Apanhado com a pila e as calcinhas dela na mão

O meu gosto por tocar punheta e o meu fetiche por calcinhas femininas foram a causa do meu divórcio.
Habituado durante toda a adolescência e juventude a esfolar a pila à mão para a fazer ejacular, quando casei com Sandra constatei minha inexperiência na arte do coito e a minha incapacidade em levá-la ao orgasmo. Mal lha metia ejaculava logo pelo que ela defraudada retraía-se de me abrir as pernas. Apesar de tudo não me culpava. Dizia amar-me muito e uma vez que não conseguia satisfazê-la garantia-me não se importar de viver comigo sem sexo. E como conhecesse meu gosto por tocar punheta pois faláramos muito dele antes de casarmos, até nem se importava que eu continuasse fazendo à mão em vez de meter nela uma vez que isso, dizia-me, só lhe atiçava o fogo que meu pénis não conseguia apagar. Eu contudo como não me sentia bem na minha consciência de marido consegui convencê-la a masturbar-se com vibradores que lhe comprava em sex-shops, antes de lhe fazer uns minetes na rata como lhe fazia nos nossos tempos de namoro, pois Sandra sempre frisou querer casar virgem, como de facto aconteceu. Ela contudo garantia-me que embora aqueles vibradores lhe dessem de facto muito prazer só o fazia porque eu lhe garantia que nesses dias a punheta me sabia muito melhor.
E sabia de facto. Entesava-me muito vê-la toda nua na cama, a testa bem depiladinha só porque sabia que eu apreciava muito vê-la enterrando na rata sem pelos um enorme caralho de silicone muito maior do que o meu, e gemendo de prazer enquanto me ficava punheteando sem me vir.
- Como gostaria querida - dizia-lhe – de ter um caralho desse tamanho e conseguir aguentá-lo tanto tempo duro dentro de ti sem me vir.
Sandra dizia que isso não importava, que mais importante que o sexo era o amor que nos unia o que me fazia entesar mais, até se vir gostosamente, molhando sempre o lençol com o sumo do seu gozo.
No final como eu permanecesse de pau feito ela oferecia-se sempre para me concluir a punheta. E eu que no inicio aceitava a ajuda da sua mão a partir de uma certa altura deixei de o fazer.
- Sou um miserável de um punheteiro com um caralho tão pequeno que nem a uma mulher tão apetitosa como tu consegue dar prazer – dizia-lhe eu como se estivesse muito contrariado com isso – Depois de teres gozado com um bem maior que o meu não sou digno sequer que me toques uma punheta. Noutra altura sim, agora descansa queridinha – e cobria-a de beijos.
Sandra apreciou aquela minha vontade de conter o gozo e dormia satisfeita encostando seu corpo despido ao meu, sentindo meu pauzinho ainda duro e levantado. Na manhã seguinte porém, já o tesão me passara.
- Que aconteceu à tua pila que ainda ontem à noite estava dura e agora está tão murchinha? – perguntava-me apalpando-ma como era seu costume ao acordar. Eu dizia-lhe que simplesmente o tesão me passara, como não gozara meu caralho voltara ao ponto morto e era assim que ele devia estar sempre uma vez que não servia para cobrição.
- Queres punir-te por não me conseguires dar prazer e acabar por perder o tesão é isso? – perguntou-me. Não, nada disso, assegurava-lhe, mas durante tanto tempo tinha gozado metendo nela sem que o prazer fosse recíproco que agora até estava me satisfazendo só por a ver gozar com os vibradores que lhe arranjava. Era como se tivesse gozado também embora sem me vir. Minha resposta pareceu agradar-lhe pois Sandra pareceu contente por me ver perdendo a minha velha mania de tocar punheta. e continuou masturbando-se como eu queria.
A verdadeira razão contudo era outra. Eu sempre gostei de calcinhas femininas, já em solteiro fazia colecção delas pois adorava tocar punhetas tocando nelas, e quando consegui convencer minha mulher a masturbar-se com os vibradores que lhe comprava tratei de fazer com que ela trouxesse sempre vestida uma calcinha que eu mesmo despia antes de Mónica introduzir o caralho postiço nela.
