Abusada pelo tio com a tia sedada

Perdi a virgindade com meu tio padrinho, em casa de quem vivia, que me violou numa noite em que minha tia hospitalizada recuperava de uma melindrosa operação aos ovários. Durante o tempo em que minha tia permaneceu hospitalizada meu tio comeu-me todas as noites ainda que com excepção da primeira vez evitasse ejacular na minha greta. Até engravidar dele e fazer um aborto nunca tomei a pílula, e ele quando muito quando se queria vir dentro de mim aguardava pelos melhores dias do calendário. Nos restantes fazia-me chupar-lhe o caralho imenso e bojudo, dar-lhe uns bons sorvos nas bolas peludas e vermelho vivas, antes de me meter longamente na rata, muitas vezes recebendo-o eu deitada de costas e de pernas abertas, noutras comigo por cima dele, minhas coxas entrelaçadas nas suas sentindo-lhe a tora penetrando-me de baixo para cima. Quando queria gozar tirava o caralho fora e apontando-o com as mãos por cima dos meus pentelhos castanhos esguichava forte sobre eles. Mas também sobre a minha face ou sobre o meu cabelo, quase sempre esparrinhando para o travessão da cabeceira da cama ou para a mesinha de cabeceira, obrigando-me a limpar tudo para que no dia seguinte a doméstica diária não notasse nada. E ainda sobre as minhas mamas proporcionando-me as primeiras experiências com espanholadas.
Quando a irmã de minha mãe voltou para casa meu tio parou de me comer e eu tenho de confessar que embora me sentisse culpada por deixar que ele me fizesse aquilo sentia prazer com tais actos e comecei a sentir falta daquelas trepadas clandestinas e adúlteras. Meu tio apercebeu-se pois apesar de eu sempre começar tentando me negar a seus avanços entregava-me vorazmente a eles quando sentia seu caralho roçando-me a gretazinha e sempre me vestia provocantemente quando nos encontrávamos a sós. Novinha e com carinha de inocente mas já muito putinha safada, como se vê. Meu tio costumava comentar no fim de me foder que apesar de eu ter o sangue da minha tia era muito mais quente do que ela e tinha até vocação para puta. Neste capítulo não se enganou pois o cheguei a ser de facto. E comentava mesmo que eu puxava mais à minha mãe. Mais tarde vim a saber que a razão porque fui morar com os meus tios foi o marido da minha mãe ter descoberto um relacionamento adúltero de sua esposa, que se mantinha desde a época em que nasci e ter por isso questionado a paternidade da minha concepção. Não sei como isso ficou mas ainda hoje continuo a considerar o corno reformado do Exército, marido de minha mãe, como meu pai. Meu tio embora tivesse outras amantes por fora também devia estar com saudades da minha ratinha pois eu era a única teenager que ele andava montando, todas as outras eram mulheres quarentonas como ele e todos sabem que galo velho ou entradote como era o caso, sempre prefere pinar pitinha nova e fresquinha, acabadinha de estrear. Certa vez com a minha tia na sala dando ordens à doméstica, agarrou-me por um braço no corredor, eu estava de saia pelos joelhos, encostou-me à parede e enquanto com uma mão por dentro da calcinha me apalpava a pássara penetrando-a com os dedos, pespegou-me na boca um chocho de tirar o fôlego. Tentei afastá-lo mas apenas consegui que me comprimisse mais contra a parede. Depois prendendo-me a língua com os dentes sorveu-a um bom bocado. Eu já não resistia. Ficara toda húmida e com o grelinho em pé como sempre que meu padrinho me tocava.
- Putazinha gostosa. Hás-de sempre gostar de foder – disse-me quando me soltou a língua – Já estás húmida só por te ter penetrado com os dedos. Também tens muita fome da minha piça não tens, rameirinha? Logo que para cá vieste vi isso e jurei a mim que seria o primeiro a mostrar-te o que era um homem com tesão, a bem e a mal, e já o consegui. Mas continuo com muitas saudades de voltar a enfiar o caralho na tua rachinha de puta recém - inaugurada. Com a tua madrinha em casa tem sido mais difícil mas vou em breve dar um jeito nisso. E até lá quero que durmas toda nua como o fazias quando ela estava no hospital e passávamos a noite juntos. E bem lavadinha e cheirosinha como eu gosto. Quando voltar a ir ao teu quarto quero encontrar-te nua e perfumada. E livra-te disso não acontecer pois nem sabes o que te fazia.
