Enrabado pela esposa por tocar punheta com as calcinhas dela

Mesmo depois de casado a maneira de conseguir aliviar meu tesão continuou a ser, tal como nos meus tempos de solteiro em que nunca arranjava mulher para levar para a cama, quase exclusivamente a punheta. Apesar de Raquel minha esposa ser uma mulher muito apetecível e ter a vagina bem aberta, minha inexperiência em matéria de sexo que não seja feito à mão, leva-me a ejacular muito rapidamente e a broxar com frequência o que desde há muito constitui um factor de dissuasão para a levar a abrir-me a pernas. Por outro lado Raquel também não morre de amores pelo tamanho diminuto do meu caralho e bagos e como não lhe faltam pretendentes muito mais bem abonados do que eu para a servirem não perde nada em dispensar os serviços do meu pau.
Bem ao menos como disse, resta-me o recurso à punheta. E á Internet já que outra das minhas taras é ser mirone. Sempre gostei de ver os outros fodendo e lembro-me de quantas fugas tive de fazer apressadamente por causa da minha mania de espreitar casais em locais impróprios enquanto esgalhava uma segóvia à mão. Graças á Net posso agora tocar descansado minhas punhetas vendo casais em acção. Não acho piada aos filmes de lésbicas nem aos de paneleiros, mas gosto de ver orgias em especial quando uma moça tem de dar para vários machos algo que nos locais discretos onde dantes os espiava nunca via. Aprecio muito os filmes porno de incesto, de sexo forçado, de humilhação masculina e dominação feminina pois neles revivo as cenas do meu casamento com Raquel e descobri também ter uma predilecção por filmes com travestis. Aquelas mulheres belíssimas, de corpos bem feitos, mamas grandes e empinadas, de voz gutural e grave, com um caralho e um par de tomates ao fundo da barriga, quase sempre muito mais maiores do que os meus apesar das formas e corpos deliciosos femininos e sensuais, excitam-me fortemente.
Aos poucos um novo desejo começou nascendo em mim. O de usar trajes íntimos femininos enquanto numa de mirone me punheteava e dessa forma ficar um pouco mais parecido com essas mulheres de caralho pendente que tanto me entesavam. Devo dizer que sempre gostei muito de tocar punhetas cheirando a calcinha e o sutiã de minha esposa, em especial quando ela vem de mais um dos seus encontros adúlteros e traz a rata e o cu a cheirar ainda ao caralho que a comeu. Muitas vezes quando Raquel está de bom humor deixa-me mesmo punhetear com a piça metida dentro da sua calcinha ou do sutiã e muito bem me sabem tais punhetas. Comecei assim, a partir de um determinado momento, a passar a assistir aos vídeos porno vestido com uma das calcinhas de Raquel e com um sutiã enfiado no peito. Com uma das mãos afagava meu caralho, ora por dentro da calcinha, ora por fora, e com a outra mão introduzida por dentro do sutiã apalpava meus peitos imaginando ter ali um par de mamas direitinhas e tesas como as de minha mulher, das actrizes porno e dos travecos efeminados que com o seu caralho e o seu saco ao penduro eram ainda mais bonitas e sexis do que as mulheres de verdade como Raquel. E calcinhas e sutiãs, de todas as cores e tecidos, mas sempre muito ousados e provocantes, sumidinhos e justos realçando-lhe o contorno das suas preciosidades de que todos se servem menos eu, é o que minha mulher tem mais. E como aquela fantasia me levava a orgasmos alucinantes!
Procurei sempre contudo não me vir nas calcinhas de Raquel para ela nunca notar as marcas do meu gozo. No entanto, inevitavelmente, havia sempre uma gota ou outra de esporra que acabava pingando na calcinha e que eu procurava remover da melhor maneira. Achei sempre tê-lo conseguido mas é claro que as mulheres têm um olho mais arguto do que o nosso, mesmo sendo homens como eu dotados de um lado mais feminino do que masculino. Acabou por descobrir que as manchas amareladas sobressaindo nas suas calcinhas de cores mais claras não eram resultado da descoloração provocada pelo Sol na roupa do estendal , mas resultado do sumo produzido pelos meus colhõezinhos imprestáveis como ela lhes chama, pois negam-me o vigor que eu precisaria ter para a satisfazer quando estou dentro dela.
- Punheteiro de merda – vociferou ela furiosa esfregando-me uma calcinha com o meu gozo melado já seco na cara – agora dá-te para tocares punhetas com a minha roupa íntima vestida? Já não te basta passares a noite tocando-te com a mão que até a cama estremece, e ainda tens que me sujar a roupa com esse leite de merda que estás sempre a verter dos tomates?
E como depois de vasculhar nas gavetas da cómoda constasse que todas as calcinhas praticamente ostentavam vestígios dissimulados do meu gozo, decidiu punir-me. E que óptima ideia ela teve!
