A iniciação sexual da minha mulher

Somos um casal, eu com 53 anos e  a minha mulher com 55, ambos funcionários públicos  que resolveu, para apimentar a nossa relação,  dar a conhecer algumas das nossas experiências, sobretudo as da Joana, pois a sua vida, a este níve,l começou mais cedo e de certa forma è mais rico

É uma longa história  que começa à cerca de 40 anos e o que se conta , é o resultado de uma série de conversas, e de acontecimentos , que sucederam  depois  de termos começado com determinados jogos, de que mais tarde falaremos.
Tudo começa  em Moçambique, durante o período da guerra colonial, para onde os pais da minha mulher tinham ido viver, habitando numa  vivenda nos arredores de Lourenço Marques,  dando a janelas de uma das casas de banho do rés do chão para um  um jardim com algumas árvores  bastante descuidado

A sua educação foi  feita num colégio interno de freiras, onde era tudo bastante rigoroso e controlado e qualquer expressão de sexualidade fosse fortemente reprimida e castigada . Só no período de férias vinha a casa, na cidade, pois o pai tinha uma fazenda o que fazia com que, por vezes,  tivesse  que estar ausente algum  tempo e como  a mãe trabalhava, durante o dia no centro de Lourenço Marques, não tinham tempo para cuidar da sua instrução, além disso era "bem" que as meninas  fossem educadas nesse tipo de colégios

Assim, férias  e fins de semana ela passava-as  muitas vezes  sozinha em casa, com a criada com a qual se dava  muito bem , mas  também  com as suas filhas e amigas que eram africanas e mais ou menos da mesma idade o que fazia com muitas das suas conversas girassem, muitas vezes, em torno dos rapazes e como é lógico de sexo, pois algumas delas já tinham tido relações com os namorados o que a fazia arder de curiosidade, contrastando tudo isto com a sua timidez o que a fazia corar, tanto de prazer como de vergonha  e calar-se, ao imaginar-se nessas situações. Outras vezes escapuliam-se e iam até ao rio espreitar os miudos a tomarem banho, nus, no rio, ficando a minha mulher espantada com o tamanho do sexo de alguns deles, o que a levava , por um lado, a  ter medo da dor que uma coisa tão grande lhe poderia provocar, ao que se juntava toda a vergonha transmitida pelas freiras sobre pensamentos e actos pecaminosos e por outro um desejo enorme de mexer e sobretudo chupar uma  coisa daquelas, como uma das amigas contava que  fazia ao namorado - sempre adorou sexo oral

Do ponto de vista fisico ela tinha já praticamente a altura que tem hoje, 1,70m, mamas pequenas mas duras e com um bico bem espetado, praticamente como hoje em dia, apesar de ter tido já uma filha, o que até foi bom porque lhe alargou as ancas ficando com um rabo que só apetece ...enfim, era, e continua a ser magra com uns pés e uns tornozelos lindos, cabelo meio alourado e comprido o que lhe acentuava a magreza, olhos castanhos  e uma boca grande com lábios finos, não se pode dizer que fosse muito bonita mas tinha um ar de quem andava sempre com "fome" o que, juntamente com a sua timidez a tornava muito sensual, aliás, ainda tem esse ar e essa sensualidade acentuou-se