Eu estava com muito medo que minha tia ou a criada nos apanhassem naquela situação e por isso mal meu padrinho acabou de dizer aquilo tratei de me escapulir. Com a esposa em casa não sei o que ele me podia fazer se eu não estivesse nua quando entrasse de novo no meu quarto para me desonrar mas o que é facto é que sua promessa me excitara tanto como o toque dos seus dedos. Tal como da primeira vez em que na sala, eu ainda era virgem, ele veio por trás de mim e lhe senti o piçalho teso cutucando-me o cu por cima da saia, não descansei enquanto não me fechei no quarto e na falta da coisa dele, em cima da cama toda nua esfreguei vigorosamente minhas maminhas e minha passarinha com as palmas das mãos até me vir num orgasmo solitário que deixou uma mancha na coberta. Mas passei, sem questionar, a dormir toda nua, com a cona inchada, desejando secretamente que a noite em que o meu padrinho transporia a porta do quarto para reclamar mais uma vez com o seu dardo inflamado a posse do meu corpo que ainda só ele provara, não tardasse. Não tive de esperar muito felizmente.
Duas ou três noites após tal episódio meu tio mandou-me levar um copo de leite a minha tia que desde que viera do Hospital era sempre a primeira a deitar-se. Foi ele mesmo quem o preparou na cozinha. Fiz o que ele me mandara, tomei um banho usando bastante gel e fui-me deitar. Já passava da meia noite, a casa estava em silêncio quando ouvi meu padrinho tomando banho e em seguida os seus passos encaminharem-se em direcção do meu quarto. Excitada como andava eu não conseguia adormecer antes da madrugada ir alta, e só depois de esfregar muito minhas pernas uma na outra, vigorosamente mas sem nunca procurar chegar ao orgasmo pois queria estar o mais sedenta possível no momento em que ele me viesse tomar. No entanto temerosa como sempre ficava quando sentia aproximar-se o momento, ainda para mais sendo aquela a primeira vez que meu tio me ia comer com a minha tia em casa dormindo na cama do quarto ao fundo do corredor, acto que eu achava muito imprudente, fingi estar dormindo. Tinha uma secreta esperança que meu tio me vendo dormir se retirasse com receio de acordar a mulher, ainda que por outro lado estivesse desejando imenso que ele não fizesse isso pois bastante me apetecia provar-lhe o gosto da pila naquela noite.
Ele também devia estar bastante atiçado pelo desejo pois abriu de mansinho a porta do meu quarto encaminhando-se em direcção da minha cama. Percebi que trazia calçados os chinelos de quarto e que na mão transportava uma pequena lanterna de bolso pois lhe senti o jacto de luz apontando-me para a cara. Suspirei e virei-me de lado como se me tivesse voltado a dormir mas tirando os braços nus para fora do cobertor como se indirectamente o estivesse convidando a descobrir-me o resto do corpo, tapado apenas pela roupa da cama tal como ele me mandara aguardá-lo. Senti que o seu corpo se inclinava sobre o meu, suas mãos agarraram-me pelos ombros e fizeram voltar-me de barriga para cima, seus lábios pousaram sobre meus ombros e braços beijando-os suavemente. Era raro meu tio beijar-me das vezes que me violara. Pelos vistos ele acreditava mesmo que eu dormia pois fazia-o muito suavemente, aflorando muito ao de leve minha pele com o seu toque, seus beijos sabiam-me como afagos e eu que nunca fora beijada assim pois nunca tivera namorado senti-me então ainda mais mulher do que quando ele me roubara a marca da inocência. Em todo o caso eu não podia ficar ali quieta como uma múmia, não só seus beijos e carícias me estavam provocando um tal calor no corpo todo, como imaginei ficar ali parada far-lhe-ia ver que eu estava de facto acordada. Mexi-me assim mais um pouco como se me fosse voltar de lado, o que meu tio mais uma vez não me deixou fazer, e tirei então uma perna de fora. Imediatamente sua boca pousou nela mais uns beijos mansinhos. Senti que ficou contente ao ver que tal como os meus braços minha perna estava nua. Sua mão subiu por dentro dos cobertores por ela acima até às coxas.
