Rosa ao ataque
Sou descendente de japoneses, sansei. Tenho 26 anos. Herdei a timidez característica dos orientais, e por isso já deixei escapar várias oportunidades de conhecer mulheres interessantes. Explico: tenho um rosto com traços bonitos e bem definidos, o que chama a atenção das garotas, mas, na hora de se aproximar e conversar, é um desastre. A timidez, a falta de ousadia ou talvez a inabilidade acabam estragando tudo. Pois bem, um dia, andando pelas ruas, uma mulher, baixinha, de cabelos e olhos castanhos, fitou os meus olhos.
Olhei um pouco e desviei, enquanto ela continua me secando. Continuei no meu caminho, disfarçando um pouco. Alguns metros adiante, parei numa papelaria, e qual não foi a surpresa quando olhei para trás e vi aquela garota me seguindo. Fiquei em dúvida se era simples coincidência ou se ela estava mesmo vindo atrás de mim de propósito. No instante seguinte, ela sorriu para mim, desfazendo essa dúvida. Eu não a achei particularmente bonita nem gostosa, na primeira olhadela, porém o sorriso que ela me deu foi o mais lindo que já vi na minha vida, capaz de derreter qualquer coração. Eu não sabia direito o que fazer, e muito menos como abordá-la. Acabou que foi ela que me abordou, perguntando se eu queria tomar um café com ela. "Claro, será um prazer", respondi. Descobri que o nome daquele sorriso bonito era Rosa. Quebrado o gelo inicial, nós dois nos soltamos e passamos a conversar com desenvoltura. Eu fazia gracejos, só para faze-la sorrir. Eu estava como que hipnotizado, não conseguia deixar de olhar para ela. Neste momento, parecia que seus cabelos estavam mais sedosos, seus contornos mais atraentes, sua boca mais simpática. Não resisti à provar dessa boca simpática, ali mesmo, no café. Fomos ao meu apê. O beijo apaixonado deu lugar a um boquete gostoso. Ela sabia chupar muito bem. Gosto de ficar de pé, passando a mão na cabeça dela, e olhando-a ficar ajoelhada, com o pau na boca, lambendo e chupando. Às vezes, eu fazia um basquetinho, outras, metia devagarzinho em sua boca, colocando toda a extensão do meu paus, aos poucos, até o fundo da garganta.
Eu deitei na cama. Ela sentou no meu pau. Começou a cavalgar selvagemente, gemendo muito. Ela gemia cada vez mais alto, à medida em que pulava com mais força. A seguir, sem desmontar da posição, mandei-a girar. Ela colocou a perna direita para o lado, passou a perna esquerda sobre o meu peito, e ficou de lado, tudo isso com a minha pica engatada em sua vagina, causando forte prazer. De lado, ela pulou com força, gemendo bastante. Ela prosseguiu girando o corpo, até retornar à posição original, após 360 graus de puro prazer sexual. Coloquei-a de quatro. A visão da buceta e do cuzinho me encheu de tesão. Meti com força, enquanto agarrava os seus peitos, passando o dedo indicador no biquinho dos seios. Ela apoiou os cotovelos numa mesa, aumentando o ângulo em que o meu pau entrava em seu corpo. Ela se encheu de tesão, quando eu coloquei a mão esquerda apalpando seus seios, enquanto a mão direito friccionava o seu clítoris, sem deixar de meter com velocidade. Ela disse que queria gozar junto comigo. Pediu que eu entrasse com bastante força. Coloquei-a na posição de frango assado. Levantei suas pernas com minhas mãos, encaixei o meu instrumento na sua caverna molhadinha. Entrei bem devagar, gradativamente, até o fundo. Fui e voltei três vezes, bem devagar. Subitamente, apertei seus pés com as minhas mãos, e comecei a come-la bem forte e bem rápido, levando-a a gritar de prazer.
Continuei nesse ritmo forte por bastante tempo, até sentir que iria gozar. Tirei a pica, levei até o seu rosto, e jorrei o leitinho todo. Ela gemia, tinha gozado também, no momento em que viu o leite saindo. Gosto de mulheres que sejam ousadas e partam para a caça! Se você gostou do conto, me escreva, contando as suas fantasias.