Tudo começa com a chegada de um primo com vinte e dois anos, que foi cumprir o serviço militar e que, tendo sido destacado, numa primeira fase  para a zona Lourenço Marques os tios convidaram-no para, se quisesse,  ficar em sua casa (primo esse  que mais tarde vim a conhecer e que ainda irá se irá cruzar algumas vezes nas  nossas vidas). Era daquele tipo de pessoas com quem simpatizamos à primeira vista, bastante moreno, olhos castanhos  mas um pouco para o gordo  ( já na altura tinha uns quilitos a mais), com umas mãos sapudas,  que terminavam com uns dedos curtos e grossos - este pormenor das mãos  é referido porque a Joana se por um lado as achava nojentas  por outro excitava-se; sempre gostou em certas situações, como se veio a verificar, de sexo sujo, isto é, mais excitada ficava quanto mais lhe repugnante era o sujeito ou a situação, mas que na altura não compreendia o porquê de certos sentimentos e por isso os foi recalcando -  de sorriso fácil , grande conversa mas sabendo calar-se quando necessário  e de grande discrição e que tinha acabado o curso de engenharia mecânica e louco por mulheres tendo como  particularidade o seu membro ser comprido, dezoito centímetros,  mas estranhamente fino, cerca de 2,5 cm.  de diâmetro, o que lhe valeu a alcunha de Estilete.  Ao contrário da prima era bastante peludo e de comum só a libido.
Aproveitando alguns dias de licença, Afonso resolveu aceitar o convite dos tios, pois já estava farto do mato e  passar a semana do Carnaval  tendo chegado a Lourenço Marques ao fim da tarde onde o tio o esperava
Sendo ainda muito nova, e com os peitos rijos, a minha mulher, não usava sutien em casa e para receber o primo, o qual não o via à uns bons seis anos, vestiu um vestido que lhe ficava ligeiramente justo, não reparando que, em determinadas posições , os mamilos destacavam-se provocadoramente, o que, durante o jantar começou a chamar, cada vez mais, a atenção do Afonso, que até aí só a tinha visto, como uma miúda sem nenhum atractivo especial e até, como referiu mais tarde , bastante escanzelada. Assim, e sem se dar conta passou toda a refeição, enquanto conversava com os tios, sem ela dar por isso, a olhar  para o peito da prima, imaginando como seriam aquelas maminhas , o que não passou despercebido à Joana que passou todo o jantar a corar num misto de excitação e de vergonha, até ao momento em que os seus olhares se cruzaram e, instintivamente se aperceberam , embora ela de uma maneira confusa , da excitação que provocavam um ao outro, porque ele, de facto estava a ficar com o pénis todo rijo e ela....agora diz-me que estava a ficar excitada, mas na altura eram apenas um turbilhão de sentimentos que a obrigaram a fugir para o quarto assim que acabou o jantar, acabando por não dormir nada , relembrando as histórias que as amigas lhe contavam. O mesmo aconteceu, mais ou menos,  ao primo, que acabou por adormecer a pensar na melhor maneira de se divertir um pouco com a prima durante aqueles dias. Estava a faltar-lhe, à seis meses, mulher e se conseguisse alguma coisa sempre poupava algum dinheiro nas putas....não estava a pensar tirar-lhe os três porque era óbvio que a prima era virgem  mas... logo se veria.

No dia seguinte, mal dormido,  ao fazer a barba Afonso apercebe-se de um movimento através do espelho. Abro agora um parêntesis para descrever a casa de banho, que como já se referiu ao principio dava para um jardim lateral, pouco usado e que subia ligeiramente, o que através da janela, que estava na parede oposta ao espelho e onde também ficava a banheira, dava para observar praticamente toda a casa de banho, para quem estivesse na parte de cima do jardim. Observando com mais atenção verificou, apesar de meio escondida, que era a prima que o observava. Sorrindo para si, reflectiu, enquanto fazia a barba, como tirar partido da situação, fazendo com que ficasse cada vez mais excitado, o que o levou a considerar que se a prima o queria ver, o melhor que tinha a fazer era bater uma punheta e esperar pela  reacção dela, assim despiu o robe, encostou-se ao lavatório e, voltado para a janela, para que  a minha mulher pudesse ver tudo, e como que dizendo "eu sei que estás a ver", começou lentamente a esfregar-se, aumentando a velocidade até se vir num jacto que alcançou a banheira que ainda estava um bocado afastada, depois disto olhou para onde estava a prima e sorriu, como que dizendo...gostaste?  na esperança de que ela não se tivesse ido embora e tivesse visto tudo, porque a partir de certa altura, enquanto fazia a barba deixou de a ver.
Mas, de facto, ela não se tinha ido embora, apenas se tinha escondido melhor, tendo assistido a toda a cena -  nunca lhe passou pela cabeça, quando desceu, do quarto às  escondidas, para ver se conseguia ver o primo, como os miúdos no rio,  já que nunca tinha visto nenhum branco nu e tinha muita curiosidade de ver se as pilas deles eram iguais às que tinha visto  -     ter um espectáculo tão completo.  Ainda hoje, passados tantos anos, ainda fica excitada, é aliás uma cena recorrente que usa para se masturbar .
 Ficando completamente descontrolada e assustada, pois ficou toda molhada, sentia o coração a bater-lhe descontroladamente, fugiu para o seu quarto, por uma porta lateral do jardim, onde se desfez em lágrimas, sem se conseguir aliviar, pois nunca se tinha masturbado, apesar das conversas com as amigas e estava convencida que era pecado e poderia ir para o Inferno (era muito ingénua na altura).

