Namorada

Minha namorada, no auge dos seus 24 anos, é muito vaidosa. Além da
academia, duas vezes por semana, todas as sextas tem horário no salão
de beleza. Sempre fazendo serviço completo. Pés, mãos cabelo,
depilação, etc..


Num momento de ciúmes, questionei esta freqüência com que ela vai ao salão. A resposta é sempre a mesma: ficar bonita para mim.


Notei que sempre que cito o salão, ela fica um pouco mexida, pois,
segundo ela, não tenho motivos para desconfiança afinal, quando não é
atendida por mulheres, é atendida por um travesti, seu ou sua
cabeleireiro(a) predileto(a)....


Num dia, de guampa torta, como dizem os gaúchos, resolvi buscá-la
no salão, e ela ainda não estava pronta, estava terminando de fazer as
unhas. A manicure, uma menina muito atraente, se mostrava muito
atenciosa com a Mirna (minha namorada). Confesso que trocamos alguns
olhares.
Ao sai, combinamos de ir ao cinema e depois darmos uma esticadinha em
um motel, para aliviar as “tensões”. Foi uma grande noite. Rolou tudo o
que rola entre namorados, sem limites de prazer, desde o cinema até no
motel. Quando estávamos indo para casa, fiquei sabendo que a manicure 
teria comentado com ela que me achou muito simpático, que ela deveria
fazer de tudo para permanecer comigo. O papo não evoluiu.


Numa semana, a Mirna não pode ir ao salão pois estava gripada,
então marcou para fazer as unhas em casa. Quando cheguei, no final do
dia elas estavam lá, em altos papos. Pensei: coisas de mulher. Fiquei
conversando com meu sogro sobre futebol, carros.... De repente sou
chamado para um grande favor: levar a manicure em casa, pois estava
atrasada. Como não ia sair mesmo, e foi um pedido da minha namorada,
não fiz nenhuma resistência. E ela era uma gracinha.... muito
gostosa...(lado cafajeste de todo o homem).


No caminho, depois de muita conversa, a Vitória (manicure) disse
que me achava uma cara legal, atraente, e que a Mirna sempre fazia
muita propaganda minha. A conversa chegou a um ponto dela se
disponibilizar para que a conhecesse melhor. Foi um convite muito
atraente. Não recusei, porém deixei em compasso de espera.


O tempo passou. Num certo dia, após uma sessão de salão de beleza, a
Mirna veio com uma idéia de “menage a trois” e que tinha pensado em
fazer com a Vitoria junto. Logo pensei que ela estava me testando.
Declinei. Os apelos começaram a se tornar cada vez mais insistentes até
que um dia, ao buscá-la no salão, saem as duas num papo muito
descontraído.  Ao entrar no carro, a Mirna pediu para que déssemos
carona para a Vitoria. Como já tinha levado ela em casa, segui para lá.
Chegando ao local, fomos convidados para entrar. O apartamento bem
arrumado mostrava o quanto organizada era a manicure.


Ela pediu licença e foi para o quarto, voltando a seguir com uma
roupa muito sensual, com muitas transparências, deixando a mostra seu
corpo escultural. Pois as duas tinham combinado isto. Ela entrou na
sala, sentou próxima à Mirna e começou a beijá-la. Fiquei perplexo e ao
mesmo tempo excitado. Nunca, em todos os meus 28 anos, tinha visto ao
vivo, duas mulheres em clima de beijos, abraços e carícias. Não demorou
muito para ser convidado. Sem jeito, comecei a acariciar a minha
namorada  e percebi que a Vitoria começou a me acariciar também. A
reciprocidade começou e fomos nos envolvendo até que num momento mais
quente, percebi um volume entre as pernas, pouco normal para uma
mulher. Pensei que poderia ser um absorvente. Não de tanta bola para
isto. Para a minha surpresa, minha namorada tira meu pau para fora e
começa a chupá-lo, logo acompanhada pela manicure. Começamos a nos
pelar quando percebi que a manicure era um travesti. Tinha um corpo
moldado com hormônios e muito pouco silicone. Inicialmente me deu nojo,
fiquei com vontade de dar uns tapas nas duas, mas logo fui convencido a
continuar participando da orgia. Enquanto comia o traveco, minha
namorada era enrrabada por ele.  Foram momentos de muita euforia. A
Mirna em um determinado momento pediu que fosse duplamente penetrada.
Pedido é uma ordem, fui por trás e a Vitoria pela frente. Estava muito
bom até que elas gozaram... enquanto descansavam, comecei a
acariciá-las, quando vi estava passando a mão no pau dela. Gostei. Ele
estava levemente “adormecido”, então ela pediu que eu desse uma
chupadinha. Naquele momento, passou um calafrio na minha coluna então
recostei minha cabeça nas pernas dela e comecei a chupar. Confesso que
gostei. Ficou melhor quando a  Mirna deitou e começamos a chupar
juntos. Não é que a Vitória gozou novamente, na minha cara. Antes mesmo
de poder me limpar, as duas começaram a me lamber, limpando toda a
porra que estava espalhada pelo meu rosto. Já estava limpo e com mais
tesão ainda quando as duas partiram para o ataque, me chupando, me
beijando e quando fiz menção de gozar, fui abocanhado até derramar toda
a minha porra na boca da Vitoria. Fiquei sem reação, foi uma baita
gozada. Chupei mais um pouco a Mirna até ela gozar. Caímos em êxtase,
quase mortos e adormecemos. agarrados, bem juntinhos. Acordei com a
sensação de estar sendo chupado, era a Vitoria, dizendo que era uma
forma de me agradecer por aqueles momentos tão bons que eu tinha
proporcionado para ela. A Mirna dormia um sono profundo e nós ali, num
69 frenético até que gozamos um na boca do outro. Levantamos e fomos
tomar um banho juntos. Quando a Mirna acordou, já estávamos vestido e
bem comportados, porém nosso pensamento era de que alguma coisa estava
atrapalhando: era a Mirna.


A Mirna viajou para o exterior. Presente do papai. Até hoje nos
correspondemos, mas o namoro acabou. O que não acabou foram os encontro
no apartamento da Vitoria. Estamos programando um novo menage a trios,
porém com outro travesti...


fernando_1901@yahoo.com.br