- Meu tarado sem força na pila para satisfazer a mulher com quem casou mas com tesão suficiente para passar a vida tocando punhetas como quando não tinhas mulher – pronunciou com desprezo - Com que então gostas de vestir calcinhas de senhora, não gostas. Porquê, meu grande panasca? Não sabes mas eu explico-te. Porque com essa amostra de caralho miudinho que mede tanto como o meu dedo mindinho mas cuja grossura não lhe chega nem a metade, e com uns tomatinhos que mais parecem duas amoras, deves-te sentir mais fêmea que macho, não é mesmo? É por isso que quando te punhas em mim mal me metias esse teu tubinho ou ficavas logo com ele murcho ou o que ainda era pior para mim, desaleitavas-te todo. Porque não é o meu buraco do meio das pernas que atrai machinhos como tu, mas antes um bom caralho. De preferência grande e grosso como o que não tens e por que tanto suspiras. Pois hoje vou-te dar a provar um caralho desses que tanto te faz suspirar de desejo. Despe-te meu porco de piça broxa. Quando voltar quero ver-te todo nu e de joelhos.
Apressei-me a despir-me e a colocar-me de joelhos e Raquel saiu, voltando a entrar pouco depois. Vestia um corpete de vinil negro e justo ao corpo, oferta de um amante que se deve excitar tanto como eu quando a vê assim vestida, e trazia nas mãos um caralho grosso em silicone cuja cabeça imitava uma glande circuncidada, cor de rosa.
- Um caralho deste tamanho consegue bem consolar uma mulher – comentou exibindo-o aos meus olhos – Tem tamanho e consistência necessários para dar prazer a uma mulher mal fodida como eu era quando o comprei. Não é como o teu. E tem a vantagem de nunca se esporrar antes do tempo como tu me fazias, nem de ir abaixo como o teu, pica mole. Foi graça a ele, que antes de arranjar os amantes que tenho presentemente e com os quais gostosamente te corneio, me consolei tantas vezes já que o teu caralho não mo sabia fazer. Como já não preciso dele vou-to enterrar bem fundo no teu cuzinho, meu marido tão inútil na cama, e só espero que ele lhe dê tanto gozo, como deu à minha ratinha desconsolada.
Minha esposa prendeu o caralho numa cinta que lhe envolvia o ventre e aproximou-se da minha boca. Como ela parecia um traveco dos filme porno apesar da ausência do saco das bolas. Meu caralho levantou-se.
- É como digo, meu veadinho – comentou vendo-o insuflado – entesa-te mais um caralho armado que não tardará muito a enfiar-se-te no cu, do que a minha boceta húmida. Chupa-mo. E de quatro!
Com as mãos e os joelhos apoiados no chão introduzi seu pau cor de rosa na boca mas nem era preciso pois Raquel agarrando-me pelas orelhas forçou-me a engoli-lo todo começando a dar-me com ele na boca.
- Chupa-me a pica paneleiro de merda que tanto te divertiste masturbando-te com as minhas calcinhas postas – gritava-me ela puxando-me agora as orelhas – Chupa-me o pau enquanto te fodo a boca. Não é isso que fazem aos seus machos as fêmeas como tu que gostam de tocar punheta com lingerie de puta? Pois eu sou o teu macho e já vais provar com o meu caralho pelo cu dentro, punheteiro.
Depois de a ter mamado minha esposa tirou-me o cacete da boca cuspindo nele longamente. Com a mão espalhou o cuspo pelo cacete. Depois colocou-se atrás de mim examinando-me o olho do cu.
- Continua de quatro piça de esponja - ordenou – De facto ainda tens as pregas de trás intactas. És tão virgem de cu como o eras de caralho quando me conheceste e me fizeste tirar-te os três em tão má hora. Além do dedo e apesar das tuas tendências para seres una bicha nunca lhe deves ter enfiado nada de grosso. Ainda bem. Tal como te tirei a virgindade ao caralho vou-te igualmente tirar as pregas ao olho do cu. Com um caralho grosso e robusto como o meu estou certa de te fazer gemer, tanto como gemi eu da primeira vez que dei meu cuzinho ao Bernardo, aquele que dizia ser o teu melhor amigo.
Na verdade gemi quando aquela cabeçorra pressionada pelos movimentos de ancas de Raquel me começou a penetrar.
- Que é isso, panasquinha? Não te querias sentir como uma fêmea fodendo quando brincavas à mão com a pilinha e te aliviavas dentro das minhas calcinhas? – gozava-me – Pois agora já sabes o que sente uma fêmea sendo aliviada por um bom caralho. Espero que gostes mais do que fazendo à mão – e o seu pau dava-me forte no cu até Raquel se cansar dos meus gemidos.
- Paneleiro frouxo que nem com um caralho como o que devias ter nascido consegues apanhar no cu. Não penses que vou parar de te enrabar antes de te deixar este olhinho bem escancarado. Mas como estou farta de te ouvir gemer vou-te enfiar na boca a causa desta enrabadela.
Antes disso contudo voltou a fazer-me lamber-lhe o caralho de maneira, segundo me disse, a limpá-lo de algumas excrescências menos higiénicas removidas do meu ânus e a saborear com a língua o gosto que tinha um cu de paneleiro que só tocava punheta como eu. Depois fui buscar suas calcinhas onde minhas nódoas de esperma ainda eram visíveis e fazendo uma enorme bola com elas enfiou-ma na boca. Tive de a abrir até atrás para que aquela bola de calcinhas femininas com pingos impregnados de esperma me coubesse dentro dela.