Tendo-se isto passado no sábado, o que começou a preocupar a minha mulher, era como encarar o primo à hora do almoço, já que não se podia escapulir, pois o pai vinha passar o fim de semana a casa e obrigava a toda a família a estar presente e ela não se atrevia a desobedecer ao pai, que por acaso era uma besta. Assim, tentou, quando se acalmou, convencer-se que o primo não a tinha visto e que ninguém repararia, indo tomar   banho mas em lugar de ir à casa de banho da família, resolveu ir à dos hóspedes, o que foi um erro,  onde tinha estado o primo, para verificar se ele a podia ter visto, o que se confirmou  pois de facto o espelho, como ela já calculava mostrava o jardim e o local onde se escondera, como também lhe aumentou a excitação ao ver o local onde o primo se viera o que a levou, inconscientemente  a passar a mão por cima da borda da banheira e depois de se despir roçar-se pelo mesmo sítio. Excitadíssima, mesmo depois de tomar banho subiu para o quarto, deitando-se e tomando a resolução de  deixar que o primo fizesse dela o que quisesse, abandonando-se num doce torpor até que a chamaram para ir almoçar. Vestiu-se à pressa com o mesmo vestido da noite anterior mas sem pôr cuecas, não por pensar que  se passaria alguma coisa, nunca com o pai em casa, mas apenas inconsciente perversão que a levava a fantasiar situações que... Enquanto se arranjava, nervosa sorria timidamente enquanto calçava umas sandálias que achava que lhe ficavam bem e que o primo haveria de gostar, pois realçavam-lhe os pés e os tornozelos.

Quando desceu verificou que já estavam todos sentados, o pai, a mãe e o primo. Ficando ela defronte do Afonso, sentiu-se nervosa por ter de o enfrentar, mas ao mesmo tempo satisfeita, sem saber realmente porquê  mas  acabando por tirar algum partido do lugar onde se sentou, o que já revelava uma certa, mas inconsciente safadeza, da sua parte, e que aliás faz parte do seu encanto hoje em dia, como se verá mais adiante.
O almoço decorria normalmente, com a conversa normal sobre a família, a guerra, estudos... entre os pais e o primo sem que ela interviesse e sempre com os olhos baixos, sem encarar o primo, mas suficientemente  atenta para reparar que ele sempre que podia olhava para o seu peito e ela, nessas alturas, se podia, tentava endireitar-se mais para que os bicos das maminhas ficassem mais visíveis, voltando-se depois a curvar-se para o pai não notar nada, pois podia haver uma cena. A certa altura o pai ao falar das obras que estava fazer na casa pediu desculpa ao Afonso por este ter de utilizar a casa de banho que dava para o jardim...aqui ela sobressaltou-se e olhou para o primo que na mesma altura que respondia ao tio, arriscando uma jogada, lhe sorriu e disfarçadamente lhe piscou um olho o que fez corar imenso e atrapalhar-se não conseguindo, no entanto, impedir que se formar-se um  pequeno sorriso de prazer coisa que não escapou ao Afonso (sempre foi bastante perspicaz) e que levado por um impulso, fingiu deixar cair um garfo, podendo assim espreitar as pernas da prima, que ao notar o movimento do primo abriu um pouco mais as coxas, o que lhe permitiu ter um vislumbre da cona da minha futura mulher. Ao levantar-se, agradecendo a todos os deuses por ter batido uma punheta de manhã,  ainda foi a  tempo de ver o pequeno sorriso estampado na boca da prima que era uma mistura de inocência, vergonha e sensualidade e - disse-nos ele mais tarde - lhe deu uma vontade imensa de a pôr ali mesmo a fazer-lhe um broche. De qualquer maneira havia tempo para  isso, pois tinha a certeza que ela o vira, durante o banho, até ao fim e gostara do que vira. Era só uma questão de ficarem sozinhos para ele estrear aquela boca.

