Loira selvagem
O caso que vou contar foi verídico e aconteceu está fazendo um ano, sendo o mais frutífero que já ocorreu. Os nomes das pessoas vão ser alterados
Corria o natal de 2003, e durante as minhas mensagens e telefonemas de boas festas, ao conversar com uma amiga, e que vou chamar de Raquel, ela confessou-me, de forma muito abreviada, que o casamento de Paula, alguém de nossas relações, estava a atravessar uma fase muito complicada. Um pouco desassossegado, pois tratava-se de um casal amigo, tentei saber concretamente o sucedido com esse casal. Como era um período de festas, com bastante gente impedindo de termos uma conversa mais íntima, acordamos falar dias mais tarde. Raquel é uma amiga muito especial. Uma daquelas pessoas onde a confiança se mistura com o abuso sem qualquer dificuldade, um pouco de pândega e troca de piropos já era bastante habitual entre nós. Carinhosamente tratava-a por Loira só para a provocar.
No início do mês de Janeiro tocou o telemóvel. Era minha amiga “Loira”. Depois de trocar-mos cumprimentos afectuosos e falar das festas, ela contou os problemas de Paula. Fiquei sabendo que o marido desta arranjou um caso sério com outra mulher e pretendia separar-se. São sempre situações complicadas, principalmente quando se conhece o casal e quando existem filhos. Tentei tranquilizar, dizendo-lhe que ao longo da vida de qualquer homem ou mesmo mulher, são raras as situações em que os votos de fidelidade prenunciados no altar se mantenham íntegros até à extinção. Nem mesmo ela, também casada, estava livre duma situação destas.
Ela, com o seu habitual espírito rígido e crítico, disse logo que numa condição análoga, já teria deixado o marido – Uma coisa é pular a cerca, outra coisa é pôr em causa a vida familiar. No meu tom característico de recreação, fiz um comentário sobre o seu marido a as duvidas sobre a provável fidelidade dele, recebendo como resposta uma obscenidade e um comentário do género –“Bem ele estava tramado, pois ía para a cama com o primeiro”. Utilizei a deixa e recordei-a que, como bons amigos, estava disponível para fazer esse sacrifício por ela (já era praxe galhofar), e se Paula estivesse a considerar uma atitude semelhante, tinha também em mim um amigo para tal pois, apesar de manter uma relação com uma mulher, conhecida delas, ainda sou solteiro e livre para ter as minhas aventuras. - Sabes que é mesmo isso que o marido da Paula deve pensar – respondeu-me ela. – Talvez se ela já o tivesse traído, a relação entre os dois fosse mais apimentada. A Paula tem muitos tabus. Para ela o casamento é servir o marido. Não dá o devido valor ao sexo que deve ser rotineiro e de servidão. Esta revelação não me surpreendeu, e imaginei-me logo a ensinar Paula a se tornar numa mulher mais atrevida pois, apesar de não ser nenhuma beldade, era dona de um belo corpo e um bujão apetitoso. - Vou ligar-lhe a candidatar-me ao lugar. Uma bela mulher nunca se deve deixar escapar. - Nem penses numa coisa dessas. Eu aqui olho e brinco mas não provo, e vai agora a Paula devorar-te. - És mesmo loira. Se é ciúmes desde já te digo que ainda não provaste porque tens pavor de te perderes. Mas se for inevitável, com um forte espírito de sacrifício, dou conta do recado com as duas. Ela riu-se como uma perdida, e contou que o casamento dela também estava a precisar de um abanão. Apesar de adorar o marido, estava-se sentindo velha, sem as emoções fortes que sempre fizeram parte de sua vida. A rotina e a falta de prazer estavam a dar-lhe cabo da alegria de viver. - Precisas de um bálsamo forte para combater esse teu estado. Algo que te faça vibrar e esquecer, mesmo que momentaneamente, todos os problemas – retorqui. - Achas-te capaz de administrar tal poção? - Certamente. Só precisas de marcar. - Hoje, não tens nada que fazer – perguntou-me ela. - Se fizeres um convite tentador, mesmo que a custo, arranja-se forma de ajudar uma amiga muito especial. - Não queres vir almoçar comigo? Hoje dou durante a manhã e depois só à noite. Durante a tarde estou livre, e como sabes não vou a casa. Colocávamos a conversa em dia e fazias-me companhia.
