Esposa infiel - parte VIII

Depois de conhecer e descobri me apaixonada pela travesti senti que não poderia mais viver sem ela que mesmo sob meus protestos me aconselhou a ficar firme em meu casamento que nosso relacionamento era puramente casual mesmo eu jurando me matar se ela me deixasse algum dia.
Sabendo que podia fazer o que quisesse comigo ela me pedia grande quantidade de dinheiro que dava sem reclamar fazendo me de sua escrava tanto na casa dela onde tinha que lavar passar cozinhar e arrumar a casa e como recompensa gemia gostoso em seu porrete a madrugada toda mesmo com ela chegando em casa muitas vezes com o cu todo dolorido e esfolado e o pênis no qual eu ficava horas fazendo ele endurecer para depois me extasia de tanto prazer.
Chegávamos a transar de oito á dez horas toda vez que nos encontrávamos por isso não tinha mais tempo para meus amores e meu sogro foi o que mais sentiu minha ausência ficando doente e em meses veio a falecer.
Meu marido por sua vez me jogava cada vez mais nos braços de minha dona pedindo sempre que ela cuidasse bem de mim dedicando todo seu tempo disponível para traçar sua irmã que pedia desesperadamente que voltasse pois não estava dando conta de saciar meu boizinho e minha sogra não mais falava comigo culpando me por tudo o que aconteceu com seu marido.
Numa noite por volta das três da manha meu minha cunhada me ligou chorando muito avisando que meu sogro avia falecido e estava sendo velado no cemitério perto de sua casa.
Estava bem dona Maria com um vestidinho rendado e lenço na cabeça e quando tencionava rumar para lá minha dona chegou me catando do jeito que só ela sabe me colando na parede enquanto beijava minha boca deixava me totalmente pelada e toda molhada com sua investida sobre mim.
Estava gozando em sua mão com seus dedos dedilhando minha boceta que não percebi suas amigas nos olhando e quando ela saiu de mim mandou que preparasse alguma coisa para elas comerem e fossem me banhar pois iríamos fazer uma suruba.
Esquecendo da vida preparei um lanche para as três meninas estando sempre pelada onde levava constantemente tapas na bunda puxões nos cabelos e seios e ate dedadas na boceta pelas damas de paus.
Terminando de servi-la corri para o quarto tomei um banho básico vesti uma minúscula calcinha como minha dona gosta e deitei muito ansiosa pela chegada de minhas devoradoras.
Estava com o corpo em brasa alisando a boceta por cima da calcinha já estando quase gozando quando me lembrei do ocorrido.
Quando minha dona chegou no quarto avisei a ela que muito triste e compreensiva se ofereceu para me levar ate o local do velório.
Chegando ao local minha dona não quis entrar comigo onde se reunia toda a família parentes amigos e ate a imprensa local estava presente.
Estava junto a minha cunhada ao lado do caixão quando minha sogra tentou me agredir culpando me pelo ocorrido e por sugestão de minha cunhada fui embora.
Meu boi estava passado tento que ser sedado minha cunhada se ofereceu para me levar e mesmo eu recusando ela insistiu avisando que tinha que sair dali senão ia pirar.
Ao informar que estava de carona com uma amiga ela deixou seu carro com uma prima e veio comigo conhecer minha nova aquisição segundo ela.
Depois de conhecer minha dona minha cunhada confessou esta toda babada elogiando muito minha namorada sussurrando coisa em meu ouvido que me deixava cada vez mais ouriçada apesar da situação.
Ao saímos dali tive que ir dirigindo com as duas no banco detrás e em poucos minutos já ouvia os gemidos delas se atracando num delicioso beijo e amassos com minha cunhada louca para pegar na “boceta” de minha dona sendo impedida de tal gesto se acalmando um pouco quando minha dona levantou sua blusa para mamar em seus seios já com a mão dentro de sua calcinha metendo fundo seus dedos que conheço bem em sua boceta.
Não conseguia dirigir ouvindo o escândalo que minha cunhada fazia com minha dona lambendo gostoso sua boceta por isso parei o carro numa rua pouco movimentada e me virei para assistir o show.
Minha cunhada estava saciada e quis retribuir o carinho vendo minha dona apreensiva incentivei ela a senta de pernas abertas e deixar minha cunhada se deliciar em sua cuceta nome dado carinhosamente ao seus vinte e dois centímetro.