Quanto a ela não tirou, durante todo o resto da refeição, os olhos do prato, sentindo a perna do primo procurar a sua o que ela timidamente procurava facilitar, mas sempre com medo que se notasse alguma coisa acabou por pedir licença aos pais  para ir para o quarto alegando que estava mal disposta, o que não estranharam , pensando que poderia estar com febre, devido à vermelhidão e ao modos estranhos que demonstrava. Assim a mãe acabou por ir leva-la e  dar-lhe um comprimido de quinino, acabando por dormitar, apenas com uma combinação, que entretanto vestira e um lençol a tapa-la, imaginando a cena da manhã e o que o Afonso lhe faria, pois ela sabia que ele sabia que ela sabia e que queria.

Durante o resto do dia não viu o primo e ao jantar poucas probabilidades tiveram de namoriscar pois havia convidados, disfarçando ambos a perturbação que sentiam. Ele melhor, por ter já experiência e por ser um "bon vivant" e ela desculpando-se por ainda não se sentir bem...o que era verdade e o único remédio, para o seu mal era o primo que lho podia dar...enfim outra noite mal dormida tanto para um como para outro. O Afonso ainda pensou em se masturbar mas conteve-se pois estava decidido a pô-la a mamar no caralho já no dia a seguir . Queria encher-lhe a boca até a nhanha lhe escorrer pelo queixo, obrigando-a a engolir tudo. É claro que estes pensamentos o deixaram mais excitado mas ao mesmo tempo mais compelido a ter a prima, por isso tentou abster-se, mas sem grande resultado pois imaginou-se a chupar aquela cona que divisara, a roçar o caralho naquela coizinha  que parecia tão macia, a comer-lhe o cu à canzana. Cu esse que ao principio lhe parecia magro e que agora era uma tentação...e com isto tudo acabou por se vir.

Quanto à minha mulher disse-me que, durante uma noite agitada e mal dormida, em que se misturavam devaneios mais ou menos conscientes com o Afonso, em que queria ser ela a banheira em que ele se viera e como seria bom sentir escorrer aquele liquido pelas maminhas, ou como fora pateta e se viera embora quando a amiga dela a convidou para  irem, às escondidas, terem com o namorado dela e com um amigo dele que também era preto. Acabou por ter um orgasmo em que, não se lembrando bem qual era o sonho, tinha a vaga consciência que entravam pretos e o primo...e que na altura o que sentiu não soube reconhecer porque ainda não tinha tido nenhum. Mal sabia ela que daí a dois dias as coisas se iam modificar tanto.

No domingo a situação não se alterou muito devido à presença do pai...nem conseguiu ir espreitá-lo no banho - aliás, ela já estava a imaginar que ele a chamasse enquanto o estivesse tomar...

A única situação que poderam  aproveitar, nesse domingo, mais ou menos de fugida, foi quando, depois de almoço a criada saiu e os pais se foram deitar para dormir a sesta como era costume tendo eles ficado na sala, com a desculpa de irem ouvir um pouco de rádio. Conscientes do que estava a acontecer e um pouco nervosos, ele já a ficar de pau feito antevendo o que poderia vir a acontecer e ela com aquela mistura de sensualidade e ar pudico, só precisavam de uma desculpa para quebrarem o embaraço, que surgiu quando ele lhe pergunta se já alguma vez tinha guiado um carro - o que ele já sabia de antemão que não - e que ela confirmou.

- Não?!!! Mas é tão simples...deixas-me explicar?

