SEDSEX - Serviço de sexo expresso

Antes de qualquer coisa: - Viva Taffarell !!!!!
Dá-lhe Brasil... Bem, vamos ao que interessa.
Gostaria de começar parabenizando-os por está
home-page ma-ra-vi-lho-sa!!!! Sinceramente não
há nada de melhor na internet, nem mesmo as homes
com fotos eróticas, o bom da coisa mesmo é
poder imaginar as situações que são
narradas com detalhes e um imenso tesão por quem
as viveu... dificilmente passo um dia sem ler as histórias
contidas aqui, e hoje resolvi dar uma pequena contribuição,
espero que todos os navegadores apreciem...

Tenho 28
anos, moreno, 1,88m, 88kg., cabelos crespos curtos,
peito definido peludo, pernas grossas bem torneadas
pelo ciclismo, cabeludas, dote de 21,5cm, simpático,
romântico e acima de tudo 100% pronto e ativo
para viver uma aventura sexual a qualquer momento...
Trabalho na grande Porto Alegre, tenho um escritório
de representações um pouco afastado do
centro, e como nosso ramo exige visitas constantes a
clientes seguidamente fico sozinho por algumas horas
aqui. Não sei se está sendo assim em todo
Brasil, mas por aqui a Empresa Brasileira de Correios
e Telégrafos começou há algum tempo
a admitir estagiárias para o serviço de
entrega de correspondências, são as nossas
carteiras... E estão caprichando na seleção
delas, pois tem cada "galetinho" trabalhando
na rua... e para minha sorte, um dia apareceu por aqui
uma delas entregando as cartas. Olhei-a de cima abaixo,
vestia o uniforme dos Correios, a calça azul,
a camisa amarela e carregava a sacola com as cartas...

Era uma gatinha de uns 17 anos, pele branquinha, cabelos
pretos lisos compridos até a cintura, não
consegui ver direito sua bundinha, pois a sacola escondia
e ela usava a camisa para fora das calças, porém
fiquei encantado com seus seios médios, principalmente
por ela usar um sutiã preto (!) que aparecia
sob o fino tecido de sua camisa amarela... seu sorriso
também muito encantador e sua doce voz me enfeitiçaram
de imediato... Assinei os protocolos de entrega e aproveitei
para perguntar seu nome. - Juliana, e o teu? - João
Batista. - respondi. Feitas as apresentações
ela disse que estava com muito serviço e que
precisava ir, e se foi... A cada dia que passava eu
ficava ancioso aguardando o momento de minha ninfetinha
chegar para entregar a correspondência, fomos
nos tornando amigos, ela já demorava um pouco
mais conversando comigo, descobri que tinha 16 anos,
estava no segundo ano do segundo grau, morava somente
ela e a mãe (34 anos), mais ou menos umas quatro
quadras de onde fica o escritório. Juliana chegava
sempre sorridente, e falavamos sobre tudo, até
que um dia ela chegou triste, estava magoada com o namorado
que havia terminado o namoro. Eles já namoravam
há algum tempo, e o namoro terminou de uma forma
repentina, sem razões aparentes. Comecei a indagar
um pouco mais, até que ela foi se abrindo aos
poucos dizendo que eles namoravam mas não tinham
transado, até uma semana atras, quando de tanto
ele insistir e ameaçar terminar o namoro ela
acabou cedendo. Disse a ela que ela tinha errado muito,
pois se ele realmente a amasse jamais faria esse tipo
de chantagem emocional com ela, e que no momento em
que ela fraquejou e abriu-se para ele, ele havia conseguido
o que queria e daí resolveu pular fora... Falei
que os garotos de sua idade só se preocupam em
"comer" as gurias, sem que valorizem o sentimento
existente numa relação íntima,
e que com certeza sua primeira experiência não
deve ter sido muito boa, devido à inexperiência
dos dois. Ela concordou dizendo que não havia
sentido prazer, aquilo tudo que algumas amigas contavam
que sentiam ela não soube o que realmente é,
pois só sentiu dor e um grande sentimento de
culpa. Contou que com sua mãe ocorreu a mesma
coisa, aos 17 anos ela namorou um rapaz que a fez mulher,
e depois de um tempinho foi embora, deixando-a grávida...
Depois que falou bastante, desabafou, sentiu-se melhor,
disse que eu era realmente um grande amigo, despediu-se
de mim com um beijinho no rosto... foi a primeira vez
que fez isso! Passados alguns dias, numa sexta-feira
já no final do expediente, todos os outros já
haviam ido embora, e eu fiquei aqui navegando pela net,
e é claro estava nos Contos Eróticos...
Lía os textos cheio de tesão, recostado
na cadeira e com a calça abaixo dos joelhos enquanto
acariciava meu pênis lentamente... Foi quando
escutei passos apressados, de alguém que vinha
entrando correndo aqui, só tive tempo de me virar
na cadeira giratória e esconder minha nudez parcial
sob a mesa... A tela do pc continuou como estava, e
é claro minhas calças também...
Era Juliana que entrava apressada, com um envelope de
Sedex na mão dizendo que havia esquecido de entregar-me
naquele dia, e o chefe no correio disse para ela vir
entregar de qualquer jeito no mesmo dia... Disfarcei
e peguei rapidamente o recibo paa assinar, entreguei
a ela e já estava dando tchau, quando Juliana
sentou-se e começou a puxar assunto... Fiquei
petrificado, assustado devido minha condição:
continuava com as calças abaixados até
o joelho, meu pau em vez de amolecer começou
a ficar mais duro ainda, eu pensava numa forma de virar-me
e minimizar a tela, mas nada fazia com que eu mantivesse
a calma.