Antes de continuar, vou apresentar, sem grandes detalhes, a minha amiga. Mulher com trinta e poucos anos, casada, sem filhos. Como professora ainda não colocada sujeita-se ao que o nosso “eficiente” Ministério de Educação lhe concede. Localidades distantes e horários surrealistas. Como tal encontrava-se a dar aulas a cerca de 60 km de sua casa. Tinha um dia semanal que tendo aulas durante a manhã e à noite, ocupava a tarde sabe deus como. Mulher bonita, espírito rebelde, comunicativa, alegre, um pouco dominadora e um belo sorriso nos seus finos e delicados lábios. Senhora de um belo e comprido cabelo loiro, corpo esbelto, cerca de 1,65 mts (pé descalço), uns seios que escapam das mãos, umas pernas de sonho, com uma bundinha (ainda melhor do que a de Paula) que apetece lamber. Sempre bem vestida, normalmente com roupas muito justas e provocantes. Quando vai na rua, seus saltos altos tornam-na numa mulher esbelta e esguia provocando olhares maliciosos de todo o homem que se preze. Com uma descrição destas, acedi ao seu convite, mas sem antes ressalvar que teria de fazer uns bons kilómetros para tal. Ela prontamente ofereceu-se para pagar o almoço com sobremesa incluída.
Fiz todo o percurso questionando a minha quase insanidade. A relação com a Raquel é óptima; ela conhece (e bem) a pessoa com quem ando; o marido dela faz parte das minhas relações – Mas o que estava fazendo? Ao mesmo tempo não poderia negar que ela sempre fez parte das minhas fantasias. A boa relação nasceu em parte devido a isso. Brincávamos constantemente, trocava-mos piropos de cariz erótico, as mensagens e telefonemas eram quase sempre instigadores e provocativos, sem nunca serem vistos (julgava eu) como um avanço para algo mais profundo. Quando cheguei ao local combinado, esperei uns minutos. Espreitei mais uma vez a carteira e recoloquei dois preservativos numa disposição mais discreta. Não sabia como concluiria o almoço, mas andar prevenido era algo que deveria ser ponderado. Sabia que ela não utilizava nenhum método contraceptivo pois já há alguns anos que ansiava por um filho. Parou um carro de junto de mim. Olhei e vi que era ela, chamando-me. Acedi pois assim todas opções para aquela tarde estaria nas suas mãos. Trocamos dois beijos nas faces, acompanhados com um sorriso e um olhar cúmplice.
A refeição foi perfeita. Bebemos uma garrafa de um bom vinho, tendo ela pedido 2 portos para acompanhar a sobremesa. A boa disposição era rainha naquela mesa. Quando começamos a falar da Paula, ela perguntou se bebia mais um porto. Aceitei, embora um pouco surpreendido Não por ser pouco usual em ela beber um copito mais, mas pelo facto de ser um dia de trabalho. - Esquece a Paula. Ela quer resolver os problemas à maneira dela. Eu própria tive que afastar-me pois tudo que digo cai em saco roto. Depois desta frase, olhou-me nos olhos e, recordando-me a conversa telefónica horas atrás, me perguntou se era capaz de curtir com a Paula. Sorri, retribuindo que só um burro é que deixava escapar uma oportunidade de possuir uma mulher bonita, pois, apesar da amizade, oportunidades dessas não eram de desperdiçar e entre dois adultos a amizade poderia sair ainda mais reforçada. “Uma mulher quando quer, arranja. Se deixar-mos fugir a oportunidade, outro irá aproveitar” – foi a minha conclusão. - Mais bonita e interessante que eu? Esta pergunta deixou-me algo embaraçado. Mas o álcool já tinha libertado meu espírito ao que respondi que ela ganhava aos pontos, mas toda a mulher é uma caixinha de surpresas. Ela sorriu, passou a língua nos lábios o que me provocou uma erecção como já não tinha à bastante tempo. Achei que era oportuno pedir a conta, a qual ela pretendia pagar ou dividir a meias. Como bom cavalheiro recusei. Sai-mos e ela colocou seu braço nos meus ombros, e sorrindo disse que já estava tocada pela bebida. – “Até tenho receio-o de fazer alguma loucura, afinal estamos aqui os dois sozinhos e ainda tenho umas horas livres” – sussurrou-me junto do ouvido. - Desde que me incluas, seria um enorme prazer acompanhar-te na mais sombria loucura que tenhas em mente – retorqui. Entra-mos no carro e ela levou-me a conhecer um pouco a região. Vinte minutos após estava-mos a estacionar na serra. Nunca esqueci aquela tarde escura e chuvosa.