- Muito bem minha putinha – ouvi-o sussurrar – Estás nuazinha e perfumada como te mandei estar. Oh, que bom cheirinho a água de banho! Nunca me engano quando vejo uma puta por mais inocente que ela se tente fazer. Aposto que estás ainda com mais fome da minha piça do que eu da tua cona. E que a trazes bem húmida. Ora vamos lá a ver isso melhor.
Afastou-me os cobertores para trás e com a lanterna pousada na mesa de cabeceira, mas com o feixe de luz apontado para mim, examinou meu corpo passando suas mãos nos meus peitos e no meu entre pernas. Instintivamente fechei - as mas meu tio abriu-as de novo puxando-me os joelhos para os lados.
- Que é isso, minha putazinha precoce? Com vergonha de mostrar a cona ao seu tio que tanto prazer lhe deu? Vamos. Mostra-me lá como a trazes húmida e ansiosa por receberes nela o meu caralho.
Aparentemente ele não acreditava que eu ainda estivesse dormindo e por isso não valia a pena manter aquele papel. Seus dedos grandes e grossos, dedos de homem com piça e colhões grandes já se acercavam da entrada da minha greta e um deles, o médio, já me penetrara os lábios, fazendo-me soltar um grito abafado de dor.
- Tio! – exclamei, abrindo os olhos como se só agora despertasse. Além dos chinelos nos pés meu tio vestia apenas um roupão cinzento apertado apenas por um cinto de trespasse – A tia vai ouvir. O que está a fazer?
- Não te preocupes com a tua tia. A dose de Somniun que lhe misturei no leite vai fazê-la dormir como uma pedra. Muito aposto em como à falta de um caralho autêntico não te importarias de seres sempre acordada com um dedo grosso como o meu entrando-te pela cona acima. De facto, traze-la bem húmida.
Seus movimentos eram rápidos, compreendi que meu tio padrinho drunfara minha tia e por isso não haveria perigo, e sabendo isso só me apetecia pedir-lhe que não parasse de me foder com o dedo, não precisaria de muito mais tempo para atingir o orgasmo, mas meu tio não queria que isso acontecesse já.
- Calma gulosa – recomendou-me tirando o dedo – não tenhas pressa de gozar já que temos tempo. Além disso tenho uma coisa melhor que o dedo para te fazer gozar. Isto foi só para te abrir um pouco essa coninha apertadinha pela falta de uso, para o grande caralho que a há-de escancarar dentro de momentos.
- NÃO, TIO, NÃO, POR FAVOR. A tia não ia gostar de saber que o tio me metera a pila, não por favor, a pila não – mas os meus olhos e os movimentos frenéticos de minhas ancas espojando-se sobre o lençol do colchão diziam o contrário.
- Cala-te, menina fogosa - impôs-me tapando-me a boca com as mãos – pensas que eu não vejo como passas a vida quando tua tia não está a exibires-me as tuas coxas e o decote das mamas? E como estás constantemente a olhar para zona da minha piça nas calças e que desde que te comi estás sempre a suspirar pelo momento em que vais voltar a provar dela?
Acrescentando ainda que minha tia ia gostar tanto de saber que ele me dera a provar o bacamarte como que acabara de me meter o dedo na cona, desapertou o roupão deixando-o cair no chão. Estava nu e o seu pau gigantesco exibia toda a sua pujança.
- Oh, que mamas lindas e direitinhas tens Sandra, minha querida sobrinha – e agora era sua boca quem mas beijava fazendo meus mamilos empertigarem-se de tesão – a tua tia nunca teve umas mamas assim. A tua mãe sim, que lhas vi algumas vezes. Ohh, como me apetece trincá-las e comê-las – e das palavras passou aos actos, começando primeiro por me contornar com a língua toda a textura das mamas, lambendo em seguida em volta dos mamilos, e só então mordiscando estes, por vezes com ternura e por vezes com alguma raiva, mordendo-os mais fortemente. Nessa altura eu já tentara baixar as minhas mãos para afagar minha pássara húmida mas meu tio impediu-o, prendendo-mas com os joelhos:
- Hoje quem te vai consolar a cona sou eu – disse-me. Seu caralho insuflado estava agora por cima da minha área genital. Soerguendo-se um pouco meu tio esfregou-o longamente na minha barriga enquanto sua boca e seus lábios me continuavam fazendo delícias no peito. Depois descendo um pouco meteu a cabeçorra na minha brecha. Gemi como gemia sempre que ele me começava a penetrar. Que saudades desses meus tempos de estreia e do buraquinho apertado que tinha então!