Ela não estava mais de uniforme, pois
estava indo direto para o colégio, usava uma
calça fusô branca, e uma mini blusa de
alcinha cor de rosa... estava sem sutiã, com
os biquinhos arrepiados e aparecendo desafiadoramente
por causa de sua respiração ofegante.
Ela deu uma risada alta, uma gargalhada quando viu o
que estava na telinha, o cabeçalho bem grande
e colorido dos Contos Eróticos, e o título
do que eu estava lendo "Renatinha Ninfetinha do
Titio..." (aliás as histórias dela
são as minhas preferidas disparado)! Levantou-se
e aproximou-se para ler o texto, foi quando ela percebeu
que eu estava semi-nú. Olhou para meu cacete,
fixou o olhar, tentei-me desculpar-me dizendo que ela
havia me pegado de surpresa... Juliana não falou
nada, nem um sorriso sequer, mas também não
mostrou indignação, e aquela situação
toda me excitava ainda mais, e tive uma ereção
fulminante, imediata, meu pau atingiu seu ápice,
com a cabeçona lisa e brilhante batendo na parte
de baixo da mesa... começou a pulsar, pulsar,
pulsar... dava pulos e cada vez que batia sob a mesa
fazia um barulhinho... Juliana tornou a olhar para a
telinha e leu um trecho do conto em voz alta... uma
parte em que Renatinha conta que seu tio a levou em
uma boate e uns 20 homens a bolinaram... Aquilo foi
demais para mim, virei a cadeira e puxei Juliana para
meu colo...

Ela sentou-se, atirou-se para tras fechando
os olhinhos e abrindo a boca pediu baixinho um beijo...
Beijei, lambi, chupei sua língua, seu rostinho,
sua orelhinha... Juliana estava entregue... vencida
ou vencedora? Isso não importava para nós,
e sem pestanejar afastei sua alcinhas para os lados
deixando à mostra um lindo par de seios, rosados,
com os biquinhos pequenos, quase não os tinha,
caí de boca neles... Juliana gemia baixinho,
arranhava minhas costas sobre a camisa... agarrou meu
pau com sua mãozinha delicada e desajeitadamente
começou a movimentar para cima e para baixo...
A nossa cadência ía de acordo com o balanço
da cadeirinha, abracei-a com força, levantei-me
e coloquei-a deitada no sofá de três lugares
da recepção... Juliana permaneceu lânguida,
atirou os braços para tras e me chamou de amor...
Ataquei seu pescoçinho, novamente seus seios,
não tirei totalmente sua blusinha de alça,
desci até o umbiguinho e brinquei nele... lambí
seu ventre tirando de minha ninfetinha o mais profundo
suspiro, o mais sonoro gemido, um "ai" tão
gostoso que para mim já bastava ter chegado até
ali... mas tanto eu quanto ela queríamos muito
mais...