Donde estávamos era possível seguir mais. A serra estava deserta e a chuva caía fortemente nos vidros. Ela reclinou um pouco o seu banco, olhou para mim e falou-me algo que nunca mais irei esquecer. - Ainda tens estômago para comer algo mais. Fiquei acelerado, percorri seu corpo com meus olhos. Uma camisola bastante justa revelava uns seios encantadores; umas calças de ganga elásticas ocultavam seu esbelto corpo deixando revelando umas formas perfeitas e intrometendo-se de forma provocante nos lábios do ninho do amor, cujo talhe eu bem conhecia devido a forma constante da sua indumentária. Olhei-a nos olhos e no seu sorriso aceitei o convite lançando-me sobre sua boca. Não estava em mim. Após muito tempo ocultando o meu maior desejo, a Raquel ia ser minha. Levantei sua camisola, desapertei seu sutiã tipo wonderbra e soltei seus seios. Abocanhei-os como um louco. Mordisquei seus mamilos enquanto deslizava as mãos pelas suas coxas e pelo belo “papo de anjo”. Aquela era a sobremesa do Monte de Olimpo, cujos deuses guerreavam pelas migalhas. Sua respiração estava ofegante, sua pulsação aumentou de uma forma assustadora, parei e perguntei: - Estás bem? E mesmo isso que queres? - Toma-me. Faz-me sentir mulher. Quero ser tua. Dá-me tudo que tiveres. Era tudo que queria ouvir, peguei sua mão colocando-a sobre meu pénis para ela sentir todo o desejo. Entretanto desapertei suas calças que logo cederam quando introduzi minha mão. Tinha que ter o contacto daquele ninho gostoso, e procurando-o como um doido o encontrei já humedecido facilitando a introdução de um, dois e três dedos, provocando-lhe fortes contracções e estremecimentos que percorreram todo o seu corpo. Sabia o que iria acontecer. O nível de excitação era tão grande que em poucos segundos ela já alcançava o seu primeiro orgasmo. Tive que me conter para não a acompanhar. Ela gemia, gritava, suspirava e arfava como uma alucinada. Estava adorando o momento tal como eu. Seu orgasmo teve de tão violento como de barulhento. Não poderia acreditar. Aquela mulher que parecia tão dócil, incapaz de uma infidelidade, gozou como uma louca, soltando alguns impropérios não muito usuais. - Foi óptimo. Já não gozava assim à bastante tempo. Vamos para o banco de trás – disse-me ela. Passando entre os bancos rapidamente se instalou no banco traseiro, corri ambos os bancos frontais para a frente de forma a termos mais espaço e saí, o que deu para arrefecer um pouco meu corpo devido à chuva que teimosamente continuava a cair. Perscrutei o local onde estávamos e senti-me seguro. Com a chuva, a serra estava deserta. Quando entrei aquela visão sobre o banco adjudicou toda a seriedade que era possível ainda ter. Mal tive tempo de sentar já ela estava a desapertar-me o cinto e os botões das calças. Pegou-me no meu membro friccionou-me de uma forma sequiosa e perguntou-me o que eu queria que fizesse com ele. “Chupa-o. Enfia-o entre teus lábios” – foi o desejo que falou mais alto. Ela olhou-me e revelou que nunca tinha feito nada disso. Numa mulher com mais de trinta anos, parece surpreendente uma confidência destas, mas a sosseguei dizendo-lhe que só o faria se o deseja-se. - Existe uma primeira vez para tudo”, disse-me ela, e ainda não tinha acabado a frase já estava passando sua língua e seus lábios ao longo do mastro. “Primeira vez para tudo”, pensei logo como seria então comer-lhe aquele bujão perfeito.
Não podia acreditar. Se era a primeira vez que fazia um broche, eu era puro. Chupava que era um prodígio. Perdia-se na cabeça, passava a língua junto ao freio, dava pequenas sugadas limpando todo o liquido do pénis, segurava e lambia os testículos e bruscamente enfiava o vergalho na sua pequena boca até onde podia aguentar, seus dentes roçavam em quase todo o comprimento demonstrando a dificuldade que ela tinha em aconchegar tal figura em sua pequena boca. As palavras que dizia deturpavam meus sentidos: “Rica tora”, “quero-a toda”, “gostas de um bom broche”, “alguém te chupa melhor que eu”, “como és bom”. Não podia acreditar no que escutava. A Raquel soltava-se de uma forma quase grosseira, algo que era novo para mim, provocando-me, tornando-me mais lascivo – “chupas uma beleza”, “enfia toda”, “vai até ao fundo” “assim vais fazer-me vir”, “pára que ainda quero comer tua xana”, “se não paras vais sugar até à ultima gota.”. - Vou-me vir – disse-lhe eu, mas ela continuava a chupar e a lamber. Aquela também foi a minha primeira vez. Saíram jactos de esperma, parando todos na sua boca, e ela voltava a dar mais umas chupadelas. Que sonho de mulher! Que ninfa! Só faltava engolir, o que não aconteceu, pois sempre de saia um jacto ela voltava a enfiar a tora deixando escorrer todo o liquido de sua boca. Não havia qualquer dúvida. Um broche daqueles foi e permanece único. Ela foi a sua bolsa e tirou um pacote de lenços - limpa-te – dizia-me ela enquanto limpava sua boca. Pegou no tabaco, vestiu o casaco e saiu do jipe. Já a chuva tinha parado sem termos dado por tal.