- Nem imaginas como ficas bonita, Mónica, só com a calcinha vestida e as mamas ao léu, tendo na mão o caralho que te comprei e te vai consolar esta noite – dizia-lhe. Calcinhas eram os presentes que lhe estava sempre a dar. Pelos anos, pelo aniversário do nosso namoro, noivado e casamento, bastava ver um par de calcinhas entesantes na montra de uma loja de lingerie para lhas comprar e oferecer. Sandra até se cansou de tanta calcinha que teve. E teve-as de todo o tipo e feitio e de todas as cores com excepção do branco pois nunca gostei de calcinhas femininas brancas. Rosas, azuis, verdes, castanhas, amarelas lilases e sobretudo vermelhas e pretas. Teve-as de fio dental, rendadas à frente ou atrás deixando-lhe ver o cu ou a testa da cona, teve-as de tanguinha, com atilhos de apertar na cinta ou nas meias de perna inteira. Tinha-as de apertar à frente, a trás ou dos lados, com lacinho e sem lacinho. Teve até um par vermelho de calcinhas de puta pois que entre as pernas, sobre seu órgão genital e atrás bem no meio do rego do cu, ostentavam uma abertura permitindo a qualquer mulher foder com os dois buracos sem necessidade de as baixar e eram as calcinhas que mais teso me deixavam. A meu pedido Sandra masturbou-se várias vezes com elas vestidas.
Quando minha esposa se vinha eu próprio lhe limpava a rata com elas, procurando impregná-las bem com o cheiro do seu gozo, antes de as atirar para os pés da cama. E era por isso que eu não queria que fosse ela a tocar-me punheta. Quando era solteiro eu tocava punhetas mas as calcinhas que então usava eram virgens, nunca tinham sido utilizadas por mulher alguma nem muito menos servido para limpar a cona lambuzada de uma esposa acabadinha de se vir como era o caso daquelas que eu tinha ali à mão, no chão do quarto. E só o cheirinho que elas mandavam, já para não falar daquelas manchinhas de prazer feminino com que eu as procurava besuntar bem quando a limpava, davam-me uma pica bem maior do que as outras. Assim mal Sandra satisfeita adormecia, eu pé ante pé tratava de me esgueirar para a casa de banho levando a calcinha com as marcas do seu último orgasmo. Ali, com a tampa da sanita levantada, esfregava a calcinha na cara cheirando-a e lambendo-a. Lambia-a como se lhe estivesse fazendo um minete procurando engolir os restos do seu gozo que ainda estivessem incrustados nela, fazia dela um barrete enfiando-a na cabeça, voltava a esfregá-la na cara, no peito, na pila e nos colhões, à vezes ia ao roupeiro e pegava noutras calcinhas sujas dela e esfregava-as todas em mim, sempre com uma mão tocando punheta, punheta, punheta.. Cheguei quase a passar noites inteiras tocando punhetas. São as melhores recordações sexuais que levo do meu primeiro casamento.
Sandra descobriu tudo numa noite em que acordou e não me viu na cama. Eu tão entretido estava masturbando-me com uma sua calcinha de seda negra que não passava de uma delicada tira de pano que não lhe cobria nada que nem me apetecia vir.
- És mesmo um porco de um punheteiro que preferes aliviar a pila nas minhas calcinhas do que deixares que sejam as minhas mãos a fazê-lo – comentou com desprezo da porta da casa de banho e pondo fim à minha deliciosa punheta - Um homem assim não serve para meu marido.
No dia seguinte entrou com os papéis para o divórcio exigindo uma boa pensão de alimentos para não contar a todos minha tara, o que eu envergonhado aceitei. Mas ainda assim não foi mau de todo. Dizendo não quer mais nada meu do que o dinheiro da pensão, a casa com todo o recheio e o carro, e uma vez que eu gostava tanto das suas calcinhas que a faziam sentir uma puta, disse-me para ficar com elas.
- Que te sirvam para tocares muitas punhetas, tarado – desejou-me atirando-mas praticamente à cara. E serviram, está claro. Aliás para dizer a verdade ainda hoje estão servindo.

 

EUGÉNIO SADOC

 

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