Minha calça já estava atirada
num canto da sala, minha camisa voou, abri lentamente
sua calça e fui tirando sem pressa... cada pedacinho
de sua pele que aparecia merecia um beijo, um carinho
especialmente dedicado a ele... ela era uma delícia,
gostosa mesmo, pelinhos dourados nas coxas, um perfume
inebriante, desci até seus pés... Tirei
seus sapatos, beijei seus pés, dediquei a eles
uma atenção que até então
nunca havia dispensado a nenhuma outra mulher... Ela
delirava berrava com os carinhos que eu fazia em seus
pés... Minha mão pousou sobre seu ventre
e delicadamente um dedo foi brincar em seu grelinho,
passando à invadir carinhosamente sua vagina...
Juliana esticava as pernas, demonstrando adorar ser
acariciada nos pés... aos gritos e soluços
anunciou seu gozo... Fui subindo, beijando, lambendo
a panturrilha, a parte interna de suas coxas, até
chegar em seus grandes lábios... encarei aquela
buceta como uma criança cobiça um doce
saboroso...

Beijei sua bucetinha de poucos pelos como
se estivesse beijando sua boca... Juliana agarrou minha
cabeça e forçou, como se quisesse que
ela estivesse dentro de si... Minha língua passeava
por toda a extensão daquela buceta saborosa,
arrisquei colocar dois dedinhos dentro dela, Juliana
parecia chorar de tanto prazer... Virei-a de ladinho,
continuei chupando, enfiei minha língua em seu
cuzinho, Juliana reagiu como se tivesse recebido uma
descarga elétrica... Lambuzei bem seu rabinho
e mais uma vez coloquei meus dedos em ação,
desta vez penetrando-a com um dedo no cú e outro
na bucetinha, Juliana só sabia pedir mais, mais,
e mais... Gozou com meus dedos e língua acariciando
suas partes mais delicadas, gozou em espasmos tremendo
todo o corpo, gozou como se fosse o último ato
de sua vida, gozou como uma mulher deve gozar sempre
que encontra seu homem que a completa, gozou e permaneceu
como se estivesse desfalecida... Mas as aparências
enganam, quando eu pensei que fosse o dono da situação
Juliana levantou-se, acariciou os seios e olhou-me com
um olhar de esfomeada... empurrou-me para o chão
e me deitou de barriga para cima, sentou com a buceta
na minha cara e começou a "sambar"
na minha boca... Rebolava com uma sensualidade incrível,
já não gritava mais apenas gemia cada
vez mais alto...

Foi se deitando sobre meu corpo, e
deslizando sua boca por minha pele, puxava com os dentes
os pelos de meu peito, mordiscou meus mamilos, continuou
descendo até chegar no meu pau, segurou, mirou,
abriu a boca e cuspiu nele... passou a língua
por toda sua extensão, babou meus ovos, sugou
eles com uma suavidade de puta, foi subindo novamente
e abocanhou meu cacete com dificuldade... Sua boquinha
parecia que ía rasgar-se de tanto que abriu,
não tenho nenhuma tora, mas que é grossinho
ele é... Juliana engoliu o que pode e começou
a fazer movimentos de vai e vem com a mão e a
boca conforme eu pedia, foi acelerando seus movimentos
e olhava para mim com um sorriso nos lábios.
Meu tesão era imenso, e aquela ninfetinha sabia
como agradar um homem, pois mantinha-se submissa e cheia
de carinho... Juliana é carinhosa demais!!!

Abracei-a
e fui puxando seu corpinho delicado, fazendo com que
ela fosse virando até colocar sua cintura novamente
na altura de minha boca... suguei seus sucos, lambuzei-me
em sua xaninha toda exposta para mim, enquanto ela continuava
punhetando meu pau na sua boquinha. Foi um clássico
69, maravilhoso!!!! Ela jogava a cabeça para
os lados, olhava para mim e dizia que estava adorando...
pedia mais... Era indescritível sentir aquela
ninfeta chupando meu pênis, eu chupava aquela
bucetinha com uma voracidade que jamais dedicara a outra,
Juliana para mim naquele momento era única...
Gozou "n" vezes na minha boca, seus espasmos
eram divinos! De repente ela começou a me provocar:
- O titio não vai dar leite para sua gatinha????

O lobo mau não vai sujar a chapeuzinho vermelho???
- A gatinha quer leitinho?? - perguntei - Nããããoooo,
a mulher quer beber porra mesmo... goza na carinha da
tua putinha homem mau... Juliana disse isso e acelerou
para valer os movimentos em meu pênis com sua
mãozinha... abriu a boca pôs a língua
para fora e enfiou a pontinha na rachinha na cabeça
do meu pau... Fechei os olhos e não senti mais
nada além do esperma saindo pelo canal da uretra
e indo para nos lábios sequiosos de Juliana...
ela sorria, dava gargalhadas como uma criança,
gritava: - Consegui... consegui fazer meu homem gozar
na minha boquinha só com meus carinhos! Vibrava,
como ela vibrava me vendo sujar seu rostinho, sua boca,
seus lábios, cabelos... Ergueu-se um pouco mais
e esfregou seus peitinhos no meu cacete, limpou o rosto
e esfregou minha porra em seus seios, lambia os lábios
e estalava, demonstrando ter adorado o gostinho do esperma...
Juliana de garotinha inexperiente e mal descabaçada,
estava se transformando numa mulher completa... aos
16 anos tinha um entusiasmo juvenil, e isso me fascinou
tanto que meu pau recusou-se a amolecer...

