pois já estava ficando tarde. Vestimos as nossas roupas e formos para minha casa. Carlos comentou que tinha adorado aquele sábado e esperava que o domingo fosse ainda melhor, pois, haveria mais homens na piscina além dele!
Despedimos-nos depois de trocar carícias dentro do carro, o que nos deixou loucos para mais uma foda. Mas combinamos que ficaria para o dia seguinte. No domingo bem cedo, Carlos passou me casa para me pegar. Fui para a casa dele e desta vez nem me preocupei em levar biquíni. O trio já estava à minha espera na piscina. Todos nús. O pai de Carlos estava deitado de barriga para cima, ostentando um caralhão tão grande quanto o do filho, também muito grosso, mas semi-duro. O coroa logo se levantou para me cumprimentar.
Aproveitou para comentar que ficara sabendo da massagem tailandesa e que gostaria muito de experimentar. Fiquei sem graça e provavelmente com o rosto vermelho. Carlos, mais uma vez, olhou para mim e disse que não tinha problema. Sua mãe reforçou o estímulo dizendo que ficaria muito contente em me ver massageando o marido. Ainda assim, estava um pouco embaraçada, mas Clodoaldo se deitou pronto para ser massageado. Passei um óleo em seu corpo e logo a sua pica levantou de vez ficando duríssima. Eu ainda não me sentia à vontade tocando seu corpo. A coisa só começou a melhorar para mim quando o namorado da Carla também chegou à piscina e logo foi tirando a roupa. Havia agora três cacetes para admirar. E logo pensei comigo que a Carla era uma garota de sorte, pois seu namorado também tinha um caralhão maravilhoso. Não era assim tão comprido, mas tinha um grosso calibre, era robusto e cheio de veias e, estava super duro, em riste mesmo!. Fiquei morrendo de tesão. Verônica percebendo minha excitação, veio ajudar a massagear o seu marido. Brincamos em dupla com o pintão dele e decidimos abocanhá-lo juntas. O coroa ficou enlouquecido com os movimentos de minha língua. Enquanto eu lhe chupava a cabeça e a esposa lambia o seu saco e aproveitava para passar a língua delicadamente em seu cú. Não demorou muito e o homem começou a gozar, espirrando abundantemente sua pôrra em todas as direções. Foi maravilhoso. Era a primeira vez que eu experimentava uma pôrra tão doce na minha vida. Bebi tudo o que pude, numa disputa acirrada com a verdadeira dona daquele caralho delicioso.
Para completar, ela disse que queria muito ver seu marido me fodendo, pois seria delicioso ver um corôa metendo numa gatinha. Já que a coisa tinha chegado àquele ponto, não me fiz de rogada e nem ao menos consultei meu namorado. Mas quando a mãe do Carlos me colocou sentada em cima daquela portentosa vara, que insistia em permanecer dura, mesmo depois da tremenda gozada, Carlos que tinha seu caralho chupado pela irmã Carla, não resistiu e veio participar. Foi aí que aconteceu a transa mais incrível de toda a minha vida: fui fodida por pai e filho ao mesmo tempo. Senti-me em estado de graça. Sentei-me naquela pica enorme que entrou até o talo na minha boceta, enquanto Carlos se colocava por trás e atolava sua ferramenta na minha bunda. Jamais imaginava ser ensanduichada daquela maneira, mas, estava em êxtase! Ter duas varas monumentais como aquelas dentro de mim era tudo que eu poderia desejar. A cena, naturalmente, deixou todos na piscina em ponto de explodir em gozo. Depois de me socarem bastante, eles resolveram mudar: Carlos penetrou-me na xoxota e meu sogro se encarregou de minha bundinha apertada! O pau de Carlos era maior, mas o de seu pai, mais grosso!
Enquanto metia alucinadamente, olhei para o lado e tive mais uma surpresa. A mãe e a irmã do Carlos comiam literalmente o rapaz que havia chegado à pouco. Elas chuparam o cara e depois ficaram de quatro para levar rola na boceta. Primeiro Verônica que gemeu e gritou na pica do genro; depois ficou vendo sua filhinha ser socada de quatro enquanto gritava loucamente! Não resisti ao prazer e gozei junto com Carlos e meu sogrão. Os dois despejaram uma torrente de esperma dentro da minha bunda e xoxota. Ao lado, o namorado de Carla também gozava em cima das duas mulheres, que esparramavam a pôrra em seus seios, rosto e boca.
Depois dessa primeira rodada, todo mundo caiu na piscina pra relaxar, mas muito durou pouco tempo até começar tudo de novo! Com todos nós completamente nús na piscina era inevitável toques uns nos corpos dos outros e para os homens, ver tantas mulheres nuas era insuportável, então logo estavam de paus duros feitos pedras! Aí Clodoaldo encostou-se na bundinha da filha Carla e começou a acariciar seus seios pressionando a pica ereta atrás dela. Ela alcançou sua pica e ficou punhetando aquele cacetão ereto. Foi a senha para os demais: Beto veio até onde eu estava de pau duro e eu o acolhi de braços abertos. O namorado de Carla passou as maos na minha cintura esfregando a cabeça da pica na minha xoxota enquanto nos beijávamos na boca. Por sua vez, meu namorado abraçava sua mãe por trás acariciando seus seios enquanto esfregava a pica na bundona dela. Depois de algum tempo de amasso, vi Carla se abaixando na borda da piscina e por trás dela, Clodoaldo penetrou sua xoxota gordíssima.
Depois de enfiar tudo ele segurou-a pelos quadris e começou a foder por trás a xoxota de sua filha que gemia pedindo “me come, me fode velho safado, fode a xoxota de sua filhinha”... O tesão foi tanto que Beto sentou-me na beira da piscina e abrindo minhas pernas penetrou-me de frente: era a terceira piroca diferente que eu recebia dentro de mim naquele mesmo dia! Enquanto isso, meu namorado era cavalgado por sua mãe numa alucinante trepada numa espreguiçadeira.
Sem deixar de olhar a foda dos demais, concentrei-me na pica que me fodia: Beto me estocava com força me penetrando gostoso; o prazer de estar dando para outro homem enquanto via sua namorada levar vara do próprio pai era um ingrediente a mais no prazer que sentia e eu expressava isso dizendo “me pega, me fode gostoso, me come na frente de sua namoradinha, mete forte porque ela está levando vara de outro homem”! Depois de algum tempo, Clodoaldo saiu de dentro e sua filha e veio na minha direção com aquele pauzão enorme em riste. Beto também saiu de dentro de mim e foi até sua sogra que o esperava de pernas abertas. Ao mesmo tempo, Carlos penetrava a xoxota de sua irmã enquanto seu pai já estava me comendo de novo! O gozo veio de forma alucinante para os três inusitados casais: sogro comendo a nora, genro metendo na sogra e irmão fodendo a irmã, tudo na maior harmonia, sem ciúmes, sem posses...
Devo dizer que aquele final de semana foi o mais incrível e prazeroso da minha vida. Trepamos o dia toda à beira da piscina, entre um mergulho e outro. Como relatado, também trepei gostoso também com Beto, o namorado da minha cunhadinha, numa transa muito gratificante. O rapaz tinha um cacete delicioso, principalmente para chupar, já que não era muito comprido e se encaixava perfeitamente dentro da minha boca.

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foi maravilho, conto muito

foi maravilho, conto muito bom, foi completo, beijos

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