- Dói-me tanto, tio - queixei-me ainda que mais para defender a honra do convento do que outra coisa, já que apesar da dor aquela entrada estava-me sabendo muito bem.
Só a cabeça da piça, Sandra, só te quero para já meter a cabeça da piça – assegurou-me – agora só te quero ouvir gemer e abrir-te um pouco a entrada da cona. O resto do tronco fica para depois.
Meu tio era perito naqueles preliminares e ficou ali bastante tempo, metendo e tirando a cabeça da piça da minha entrada íntima, mas sempre sem entrar muito fundo, proporcionando-me uma excelente massagem no clítoris e nos lábios. A cama gemia um pouco, meus gemidos ainda que abafados por vezes ecoavam no corredor, meu tio estava mesmo confiante na dose de Somnium com que recheara o leite da consorte. Quando parou com aqueles movimentos a cabeça estava toda melada e os meus lábios vaginais não estavam menos langonhados que a cabeça do caralho de meu tio. Este apertando-me as mamas enfiou-o no meio delas.
- Ohhh, sim, que maminhas duras e lindas tens Sandra – gabou – Como o meu caralho se consola de se achar assim bem aconchegado no meio delas. Ohhh, deixa que elas provem o gosto do leite do meu caralho. Umas maminhas como as tuas que um dia darão de mamar a alguém bem merecem ser aleitadas com o leite de um bom caralho.
Meu padrinho sabia que insultar-me ou dizer palavrões durante o acto me deixava super excitada e acho que essa era uma das razões que também o levavam a gostar tanto de foder comigo, apesar do perigo a que se expunha. E então ouvi-lo dizer tais coisas com a piroca afogada nas minhas mamas e estas esganadas nas suas mãos, ultrapassava tudo o que já experimentara com ele antes, em matéria de prazer. O clima estava muuuito intenso.
- Chupa-me a piça, vagabunda – mecanicamente já eu lhe agarrava nos tomates com uma mão e com a outra no martelo insuflado e os levava à boca, mamando ora nuns ora noutro.
- Nem é preciso ensinar-te nada, desavergonhada – voltou a gabar-me – Tens um talento natural para lidares com caralhos, e eu reconheci isso desde a primeira vez que te vi. Não percas o jeito nem o gosto e farás muitos homens felizes.
Também nisto não se enganou e ele foi o primeiro a quem satisfiz, ainda que não me tenha pedido o consentimento para tal. Bem chupadinho como tanto gostava, meu tio fez-me uma coisa que nunca me tinha feito. Até então sempre fora só eu a gargarejá-lo mas desta vez sem lhe pedir nada ofereceu-se para me fazer um minete.
- Foste tão querida com a língua, Sandrinha, que vou-te proporcionar um prazer idêntico que só faço a coninhas tenrinhas como a tua.
Meu padrinho quando me violava não cuidava só de obter prazer para si, mesmo forçando-me à prática de certos actos e batendo-me por vezes em tais ocasiões quando me procurava negar a eles, sempre gostou que eu sentisse prazer e me viesse. O que sempre conseguiu.
-Abre as pernas putinha que te vou lamber a cona – o facto de eu a ter bem besuntada com a esporra dele não o pareceu incomodar nada. Sua língua titilou-me cada cantinho do meu clítoris e dos meus lábios antes de entrar afiadinha na minha brecha. E nessa altura seus movimentos com ela pareciam os de uma cobra sugando uma pequena presa, levando os meus quadris a esfregarem-se todos no seu rosto. DELICOSO. A sucção dos seus lábios, quando meu tio lhe imprimia um ritmo mais vigoroso parecia fazer-me inchar a vulva, grudando-a neles. Eu gemia intensamente de prazer, tal como quando ele ma metera este era também um prazer novo, sublime, que só se sente uma vez, a primeira.