Tragava ela um cigarro enquanto arranjava suas, quando saí do carro. Acerquei-me de suas costas rodeando-a com meus braços. E chorava e ainda tremia, o que me inquietou. Arrependeu-se, pensei. Ela virou-se e colocando a cabeça no meu ombro disse que tinha sido uma loucura tudo que aconteceu, ela não era assim. - Estás arrependida – perguntei-lhe. - O pior é que não – respondeu-me - Adorei cada momento mas fiz coisas que nunca pensei fazer. Portei-me como uma qualquer. - Cala-te. Nenhuma mulher me excitou de tal maneira. Se a mulher que hoje conheci faz parte de ti só poderei sentir ciúmes do felizardo que compartilha o lar contigo. Era uma mulher assim que gostaria de ter como companheira. Pareci filosofia barata mas era a mais pura verdade. Aquela mulher transfigurou-se em algo capaz de agradar o homem mais exigente. De alguém que parecia pautar suas linhas de forma correcta, portou-se de forma quase agressiva e de uma sensualidade indescritível. Era o sonho de qualquer homem. Mas ainda faltava algo. Tinha que a possuir; explorar aquela xana; e como gostaria de comer aquele cú tão perfeito. Só de pensar, o volume dentro de minhas calças começou a aumentar. Ela que estava novamente de costas, sentindo toda aquela massa a pressionar seu traseiro rir-se dizendo era melhor irmos pois já estava a sentir o regresso do meu “Entusiasmo” (agora é a palavra chave quando queremos algo mais). Não a deixei. Disse-lhe que aquela tarde nunca estaria completa sem a possuir completamente. “Mas eu não estou a tomar nenhum contraceptivo e não vinha preparada para uma cena destas” foi a resposta dela, mas enquanto ela falava já eu tirava os dois preservativos da carteira – Homem prevenido, nada está perdido. Abraçando-me, chamou-me de malvado. As carícias começaram de uma forma suave que rapidamente se tornaram devassas. Estávamos junto ao carro no lado do condutor. Tentando-a encostar ela parou e abriu a porta, ficando meia encostada meia sentada na lateral do jipe. Estava numa posição tão sensual que se podia apreciar todo seu corpo. Ela se oferecia sem qualquer relutância. Depois de alguns segundos em que nossos corpos se esfregavam de forma desenfreada, desapertei-lha as calças e comecei a baixar. Ela perguntou-me se não era melhor entrar mas sosseguei-a dizendo que as proporções do carro e com a porta aberta nada nos podia incomodar. Nas nossas costas apenas havia uma encosta íngreme. Enquanto descia as calças, meus lábios e língua acompanhavam o percurso. Tinha que provar aquela Xana. Do pensamento rapidamente voltei à acção, desviando sua minúscula tanga, passei a língua por aquele fruto maravilhoso, mordiscando e sugando os lábios vaginais e procurando o clítoris que já latejava de prazer. Pedi a deus que ninguém estivesse pelas redondezas pois ela gemia e gritava de forma libertina, enquanto mexia sua anca e segurava meu cabelo. - Enfia-mo todo. Quero-o todo cá dentro. Fode-me. Enche-me. – Voltava a emanar toda a sexualidade naquela mulher. Que metamorfose divinal. Estava na hora de colocar o preservativo. Levantei e preparava-me para tal façanha que felizmente ainda faço com alguma destreza, quando ela me segurou no mastro e baixando-se levou-o novamente à sua boca, e eu num movimento rítmico forçava a entrada. Que broches deslumbrantes ela fazia. - Vais-me rebentar toda com este tronco. Que bom. Nunca tinha chupado coisa tão grande – foram as suas últimas palavras antes da sua boca voltar aos movimentos rítmicos que eu tanto apreciava. A minha convicção de ela não ser uma principiante no sexo oral estava certa. No calor do prazer contrariou-se. Alguém que chupa daquela maneira não pode ser uma novata. Mas tinha que a parar senão não fodia aquela rata que tanto cobiçava. Puxei-a para cima e encostei-a, respondendo ela deitando a parte superior sobre o