Era uma cena
com um alto grau de erotismo, ao vivo!!! Deitou-se novamente
no sofá, desta vez com as pernas arreganhadas
à altura dos ombros, no autêntico frango
assado, disse com uma voz branda e calma: - Por favor,
me foda com carinho pois quero esquecer que aquele babaca
foi o primeiro homem a me comer... Antes de partir para
a empreitada tive que dar um beijo demorada em sua boquinha,
e é claro em sua bucetinha... Inclinei-me sobre
ela e fui empurrando com todo jeitinho (afinal tenho
12 cabaços em minha galeria) não poderia
de forma alguma decepcionar minha princesinha... Ela
tinha uma resistência natural, apertadíssima,
mas desta vez não sentiu-se como se alguém
a estivesse machucando, sentiu-se realmente amada, sentiu-se
mulher em meus braços...

Foi uma penetração
lenta, profunda, intermitente, até que enterrei
até a raiz... Um novo beijo em sua face fez com
que ela se sentisse amada, segura, e só depois
que senti esse sentimento nela é que comecei
a estocar naquela grutinha ensopada... Juliana me abraçava,
arranhava minhas costas, chupava meu pescoço
deixando-o todo marcado... Movimentava-me lentamente,
para que ela se acostumasse com o diâmetro de
meu pênis, e aos poucos fui aumentando o ritmo
até dar estocadas violentas que estalavam a cada
batida minha em sua bucinha... sentia minhas bolas batendo
nas polpinhas de sua bunda, e socava meu pau cada vez
mais forte... Juliana gritava, urrava, virei-a de quatro
e coloquei em sua buceta por tras... atolei tudo...
ela deu um berro de prazer, gozou novamente... Brincava
com um dedo enfiado em seu cuzinho, ela delirava com
isso!

Agarrava-se no tecido do sofá com uma fúria
animal... arranhava tudo que tivesse pela frente e pediu
para ir por cima... Deitei-me e ela foi sentando de
uma só vez, sentindo meu pau bater em seu útero...
"Sambou" na boquinha da garrafa, era uma cena
linda de se ver... Quando ela virou-se e sentou no meu
pau de costas para mim não resisti... a visão
dela pulando no meu cacetão, e seu cuzinho piscando
a cada movimento seu foi demais para mim... inundei
sua vagina com minha porra, gozei de uma forma estérica...
Juliana ao perceber que eu havia gozado apressou seus
movimentos e gozou em seguida... Deitados no sofá
permanecemos abraçados, trocando carícias
e beijos... havíamos nos descoberto, encontramos
uma paixão que há muito tempo já
devia ter explodido entre nós. Suados, acabados,
mas imensamente felizes... tomamos um rápido
banho onde nós nos brindamos novamente com nossos
corpos, e a levei para casa, foi quando fui apresentado
a sua mãe...

Começamos a namorar e estamos
até hoje, despertei em Juliana uma ninfomaníaca
explêndida, já realizamos algumas de nossas
fantasias como transar em um cinema, no Parque Marinha
do Brasil, no parque da Redenção, dentro
do carro em um estacionamento do Shopping Praia de Belas,
escadas de incêndio de edifícios comerciais
de Porto Alegre, praia, mato, enfim estamos vivendo
essa sexualidade de todas e das melhores maneiras possíveis...
mas ainda temos muito o que fazer e realizar... ultimamente
brincamos, e quando estamos transando ela fica dizendo
que gostaria de estar com uma amiga, ou com um casal,
e sinto que ela esta embarcando de cabeça nessa
viagem, quem sabe daqui há alguns mêses
não estarei escrevendo novamente para esta magnífica
home-page contando como foi? Quem quiser manter contato
conosco pode escrever para: Responderemos a todos(as)
que nos escreverem, pois adoramos fazer e conhecer novas
amizades...

Um grande abraço a todos...