- Tio, as minhas maninhas – pedi em voz sumida. Ele compreendeu. Meus mamilos são minha zona erógena por excelência e não tardou que suas mãos, e sobretudo seus dedos experientes, se me viessem pousar sobre eles, acariciando-os mas também torturando-lhes os biquinhos, apertando-os e torcendo-os como tanto gosto. Não demorei muito a vir-me.
- Ahhh grande putazinha apressada que não esperaste pela minha piça – insultou-me batendo-me na cara, não com muita força e parando com o minete mal sentiu o doce do meu suco escorrendo-lhe para a boca – Não penses que escapas ao meu sarrafo, grande putazinha com carinha de inocente. Não estive aqui gastando meu tempo a lamber-te a cona de puta fresca para não provar o pitéu principal.
Eu apesar de me ter vindo não faria má cara a receber a visita daquele troncho inflamado porque uma coisa é ser lambida, mesmo gostosamente, e outra é ser encabada pelo instrumento de prazer de um macho. Gosto da primeira mas já na altura ela apenas me abrira o apetite para a segunda. Apesar de tudo para ostentar a imagem de menina pudica que sempre exibi com meu tio mesmo nos seus momentos de adultério e lhe procurar demonstrar que só cedia a ele na base da força, procurei demovê-lo da sua intenção oferecendo-me para lhe esgalhar uma punheta.
- Pensas que já alguma vez estive com uma mulher como nós estamos agora, apenas para ela me tocar uma punheta, meu traste debochado? Punhetas esgalhei algumas quando era rapaz, não agora que tenho aqui a minha sobrinha puta de pernas abertas e com fome da minha vara.
Mandando-me colocar de gatas, uma das suas posições favoritas, encochou-me por trás esfregando-me a piroca melada longamente na entrada do cu. Das primeiras vezes pensei que meu tio me ia enrabar mas ele nunca se mostrou interessado em aguçar o cajado em tal lura. Gostava simplesmente de esfregar o pau nela antes de me dar na entrada da frente.
- Deixa o teu cuzinho tomar o gosto da minha esporra, Sandra – dizia-me habitualmente – E deixa que a minha piça tome o gosto do teu cuzinho que vai-me saber melhor ir-te ao pito, galdéria.
Uma das suas mãos enlaçara-me a barriga, deslizara por entre ela afagando-me a vagina, voltando a penetrar-me com o dedo, só que agora com cada um à vez, voltando a fazer –me sentir húmida.
- Puta, és mesma uma puta Sandrinha – xingava-me – humedeces com uma facilidade que só visto. Pois já que estás húmida toma lá piça.
Seu caralho entrou por mim dentro como um prego. Precavidamente meu tio tapara-me a boca com a mão e foi isso que evitou que o meu grito se ouvisse pela casa toda.
- È para que saibas, minha putazinha recém inaugurada, que tenho piça para te rasgar toda e te fazer doer tanto como da primeira vez que te furei o selo de origem, ouviste bem? – ameaçou-me com uma voz má, habitual nele quando se aproximava o momento do orgasmo – Por mais puta que penses ser tenho a piça suficientemente tesa e os colhões suficiente cheios para te fazer doer sempre que te for ao pito.
Seus movimentos de ancas eram agora suficientemente rítmicos, seu caralho entrava e saía velozmente de dentro de mim, seus colhões batiam-me por trás, suas mãos voltaram a plasmar-se nas minhas mamas e na minha vagina. Nestas ocasiões meu tio procurava meter um dedo dentro dela sempre que o caralho recuava o que me fazia gemer ainda mais, e depois bastante humedecido levava-mo à boca obrigando-me a chupá-lo como lhe chupara no cacete
- Gostas de esporra na cona não gosta putinha? E na tua boquinha não? Pois então enquanto a provas na boca de baixo prova igualmente a que trago no dedo com a de cima e diz-me lá ao que sabe o paladar da tua cona e da minha esporra dentro dela.