Minha cunhada ficou boquiaberta com o volume que estufava a minúscula calcinha e quando teve tudo aquilo na boca quase morreu engasgada com minha dona segurando firme sua cabeça socando fundo tudo aquilo em sua garganta.
Em minutos estávamos todas fora do carro com minha ou melhor nossa dona deitada no capô com minha cunhada fazendo um delicioso boquete nela comigo já toda nua tendo um pé no penou do carro ficando toda escancarada para afundar a mão na boceta onde gozei copiosamente entre gemidos e gritinhos de satisfação.
Meu amor colocou minha cunhadinha de quatro e meteu fundo o porrete em sua boceta fazendo ela gemer alto enquanto eu intensificava as dedadas gozando loucamente com a cena.
Desespero mesmo minha cunhada sentiu quando meu amor tirou de sua boceta e afundou tudo de uma só vez em seu cuzinho e com estocadas ora rápidas ora bem lenta porem bem cadenciadas fez minha cunhada cair literalmente de tanto gozar.
Quando minha dona gemeu alto anunciando seu gozo tentei tirar de minha cunhada e abocanhar tomando todo o leitinho porem fui empurrada num desespero louco e alucinado por minha cunhada que caiu de boca em tudo aquilo sorvendo ate a ultima gota não deixando nada para mim.
Fiquei puta quando elas totalmente saciadas se atracaram num beijo indo pra dentro do carro informando que era muito perigoso permanecermos ali.
Eu xingava muito maldizendo as duas quando meu amor sentou ao meu lado abraçando me carinhosamente informando que ia acabar comigo quando chegássemos em casa o que respondi prontamente que com o tesão que estava daria ate pro cachorro com elas rindo e fazendo me rir muito também.
Estávamos quase chegando em casa com minha cunhada dormindo no banco traseiro e minha dona acariciando meus seios quando num grito repentino ela ordenou que parasse o carro o que obedeci prontamente sem nada entender.
Saindo rapidinho do carro ela me chamou enquanto corria para o meio da praça segurando um enorme vira lata e quando perguntei porque estava fazendo aquilo ela lembrou o que tinha dito mandando eu da pro cachorro ali no meio da praça.
Vendo minha resistência ela me deu um forte tapa no rosto rasgando meu vestido deixando me somente de calcinha no meio da rua e puxando pelos meus cabelos me levou para o centro da praça do largo do Arouche onde fui colocada Por ela de quatro na grama enquanto ela direcionava o cachorro pra trás de mim onde com algumas lambidas ele montou em mim tendo seu pênis direcionado por ela primeiro em meu cu que com uma única e rápida estocada afundou de uma só vez fazendo me gritar muito de prazer pela humilhação e as estocadas rápidas que o cão dava em meu cu.
Gemia muito gozando avassaladoramente com alguns homens em volta apreciando o espetáculo quando ela tirou tudo aquilo de meu cuzinho e direcionou para minha boceta onde cheguei a me mixar toda de tanto prazer sentindo seus jatos de porra incessante inundarem minha boceta.
O cão socava forte em mim com minha dona segurando em meus cabelos levantando meu rosto enquanto dizia se estava gostando me chamando de puta safada vadia e outros nomes mais quando explodi num gozo estonteante com o cão enchendo minha boceta de porra enquanto ela segurava o nó que não entrou em mim.
Tencionava lamber o pênis daquele invasor quando ouvimos alguém gritar pra galera no bar próximo:-Vem gente ver a mulher dando o cu pro cachorro aqui na praça.
Por mim ficaria ali mesmo e foda porem minha dona carinhosamente me pegou pelos braços e saímos dali rapidinho.
Chegando em casa fui tomar um banho pois estava me sentindo suja e enojada e quando cheguei no quarto enrolada somente em uma toalha vi minha cunhada sendo fodida pela língua do meu amor e ao pular no meio delas fui lambida pelas duas que me premiaram com fortes orgasmo onde transamos ate as honze horas da manha só parando porque tínhamos que ir despedir do meu sogro
Minha sogra voltou para o interior meu boizinho alugou um apto no centro tirando meu amor da rua dando um emprego a ela em sua empresa e pelo menos uma vez por semana nos reunimos eu minha cunhada minha dona e meu boizinho que após sentar gostoso no porrete da dama come bem gostoso nos três dedicando maior carinho e atenção a mim sua esposa vadia e infiel.
Beijos:
Deborha
camilledicarli@bol.com.br

 

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