- Atravancam-te mais a boca as minhas calcinhas que tanto tesão te inspiraram do que o meu caralho abonado, não é verdade meu maridinho de pilinha fina? – escarneceu – Pois espero que dentro da tua boca te despertem tanto tesão como te despertavam quando as vestias para tocares as tuas punhetazinhas que bem vais precisar dele quando te voltar a ir ao cu. Pernas bem abertas, bichona, que quero ver-te ao entrada do olhinho bem desimpedida.
E novamente por trás de mim enrabou-me pela segunda vez. agora com muito mais violência, puxando-me pelos cabelos, arranhando-me as costas e dando-me palmadas nas nádegas.
- Agora não podes gemer, pois não, paneleiro? – e o seu pau entrava e saía sem rodeios no meu cu – Achas que te estou a enrabar com muita força? Que é isso? Uma puta de verdade como tanto te imaginavas ser com as minhas calcinhas nunca se queixa da violência do caralho que a come. Afinal que tipo de puta és tu? Uma puta que só sabe tocar punheta? Acorda maridinho e aproveita o grosso caralho que a querida da tua esposa te arranjou, mesmo à medida do teu cuzinho. Sabias que o teu amiguinho Bernardo também me deu assim no rabo com o seu caralho portentoso de todas as vezes que me enrabou? E que em muitas dessas vezes eu usava uma dessas calcinhas que te enfiei na boca e onde ainda hoje se conservam os restos da esporra que verteste tocando punheta e sonhando seres uma puta muito dada como eu? Então de que te queixas, verga mole?
De nada, efectivamente não me queixava de nada tão teso me deixaram suas palavras, estou certo de que muito mais do que a sua enrabadela embora esta, tenho de admitir, não me estivesse sabendo nada mal. Ser bicha e apanhar no cu de uma mulher vadia como ela era de facto maravilhoso. Mas as palavras deixaram-me ainda mais em ponto de rebuçado. Então saber que tinha sido o sacana que se dizia meu melhor amigo o primeiro a tirar-lhe as pregas do cu, e que o seu caralho era muito maior do que o meu, punham-me quase à beira de ter um orgasmo. Provavelmente todos os meus amigos e conhecidos a andavam montando e eu rejubilava de tesão só de imaginar tal coisa. Ah, quem dera que isso fosse verdade e que todos nas minhas costas me apontassem como o marido frouxo e corno manso. Naquele momento Raquel não tinha razão em insultar-me de verga mole e incapaz de se pôr de pé pois que meu fininho e pequeno caralho estava todo distendido para a frente apesar das suas ordens para o colocar em baixo. Aliás a pressão que meu leitinho fazia para sair dos tomates era tanta que eu num certo momento não tive com que me conter e esporrei-me todo, molhando as paredes, os cortinados, os móveis da sala.
- Esporrador inútil – bradou Raquel furiosa – quando te deixava montar-me nunca foste capaz de me dares uma aleitadela assim. Porco! Nem nunca te aguentaste tanto tempo dentro de mim, sem gozares. Mas bastou encher-te a boca com o paladar das minhas calcinhas meladas com a esporra das tuas punhetas e ir-te ao cu para que te viesses como um garanhão que nunca conseguirás ser. Se fosses um macho de verdade eu mesma limparia convenientemente com a minha língua todos os vestígios do teu gozo para que nenhuma gota dele se perdesse fora do meu corpo. Mas como não passas de um paneleiro barato vou-te obrigar a provar o sabor do teu gozo tal como eu tantas vezes tive de provar contrariada o sabor do teu, meu ejaculadorzinho precoce.
Sempre vestida com aquele corpete negro, magnifico, que lhe confere ainda mais um ar dominador, colocou-me uma trela e como uma senhora conduzindo seu cachorro passeou-me ao redor da sala, obrigando-me a cheirar cada local onde minha esporra caíra, a lambê-la e a degluti-la até a fazer desaparecer por completo.
- Isso, meu cãozinho amestrado, lambe essa porcaria que fizeste, que quero tudo muito bem limpinho – seus pés apoiados no meu pescoço forçavam minha cabeça, obrigavam-me a chafurdar na poça de esporra - .Já limpaste tudo, paneleirote? Então não pares que tens ali mais. Vamos lá, cachorro. Deves gostar do paladar da tua esporra, não gostas? Afinal é uma coisa que todos os machinhos apreciam  muito.
Limpei tudo. E como complemento do castigo que levara tive de lhe comprar mais umas dúzias de calcinhas sexis e atrevidas com que ela gosta de se apresentar aos amantes e que me levaram quase o orçamento do mês pois Raquel disse logo que não mais voltaria a usar aquelas roupas com que o marido se pavoneara dentro delas de paneleiro e tocador de punheta. Mas generosamente minha esposa consentiu-me que eu ficasse com aquelas. E ao menos agora não preciso de me esconder para as vestir e ficar-me entretendo sozinho com a mão enquanto assisto vídeos porno na NET.