E por trás não apenas me metia o dedo melado na boca como também me beijava o pescoço e as orelhas, e me mandava lamber a minha língua na língua melada dele. E de facto a língua e o dedo sabiam-me e cheiravam-me à minha rata quente e ao gosto da esporra que meu tio impregnara nela. Nessa altura os meus gemidos já não podiam ser abafados com a mordaça da sua mão nem com o rosto na almofada como ele tentou fazer. Minha madrinha estava mesmo pedrada mas era perigoso arriscar mais do que já fizéramos. Meu tio mandou então deitar-me de costas e comeu-me ainda durante mais um bom bocado de tempo na posição tradicional do missionário até eu me vir novamente.
- Coirona que já gozaste duas vezes e eu ainda estou de pau duro e com os tomates cheios. Mas já vamos tratar disso – urrou. Ohh, tio que loucura gostosa estamos fazendo, apetecia-me dizer-lhe, como me parece divina a tua gigantesca piça fodendo-me toda, escancarando-me, arreganhando a minha gruta secreta, melando-me profusamente com o seu líquido quentinho e viscoso. Oooh, que bem me sabe a pele rugosa e dura dos teus colhões acariciando-me os lábios da vulva, posso até imaginar a quantidade de sémen que tens dentro deles. Se os anjos não têm sexo não quero ser anjo, quero ser o contrário deles. Ohh, como tudo isto é bom! Que parva é minha tia com um macho assim potente e dominador não o chupar até lhe sentir todo o tesão possuir-lhe a boca como eu faço, e não gostar de foder com ele, mas como isso é bom para mim, sua sobrinha, que estou aqui de pernas abertas apanhando no grelo como uma mulher ou uma simples puta, e isso me está sabendo tão bem…
Ia eu perdida nestes devaneios quando um súbito click se me acendeu. Estar fodendo com meu tio com minha tia sedada a poucos metros de nós parecia-me demasiado bom para tentar mais a sorte. Tivesse tido o mesmo click um ano mais tarde e não teria engravidado dele.
- Tio, NÃO, é perigoso gozar dentro de mim. Esta semana não – ele ensinara-me as regras do calendário e eu desde que perdera a virgindade andava particularmente atenta a elas.
- Está descansada que na minha idade não pretendo ser pai – respondeu dando-me mais meia dúzia de enérgicas piladas com sua haste inflamada. Quando lhe senti a cabeça tremer com mais intensidade anunciando a esporradela iminente tirou-a fora, meus músculos fecharam todos à sua saída, liberta daquela massa de carne dura eu sentia-me outra vez menina, pura e casta como antes da minha primeira vez.
Como contei, habitualmente meu tio sempre que interrompia o coito despejava toda a sua energia sobre minhas mamas ou barriga mas naquela noite tudo foi diferente. Mal tirou o caralho fora, agarrou-o com as mãos e soerguendo-se aproximou-o de minha boca. Foi então que escutei uma outra revelação sua que me fez suspeitar que em tempos aquele malandro também comera a minha mãe. Não me admirei. Meu tio padrinho sempre tivera a fama e o proveito de um verdadeiro fodilhão.
- Abre a boca, sobrinha puta, tão puta como tua mãe o foi antes de te parir – uma das mãos já me forçava a abrir o queixo, com violência – Abre a boca Sandra ou prego-te tantos estalos que te rebento os dentes e hás-de depois chupar-me a piça com as gengivas moles. Já que fui o primeiro a aleitar-te a cona com o meu leitinho vou também ser o primeiro a aleitar-te a boca com ele e tu vais enfiá-lo todo pela goela abaixo.
Já chupara a piroca melada de meu tio muitas vezes mas nunca lhe engolira todo o produto da sua ejaculação. Aquilo na altura não me pareceu próprio de uma moça decente e mais por isso do que por nojo supliquei-lhe que me poupasse a tal cena. Até chorei um pouco.
- Por favor tio, antes nos meus peitinhos, engolir-lhe a esporra não – pedi tentando negar-lhe a visão da minha nudez pois puxei o cobertor da cama sobre mim mas ele logo o afastou. E agarrando-me pelos cabelos puxou meu rosto de encontro àquele pedaço de tentação, lustroso como eu nunca o vira e que não parava de balouçar.
