Ela é casada!

Olá meu nome é Theo, sou solteiro, tenho 28 anos, 1,81 cm e 77 kg.
Janaina é casada a cerca de 10 anos, tem 36 anos e dois filhos de 6 e 5
anos. Nosso primeiro encontro foi a cerca de 2 anos, quase por acaso.
Sofri um pequeno acidente quando pedalava na ciclovia e ela que estava
caminhando no calçadão da praia, perguntou se precisava de alguma
ajuda. Como tinha sido apenas um grande susto, agradeci. Apesar de
morarmos em bairros diferentes, ela sempre caminhava no calçadão no
início da manhã, horário coincidente com o meu e a gente sempre se via,
sempre se cruzava. De vez enquando também a encontrava no shopping ou
no cinema com o marido e os filhos.


As vezes que conversávamos durante as caminhadas, ela sempre estava com
pouco tempo, em função de sua rotina corrida com o horários das
crianças irem para escola, e o seu trabalho como professora de inglês e
tradutora. Sempre elogiava sua beleza física, sensualidade e simpatia.
Ela sempre ria, porém não esticava o papo.


Agora no início do ano, tive uma semana de recesso de trabalho e mais
uma vez nos encontramos numa linda manhã de sol. Trocamos os
tradicionais desjos de feliz ano novo e notei que ela estava diferente.
Estava descontraída, relaxada e o nosso papo fluiu. Me falando da sua
vida como nunca tinha feito. Ao mesmo tempo que se sentia aliviada de
sua rotina, pois estava de férias da escola e os seus filhos estava na
casa dos avós, me falou da insatisfação na relação com seu marido
Carlos de 40 anos. Me falou que o Carlos apesar de um ótimo
companheiro, estava sempre muito atarefado no seu trabalho de professor
universitário e pesquisador. Estava sempre cansado, mesmo nos finais de
semana. Frustando o desejo das crianças de sairem e dela como mulher.
Mesmo agora neste início de 2004, ele estava trabalhando. Foi dar um
curso de verão em outro estado e só voltaria na segunda quinzena de
janeiro.


Ela me falou que durante a semana estava ficando em casa para terminar
um trabalho de tradução que estava pendente e nos finais de semana
viaja para a casa dos pais para ficar com as crianças.


Mais uma vez elogiei seu corpo e sua cor morena de verão o que ela
retribuiu cheia de sensualidade. Estavamos conversando sobre os
lançamentos de filmes neste início de ano e a convidei para ir ao
cinema. Ela aceitou com a ressalva de que teria que ser em outro bairro
ou outra cidade próxima pois ela era casada e não podia correr riscos.
Assim marcamos um encontro em shopping e fomos ao cinema. O nosso
primeiro encontro e uma certa privacidade na sessão de cinema naquele
final da tarde, permitiu um certo clima de namoro. Nos tocamos,
beijamose ela me disse que era como uma volta no tempo em que conheceu
seu marido. Que eu estava preenchendo seu lado romântico seu marido
negligenciou. Por outro lado, se sentia muito dividida pos nunca tinha
traído seu marido. Dali saimos para jantar e em seguida ela voltou para
casa, pois estava muito dividida. Marcamos um novo encontro no dia
seguinte para vermos outro filme.


No dia seguinte ela me falou tinha reflitido bastante, que apesar de
gostar do seu marido, se sentia falta do seu carinho, atenção, e
principalmente tesão. Nos beijamos ardentemente, nos acariciamos e
saimos do cinema diretamente para um motel. No motel. a encostei na
parede e dei um abraço bem apertado, beijando sua boca cheio de
desejos, ao mesmo tempo que deslizava minhas mão em cada pedaço do seu
corpo quente, tesudo. Em seguida brindamos este primeiro encontro com
vinho e dançamos numa penunbra. Nosssas línguas se encontravam, nossos
corpos se roçavam cheio de tesão, desjos. Ela sursurou no meu ouvido
que esperava muito por este momento e que estava sentindo algo
diferente como a muito não sentia. Que seus desejos estavam amortecidos
pela rotina do casamento e pela indiferença do Carlos.
Aos poucos fui delicadamente desabotoando e tirando seu vestido,
calcinha e sutian, Ela rapidamente abriu minha camisa, a minha calça e
a minha cueca. Pegue-a em meus braços e levei para cama. Nos abraçamos
e ficamos rolando na cama, nos beijando, nos roçando, nos apalpando,
nos conhecemos.