Ainda mais corada, se possível, a minha mulher só conseguia anuir com a cabeça, indo-se sentar num sofá junto dele,  não conseguindo pronunciar palavra de nervosa que estava nem, todavia despregar os olhos do inchaço que se estava a formar entre as pernas do primo. Assim que ela concordou, chegou-se mais para ela pondo-lhe um braço por cima dos ombros, ficando com a mão a tocar-lhe nos mamilos, que nessa altura já quase rebentavam de tesão  e com a outra mão pegou na dela dizendo para ela fechar os olhos, e que para conduzir um carro era só saber como mexer na alavanca das mudanças, e que portanto ela que imaginasse que o que ela ia sentir na mão era apenas isso, ao mesmo tempo em que lhe punha a mão em cima do caralho e a outra mão descia para dentro da blusa apalpando-lhe as mamas e torcendo-lhe os bicos do peito. Assustada mas sentindo um prazer até aí desconhecido ela deixava-se apalpar, gemendo baixinho enquanto lhe ia esfregando o pau, que já quase lhe saía pelo cós das calças, enquanto que ele, com a outra, lhe ia subindo pelas pernas até lhe conseguir tocar e palpar a cona que lhe enchia a mão, conseguindo afastar-lhe as cuecas, começou a esfregar-lhe lentamente o clitóris, e penetrando-a, com cuidado com a ponta do dedo, ia perguntando-lhe se ela se costumava masturbar, se outros já lhe tinham feito o mesmo...(sempre gostou duma conversa  porca, ela só mais tarde), ao que ela só abanava a cabeça, arfando, entregando-se totalmente ao prazer que estava a sentir e que nunca imaginara poder existir. Já com o membro do primo totalmente  de fora das calças ( diz que não se lembra como lhe abriu a bre guilha, o Afonso diz que não foi ele) ela  ia-se encostando cada vez mais para tentar que aquilo que viu o primo fazer na casa de banho se concretizasse, o que aliás aconteceu, bem contra a vontade do bom do Afonso, que ao verificar que se estava a vir ainda tentou faze-lo na boca dela o que claro, não conseguiu, porque ela não estava preparada para isso e como não sabia o que ele queria quando a puxou para si, pensou, se é que pensou alguma coisa, que quereria que ela lhe encostasse o peito, acabando ele por se vir em cima daquelas maminhas e dos bicos... foi a primeira mas não havia de ser a ultima a viram-se aí. Ao mesmo tempo que ela sentia o jacto daquele liquido morno e leitoso não aguentou mais, explodindo na mão do primo, tendo-lhe pregado um susto de morte, porque ainda hoje não sabe como é que os pais não ouviram o grito que ela deu (talvez pelo som da telefonia estar alto)  e por ter ficado quase um minuto sem   dar acordo de si, aliás não foi só ela que ficou assim, pois ele só passado um pedaço é que viu o que tinham feito e o perigo que corriam.

2º CAP.

Assim que se recompôs,  ainda com a blusa aberta e com o sémen do primo a escorrer-lhe pelo peito, Joana correu para o quarto onde tentou acalmar todos os sentimentos de culpa que lhe afloravam a consciência. Que loucura fora aquela? Deus iria certamente castiga-la... tinha de se confessar. Como iria encarar o primo? Os pais tê-la-iam ouvido?
Ajoelhada junto da cama, tentou acalmar o coração que lhe batia descompassadamente, mas, ao encostar a mão ao peito sentiu o liquido viscoso que a encharcara e um sentimento de náusea avassalou-a. Como poderia ter feito aquilo com o gordo do Afonso? Como pudera que aquelas mãos horríveis pudessem ter percorrido a intimidade do seu corpo? Como podia ela ter deixado que ele lhe tivesse enfiado um daqueles dedos nojentos no ânus? Como pudera ela gozar tanto junto daquela barriga anafada e peluda? Como pudera sentir o que sentiu quando ele se veio para cima de si....? Porque foi tão bom? Porque foi tão bom ele mexer-lhe...e mão desceu lentamente, como se vontade própria tivesse, em direcção àquele sítio que fora massajado tão docemente, as coxas abriram-se voluptuosamente  e num súbito e novo  ataque de luxúria começou a masturbar-se como o primo lhe tinha feito, imaginando-se novamente com ele, querendo mais dele, oferecendo-se lhe toda  no extremo do deleite.  Acabando-se por se vir, tentou abafar o grito mergulhando a cara na almofada enquanto o seu magro corpo estrebuchava de prazer