- Cala-te puta! Choras agora por me ires engolir a esporra, tu que nunca choraste quando me lambias a piça, nem quando apanhavas com ela por essa tua cona com desejo de puta recalcada? Vais fazer o que te mandar ou conto à tua tia que te andas a atirar a mim. E olha que ela não gosta nada da forma descascada como te vestes.
Isso já imaginava eu.
- Boca aberta puta, não quero nem uma gota fora. E esfrega-me o caralho com as mãos já que te ofereceste para me tocar uma punheta.
Com uma das mãos dele agarrando-me o queixo e a outra os cabelos, sacudiu-me a cabeça de um lado para o outro. Não tive outro remédio que não estender o braço, envolver-lhe a pila com a palma da direita, o prepúcio esticado para trás, a glande fremente a poucos centímetros da minha boca. E comecei a punheteá-lo. Não precisei de muitas esfregadelas para o seu gozo quente me inundar a boca. Suas mãos comprimindo minha nuca empurraram-me toda na direcção daquele jorro, o caralho entrou-me pela boca dentro como um torpedo, parecia querer rasgar-me a garganta. Só trincando-o eu me poderia livrar dele ou impedi-lo de consumar seu intento.
- BEBE O MEU LEITINHO, VADIA – exortou – NÃO QUERO VER UMA GOTA CAINDO FORA DA TUA BOCA, VACA.
Os jorros sucediam-se, tanta esporra acumulada nos colhões tinha meu tio, queria recuar mas não podia, estava com a face completamente encostada ao seu baixo ventre, os pentelhos farfalhudos dele entravam-me pelos olhos e nariz dentro, mas as suas mãos na nuca pareciam tenazes obrigando-me a permanecer com o caralho dentro da boca, violando-me a garganta enquanto ele se vinha, vinha, vinha..A certa altura, afogada naquela pressão que não parecia terminar nunca, um engasgo quase me fez golfar tudo fora.
- Minha grande puta, não estavas morta por piça e por um banho de esporra quentinha, acabadinha de mugir? Pois não te queixes que aí as tens. Se vomitares na cama faço-te engolir tudo.
Aquela ameaça era terrível. Meu tio contudo pressionou com uma das mãos o caralho suspendendo por alguns momentos a ejaculação o que me permitiu engolir grande parte da langonha que tinha na boca, antes de receber o resto e ele se confessar aliviado. Não fora tão nojento como pretendera fazer-lhe crer só para me mostrar relutante como o deveria ser naqueles anos em Portugal uma moça suposta filha de um sargento do Exército. Pegajosa sim, antes de lhe pegar o jeito de a engolir quase se colava como visco ao céu da boca e à saliva mas nada nojento. Até fiquei a gostar do seu paladar.
Do caralho de meu tio agora flácido e a apontar para o chão, sem já nenhum daquele vigor do tesão que tanto me fascina num caralho, pendiam grossos fios de esperma e de saliva. E do meu suco idem. Os cantos da minha boca, do meu peito, barriga, pentelhos e rachinha também se achavam reluzentes com o líquido seminal dele.
- Afinal ainda tens muita esporra para limpar com a língua, querida Sandrinha – a sua piça era agora só peles mas isso não o impediu de me voltar a empurrar de encontro a ela e de me fazer lambê-la murcha como estava até lhe remover todos os vestígios do nosso comum prazer.
Nessa noite tomámos banho juntos como nas noites que minha tia passara no hospital, e tal como então meu tio ainda dormiu uma parte do resto da noite comigo. A ela foi preciso acordá-la na manhã seguinte ainda bastante ressacada. A dose tinha sido efectivamente potente e não foi a única vez que meu tio usou tal expediente para me possuir com ela em casa e se não o fez mais vezes foi por recear, e com razão, que o seu uso mais amiúde far-lhe-ia perder o efeito.

SANDRA

 

 

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Com enteada é Incesto?

Se disser que não gozei, estarei mentindo.
Estreei minha enteada quando ela tinha 25 anos e já separada de seu esposo, hoje 2011 ainda mantemos, as escondidas, nossas transas.
Adorei teu relato se quiser trocar outros é só pedir pelo email: roberto_monteiro@yahoo.com.br

que conto e esse muito bem

que conto e esse muito bem contado, parabens sandra seu linguajar parece os romances de Alencar, Machado de Assis

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