Os insaciáveis
Sempre tive atração por aquele corpo sedutor e sempre desfrutei de suas
qualidades. Nossa vida é corrida, mas prazerosa. Todos os sábados vou a
casa dela e lá curtimos um ao outro. Tenho que contar um episódio que
me acontecera num desses sábado, não que descarte os outros momentos,
mas este episódio marcou nossas vidas.
Naquele dia fazia muito calor e ao chegar na casa dela, minha roupa se
encontrava molhada de suor. Foi quando Nandinha me propôs que
tomássemos banho de piscina. Como não tínhamos nada o que fazer,
resolvemos então, refrescar nossos corpos naquela água. Vesti minha
bermuda e aguardei-a na piscina. Não demorou muito e a vi toda sensual
com aquele biquíni colado no seu corpo fazendo sobressaírem suas partes
intimas e transparecendo toda aquela bela forma. Repentinamente,
Nandinha mergulhou na piscina e pude ver aquela água escorrer no seu
corpo, resplandecendo sua pele. Nadamos e quando já não agüentávamos,
resolvemos nos abraçar e a nos beijar. Aquele beijo molhado começou a
me excitar e, logo já percebi que ela também já começara a se excitar.
Nos degustamos nos beijos, e ela sentou no meu colo e cruzou suas
pernas nas minhas costas. Foi então que não agüentei e comecei a passar
a mão no seu corpo; começando pelas pernas, onde acariciei com vontade
aquelas coxas excitantes; subindo, passei a mão na sua bucetinha que se
encontrava toda molhadinha. Passei a mão para os seios e apertei-os com
vontade e, neste momento comecei a chupá-los e a lambê-los, nisso, ela
já suspirava nos meus ouvidos.
Comecei a masturbá-la com minhas mãos e
ela gemia nos meus ombros. Não demorou muito quando senti sua lingüinha
entranhando nos meus ouvidos e suas mãos passando no meu pau. Comecei a
me excitar fervorosamente quando a pedi para transarmos ali mesmo. Para
minha surpresa ela saiu de cima de mim e mergulhou naquela água,
tirando minha bermuda e segurando com gosto o meu pau. Senti sua boca
deliciar-se em minha tora, chupando em um vai e vem alucinante. Num
momento onde já estava preste a gozar pedi a ela que parasse. Ela subiu
e com seu jeito assanhado, sentou novamente em cima de mim com as
pernas entrelaçadas nas minhas costas. Neste momento eu já estava no
auge da minha excitação, quando ela falou baixinho nos meus ouvidos que
a penetrasse. Peguei meu cacete e comecei a completar todinho o espaço
daquela bucetinha gostosa e fui enfiando até o fundo da sua vagina.
Neste momento começamos um gostoso vai e vem. Ela em cima de mim e, eu
em baixo metendo gostoso nela. Ela não parava de gemer em meu ouvido e
eu não parava de assanhá-la chamando-a de minha safadinha, danadinha e
gostosinha. Foi quando gozei naquela xoxotinha gostosinha. Ela pensara
que naquele momento eu já havia terminado, quando para sua surpresa
comecei a transar novamente com ela. Seu suspiro era de prazer e eu não
parava de meter novamente nela quando pela segunda vez gozei,
encharcando-a de prazer.
Relaxamos naquela piscina, porém nossos corpos começaram a sentir a
brisa fria do entardecer, foi então que resolvemos tomar uma ducha
morna. Ela com seu jeito sexy começou a passar o sabonete na sua pele
e, eu o admirava. Sua pele já se tornava lisa, quando resolvi deixar
minhas mãos se perderem naquele corpo. Aquele atrito acendeu novamente
o nosso fogo e ela com seu jeito safado começou a ensaboar o meu pau.
Eu não deixei por menos, e comecei a lhe masturbar. Os calores de
nossos corpos nos enlaçavam de prazer, quando resolvi jogá-la contra a
parede e a introduzir meu cacete novamente naquela xoxotinha. Trepamos
e logo nossos corpos gozaram de prazer. Terminado nosso banho,
resolvemos curtir umas musicas.
Algum tempo depois, Nandinha começou a dançar sensualmente para mim.
Quando vi na mais perfeita forma, aquela bundinha arrebitada rebolando.
Seus traços eram perfeitos e sua forma era alucinante. Ela não parava
de dançar e num momento inesperado ela chamou-me para acompanhá-la no
seu ritmo sensual. Como não consegui acompanhá-la, apenas admirei-a sem
saber o que fazer. Ela percebendo, foi logo rebolando e esfregando sua
bunda no me cacete. Já excitado peguei-a de jeito e comecei a beijá-la
selvagemente. A noite já resplandecia e ela toda molhadinha quis
transar apoiada e inclinada na mesa. Neste momento coloquei-a deste
modo, vislumbrando aquela bela imagem excitante: sua bundinha
rebitadinha, juntamente com sua bucetinha toda molhadinha. Peguei meu
pau todo excitado e comecei a enfiá-lo naquela xoxotinha maravilhosa.
Ela começou a gemer e eu colocava meu cacete repentinamente dentro dela
e tirava-o devagar para mostrá-lo seu tamanho.
Ela não agüentava de
prazer e gemia intensamente num som alto onde me excitava ainda mais,
logo, eu balançava o meu cacete ao fundo daquela grutinha delirante.
Seu gemido se tornava ainda mais alto, demonstrando que já estava
prestes a gozar. Foi então que não agüentei e gozei juntamente com ela,
molhando toda a sua vagina. Neste momento o cansaço era maior e
resolvemos assistir um filme na sala.
A noite já era visível e o máximo que fizemos, foi deitarmos no sofá
descansando nossos corpos depois de um grande dia de prazer. O filme
começara legal, mas logo se tornou enjoativo. Ela deitou em meu colo e
logo, começou a passar as mãos nas minhas pernas. Neste toque ela se
sentou e resolveu me beijar. Os beijos dela incendiaram meu corpo
novamente e logo percebi que meu pau estava completamente excitado. Ela
percebendo, não parou de me provocar e logo pos suas mãos no meu cacete
tirando-o para fora. Foi quando senti novamente sua boca molhar meu pau
e a chupá-lo novamente num gostoso vai e vem. Eu a segurava pelos seus
cabelos e ao mesmo tempo masturbava aquela xoxotinha maravilhosa com
minhas mãos. Ela não parava de chupar meu cacete, quando no ponto
máximo de excitação pedi a ela que parasse.
Neste momento entranhei
minhas mãos naquela bucetinha e com um toque leve tirei aquela calcinha
sensual. Comecei a beijar suas coxas e a lambê-los até chegar naquela
bucetinha maravilhosa; logo comecei a chupá-la e a masturbá-la, mexendo
minha língua como uma cobrinha peçonhenta. Ela queria mais, e não
parava de gemer naquele sofá. Num momento árduo senti que sua bucetinha
já estava prestes a gozar e resolvi tirar minha boca de sua vagina.
Ela, toda excitada, pediu que a penetrasse novamente. Foi quando peguei
meu cacete todo excitado e comecei a acariciar sua xoxotinha. Logo,
comecei a penetrá-lo naquela bucetinha e a introduzi-lo até o final de
sua vagina. Começamos novamente um vai e vem. Ela deitada e, eu em cima
dela. Nossos corpos se encharcavam de suor e de prazer, quando por fim
gozamos novamente.
Já era tarde e tive que ir embora. O dia se foi, mas o prazer ficou em
nossas mentes. Se não fosse pelo tempo, nós continuaríamos esta
história e não terminaríamos; pois nossos corpos realmente são
insaciáveis