...Então era assim? - Pensou já mais calma - era isto o que as amigas  eufemísticamente chamavam de "tocar à viola"?...se tivesse sabido mais cedo... mas não, não podia ser, era pecado. Mas como uma coisa tão boa podia ser pecado?
Foi com estes pensamentos a redemoinharem-lhe na cabeça que se conseguiu escapar para a casa de banho para se lavar, não sem antes se observar ao espelho e verificar que, apesar de se ter rebolado pela cama, ainda restos de esperma se agarravam ao seu corpo. Num gesto impensado tocou num deles e depois de lhe sentir o cheiro acre levou-o à boca tomando-lhe lentamente o gosto...Afonso sem o saber já tinha estreado a boca da minha mulher.

Quanto ao Afonso, já no seu quarto e depois de se ter certificado que ninguém ouvira nada, fumava na cama um cigarro com um sorriso de auto-satisfação estampado na cara, embora um pouco preocupado...

Afinal era ainda menor...ou não? Não tinha a certeza da idade da prima... ainda  uns anos atrás ela se tinha sentado ao seu colo, em Lisboa...mas uma coisa ele sabia. Era virgem..paciência. Nada de loucuras, se tivesse cuidado ainda se poderia divertir bastante...

Mas..e se ela contasse aos pais...?!! O coração ia-lhe saltando pela boca. Já se via preso, julgado em tribunal militar, impedido de se inscrever na Ordem dos Engenheiros...mas não, não acreditava que ela fosse contar alguma coisa, afinal fora ela que o provocara e ele sempre poderia desdizer tudo ...mas não, não contaria,  não da maneira como ela  tinha gemido quando lhe apertara os bicos das mamas, não como tão rapidamente ela lhe tinha aberto totalmente  as pernas, não como tinha rebolado quando lhe afagara o monte de Vénus e arfado ao esfregar-lhe o grelo... e que papo de cona ela tinha. Tinha conhecido putas que invejariam um assim volumoso, macio com gordos lábios através dos quais o clitóris, atrevido, espiava um útero apertadíssimo, que ele pressentira ao enfiar-lhe o dedo ......de qualquer maneira nunca pensar em lhe tirar os três , era uma pena, mas um dia , mais tarde, quem sabe? E quanto ao rabinho? Isso aí era outra história...também ele apertado, e que pela forma como a prima tinha reagido, com um movimento de deleite das ancas, quando ele lhe enfiou o dedo, teve a certeza que ainda se iria divertir muito.

À hora do jantar, mais recomposta mas de semblante carregado, Joana desceu para a sala, tentando convencer-se  a  si própria que tudo tinha sido uma loucura e que jamais, aquela situação se voltaria a repetir e para evitar equívocos sentou-se o mais longe possível do primo, evitando a todo o custo os olhares que, Afonso, sub-repticiamente lhe lançava, começando este a ficar preocupado.

O que é que se passará com aquela putinha? -  Pensava ele, enquanto, distraidamente ia conversando com os tios. Tenho de apanhar a jeito e ver o que se passa, ou então logo à noite ir ter com ela...mas com o tio cá...está certo que o quarto fica longe do dos tios, mas mesmo assim...

A oportunidade surgiu quando, ao fim do jantar, a minha mulher, devido à criada não estar de serviço aos domingos, se preparava para ajudar a mãe a  levantar a mesa. Assim cavalheiramente, Afonso ofereceu-se para substituir a tia, que coitada, precisava de descansar, e que ele era novo e não lhe custava nada...que ficassem a ouvir a rádio que eles rapidamente tirariam a mesa... Enquanto falava ia recolhendo os pratos olhando de soslaio para Joana  que compreendendo as intenções dele, começava a corar, lutando para se manter firme nas decisões que tomara.