 

EUGÉNIO SADOC

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Inversão calcinha consolos strap on

Li o relato de pau duro e cuzinho piscando dentro da calcinha.
NInguém imagina que na intimidade uso calcinhas e enfio consolos no meu cu.Tenho excelente nível, corpo e rosto bonitos, montadinha no escuro fico parecendo tv.Procuro mulher fogosa para inversão ou casal liberal.
cdbaixinha@gmail.com
Contato inicial pelo e mail acima

homem usando calcinha casado

meu querido o melhor jeito e se abrir com sua esposa,pois eu e minha esposa curtimos sempre esse feitiche vá com calma,na hora do relacinamento começe pedia a ela que passe a calcinha dela pelo seu pau,pelo seu corpo com certeza ela perecebera que vc fcara mais ecitado e aos poucos derrepente ela mesma coloque em vc,faça aquela media de machão e com certeza vai dar certo,lei meu conto acima em resposa comendo o marido,olha sei que vc vai ter muito praze por que eu fco cheio de tesão a ponto de minha pica fcar o dobro de tamanho aos olhos de minha amada,gozo muito e uma delicia,nosso msn calcinhadelicia@hotmail.com

roçando no meu marido

nossa transo com meu maridão sempre,pois sempre tive tara por bundas de homens,sendo assim me casei com um de meu sonho,ele tem uma bunda linda e gostosa,avantajada que me deixa louca,para apimentar conveci ele usar minha calcinhas pirei mais ainda qdo percebi que ele fica super ecitado,dotado,grande e fode muito,certo dia cheguei do serviço mais cdo ele estava tirando um cochilo com o traseiro empinado peladão não pensei duas vezes ,suavemente começei roça-lo ele prontamente respondeu empinando mais ainda de maneira que seu cuzinho piscava na minha xoxota causando um tesão incrivel me proposionando imensos gozos que nunca tive antes,dai para frente a coisa fcou boa demais,comecei colocar minhas calcinhas nele claro escolhia sempre as mnores possivel já que seu traseiro era avantajado as que aceitava bem ao seu traseiro eu me delirava em seu rabo e em sua pica que crescia demasiadamente e qdo eu o punhetava por trás era coisa de loko ele gozava freneticamente seo penis pulsava bem mais forte qdo faziamos amor de maneiras normais,bom se for aqui relatar as experiencias que temos vai longe por são inumeras fantasias que praticamos em hotéis ,dri-ve ,carro,psina aquecida enfim cada uma comida que dou nele fco mais apaixonada pois meu maridão e muito safadão,só para apimntar ,ele as vezes senta em minha xoxoxta presionando seu cuzinho ao meu grelinho que fco doidinha de tesão gozando muito,ai esta nosso email,calcinhadelicia@hotmail.com não se relacionamos com outras pessoas somente curtimos o feitiche e bate papos,troca de experiencias ,fotos qdo e casais respeitadores efazemos uma boa amizade.

bi sex

Amo usar calcinha, o que faço, pois sou casado

voce ja comeu seu marido

voce ja comeu seu marito o que voce achou, ele gostou. eu sou doido para minha namorada me comer.

sexo

muito bom fazer sexo porque sexo faz parte da vida se nosso país nao fizessem sexo nao teriam agente mais lembre-se use camisinha pra prevenir

esposa comedora

muito bom esse conto

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