banco, e entreabrindo as pernas até onde podia (tinha as calças nos pés o que tornava um pouco difícil enlaçar e possuir completamente o potencial daquela mulher. Mas era uma mulher atlética e de uma elasticidade rara. Encostei o baluarte na sua xana que já pingava de desejo. Deslizou sem grandes dificuldades para o interior daquela gruta quente e húmida. Ela ergueu seu corpo entre gemidos de prazer e pousou suas mãos em minhas nádegas, forçando o movimento ininterrupto e impelindo cada vez mais para o seu corpo. Queria-me todo dentro. - Fode-me toda – dizia-me – enfia-o até ao fundo, faz-me gozar. - Minha louca. Sabes como agradar. Fodes como uma demente – respondia-lhe eu. - Mete mais fundo, enfia-me esse cacete bom. Sou toda tua. Faz-me vir até cair. Rebenta-me de prazer. Não aguentava mais. Naquela posição não me era fácil enfiar o mastro todo. Saquei-o de dentro, e virei-a. Que vista maravilhosa. Tenho que dar os parabéns a uma obra daquelas. Um bujão perfeito. - Assim não que dói – falou muito rapidamente enquanto me olhava de soslaio. Deixei-a calma dizendo-lhe que era a rata que pretendia e ataquei. Agora sim, entrou até ao fundo. Ela começou a gritar de prazer – Rasgaste-me toda; que bom; que coisa boa; não pares; mete-a toda. Enquanto a fodia admirava aquele bujãozinho e considerava aquela oportunidade. Aquele buraquinho quase virgem pedia que o comesse. Enquanto a embalava, passava o dedo pelo seu botãozinho tão apertado. Humedeci-o um pouco com o liquido que escorria dela e suavemente foi introduzindo no seu buraquinho virgem ou quase virgem. Ela não contestou, parecia até que aprovava. Que imagem tinha: meu cacete preso naquela rata gostosa e o dedo todo enfiado no maravilhoso bujão. Também ele teria que ser meu. - Vou-me vir. Não pares – Mal ela acabava esta frase já gritava com um orgasmo. A oportunidade era boa. Libertei o pénis de sua rata, e logo que retirei o dedo do seu bujão comecei a forçar a entrada. Ela tentou impedir dizendo que nunca tinha feito sexo anal e iria doer. “É bom. Não tenhas tabus e aproveita o sexo a 100%. Aguenta um pouco e se começar a doer eu saio”. Nada respondeu e continuei a empurrar. Entrou a cabecinha e ela já se queixava de dores. Ainda avancei um pouco mais mas tive que cessar. Ela gemia num misto de dor e prazer. Pedi desculpa pela minha investida, e ela abraçou-me também pedindo desculpa. “Noutro momento e em outro lugar” falou-me. - E tu, vais continuar com este sujeito em pé – disse-me enquanto segurava meu sócio. Tirei o preservativo e foi à carteira com a finalidade de colocar o outro e voltar a atacar aquela rata perfeita, mas ela não o deixou. Subiu as suas calças e mandou-me sentar no banco do condutor. Pegou no cacete e começou a chupar com um prazer como nunca vi numa mulher. - Chupas com prazer, e sabes bem como o fazes – Ela nada respondeu Quando me vim já não a avisei. Enchi-lha aquela boca que era um primor. Ela batia uma punheta enquanto os jactos de esperma eram disparados entre os seus lábios. Se o cacete era a arma de sua predilecção e a boca o alvo, ela era uma excelente atiradora. Quando parei ela inclinou-se e deitou tudo fora, dando mais algumas chupadelas. Deixou limpa sugando todo o líquido restante.
Era já noite quando me deixou no meu carro. Passei a mão na sua coxa preparando-me para dar um beijo de despedida, mas ela impediu o meu avanço. “Aqui não. Pode passar alguém conhecido”. Entendi dizendo-lhe que desejava voltar a ver. Repetir a tarde deslumbrante. Ela sorriu pedindo para sair pois já era tarde e tinha que voltar à escola. Bati a porta do carro e já de costas ela chamou-me. Pelo vidro entreaberto confessou-me “Já tinha este desejo à muito tempo. Será o nosso segredo e não penses que vais escapar tão impune. Para a semana ligo-te e marcamos uma saída”.
E CUMPRIU.