Caminhando à frente do primo sentia o seu olhar percorrer o seu corpo de menina/mulher o que lhe provocava um tremer de pernas e ao mesmo tempo uma doce sensação agitava o seu estômago fazendo-a sentir-se esquisita e sem forças, dando por si a pensar que afinal o que é que tinham feito de mal? Aliás, ele  fora o único rapaz a interessar-se por ela. Nos bailes nenhum a convidava para dançar, todos  a achavam muito magra (possivelmente hoje convidá-la-iam para modelo) e feia por isso nunca tinha tido namorado...é claro que estes pensamentos lhe foram minando as resoluções que tinha tomado e que bem à pouco as tinha por seguras.
Quanto a ele, ia observando aquele corpo magro de cabelos compridos, onde se destacava a cintura estreita e um rabinho empinado, que mal cabendo nas suas mãos, se meneava de uma forma provocante, deixando-o excitadíssimo pensando na hora em que o teria à sua disposição.

Assim que chegaram à cozinha Afonso rapidamente largou os pratos no primeiro sitio que encontrou, e enquanto Joana os punha no lava louças, aproximou-se  dela e rapidamente agarrou-a por trás, mas perante a reacção da prima que o tentou repelir ainda com alguma convicção, teve de a dominar, ainda assim com alguma força e prevenindo-a que se fizesse barulho e os pais ouvissem isso só lhe iria trazer problemas e que ele só queria conversar.

Dominada, rapidamente lhe desabotoou o corpete começando  a apalpar-lhe  as maminhas fazendo rolar os mamilos que nessa altura já estavam completamente túrgidos, ao mesmo tempo lhe ia perguntando se tinha gostado do que se tinha passado... se não estava zangada... se queria mais, fez deslizar uma mão por entre as coxas da prima -  que tentando fugir ao contacto acabou por se encostar ainda mais ao baixo ventre do Afonso, sentindo o seu membro duro por entre as calças roçar-se   no seu cu -  lhe ia dando beijos no pescoço e dentadinhas na nuca o que acabou por vencer as  suas últimas resistências da prima, concordando por pequenos gemidos com tudo o que o ele ia dizendo que lhe faria, ambos num desvairo de lascívia, ela já procurando com a mão o caralho do primo, ele, depois de subido o vestido e descido as cuecas, lhe acariciava a cona.

Conseguido, assim, certificar-se da cumplicidade da prima, forçou-se a larga-la, não fossem os tios aparecer de repente, aconselhando-a a ficar na cozinha a lavar a loiça até se recompor, pois não estava em condições de ir para a sala. E de facto não estava...se a vissem assim..parte de cima do vestido aberto por onde espreitavam as mamas espetadas e duras como peras, cuecas  descidas até aos joelhos e vestido subido que ela ainda segurava deixando-lhe ver aquele, ainda hoje macio, sumarento e delicioso monte por entre umas coxas todas molhadas...teriam de certeza um homicídio em casa.
Ele ao ver o que estava deixar para trás ainda hesitou, mas Joana apercebendo-se do perigo, rapidamente  tentou recuperar do orgasmo que tinha tido quando sentiu o pénis dele de encontro ao seu rabo, mandou-o embora com um pequeno sorriso. Subindo as cuecas, abotoou-se e começou a lavar a louça...era de facto uma boa desculpa. Mais calma, pensando no que tinha acontecido, surpreendeu-se pela excitação que sentiu, quando Afonso a dominou, ao imaginar que ele a iria violar ali mesmo na cozinha...foi estranho, uma mistura de temor e repulsa misturadas numa ânsia que a imaginação se tornasse realidade.

 p.aulosantos@sapo.pt

 

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agradecimentos

Quero agradecer o momentário e a paciência.
Já agora se me pode esclarecer uma duvida em relação ao conto que é a seguinte: se caba com a frase

imaginação se tornasse realidade....

é que se assim for está incompleto

com toda a atençao
paulo e joana

meu e-mail

Aki deixo meu e-mail.
big beijos---***DANZINHA***

Olá, espero q todos estejam

Olá, espero q todos estejam bem, mas eu achei esse conto"A iniciação sexual da minha mulher", muito longo pra pouca coisa...no final achei q ele realmente iria possuí-la. Pois bem, pacientemente li tudo e mesmo com um fical direrente dos outros eu gostei.
Um beijo enorme.
DANZINHA - Manaus/AM

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