Ela ficou deitada de frente, e por instantes fiquei admirando aquele
corpo bonito e gostoso na minha frente. Em seguida comecei a beijar sua
boca, beijo de lingua, demorado, molhado, intenso. Beijei lateralmente
sua nuca, pescoço com mordidinhas de leve que a deixou toda arrepiada.
Sursurei no seu ouvido que sempre a admirei, desejei e aquele instante
era um momento mágico na minha vida. Queria sentir o gostinho de cada
pedacinho do seu corpo e continuei beijando seus peitinhos. Mordendo os
biquinhos durinhos com meus lábios, lambendo-os, sugando-os para dentor
da minha boca, ao mesmo tempo que acarciava suas costas, pernas bumbum.
Desci beijando sua barrguinha, colocando a língua em seu umbiguinho.
Descendo mais beijei toda a região interna dos seus quadris. Abri bem
as suas pernas e entre elas, beijei as suas pernas, a parte interna das
suas coxas, ao mesmo tempo que acariciava sua xoxotina que estava
quente e molhadinha. Ela me pediu para passar a lingua na sua xoxotinha
e ficou ainda mais aberta em alguns travesseiro. Eu passei a língua na
sua xoxotinha, ao mesmo tempo que acarciava seu grelinho durinho e os
seus seios. Ela gemeu e sursurou para não parar. Eu passei a lingua no
seu grelinho durinho, ela começou mexer os quadris e forçar minha
cabeça sobre sua xoxotinha. gemendo, sursurando que nunca tinha sentido
algo igual. Eu meti o dedo na sua xoxota ao mesmo tempo que sugava seu
grelinho. Ela me pediu para ficar sobre ela, queria sentir meu pau. Ela
pegou me pau duro como um cacete apertou e me falou que a muito o seu
marido não conseguia um ereção firme e prolongada. Que isso a deixava
constatemente insatisfeita. Em seguida disse que queria sentir meu pau
todo dentro dela e ficou deitada de frente. Abri bem as suas pernas e
fiquei metendo e tirando a cabecinha. Massageando seu grelinho com a
cabeça do meu pau. Mesmo sendo uma posição tradicional, queria fazer
uma papai e mamãe diferente. Mesmo ela pedindo para meter todo, fiquei
ainda um bom tempo metendo a cabecinha e tirando, para deixá-la ainda
mais excitada, mais louca de desejos. Deitei sobre ela beijando a sua
boxa, ao mesmo tempo que sispendi meu torax para ela mexer os quadris,
rebolando. Ela forçava o corpo para cima para ter o meu pau todo dentro
dela. Neste momento, numa estocada forte eu penetrei tudo meu pau de 17
cm bem duro. Ela gritou dizendo que nunca tinha sido possuída daquela
forma. Eu continuava dando estocadas fortes, rapidas e sursurei no seu
ouvido se era assim que ela queria ser comida. Ela falou que sim,
gemia, gritava para não parar, para beijar os seus seios, para fudê-la.
As vezes dava uma parada para ela rebolar, mexer, e em seguida enfiava
o pau com toda a força, metendo rápido, beijando seus seios, apertando
seu bumbum, até gosarmos gostoso, como nunca tinha gosado na minha
vida.
Inverti a posição ainda com meu cacete dentro dela para sentir seu
corpo sobre o meu, sentir as batidas do seu coração, seu cheiro, ao
mesmo tempo que meu pau ia amolecendo dentro da camisinha e da sua
xoxotinha.


Em seguida fomos tomar um ducha juntos. Debaixo da ducha quente e
relaxante, acariciava seu corpo com as minhas mãos ensaboadas. Ela me
fazia o mesmo, e dizia que sempre convidava seu marido para fazer algo
igual, mas ele sempre vinha com alguma desculpa. O banho e estes
momentos de carícias e relaxamento foi o suficiente para ficarmos
exicitados outra vez.


Voltamos para a cama, tomamos cálice de vinho e deitamos. Ela começou a
me beijar e corpo e acarciar meu pau que logo ficou ereto outra vez.
Ela começou a beijá-lo ao mesmo tempo que apertava minhas coxas peludas
e meu bumbum. lambuzou bem meu cacete e foi sobre mim sentando-se sobre
a cabecinha. Rebolava sobre mim, com a cabecinha entrando e saindo.
Pedi para ela sentar sobre ele. Ela sentou lentamente, rebolando,
gemendo, sursurando que meu para era um pouco maior que o de seu
marido, até senti-lo todo dentro e apenas os ovinhos roçando sua
bundinha. Ela subia e descia lentamente, roçando seu grelinho,
apertando bem sua xoxota para sentir meu pau rasgando-a. Em seguida ela
se inclinou sobre o meu corpo apoiando-se no meu peito, entrelaçou suas
pernas com as minhas numa espécie de alavanca. Subia e descia rapido,
para em seguida para, mexer, rebolar. Gemia e susrsurando que estava
adorando cavalgar neste mastro duro. Que a muito não se sentia bem
comida, bem fudida. Neste momento ela inclina ainda mais seu corpo para
que chupasses seus seios ao mesmo tempo que acelerava as cavalgada e eu
metia fundo indo em sentido contrario ao seu. Ela gritava, gemia,
gosando comigo, num goso único, intenso.
Já tivemos vários outros encontros desde então e ela me falou que é
como se estivesse tendo uma nova lua de mel. Se quiser se corresponder
comigo tecle para theolima2003@yahoo.com.br.